Parque Alfredo Volpi




Final de semana chegando e um dos programas que mais gosto é ir a parques com as meninas.

Então a partir de hoje eu vou indicar alguns parques em São Paulo que costumo frequentar, falar sobre a estrutura, e mostrar o que cada um tem de mais gostoso. 

Começando pelo Parque Alfredo Volpi, ou antigo Parque do Morumbi, na Circular do Bosque.
Esse parque especialmente não é o melhor lugar para ir com bebês pequenos. Mas eu sempre vou com as duas e deixo a tarefa de empurrar o carrinho para o marido! 
Pois lá o principal são as trilhas em uma área enorme de Mata Atlântica preservada. E além do sobe e desce, tem muita irregularidade no piso. Então melhor ir com um carrinho com uma certa suspensão.

Mas já fomos algumas vezes com a Manu no Mclaren que é um carrinho super duro e ela não só não reclamou, como dormiu.

O que eu adoro nesse parque é a sensação de estar fora de São Paulo, literalmente no meio do mato!
Sabe aqueles dias com tempo seco e poluição? ande 10 minutos em uma das trilhas desse parque que você vai respirar um ar super puro e fresco e esquecer da vida lá fora.
Tem dezenas de espécies de aves, e com sorte você cruza um tucano um gavião pelo caminho.
Programa ótimo para a criançada que adora procurar os animais nas árvores e brincar de passeio na floresta.
Já vimos macaquinhos e bicho preguiça, além dos patos, gansos e peixes que facilmente são vistos nos diversos lagos do parque.







O bacana são as diversas placas informativas pelo parque com animais e espécies de plantas.

 Mesas para piquenique e parada para um lanche estão espalhadas por todo o parque em ambientes deliciosos!


Mas leve tudo pois no parque não há estrutura alguma para venda de lanches e bebidas.

Pelo menos em todas as vezes que fui, o banheiro na entrada do parque não possui trocador, mas há um espaço no balcão das pias para trocar o bebê. Leve um trocador portátil ou algo para forrar.

E o que as crianças adoram é o parquinho em um enorme espaço de areia.




Fica a DIKA para o final de semana!




Av. Eng. Oscar Americano, 480 – Morumbi 
Funcionamento: diariamente das 6h às 18h / 6h às 19h (horário de verão) 
Fone/Fax: (11) 3031-7052
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O que amo nos bebês !


A Manu está crescendo muito rápido, e eu tenho aproveitado cada minuto dela. Já me dá uma tristeza pensar que não é mais um bebezinho e me dá até vontade de ter mais um filho.
Mas definitivamente já fechei a fabrica!

E é  claro que filho é delicioso em qualquer fase, mas um bebê , é sempre um bebê. 

Eu sou uma apaixonada por bebês pequenos, até hoje me encanto com qualquer bebê que vejo na frente e morro de saudades.
E a maioria das mães me acha maluca, pois para mim um bebê até 6 meses dá muito menos trabalho do que quando começa a comer , engatinhar e andar.
Exceto pela adaptação incial e pelas noites sem dormir, acho delicioso cuidar de um bebê. 

Então hoje será um pouco diferente, não vou falar das dificuldades e sim das coisas gostosas. 
Já que tanto falamos do lado real e cansativo, vamos hoje dar uma trégua e falar só das coisas boas que mal aproveitamos por estarmos exaustas, e só damos conta disso depois que nossos bebês já não são mais bebês!

Ver um bebê se desenvolvendo é surpreendente, rápido, mágico e merece ser recordado. E só depois que você vivencia o trabalhão que uma criança de mais de 1 ano dá, você vê como é fácil cuidar de um bebê! 
E posso garantir que no segundo filho conseguimos curtir esse lado bebê mais do que no primeiro. Pois não temos as dúvidas e inseguranças de uma mãe de primeira viagem, e sabemos que passará em um piscar de olhos.

Por isso vou listar desde o nascimento, todos os momentos deliciosos e que foram marcantes para mim e que eu amaria viver de novo!
Fica como um registro para cada vez que eu receber um email de uma mamãe recente exausta e se perguntando o que fez da vida, pode ler esse post que é sim uma visão mais romântica e clichê do que é ser mãe, mas que também é real.

- Eu amo o primeiro contato do bebê com a mãe e a primeira vez que colocam no peito para mamar. É incrível o instinto de sobrevivência de um serzinho tão pequeno. 

- Deixando as dificuldades da amamentação de lado, eu amo poder produzir um alimento que faz o bebê crescer absurdamente rápido e a sensação de ser responsável por isso, era o que me dava forças para não desistir. Pois é uma sensação muito boa. Acho que é uma sensação de poder que só quem já amamentou sabe explicar.

- Eu amo dar banho em um bebê pequeno, ver como eles relaxam na água. E o cheirinho que fica depois??

- Amo os momentos "mamãe canguru" que fiz com as minhas 2 filhas, de ficar até os 3 meses pelo menos meia hora por dia deitada com elas no meu colo, cabecinha encostada no meu coração e relaxando. Isso ajuda muito a trazer segurança e tranquilidade ao bebê e eu super recomendo.

- Amo poder ficar quanto tempo eu quiser com o bebê no colo . É claro que sempre lembrando de não usar o colo para fazer o bebê dormir. Se não for para isso, aproveite! Pois até os 3 meses é algo que não vicia e faz bem à mamãe e ao bebê!

- Amo o movimento da chupeta, tem algo mais fofo?

- Amo ver cada evolução, por menor que seja, desde o primeiro olhar, o primeiro sorriso, o primeiro brinquedo que segurou.... E a primeira gargalhada?  Daquelas que o bebê fica sem folego de tanto rir...Tem emoção maior?

- Amo o momento da troca de fralda, onde o bebê pequeno fica quietinho e você pode conversar, interagir e beijar muito!

- Amo as dobrinhas, o pezinho, a mãozinha...

- Amo a fragilidade e a pureza. Como se divertem com tão pouco, como são doces... e o melhor, ainda não fazem malcriação.

E poderia listar mais centenas de coisas que amo...

Por isso quem está descabelada em casa com um bebê recém nascido, antes de surtar, lembre de vivenciar pequenas coisas que você com certeza sentirá muitas saudades lá na frente.

Aproveite enquanto o bebê não sai do carrinho ou não engatinha para curtir o seu tempo melhor.
Aproveite enquanto não comem papinha e você não precisa passar um tempão na cozinha...

Sempre me perguntam a fase das minhas filhas que mais curti... Acho que toda fase tem seu lado bom e não tão bom assim. 
Mas dos 2 aos 6 meses acho que sempre será uma das minhas fases "queridinhas".

E vocês conseguem curtir ao máximo as gostosuras de um bebê e também acham deliciosa essa fase???



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Dicas de Buenos - Palermo


Como vocês me pediram, vou passar algumas dicas atualizadas de Buenos.
No histórico tem bastante coisa sobre restaurantes e passeios. Para quem quiser veja aqui

Já fui várias vezes para Buenos, mas essa foi a primeira que fiquei hospedada em Palermo. 
Achei ótimo, pois como foram apenas 3 dias, eu só saí do bairro para ir no Shopping Galerias Pacífico, que é um dos melhores para encontrar as principais lojas de bebês!

Infelizmente achei Buenos bem diferente dessa vez, o centro está sujo, a cidade mal cuidada. O que é uma pena, pois sempre foi uma cidade linda.

Em Palermo você não sente tanto isso. Acho uma delícia passear pelas ruas largas, arborizadas e com muitas lojas e restaurantes.
Além disso todos os restaurantes que reservei eram por lá , então quase todos fomos a pé ( o que eu amo!) ou para ir de taxi era bem pertinho.
Se for para levar os pequenos, também acho ótimo ficar em Palermo. É tudo plano, fácil para andar e levar os carrinhos. Também tem bastante restaurante com área externa, o que facilita na hora de sentar e colocar o carrinho ao lado.

Se hospedando em Palermo vale a pena ir e voltar pelo Aeroparque, um aeroporto menor mas que tem voos diretos para o Brasil e fica bem pertinho. O que ajuda a não perder tanto tempo no táxi como em Eizeza e sai muito mais barato. Claro que é um aeroporto bem mais simples. Mas super prático.

Outra dica ótima que eu quero passar é do site Restorando. Por ele você consegue reservar quase todos os restaurantes em Buenos com até 1 mês de antecedência. Eu sempre gosto de reservar para não ficar horas esperando.

Em relação ao Hotel,minha primeira opção era ficar no Nuss, que é um dos mais bem localizados de Palermo. Mas como fechei a viagem muito em cima, não tinha mais quarto. Fiquei então no The Glu Hotel, fica a 2 quadras do Nuss.
(fotos tiradas do site do hotel )

É um hotel bem pequeno, mas os quartos são enormes, e com mimos como roupão, pantufas e  produtinhos loccitane. Fomos super bem atendidos pelo staff! Mas pelo hotel ser bem pequeno, não tem um bar bacana para ficar ou uma área externa gostosa. E o café da manhã também foi ok. Nada de mais. 

Em relação aos restaurantes que fui dessa vez , foram 3 jantares e 2 almoços.  Me recomendaram vários, mas optei por todos em Palermo. 
E essas foram as minhas escolhas:

La Cabrera - É atualmente um dos restaurantes de carne mais badalados da cidade. Ficava a 1 quadra do nosso hotel. É lotado de brasileiros! 
As carnes vem com vários acompanhamentos em potinhos pequenos, então não vale a pena pedir muita coisa ou apenas uma salada já é suficiente para acompanhar... Se não sobrará muita comida. Eu e meu marido dividimos uma carne e mesmo assim, sobrou!
Vou ser sincera, não achei nada de mais na comida. Ainda prefiro a carne do Cabana Las Lilas e do La Caballeriza. 
Acho melhor para almoço pois comer uma carne gigante e ir dormir não é a melhor opção!

Mott - Restaurante descolado, de ambiente super agradável, bem aberto e moderninho. Os sanduiches são uma delícia! Dizem que a noite é bem animado também!

Crizia - Esse restaurante eu adorei e é perfeito para um jantar a dois! Por fora você não dá nada, mas dentro tem o pé direito alto, decoração clean e moderna!. Comida excelente! Tem um pouco de tudo, carnes, peixes e massas.
Adorei o couvert e o atendimento. 

Osaka - Mistura de japonês e peruano que recentemente abriu uma filial em São Paulo. Não achei nada de mais o ambiente e nem a comida. Não voltaria.

Olsen - Esse restaurante já existe há alguns anos mas não consegui ir da ultima vez que estive em Buenos. Sempre foi super bem recomendado pelo seu ambiente versátil, seja para um brunch, um almoço ou um jantar. Ideal para quem gosta de lugares bem descolados. Fomos jantar e estava tudo ótimo, o ambiente de fato é incrível, como uma casa aberta em um jardim enorme. Drinks e comidas bem gostosos e preço ok,  exceto pela Hostess que foi bem pouco educada e zero simpática. Isso porque o restaurante só aceita dinheiro ou cartão Visa e sequer avisa os clientes antes ou pela reserva, então vá preparado.

Buenos Aires não é mais tão vantajoso em relação aos preços como era há 5 anos atrás onde você comia no melhor restaurante por 1/5 do preço de São Paulo. Mesmo assim ainda é mais barato do que aqui e continua valendo a pena para quem quer fazer uma viagem rápida e aqui por perto.

E vocês, tem outras dicas de Palermo para juntar a essas?
Acham bom ter alguns outros assuntos no blog que não sejam apenas os pequenos?


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Foto do Dia - Old Navy


A foto do dia é da ultima encomenda que acabei de buscar na casa de uma amiga.

Umas 2-3 vezes por ano eu compro pela internet e peço para alguém que está indo para os Estados Unidos me trazer algumas peças da Old Navy. Pena que tenho que me conter pois não posso abusar do espaço na mala de quem se ofereceu para trazer!

Para mim não tem nada igual em termos de custo benefício. As roupas são lindas, moderninhas e com uma boa qualidade considerando o valor. Para quem não sabe, é do mesmo grupo da Gap, mas bem mais barata. 

Eu sempre aproveito a página da loja que está em sale e compro tudo que está remarcado. E por várias vezes que estive nas lojas físicas, não encontrei tanta coisa barata como pelo site.

Os moletons e casacos são super quentinhos e lindos , e aqui no Brasil é impossível achar algo similar por um valor tão baixo. E sempre as minhas queridinhas são as camisetas estampadas. Desde os 12 meses a Bruna só usa Old Navy

Só para vocês terem uma idéia, dessa vez foram 4 moletons com capuz, 3 camisetas estampadas, 1 tricot, 1 legging e 1 jaqueta jeans color - 10 peças por U$ 96.00, é muito barato nao? 

E uma dica boa, a Old Navy Maternity tem muita roupa para gestante . Eu não gosto muito do estilo, mas para aquelas camisetinhas básicas vale muito a pena.

A Old Navy entrega no Brasil, e mesmo com todas as taxas e impostos devidos, se você comprar peças remarcadas ainda vale a pena. Claro que isso acaba dobrando o valor da compra. Então se você for viajar ou tiver quem traga, melhor.

Fica a dica de hoje!

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Minha História - Relactar é Possível

Hoje vou mostrar uma história bem diferente, que fala sobre relactação. Algo bem pouco comentado e super importante para quem realmente deseja voltar a amamentar depois de ter que parar por algum motivo.
A Luciana, mãe da Laura, conta como foram os problemas que teve após o parto, e a emoção de poder voltar a amamentar depois de ter que secar o leite para uma cirurgia inesperada.

"Quando eu soube que estava grávida, tudo passou pela minha cabeça. Será que vou dar conta? Como será o parto? Será que vai ser uma menina como eu sempre sonhei? Loira?  Morena? Careca? Olhos iguais aos meus? Mil coisas…mas nunca tive preocupação alguma quanto a amamentação, para mim seria natural.

Finalmente a Laura chegou, o leite desceu, logo pegou o seio, em uma semana havia engordado bem e eu seguia tranquila amamentando-a.

Eu tenho algundo nódulos na mama, desde os 15 anos (tenho 34 anos) e faço acompanhamento médico.  Eles aumentam, somem, voltam, mas nada preocupante, são todos , friboadenomas benignos, nunca foi recomendado tirá-los.

Após 30 dias amamentando, eu sentia uma dorzinha na mama direita, achava natural, foi quando comecei a notar que o meu nodulo de 3cm estava maior. Fiz o primeiro ultrasson, realmente apontou que o nódulo estava com 8cm, mas nada grave, parecia hormonal e um volume maior natural devido ao grande volume de leite.

Passado 45 dias, o que tinha 8cm foi para quase 20cm. Alguns exames apontaram que o nódulo estava bloqueando um ducto de leite, formando uma GALACTOCELE.

Galactocele é o nome dado à formação cística nos ductos mamários contendo fluido leitoso. O líquido, que no início é fluido, adquire posteriormente um aspecto viscoso, que pode ser exteriorizado através do mamilo. Acredita-se que a galactocele seja causada por um bloqueio de ducto lactífero. Ela pode ser palpada como uma massa lisa e redonda, mas o diagnóstico é feito por aspiração ou ultra-sonografia. O tratamento é feito com aspiração. No entanto, com freqüência, a formação cística deve ser extraída cirurgicamente, porque o cisto enche novamente após a aspiração.

 O nódulo estava duro e dolorido, foi quando meu médico recomendou fazer uma punção, para análise do nódulo.

Feita a primeira punção (horrível, por sinal) o nódulo esvaziou, ficando mais confortavel amamentar. Infelizmente depois de 2 dias o nódulo encheu  novamente. Voltei ao médico e repetimos o procedimento por mais 2 vezes. Amarrava o peito para não voltar, chorava muito.

No periodo pós parto nossos hormonios estao “revirados”. Eu assustada pelo o que estava acontecendo, sem dormir (a Laura não dormia bem), aprendendo a cuidar de uma nova vida, enfim todo esse quadro  desencadeou uma  depressão feia.  Eu já achava que o nódulo era maligno, que eu iria morrer e estava desesperada pois ia deixar minha filinha. Um absurdo, não estava me reconhecendo.

Foi quando veio a notícia que não era nada grave, mas eu precisaria secar o leite e realizar uma cirurgia, pois estava muito infeccionado e poderia piorar o quadro. Nada grave?

Um drama, chorei 3 dias seguidos, fiquei de pijama no sofá de casa. Não queria ver ninguém, estava arrasada. Eu estava amando ter minha filhinha nos braços, ela estava super gordinha e bem com o meu leite. E agora?

Passei no pediatra que recomendou as doses de leite, e de um dia para o outro ela foi para a mamadeira. Adorou, pegou sem problemas e eu só chorava, sentia que tinham tirado meu bebê de mim.

Eu não conseguia pegar ela no colo, de tanto que eu sofria. As mamas enormes, o seio dolorido, eu arrasada. Sentia culpa, como se eu estivesse me sabotando para não amamentar mais. É eu estava bem “pirada”.
Tomei os remédios para secar o leite.  No dia da cirurgia deixei uma carta pedindo para meu marido, minha irmã e minha mãe cuidar dela caso eu faltasse…olha o drama…
Ocorreu tudo bem,  a cirurgia foi tranquila, no dia seguinte eu estava em casa.

Com um dreno no seio, 22 pontos, e a Laura na mamadeira, eu não podia segura-la. Minha mãe foi incrível, nós sempre brigamos muito e se nada é por acaso nessa vida nosso  relacionamento se transformou nesses dias , ficamos muito unidas e choramos juntas. Bom, acho que foi a primeira vez que vi meu pai chorar e falar para mim “deita aqui no meu ombro e chora filha”.

Passados 20 dias, tirei o dreno, pontos cicatrizados eu ainda queria amamentar. O pai da Laura acreditava 100% que seria possível, e afirmava isso com tanta certeza que mesmo ele não tendo ideia do que estava acontecendo com o meu corpo, ele me apoiou muito. O médico mastologista, disse que clinicamente eu estava muito bem, mas não recomendava, dizia para eu “olhar para frente”. Ela estava adaptada, mas eu não.

Tive uma conversa com a minha ginecologista e ela me perguntou “Lu isso vai passar quando vir o segundo filho?” E eu disse que não, pois sentiria culpa. Eu lembro que eu eu falei que o não eu já tinha….e ela disse: Quer tentar o SIM?

Foi quando recebi o apoio de uma professional da area de relactação Kelly Coca do Menu Materno.

Ela me passou algumas orientações, conversamos bastante. Tentei algumas vezes usar o “Mamma Tutti”, mas a Laura não gostava muito não, jogava longe…

Aos poucos fui colocando ela no peito, e conversando calmamente.

Ela chorava, pois o leite não saia, eu dava a mamadeira  e assim fomos por menos de 2 semanas.

Não contei pra ninguém, fazia isso diariamente, em segredo eu e ela e sempre calma.

No dia das mães, acordei com a camisola molhada de leite. Peguei ela no colo, coloquei no peito e mamou fazendo carinho. O dia das mães mais lindo da minha vida inteira. O leite voltou, o peso dobrou e o pediatra pediu para eu tirar a mamadeira em menos de 1 mês.

Hoje a Laura está com 2 anos e 3 meses, gorducha saudavel e mamou muito (1 ano e 10) nem eu acredito que é verdade. Tudo passou, ficou um enorme aprendizado.

Fiz um tratamento de 1 ano com a psiquiatra, remédio certinho para ficar bem logo. Não foi fácil, mas passou. Ufa!

Hoje dou risada, amo amamentar, mas também acho que vale dizer o lado menos romantico da coisa, porque eu penso que enquanto amamentamos não somos “nossas”, somos do outro, eu tinha até a sensação que a mama não era minha, outras mulheres já comentaram isso comigo também, ficamos “azedas”, “fedidas”…falando a verdade… é muito difícil!

Enfim, quando queremos algo, a cabeça manda no corpo, a cabeça MANDA. Ser mãe é ter muita dedicação, e para quem ainda não acredita, eu afirmo! Sim!!! Relactar é possível!!!

Espero que gostem do depoimento, fraquezas todos nós temos, mas o quanto somos fortes só vivendo pra descobrir, obrigada. Katia por dividir esse momento no seu blog tão querido! Lu Correa"





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Zara Home Kids

Eu adoro a Zara Home e fiquei super feliz de ter inaugurado mais uma loja em São Paulo, agora no Shopping Cidade Jardim, que é um dos meus preferidos para passear com as crianças.
Fui direto na parte infantil da loja, que é a Zara Home Kids e consegui algumas fotinhos para mostrar para vocês.

Me lembra muito a Pottery Barn Kids, e acho que era a opção que faltava aqui no Brasil para enxoval de cama, mesa e banho para bebês e crianças. Pois tem desde  Lençol, colchas, edredons, almofadas, mantas, protetores de berço, cadeirinha de carro, cadeirão... e acessórios como cestos, cabides, potes, organizadores e até algumas roupinhas tipo homewear lindas. 
E o preço é  ótimo!

Eu fiquei babando nos lençóis e acessórios para quando tirar a Bruna do berço e mudar para a cama! Você já compra tudo lá, coordena os itens e leva para casa. Mais prático e mais barato do que encomendar em algum lugar!

Amei esse jogo de cama para criança, lindo!

Roupinha, necessaires, e presentes lindos para bebês.

Pijamas para as crianças

Cabides forrados lindos! 

Almofadas e lençois

Coisinhas para banheiro

Kit berço com almofadas bordadas e tricot


No site da Zara Home Brasil tem todos os produtos com preço em detalhes para ver e ficar com vontade de comprar tudo!




Muita coisa fofa não???
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Comentando - Angelina Jolie


Ontem foi publicada uma carta da atriz Angelina Jolie no New York Times que com certeza chocou e emocionou muita gente.

Para quem ainda não leu a reportagem, clique AQUI

Angelina descobriu que tinha 87% de chance de ter câncer de mama por possuir um gene herdado de sua mãe, que lutou contra um câncer por 10 anos.
Então decidiu fazer uma mastectomia reduzindo para apenas 5% sua chance de ter a doença.
O processo todo durou 3 meses, e foi feito em etapas.
E por ainda não ter a doença, os médicos conseguem poupar o bico do seio, em um processo relatado por ela extremamente doloroso.
Depois foi feita a mastectomia e então os implantes.

Eu chorei lendo o relato...

Mas apesar de ser admirável a atitude dessa mulher, eu penso que 87% de chance é praticamente certeza que ela teria a doença.

Então haveria outra alternativa?

Claro que ela teve suporte dos melhores médicos do mundo e que com certeza depois dos implantes, ficará esteticamente ainda mais bonita. 
Mas uma cirurgia dessas deve ser difícil demais. Além de ser super séria e delicada, envolve o emocional, a auto estima e o medo. Pois por mais dinheiro e suporte que ela tenha, riscos de uma hemorragia ou infecção, qualquer pessoa pode ter.

Dormi ontem pensando nela e nos filhos e em quantas mulheres próximas que conheço e já tiveram câncer de mama.

Eu tenho muito medo de ter. Na verdade tenho medo de ter até uma virose depois que tive as meninas. E por estar com 37 anos já vou começar a fazer os exames preventivos todo ano. Meu GO há poucos dias me pediu um ultrassom de mama por ser menos invasivo por eu ainda ter um pouco de leite, fizemos o exame de toque onde só de apalpar o médico consegue encontrar nódulos ou carocinhos,  e a partir do ano que vem farei mamografia.

Acho que vale o alerta que a prevenção pode salvar muitas mulheres dessa doença horrível que infelizmente é um dos tipos de câncer mais comuns.

E que Deus proteja todas nós mulheres e dê a Angelina anos e anos de vida para poder cuidar com todo amor de seus 6 filhos, e continuar ajudando todas as crianças carentes pelo mundo nos inúmeros projetos voluntários em que ela está engajada.

Parabéns Angelina!

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