29 setembro, 2015
Por Katia Ouang

2015-09-27

Apesar do aniversário da Bruna ter sido algo pequeno, recebi tantas perguntas sobre tudo que decidi dividir o post em partes.

Vou começar hoje com a mesa e depois falo sobre o local, atividades e fornecedores.

Tenho certeza que cada vez será mais compensador fazer um aniversário de um filho. Pois eles vão compreendendo melhor e curtindo mais.

Não imaginava o quanto a Bruna ficaria feliz e realizada. Me emocionei de verdade. E valeu todo o meu esforço em conseguir proporcionar algo dentro das minhas possibilidades já que esse ano foi especialmente difícil para mim. Seja financeiramente,  como emocionalmente. O primeiro aniversário de um filho depois de uma separação é sempre cheio de emoção , algo que eu acredito que amenize ao longo dos anos. Mas graças a Deus elas sempre terão a presença do pai e da mãe em todas as suas comemorações. Isso que importa!

 

Ela vinha me pedindo muito uma festa em Buffet, desses cheios de brinquedos e atividades. Mas o custo seria inviável nessa fase para mim. Então optei por fazer algo totalmente diferente e que fosse especial para ela, e para as amiguinhas. Algo que não gerasse nenhuma comparação à uma festa em buffet mas que também fosse incrível.

Quando há alguns meses conheci o Petite Mains, atelier de uma amiga minha  ( veja post) e ela me contou que poderia realizar festinhas para até 20 crianças, fiquei super animada. Pois o espaço é menor que o salão do meu prédio e com isso fica bem mais fácil para organizar.

Minha idéia foi a seguinte;  convidar apenas as amigas de classe da Bruna e com isso proporcionar uma tarde especial para todas elas.

Escolhido o tema Frozen o atelier sugeriu como atividade fazer a capa e a coroa da princesa ( que mostrarei no próximo post) e cada criança levaria para casa a sua do jeito que criou.

E eu pensei então; Por que não realizar uma tarde de princesa para elas com tudo que tinham direito?

E partimos dessa idéia para fazer o que elas estão curtindo aos 5 anos; princesas, maquiagem, cabelo e a presença da Elsa e da Anna, tão idolatradas por elas nessa fase “let it go”.

E o convite ficou assim:

Captura de tela inteira 29092015 200903.bmp

 

No espaço em branco dava para escrever ou colar um adesivo com o nome da convidada.

De todas as mesas que fiz nesses 5 anos,  essa foi a mais simples e de montagem mais rápida ! Isso porque simplesmente não tive tempo de ir atrás de nada ( vocês leram como eu estava no post anterior)  e improvisei com o que eu tinha na hora.  E como não foi na minha casa e eu estava sozinha a semana toda, não quis levar um monte de peças como vasos e bandejas que quebram pois teria que embalar tudo , e ainda trazer tudo de volta. Preguiça total.

Acho que o que remete a esse tema sempre é a neve e muito branco. Escolhi também todos os tons de azul do turquesa para o mais claro e uns toques do violeta, da roupa da Ana.

A mesa do Atelier era pequena. Então nem dava para fazer muita coisa. O que achei ótimo!

A idéia que tive para cobrir e dar idéia de neve foi comprar 1 metro de manta acrílica e ainda um pouco de recheio de almofada! Algo que é super barato e resolve ! Comprei também um pouco de tule que vinha com uns pinguinhos brilhantes e coloquei por cima da manta acrílica. Joguei por cima um pouco de lantejoula transparente azul clara. Custo desses itens ; 10 reais!

 

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Depois coloquei uns floquinhos de neve em feltro que peguei no atelier. Já estavam cortados para colocar nas atividades e ficou ótimo em cima da manta acrílica. Ele gruda sem precisar de cola!

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Montei a mesa com as bonecas da Elsa e Anna que já tinha em casa, e alguns potes e bandejas que peguei do próprio atelier. Tinha feito uns tubetes com confeti para ajudar a enfeitar e dar cor.

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E assim ficou:

 

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Os balões a gás e os dois na mesa com a cara da Elsa e Anna comprei em uma loja de festas do lado do atelier , chama Festa Mix. Encomendei antes e no dia da festa só entrei com o carro no estacionamento e retirei tudo. Não foi o melhor preço de balão que encontrei mas como não foram muitos, escolhi o que fosse mais prático para mim.

A faixa violeta atrás da mesa é papel krepon, como faço em todas as festas! Resolve para dar uma cor na parede , custa barato e por ser leve dá para preender com fita crepe na parede sem estragar.

Os doces como sempre, são da Elaine Monteiro, a quem sou fiel há tantos anos e não troco por ninguém!

O bolo, docinhos e os pirulitos de biscoito são todos dela:

 

20150923_113835Sempre peço o bolo com 2 andares pois preenche a mesa. Mas o segundo é falso.

O bolo é de chocolate com recheio de brigadeiro, de comer de joelhos, e os pirulitos são de biscoito! 20150923_141245

Os docinhos eram brigadeiros comuns e os mini alfajores que são simplesmente divinos. Vale contar que os docinhos da Elaine são um pouco maiores então não precisa exagerar nas quantidades!

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As lembrancinhas foram estojos de tecido da minha marca PaperK que combinavam com o convite. Só usei o nome da Bruna na parte inferior, onde não aparece. Assim as crianças poderiam aproveitar depois.

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A idéia era colocar canetinhas ou lápis de cor, mas como não deu tempo, enchi os estojos de balas e pirulitos e também bolinha de sabão.  E deixei na mesa auxiliar para as crianças pegarem quando estivessem indo embora.

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De comida deixei em umas mesas sanduichinhos embrulhados, pao de queijo e polvilho. Encomendei na padaria ao lado do atelier e estava uma delicia! Como foi das 15 as 18.00hs , era mais um lanche mesmo. Seja para as crianças ou para as mães que foram junto. Além disso tinha agua, sucos orgânicos ( que o atelier oferece) e refrigerante para os adultos. O Atelier também tem maquina de café para quem quiser tomar junto com um biscoitinho.

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E no próximo post falarei do local, as atividades , o camarim de princesa e a visita da Elsa e da Anna!

Não percam!

 

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28 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje vou começar a semana explicando meu sumiço nos últimos dias, seja por aqui, ou pelo snapchat.

Minha vida virou uma loucura e tive que me virar para dar conta de tudo. Fiquei 2 semanas sem ajuda com as meninas e a minha casa, e em meio a isso, aniversário da Bruna para organizar, trabalho bombando e milhares de coisas para resolver.

Eu tenho uma pessoa que trabalha comigo em casa, ela é uma “faz tudo”! Era a babá das meninas que ficou comigo quando me separei,  e me ajuda com limpeza, roupas, comida e ainda cuida delas. De emergência ela precisou sair por 15 dias para cuidar do pai e me vi em uma situação que não havia passado antes… Como dar conta de tudo e ainda trabalhar?!

Pensei comigo; vou dar prioridade apenas ao necessário e o resto o que der deu, o que não der paciência.

A questão maior não era nem manter a casa organizada, mas sim como trabalhar com elas a tarde inteira comigo?

Contratar alguém para me ajudar teria um custo muito alto e não resolveria muita coisa, já que essa pessoa não conheceria bem as meninas e só me daria mais trabalho.

A solução que me salvou foi que a primeira escolinha que a Bruna frequentou tem a possibilidade do “after school”, onde pude deixá-las depois da escola para almoçarem e ficarem até as 5 da tarde. E isso foi excelente, pois elas fizeram varias atividades como culinária, inglês, musica, artes, e por estarem juntas, não estranharam o lugar e não tive problema algum para adaptar. Como isso ajuda as mães que trabalham… acho que toda escola deveria ter essa alternativa. (  Quem for da zona sul e quiser o contato é só me escrever : [email protected])

Questão das meninas resolvido, agora eu teria que me organizar para cuidar da casa. Não que fosse um bicho de 7 cabeças para mim, pois já estava super acostumada a ajudar, mas daí a ter que fazer tudo?! Decidi que faria o básico para ter uma organização mínima; lavar louça, trocar os lixos, passar uma vassoura, organizar os banheiros…mas a roupa desencanei. Acumulou um monte , mas as poucos vamos organizando.

Cheguei ao auge do meu cansaço na última sexta feira, e combinei com o pai que elas ficariam com ele sábado e domingo para eu por as coisas em ordem e descansar um pouco.

Sexta a noite eu mal me aguentava em pé mas queria assistir o ultimo capitulo da novela das 11. Então tomei banho, deixei tudo organizado e quando eu sentei no sofa para assistir aparece a Bruna na sala. Ela nunca acorda no meio da noite. Achei estranho… Ela veio então para o sofá, deitou no meu colo. Depois de 5 minutos levantou e vomitou nela, no sofá, no tapete… Sai correndo para pegar um pano, quando voltei, ela tinha vomitado mais um pouco.

Juro que essas horas você estar sozinha com duas crianças pequenas e não ter para quem gritar é desesperador. Não sabia se limpava tudo, se dava banho nela, se procurava um remédio… Respirei fundo e pensei; vamos em partes. Nisso a novela que eu queria tanto ver ficou na vontade.

A prioridade era a Bruna. Levei ela para o chuveiro, dei banho, lavei o cabelo, sequei e então ela deitou e dormiu no sofá enquanto eu limpava tudo e assistia a novela.

Dei um tempo para ver se ela não passava mal de novo e quase as 2 da manhã, levei ela para a cama dela e fui dormir.

As 4 da manhã ela como de costume veio para minha cama, onde já estava a Manu. Subiu, deitou, e então levantou chorando. Perguntei o que tinha acontecido e ela vomitou de novo. Na minha cama, comigo e a Manu junto.

Juro, comecei a chorar. De desespero mesmo.

Não vou contar cada passo dessa madrugada, mas vocês podem imaginar o que foi. Dormi ao todo 2 horas e ainda tive que me virar para limpar tudo.

Sábado as duas não estavam bem, tossindo, nariz escorrendo… decidi que ficaria em casa observando pois alguma virose estaria vindo com certeza. E quando elas estão assim, mesmo o pai se propondo a ficar, preciso estar do lado. Não ficaria tranquila de maneira alguma.

A noite de sábado para domingo não foi tão caótica. As duas tossiram muito, mas não vomitaram nem tiverem febre, então lucro total! Não dormi nada, mas foi por conta da tosse, e não por imprevistos ou perrengues.

Domingo acordaram bem, ainda com muita tosse. Mas fomos passear. Levei para o Haras do meu tio que é bem pertinho, e na hora do almoço o pai pegou e ficou até a noite.

Aproveitei para ficar jogada no sofá, ver televisão e me recompor. A casa estava um caos, mas sinceramente, nem me mexi para lavar a louça ou colocar as roupas na máquina. O que eu queria era ficar sem fazer absolutamente nada.

Quando elas chegaram dei banho e coloquei para dormir. Bastou meia hora para que começasse a tossir enlouquecidamente, e assim foram pela noite toda.

Hoje quando acordei pensei….” Calma Katia, o perrengue acabou, jaja as crianças estão na escola, vou trabalhar e a babá volta para dar uma ordem na casa” !

Preparei o leite delas, fiz a lancheira e vesti a Bruna com o uniforme todo amassado,  pois tirei da maquina e do jeito que estava ela vestiu. Quando fui vestir a Manu achei ela um pouco quente. Tirei a temperatura, estava febril… Não poderia ir para escola. Melhor rir para não chorar.

Coloquei ela no carro junto de pijama mesmo, e fomos levar a Bruna.

Quando cheguei em casa a babá estava de volta, era minha visão do paraíso!

Manu está em casa com febre, mas a vida retoma.

E como eu admiro essas mulheres que dão conta de tudo sem ajuda alguma, e ainda trabalham!

E vamos começar a semana pois no final sempre o  que interessa é que os nossos pequenos estejam bem de saúde! E torcer para que a febre da Manu seja apenas do resfriado…

Beijos

*K*

 

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21 setembro, 2015
Por Katia Ouang

De volta com um pouco de humor para começar a semana, hoje tem mais uma parte do “O que me deixa louca na maternidade”. Coisas que as meninas fazem com frequência e que me tiram do eixo. Algumas delas podem já ter aparecido em algum dos posts antigos, mas provavelmente me irritam tanto que eu preciso desabafar novamente!

Vou começar com a  TOP da lista e que não vejo muita solução ou luz ao final do  túnel:

– Acordarem muito cedo. Já tentei de tudo; deixar o quarto sem 1 fio de luz pela manhã, já coloquei para dormir bem mais tarde, já dei chá de camomila, não adianta. O reloginho das duas desperta sempre na mesma hora e nunca após as 7 da manhã. Durante a semana ok, mas aos finais de semana é de enlouquecer não?! Mas o ponto que mais me enlouquece é que quando uma delas acorda, já acorda a outra e começam a me puxar pedindo para eu fazer o Toddy, ligar a televisão, não há piedade com a mamãe aqui. Eu sou uma pessoa bem humorada, mas antes das 7 da manhã sou a pior pessoa do mundo.   Morro de inveja das minhas amigas que os filhos acordam as 10 da manhã. Que sonho!

– Colocar uniforme. Cada uma tem 1 vestidinho da escola, o resto são calças e camisetas. Agora tenta colocar vestido em uma e na outra não? Tenta explicar as 7 da manhã que o vestidinho de uma está lavando ou precisa passar?

– Cinto do carro. Entra ano, sai ano e esse continua uma das coisas que mais me irritam. Seja para por , para tirar e também porque elas tiram sozinhas para fazer malcriação. E a preguiça que é sair com duas crianças e ir parando em diversos lugares. Abre a porta de um lado, senta uma, coloca o cinto, dá a volta, abre a outra porta, coloca o outro cinto…. Juro que tenho muita preguiça desse processo todo… Fora que diariamente a Manu empaca na hora de descer e fica brincando de fugir por dentro do carro. Ela morre de rir, acha a maior diversão. Agora imaginem minha cara quando estou com pressa e ela não desce do carro?

– Secar o cabelo. Nenhuma das duas gosta de secar o cabelo com secador e tenho que travar uma  verdadeira batalha com elas. Gritam, choram, empurram o secador…. haja paciência!

– Elástico no cabelo. Nem todos os dias eu lavo o cabelo das meninas. Mas como o da Bruna é muito comprido, faço um coque com um elástico ( pois touca ela arranca). Só que ao sair do banho ela não pode esperar 1 minuto para tirar esse coque, e sempre arranca o elástico e solta o cabelo em cima das costas molhadas, nem espera eu secar

– Tralha no carro. Tudo bem que carro de mulher já é uma bagunça. Mais ainda carro de mulher com filhos. Mas vocês também tiram um saco gigante de lixo todo dia do carro? As meninas tem um poder de acumular tralhas que fico impressionada. Vão levando as coisas para o carro, desde brinquedinhos até canetinhas, lápis, e vai juntando tudo como se fosse um deposito.

– Sentar no chão de elevador . Não sei de onde elas aprenderam a sentar no chão do elevador de casa e não consigo  tirar essa mania delas. É só entrarem para correrem sentar cada uma em um canto. O pior é que fazem isso nos elevadores de shopping, lojas,…. uma mania super higiênica  #sqn !!!!

– Atrapalhar outras pessoas. Isso inclui abrir as cortinas de provadores em lojas e olhar por baixo ou pela fresta das portas de banheiros. Tudo bem que criança ama fazer isso, mas as “vitimas” não acham graça alguma nessas brincadeiras.

– Me deixar falar no telefone. Parece que elas tem um dispositivo que aciona quando eu digo alô e começam a me chamar, pedir alguma coisa, chorar… Nunca mais consegui falar ao telefone quando elas estão por perto.

– Não cumprimentar . Essa é uma das coisas que mais me irritam e me envergonham. Não consigo chegar ou sair de algum lugar sem ter que implorar para que elas cumprimentem as pessoas e digam tchau. Dar um beijinho então, esquece. E pior quando eu falo: Filha, vai dar um beijinho na amiga da mamãe… e elas saem correndo e nem olham para a pessoa. Não é por  falta de eu tentar ensinar a serem educadas, mas parece que isso ainda vai demorar um pouco….

 

E vocês, se identificam com alguma dessas situações? Aguardem que não parei por aqui….ainda teremos mais partes!

E quem quiser rever os outros posts desse tema: ParteI, Parte II e Parte III !

 

Beijos e boa semana!

*K*

 

 

 

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17 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Juro que fiquei impressionada com a quantidade de e-mails que recebi após contar sobre a minha separação. Várias mães me pedindo para abordar mais o assunto, contar como tem sido minha vida e tudo que mudou nesse recomeço.

Não pensem que para mim é fácil falar sobre isso, mas percebi que o fato de não nos sentirmos as únicas a passar por uma situação dessas, ajuda bastante. E o carinho que recebo de volta de vocês, acaba sendo essencial nessa fase.

Por isso hoje vou citar algumas coisas que foram essenciais para eu conseguir atravessar a fase mais difícil, que é logo após a separação. É muita adaptação, mais até do que eu imaginava. E como me disse uma leitora separada e que foi a melhor frase até agora ” A vida não para para a gente se reerguer”.

E é verdade. Pelo menos para quem tem filhos, não há tempo para curtir um luto, uma depressão, um momento seu.

Não só porque os filhos nos consomem integralmente, mas também porque eles precisam de nós fortes. Os pais são o porto seguro dos filhos. Então como manter a estrutura de uma família se você está despedaçado por  dentro?

Mas acreditem, tiramos forças de onde nem acreditamos existir.

Minhas filhas me fazem sorrir, me fazem me sentir amada, me ocupam. E ter elas ao meu lado, foi o que me ajudou. Acredito que a logística de quem se separa sem filhos seja infinitamente mais fácil. Mas o vazio é muito maior, e é mais difícil ter forças para se reerguer.

Vou citar alguns pontos que foram essenciais para eu não cair em uma depressão. Era esse o meu medo, confesso. E Graças a Deus, trabalho todo dia essa vontade de ser feliz e não deixar a tristeza me derrubar.

– Mude sua vida! Nada de ficar vendo fotos do casamento, fotos de viagem, escutando a musica preferida do casal. Tire da frente o que possa trazer lembranças sofridas. Não da para apagar o passado. Mas dá para deixa-lo de lado por um tempo até o pior passar. Mude a rotina para algo diferente do que você fazia antes, vá a novos lugares, mude algumas coisas em casa…. Gosto de citar uma coisa boba mas que foi muito legal para mim… Em maio comprei um jogo de lençol novo em NY, bem diferente dos que eu tinha aqui. Me senti tão bem quando coloquei a primeira vez na minha cama  pois percebi que era algo só meu, que eu escolhi, que não me remetia nada do meu passado. Algo tão simples mas que me deu uma sensação ótima.

– Se ocupe! acreditem, preencher o dia com várias funções e atividades é o que ajuda a não pensar muito no que está acontecendo. Com isso os dias vão passando, a dor diminuindo e aos poucos a vida continua. Tenho a sorte de ter muita coisa para fazer no meu dia entre trabalho e funções de dona de casa e mãe. Os finais de semana no inicio foram bem difíceis para mim. Contei muito com o suporte emocional dos meus pais e passei grande parte dos sábados e domingos ao lado deles. Ficar em casa sozinha com elas não adiantaria nada e só me deixava pior.

– Se respeite! Não adianta tentar ser mulher maravilha, ninguém aguenta. Tem momentos que a gente se culpa por estar mal ou as vezes por estar até melhor do que imaginávamos. Respeite o que você sente. Que bom se você está bem,  e é super normal estar mal. Tente transformar os momentos difíceis em momentos , e não rotina. Nada como um dia após o outro. Já chorei por muitas noites sem perspectiva para o dia seguinte e quando acordei, fiz um acordo comigo mesma que seria um novo dia , e que todo dia pode acontecer algo de muito bom.

– Se cuide! Nessa fase não é hora para se largar, não ter vontade de se vestir, de se arrumar. É hora de cuidar, de malhar, de vestir uma roupa que você se sinta bem. Isso muda tudo. Se olhar no espelho e ainda não gostar do que vê na frente, isso ajuda a afundar bastante nosso humor.  Eu não sou “a esportista”, longe disso. Mas posso garantir que suar um pouco muda nosso astral. Por vários momentos de tristeza e angustia que eu não sabia o que fazer, desci na academia para pedalar um pouco e voltava nova.

– Poupe os filhos! Essa é a parte mais difícil. Como disfarçar na frente do seu filho que você não está nada bem? O primeiro dia que fiquei sozinha em casa só queria chorar. Me desesperei pensando, o que farei com essas meninas? pois era um sábado, eu estava sozinha com elas e com nenhuma vontade de passear ou brincar. A Bruna me viu chorando, e começou a chorar também. Isso me trouxe uma culpa tão grande que fiquei ainda pior. Prometi para mim mesma que além de toda a dificuldade que uma separação traz à todos, não queria me sentir mais culpada de causar tristeza nas minhas filhas. Elas precisam de mim forte e não tem culpa do que aconteceu. São pequenas, indefesas, eu sou sim responsável pelo bem estar delas. E foi a única vez que a Bruna me viu chorar.

– Converse! Principalmente com amigas e amigos que se separaram. Você vai se sentir amparada. Vai entender que é mais comum do que parece e que você não é tão fracassada assim por não ter conseguido manter um casamento. É uma fase nova, e só quem passa por isso consegue ajudar e dar uma força. É bacana ver quem esteve nessa situação e se reergueu.

– Aprenda a viver sozinha! Talvez o mais difícil para nós mulheres. Voltar a gostar de nós mesmas sem a presença de um homem ao lado é difícil. Principalmente porque não é tão simples ter um outro relacionamento e isso pode demorar um tempão para acontecer. Temos que aprender a curtir a vida sozinha, sem depender de ninguém. E que é possível sim reestruturar uma casa, uma família, uma rotina, sem a presença de um homem ao lado. Não é fácil, pois um homem sempre traz uma sensação de segurança e proteção a mulher. Mas infelizmente quanto mais dependemos, mais sofremos em uma separação.

Vou aos poucos falando sobre isso e citando o que considero que foi importante para mim.

Também peço desculpas se as vezes fico ausente do blog. Mas vocês podem imaginar que para escrever tenho que estar com uma cabeça boa e concentrada. E depois que me separei minhas funções dobraram por aqui, o trabalho na Paper K aumentou , e as meninas demandam uma atenção bem maior, festinha da Bru semana que vem…. O que foi bom para me ocupar, mas acabou me tirando um pouco do blog.

Nada que o tempo não resolva e espero que aos poucos eu retome a frequência que tinha há um tempo atrás!

E termino com esse texto que diz tudo!

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15 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Sempre vejo nas redes sociais mães perguntando a outras com quantos anos desfraldou o filho, com quantos anos o filho andou, se ainda usa chupeta, mamadeira… Enfim, todas essas mudanças são marcos importantes na vida da criança, e que devem ter seu tempo e momento respeitados conforme seu desenvolvimento. E claro, sempre tem polêmicas, brigas, comparações e uma mãe se gabando da outra pois seu filho andou muito antes do da sua amiga, seu filho não usa chupeta, já come sozinho…

Eu sei bem quantas críticas recebo cada vez que a Bruna aparecia ou a Manu aparece com chupeta. ” Quando você vai tirar?”  ” Sabia que faz mal?” ” Vai entortar os dentes!”…  Sim gente, sei de tudo isso!

Aprendi que cada criança tem um desenvolvimento e a última coisa que podemos fazer é comparar. E que devemos aprender a observar e não forçar nada antes do tempo. Pois no final todos acabam passando por essas mudanças e lá na frente ninguém vai lembrar se foi com 1 ano, com 1 ano e 2 meses… nada disso  faz diferença.

E vou mostrar para vocês como as principais mudanças aconteceram diferente na vida de cada uma das meninas. Vou citar a as questões que considero as que mais geram dúvidas nas mães e qual é a média de tempo que essas mudanças ocorrem na vida de uma criança. Assim como dizer se é algo que podemos ajudar ou não.

 

-Engatinhar

Bruna: Engatinhou com 7 meses

Manu: engatinhou com 8 meses

Média: Por volta dos 6- 7 meses os bebês que já sentam sozinhos começam a arrastar e engatinhar. Mas não se preocupe se seu bebê não fez nada disso. Tem bebês que “pulam” essa etapa e andam direto. E essa é uma fase que podemos ajudar sim. O estimulo é muito importante para que o bebê ache sozinho uma maneira de se locomover. Deixar um brinquedo por perto é a melhor maneira de fazer o bebê tentar chegar nele.

 

 

 

 

Andar:

Bruna: Andou com 1 ano e 2 meses.  Foi soltando uma mão, depois a outra e dando os primeiros passos bem aos poucos até evoluir para sua independência.

Manu: Andou com 11 meses. Simplesmente levantou um dia e saiu andando.

Média: Já vi casos de crianças com 9 meses andando, mas isso não é comum. A maioria das crianças anda entre 1 ano e 18 meses. E essa é uma fase onde podemos estimular, mas não forçar. Nada de andadores ou aqueles cintos com alça para fazer a criança andar mais cedo. Minha dica é sempre que possível, deixar a criança descalça. É a melhor maneira de começar a dar firmeza, equilíbrio, segurança e fazer com que ela aprenda a pisar direitinho ( dica da minha ortopedista!) . Nada de tênis ou sapatos que não sejam confortáveis nessa fase !

 

 

 

Falar:

Bruna: Começou com palavrinhas por volta de 1 ano. Com 18 meses falava todas as palavras isoladas, e com 2 anos falava tudo. Sempre falou muito.

Manu: Também já falava tudo com 2 anos. É mais tímida, fala pouco na frente dos outros.

Média: Dizem que as mulheres desde cedo falam mais que os homens. E de certo modo vejo pelos filhos de parentes e amigas que os meninos costumam demorar mais para falar. Muitos com 2 anos falam só o básico. Mas lembrando que isso não é regra ta? entre 2 e 3 anos é quando todas as crianças aprimoram o vocabulário e soltam a língua. Anexei o vídeo acima de 1 ano atrás para mostrar as meninas tagarelando!

 

 

 

Desfralde:

Bruna: Começou o desfralde diurno com 2 anos e 3 meses.  Levou uns 2 meses até aprender o xixi e ainda usando fralda só para fazer cocô por mais 8 meses. Foi um período bem complicado.  O desfralde noturno começou com 4 anos e 2 meses, e foram 6 meses até que ela não fizesse mais xixi a noite.

Manu: Desfralde diurno com 2 anos e 5 meses, em 1 mês já tinha total controle de xixi e coco e raramente fez na calça. O desfralde noturno pretendo começar no próximo verão.

Média: O desfralde é uma das mudanças que mais mudam em cada criança. Tem uns que antes de 2 anos não usam mais fralda para nada, outros com quase 5 anos ainda usam para dormir. Tem que respeitar o tempo da criança e perceber os sinais que ela dá . Não adianta forçar um desfralde se a criança não está pronta. A média é tirar entre 2 e 3 anos a diurna. A noturna as vezes é mais difícil. Acredito que é um dos momentos onde a tranquilidade da mãe ajuda sim. Ansiedade e pouca paciência nessa fase podem retardar o desfralde. O dia em que você perceber que seu filho está dando sinais que está preparado e decidir que é hora de começar, não volte a trás e tenha toda a paciência do mundo.

 

 

 

Chupetas:

Bruna: Usou desde o dia que chegou em casa até o dia que fez 4 anos. Entre 3 e 4 anos foi onde se intensificou o vicio e quanto mais o tempo passava mais difícil ficava tirar. Até que um dia foi uma atitude radical mas tiramos definitivamente a chupeta ( veja post). Chorou 2 noites para dormir, depois nunca mais tocou no assunto.

Manuela: segue por exatamente o mesmo caminho. Como ela acabou de fazer 3 anos, meu limite também é deixar até os 4. Mas a partir desse natal já vou começar as tentativas de ser algo espontâneo dela.

Média: Não há media para isso. Chupetas tem mais malefícios do que benefícios. Sou super a favor nos 12 primeiros meses como uma segurança e um acalanto para o bebe. Depois disso o ideal é tirar o quanto antes. Sorte de alguns pais que a criança se manifesta sozinha

 

 

 

Mamadeiras:

Bruna : usou até 2 anos e então pedi para escolher na loja um copinho que ela quisesse para tirarmos de vez a mamadeira. Minha alegação foi de que o copo era muito mais bonito. A transição foi super tranquila e ela nunca mais pediu.

Manu: Logo após 1 ano acostumei a Manu a tomar seu leite no copinho que tivesse. Então algumas vezes era mamadeira, outras copo com o bico macio… então ela nunca foi viciada só na mamadeira. Também não trouxe problema algum nessa transição.

Minha opinião segue a mesma da chupeta pois os maleficio do bico da mamadeira são os mesmos. Não vejo problema algum se a criança toma leite só a noite na mamadeira porque gosta. Nem teria tanta pressa em tirar.

 

 

 

Adaptação na escola:

Bruna: Entrou com 2 anos e 4 meses e demorou 2 meses até ela chegar na porta e não chorar mais. Foi um processo bem difícil pois ela já era maior e entendia bem mais.

Manu: Entrou com 2 anos e 5 meses, demorou 3 dias a adaptação. No 4o ela entrou e nem olhou para trás.

Média: Adaptação na escola depende sim muito da nossa persistência e vontade. Não dá para tentar adaptar um filho se nós não estamos seguras. E isso não tem idade. Pois é difícil para uma mãe deixar um filho seja ele com 6 meses , ou dois anos. E cada criança reage de um jeito. Passar segurança para eles é o principal para que a adaptação aconteça mais rápido e sem grandes traumas.

 

 

 

 

Transição do berço para cama

Antes de resumir como foi para cada uma delas, queria dizer que de longe foi uma das mudanças mais desafiadoras para mim. Mesmo porque é um processo que eu ainda passo ,não consegui resolver, e acabei recorrendo a cama compartilhada.

Bruna: Nunca tentou pular a grade e dormiu no berço até 3 anos. Fizemos a transição pois ela decidiu que não queria mais dormir lá. Desde então ( há quase 2 anos), esse processo de tentar fazê-la dormir na sua própria cama é algo frustrante. Dou 1 passo para frente, e dois para trás.

Manu: Tentou pular e chegou a cair algumas vezes do berço. Com 2 anos e 6 meses passei ela para a cama e desde então, também não quer dormir sozinha de jeito nenhum.

Média: Tem crianças que saem do berço antes de 1 ano. Tem crianças que saem mais tarde pois gostam do seu cantinho. Mas dormir no berço ou na cama não é algo que tenha que ter pressa em acontecer. Mesmo porque não trará nenhuma consequência para a criança. Mas pelo que passei com as meninas, se eu soubesse teria tirado elas bem antes. Quando a criança ainda não tem noção de muito coisa e você consegue acostumar a dormir no mesmo lugar.

 

Todos esses assuntos já foram super abordados por aqui, basta procurar na busca!

E vocês, qual mudança consideram um grande desafio?

No próximo post vou falar das mudanças na vida da mãe!

 

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10 setembro, 2015
Por Katia Ouang

HAIR

 

Há bastante tempo eu queria retomar algumas tags que não falassem apenas sobre maternidade , e sim dicas em geral que gosto de passar. Vejo que toda vez que publico no instagram meus produtos, minhas roupas, comidinhas diferentes, sempre tem um retorno muito bacana. Então a partir de hoje vou aproveitar esse espaço para falar um pouco mais sobre dicas diferentes e que sei que todo mundo gosta!

E o objetivo é falar de produtos acessíveis. Pois nada adianta indicar um produto caríssimo ou importado que ninguém possa comprar. Vocês sabem que corro ao contrário da maioria dos blogs,  gosto de mostrar sempre o que cabe bem no bolso de todo mundo!

Desde que comecei a fazer Baby Liss no cabelo e fui ficando mais loira, sempre recebo um monte de perguntas dos produtos que uso e como é minha rotina com os cabelos.

Separei alguns dos produtos que uso no meu dia a dia !E no final do post, tem uma surpresinha para as leitoras!

1) Spray Charming : Esse é da época da minha mãe mas ainda acho o melhor spray para fixar penteados, inclusive para manter as ondas do Babyliss. Para cabelos sem química é mais difícil segurar os cachos, então esse spray ajuda bastante.

2) Split Remedy Tre Semmé: Produtinho barato de farmácia e que foi uma surpresa para mim. Eu não tenho muito pontas duplas, mas minhas pontas são muito secas, a ponto de parecer uma vassoura por causa das luzes. Sempre passo nas pontas quanto está quase seco e assenta bem. Ou mesmo em dias que meu cabelo já está seco mas muito arrepiado, passo um pouco com as mãos e fica ótimo.  Não fica melado.

3) Nick & Vick Pro Hair Mascara: É um creme para passar entre o shampoo e condicionador e deixar agir por 3 minutos. Super hidrata o cabelo recuperando dos danos de química. Eu gosto de passar no cabelo antes de lavar. Passo nas pontas com um pouco de agua de deixo agir por 1 hora antes de entrar no banho. Depois lavo normal com shampoo e condicionador.

4) Joico Color Endure: Shampoo para quem tem luzes e não gosta do tom alaranjado que vai ficando com o tempo. Esse é um shampoo roxo ( literalmente), que você usa  de vez em quando ( eu uso a cada 10 ou 15 dias) e que neutraliza o tom do loiro. Não é barato, em média 100 reais o frasco, mas dura muito tempo.

5) Modelador de Cachos ( Marca Mega): Esse baby liss comprei nas Americanas.com e me surpreendi como é excelente. Foi super barato R$ 129,00 e funciona muito melhor do que vários outros que tive. Eu uso na temperatura mais baixa e modela super bem.

6) Secador Parlux 3500: Sem dúvida a melhor marca de secador é Parlux. Esse meu é o mais barato da linha. Tenho há 4 anos e super recomendo. Quando dizem que o cabelo fica diferente com um bom secador, acredite!

7)Dove Hair Therapy Creme de Tratamento: Eu adoro esse creme, acho que super hidrata e é uma opção barata que funciona. Uso praticamente toda lavagem, passo no lugar do condicionador, deixo agir um pouco e lavo.

8)Nick & Vick Leite Protetor: É um protetor térmico para aplicar no cabelo que protege os fios para quem usa muito secador, chapinha ou baby liss. Pode aplicar com o cabelo úmido ou seco e reaplicar cada vez que colocar o cabelo em contato com aparelhos quentes. Tem um cheirinho suave e não deixa o cabelo melado. Essa linha Nick & Vick tem na Drogaria Iguatemi, é ótima e custo bom.

9) One 4 You Light Fluid: É fluido finalizador e reparador. Para aquelas pontas que ficam fora do lugar ou os fios arrepiados. Sempre passo depois que finalizo um cabelo para deixar mais certinho e com cara de saudável.

 

 

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Essas fotos são do meu cabelo como está agora.

Sempre fiz luzes, mas não a ponto de ficar loira. Isso é de 2 anos para cá onde fui aos poucos clareando e sentindo como ficaria. Principalmente porque tenho um pouco de cabelo branco e misturar as luzes, foi a melhor opção para mim. Pintar não fica legal e eu não gosto do tom que deixa na minha raiz. Com as luzes eu não fico “escrava” da tintura e mantenho minha raiz natural .

Mas manter a cor é o mais difícil. Então na minha rotina uso o shampoo da Joico que indiquei e a cada 2 ou 3 meses e retoco no Salão.

A responsável por essa transformação é a querida Marli, que sempre falo para vocês no Instagram. Eu era cliente desde que nasci de um salão super tradicional ,mas muito longe de casa. Inclusive foi bem difícil para mim a troca mas eles super entenderam já que se movimentar em São Paulo é algo que conta muito. E também para eu manter as luzes, não conseguiria se tivesse que deixar uma pequena fortuna a cada 3 meses.

Quando a minha amiga Re Betti, do Blog Amici per Amici, me indicou o MCC Hair, virei cliente desde então. Pois é perto de casa e o preço ótimo. É bem salão de bairro mesmo, daqueles pequenos e acolhedores. Que você passa a tarde batendo papo ! Inclusive as meninas também cortam o cabelo lá desde então.

Além da manutenção da cor, pelo menos 1x por mês eu faço uma power hidratação no salão. Já fiz algumas diferentes, mas para o meu cabelo a que mais funciona e dura, é a Hidratação de Bamboo ou 5 passos da Joico.

Conversei com a Marli essa semana e ela vai oferecer uma condição super especial para as minhas leitoras para qualquer tratamento. Mas em especial para o Selamento de Cisteína ( vejam como é nesse POST), que será R$ 150 para qualquer comprimento de cabelo. Lembrando que o selamento é aquele que grávidas ou mulheres amamentando podem fazer e que deixa o cabelo maravilhoso!

Só ligar, marcar e  avisar que é leitora do Blog!

MCC Hair – Tel.: 3741 -0130

Quem sabe a gente não se encontra por lá!!!

Gostaram das dicas?!

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8 setembro, 2015
Por Katia Ouang

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Semana passada a minha amiga Ale Garattoni , publicou um post sobre exposição dos filhos na internet.

Dias antes ela me convidou para participar da reportagem. E pela primeira vez em anos com blog, eu me perdi nas respostas e não consegui montar um texto que mostrasse meu ponto de vista.

Esse é um assunto que muitas pessoas me questionam. Não só leitoras mas também amigos e familiares.

Sempre penso milhares de vezes sobre publicar ou não o que vem acontecendo na minha vida e na vida das meninas. Digo isso por mim, que sou 100% responsável sobre o que falo a meu respeito. Mas é uma carga enorme ser responsável por mais duas pessoas, que ainda não tem como opinar ou decidir sobre nada. Será que lá na frente elas vão se incomodar por eu ter exposto tanto nossa história?

Por isso sempre tento ser o mais pé no chão possível, com coerência e responsabilidade. Mostro o lado bom e o lado real. E não há nada aqui que elas possam se envergonhar lá na frente, nada que não sejam situações que todas as famílias passam e que muitas vezes, não tem coragem de abrir.

A maternidade tem lados muito divergentes. O do amor incondicional e que nos transforma, mas também o lado difícil da doação, das inseguranças e da dificuldade em educar.

Nunca tive a intenção de usar minhas filhas para ganhar audiência ou para vender um produto. Muito pelo contrário.

O blog existe há quase 8 anos. E nesses anos todos a introdução de textos em primeira pessoa, as cenas da minha vida e dos meus relatos, foram acontecendo muito naturalmente, conforme eu sentisse o que realmente as pessoas gostariam de ouvir. Nunca foi pensando, programado ou algo parecido.  Cada blog vai criando o seu contexto conforme o retorno do seu público.

Mostro o lado difícil de ser mãe, mas também mostro a realização de poder sentir o maior amor do mundo.

Aqui é praticamente um diário da minha vida.

Se tenho muitas fotos minha e delas por aí? Sim, deve ter centenas delas entre blog, facebook e instagram.

Mas daí a expor ou não um filho. Não existe meio termo. Basta ter 1 foto em alguma rede social para que ela possa ser compartilhada milhares de vezes. Hoje as informações correm muito rápido. Ou você nunca publica nada, 1 foto sequer, ou tanto faz quantas fotos e a frequência que você publique. Quem quer ter acesso, sempre terá. Com 1 ou com 1000 fotos.

Acho que ainda estamos em uma fase de transição e de dúvidas sobre essa questão. Mas tenho certeza absoluta que daqui 5 anos, ou menos, nem usaremos mais essa palavra “expor”. Será algo tão natural que fará parte da vida de todos que estão nas redes sociais.

De tudo isso só tenho uma certeza, a de que tento sempre evitar fotos delas em situações onde elas possam se incomodar quando forem maiores. Cenas bobas,  mas que vocês não imaginam o quanto penso antes de publicar. Como uma vez que achei a cena mais fofa do mundo a Manu sentada em um piniquinho lendo um livro. Pensei assim; Será que um dia os amiguinhos dela vão olhar essa foto e achar engraçado ou tirar sarro dela, o tão falado bulling?

Mesmo assim, muito do que publico e não vejo nenhum problema, pode sim causar algum contra tempo para elas lá na frente. Para elas e para milhares de crianças da nossa geração onde os pais acharam nas redes sociais, uma maneira de mostrarem seus filhos com o maior orgulho, mostrar cada conquista, mostrar o primeiro aniversário, os primeiros passos, o primeiro corte de cabelo.

Sinceramente, não vejo mal algum nisso.

Fico feliz que o retorno do meu público sempre foi com todo o carinho e respeito , mais até do que eu imaginava receber. Pessoas que nunca me viram mas que adoram as meninas, elogiam as fotos delas , as festinhas que faço em casa, meus passeios aos finais de semana…

Espero que continue sempre assim.

E vamos começar a semana !

Beijos

*K*

 

 

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4 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Quem me acompanha há algum tempo sabe que além do Blog, tenho uma marca de Papelaria Personalizada, a PaperK ( vejam post). Um trabalho que amo de paixão!

Sempre que tenho novidades em linha, coloco em primeira mão para vocês!

Hoje vou mostrar um item novo que desenvolvi com as técnicas que aprendi quando visitei a feira de papelaria em NY.

São os cartões personalizados com a inicial do nome em dourado, ou os cartões “thank you” e “ happy birthday“, uma ótima opção para presentear quando você não sabe muito bem o estilo da pessoa. Pois não há quem não goste de receber uma caixinha de cartões, algo que sempre é útil !

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Você pode escolher a estampa que quiser de fundo e a gravação em dourado é feita uma a uma em uma técnica artesanal. Ou seja, tudo feito com muito carinho e cuidado.

Para quem quer uma sugestão para o dia dos professores; Cartões com a Inicial ! Temos as letras em versão mais clássica ou mais moderna.

Outra novidade é que enfim criei a pagina do Facebook, curtam AQUI.

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O instagram e site também estão cheio de novidades e fotos. Pois cada pedido é único e merece ser mostrado!

Informações: [email protected]

Um beijo e um ótimo feriado a todos!

*K*

 

 

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3 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje estou aqui com um post muito bacana e que estava super ansiosa em poder divulgar.

Como vocês sabem, esse é o segundo ano que fui convidada pelo Sorine para algumas ações que considero de extrema importância para nós não só como mães, mas como cidadãs que querem um ar melhor para respirar. E um ar melhor é mais do que benéfico para quem vive em cidade grande e é atacado pelas “ites” (rinites, bronquites, sinusites, otites…) com certa frequência.

Nós mães temos uma geração de crianças para cuidar que praticamente nasceram em meio a um ar de qualidade ruim. Por isso cabe a nós não só educar com atitudes individuais como a tão falada por aqui “lavagem nasal”, mas também com atitudes coletivas. Se ensinarmos nossos pequenos desde o comecinho de suas vidas a cuidar do ambiente em que eles vivem, o benefício será para todos.

E o foco dessa atitude coletiva é ajudar o Brasil a respirar melhor. Através de um aplicativo que qualquer pessoa pode baixar no celular (disponível para Android e iOS) e usá-lo em sua rotina, Sorine vai plantar árvores em áreas de reflorestamento do SOS Mata Atlântica! E cada árvore a mais, mais ar puro!

O aplicativo é o Pedal de Atitude. Uma ferramenta que incentiva as pessoas em algum momento de sua semanatroque o carro pela bicicleta e com isso , ajude a “poupar” um pouco o nosso ar de tantos poluentes. O objetivo é que cada vez mais pessoas pedalem por incentivo de  quem já pratica o uso da bicicleta e que se animem a incorporar em sua rotina.

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Através do aplicativo, cada usuário registra a distância percorrida naquele dia, que será somado às distâncias de todos os outros usuários. Por isso mesmo que você só vá até a farmácia de bicicleta e registre esse percurso, saiba que seu “pedacinho” já estará registrado nesse projeto. Mas atenção, sua distância só será contabilizada se você, ao finalizar o percurso, compartilhe no facebook a sua iniciativa!

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Agora o melhor disso tudo, a intenção é conseguir somar esses percursos e dar a volta do Brasil, um total de 23.086 km. E a cada trecho, correspondente a 1/4 dessa distância, Sorine garante o plantio de 562 árvores !

 

Se conseguirmos completar o perímetro nacional, teremos 2.250 árvores plantadas!

 

E por que não chegarmos a 2 voltas? Se atingirmos essa meta, Sorine irá plantar 4.500 arvores!

 

Baixe o aplicativo, faça seu percurso e desafie seus amigos a fazerem o mesmo!

Vamos dar a volta no Brasil para juntos melhorar o ar que respiramos!

 

#atitudespararespirarbem

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1 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Pela primeira vez no blog decidi pedir ajuda de vocês. E é para uma mãe, como nós.

Ano passado eu estava no instagram de uma amiga minha , a Mariana, e me deparei com uma foto que me marcou muito. Era foto de uma grande amiga dela que vinha com a legenda: “ Gabi conhecendo a Flora pela primeira vez”.

A foto era essa:

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Gabi é a mãe, e Flora a recém nascida, prematura.

Desde esse dia me interessei em saber o que havia acontecido com elas. E é uma história que pedi para a Mari, minha amiga, relatar a vocês. Venho acompanhando de longe a evolução do caso. Até que a Mari postou em seu face que a família precisa de uma ajuda para poder dar um pouco de qualidade de vida a Gabi. E então achei que era hora de eu poder colaborar , já que felizmente tenho acesso a muitas mães e qualquer contribuição, faz toda diferença.

Saibam um pouco dessa história que até hoje me arrepia e me sensibiliza muito. O marido, um guerreiro, esta firme e forte ao lado da Gabi nessa batalha, cuidando da esposa e da filha com todo o amor do mundo.

Peço a todas minhas leitoras para que compartilhem e ajudem no que for possível.

Agradeço de coração.

Katia

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A história da Gabi.

Conheci a Gabi na escola. Estudamos juntas no colégio e ficamos muito amigas. Ela era um amiga incrível! Sempre compreensiva, pronta para ajudar quem precisasse. Não tinha quem não gostasse dela! De verdade! Já sabia que seria psicóloga (e já treinava com as amigas, sempre ajudando e dando ótimos conselhos.)

Como psicóloga, sempre foi determinada e romântica. Nunca quis trabalhar em RH de empresas, por mais que o lado financeiro fosse mais atrativo (e olha que ela precisava, viu! Andava sempre dura…). Trabalhou na ala infantil do hospital do câncer (contava histórias de arrepiar), na Casa da Aids e na Associação dos Moradores de Rua de São Paulo. Sempre quis ajudar quem precisava. Trabalhava feito doida. Antes de toda essa historia que vou contar, ela atendia em uma clínica onde sua rotina era uma loucura! Uma vez vi a sua agenda de pacientes do dia e fiquei chocada! Era tanta gente!! Costumava perguntar como ela aguentava ouvir tantos problemas num dia só… Ao mesmo tempo, construía sua carreira como psicóloga de consultório, atendendo pacientes particulares. Ela amava ser psicóloga, apesar de toda dificuldade da profissão.

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Bom, continuamos muito amigas até hoje. Entretanto, a vida complicou um pouco as coisas para a Gabi…Quando ela estava grávida da primeira filha, vivendo um momento muito feliz depois de um período muito triste (a mãe dela tinha falecido há uns 6 meses, de câncer) os sintomas da doença começaram.

O começo foi uma dificuldade para ir ao banheiro. Ela fez um ultrassom de bexiga e quando levou ao Urologista, ela já estava sentindo uma fraqueza nas pernas. Quando o médico a viu caminhar com dificuldade, pediu que ela fosse direto ao hospital para fazer exames. Seguindo a recomendação do médico, ela saiu do consultório e foi direto ao hospital e acabou sendo internada no mesmo dia. Era setembro de 2013. Lá reviraram a Gabi do avesso, mas os médicos não conseguiam diagnosticar o problema e a doença piorava a cada dia. As pernas paralisaram, depois os braços, as mãos, o tronco, a visão foi ficando escura até apagar totalmente. A dificuldade para deglutição era grande, então foi introduzido um tubo no estômago para que a alimentação fosse efetuada sem que houvesse o risco dela aspirar o alimento. Todo este tempo, a Flora crescia dentro da barriga dela. Neste momento, ela já respirava com muita dificuldade, então foi decidido que seria necessário uma cirurgia para fazer a traqueostomia.

No dia 04 de novembro ela foi para uma cirurgia na qual o parto foi realizado. Flora nasceu com 26 semanas e foi direto para a UTI Neonatal, onde permaneceu por 3 meses. A Traqueostomia foi realizada e a Gabriela foi internada na UTI. Foi um período muito dificil. Aos pouco a respiração dela foi melhorando e ela pode sair da UTI e voltar para o quarto.

Neste ponto, a doença estacionou, pois até então avançava a cada dia. Foi terrível, não havia diagnostico, nenhum tratamento proposto pelos médicos conseguia fazer a doença parar. Após quase 3 meses do nascimento da Flora, as duas puderam se conhecer. A Flora foi conhecer a mãe no quarto do hospital. Já não era possível enxergar, pegar ou tocar na filha, pois seus movimentos já estavam limitados à poucas manobras com a mão direita, e a visão totalmente apagada.

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Flora recebeu alta e foi para a casa da Tia da Gabi, que deu todo apoio e amor para a pequena, mas a Gabi continuou no hospital. Houve uma alta, após muita burocracia do plano de saúde para liberar o home care (ela precisa de cuidados 24 horas por dia), mas ela teve que retornar ao hospital depois de poucos dias na casa de seus tios.

A alta definitiva ocorreu após aproximadamente um ano de internação no hospital (por volta de setembro de 2014), quando ela foi para sua casinha, junto com seu marido, o Edu, que é um marido exemplar e cuida da Gabi com muito carinho. A Flora ainda demorou algumas semanas para juntar-se a seus pais na sua casa.

Até hoje a situação é a mesma, nada melhorou. Na verdade, como já informado outras vezes, a situação tem piorado cada dia, pois o estado psicológico é péssimo, ela está afundada em uma depressão da qual estamos tentando tirá-la com auxilio de médicos, terapeutas e remédios. O estado físico também se deteriorou bastante, pois a depressão faz com que ela não tenha vontade de fazer as fisioterapias, que são essenciais para, pelo menos, manter seu estado físico (muscular). Está cada vez mais difícil entender sua fala. A alimentação continua sendo efetuado via gastrotomia.

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Com a ajuda de um grupo de amigos, a Gabi começou um tratamento mais intensivo na Fundação Selma na semana passada. O tratamento psicológico está surtindo algum efeito, pois ela tem se mostrado mais animada para a fisioterapia.

A Flora, está ótima, maravilhosa, cada dia mais linda. Entretanto, também luta diariamente na fisioterapia para se livrar das consequência de uma paralisia cerebral, decorrente de uma convulsão que teve com poucos dias de vida na UTI Neonatal. Os médicos estão muito otimistas, acreditam que ela terá uma ótima recuperação. Outro obstáculo para a Flora, foi um problema cardíaco que a levou a uma cirurgia cardíaca com 1 mês e meio de vida. Ainda é possível que ela seja submetida a outras cirurgias no futuro para corrigir definitivamente este problema.

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Os tios (os pais da Gabi já faleceram) ajudam muito, assim como o resto da família e amigos próximos, mas as despesas são muitas, tanto para a Gabi, quanto para a Flora, por esta razão iniciamos esta campanha para arrecadar fundos para comprar um carro adaptado para que nossa amiga possa ser transportada de forma adequada e segura para a fisioterapia, para os médicos e também para casa dos amigos (ela precisa de um pouco de distração, algo que a tire da escuridão).

Já conseguimos quase R$ 35.000,00 com a doação de pessoas maravilhosas que se sensibilizaram com esta historia tão difícil. Precisamos, ainda, de R$ 20.000,00 (o valor do carro é cerca de R$ 55.000,00). Quem puder ajudar, agradecemos de coração! Obrigada!

A Gabi pediu que eu agradecesse a todos que ajudaram. Ela ficou muito feliz e sensibilizada com o apoio de tantas pessoas.

Lembramos que as doações devem ser efetuadas na conta abaixo e pedimos que os doadores enviem um e-mail para nossa a amiga Pri (titular da conta) – [email protected] – com nome, CPF e valor doado para que ela possa justificar para o Imposto de Renda a entrada do dinheiro como doação , e quem doar poderá fazer o mesmo.

Banco: Santander Agência: 0083 CC: 01055090-3 CPF: 268.008.198-67 Nome: Priscilla de Carvalho Monasterio Telles Ferreira

 

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