26 novembro, 2014
Por Katia Ouang

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Faz tempo que não mostro um pouco de moda kids por aqui. Então hoje vou apresentar a coleção da Baby Bib, parceira do blog há bastante tempo e que tem roupas foférrimas com aquele precinho que nós adoramos!

A coleção de verão já chegou no site e está linda! Super delicada e bem fresquinha! Vou mostrar as novidades que mais gostei.

Começando pelo vestidinho que a Manu está na foto que é super pratico e confortável pois você regula a alça como preferir. É muito fofo e bem levinho !

Captura de tela inteira 25112014 223618 Captura de tela inteira 25112014 223732Outros modelos de vestidos:

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Macaquinhos fresquinhos e fofos:

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Agora o “carro-chefe” da Baby Bib e que eu amo são as calcinhas com babadinhos e os chapéus. Você pode comprar combinando ou avulso. E essa calcinha é muito fofa pois basta você colocar uma regatinha básica que fica um charme. São tantas as estampas no site que fica difícil escolher. E o melhor é o preço do chapéu e da calcinha; R$ 30! Não é uma ótima opção de presente de natal? E essas calcinhas não ficam fofas apenas em bebês não. A Bruna e a Manu tem algumas estampas e usam muito no verão!

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Para as meninos separei as minhas peças preferidas.

Calça Saruel fresquinha e descolada:

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Babador bandana em varias estampas:

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Camiseta monstrinho com preço ótimo, R$ 14!

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Aproveitem também a parte de promoções do site que tem algumas peças de outras coleções com valor excelente ! Eu que adoro garimpar uma liquidação recomendo!

 

http://loja.babybib.com.br/

 

Fica a “dika” de moda de hoje!

 

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24 novembro, 2014
Por Katia Ouang

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Com todos esses meses que ficou sem chover em São Paulo, quem sempre sofre mais são as crianças que não escapam das doenças respiratórias e alérgicas.

Em casa tenho 2 casos opostos; a Manu que costuma ficar cheia de catarro e a tosse é bem carregada, e a Bruna que é super alérgica e tem bronquite ficando com a tosse seca, daquelas bem de cachorro. E quem tem filhos sabe, basta deitarem para começar a tossir sem parar e nós mães passarmos a noite acordadas. Isso porque a secreção ou catarro que escorre do nariz desce para a garganta quando as crianças deitam, e isso piora muito a tosse.

O que sempre fiz aqui em casa foi  levantar a cabeça delas com travesseiro debaixo do colchão , isso desde quando bebês para evitar o refluxo ou o engasgo, e posteriormente para as crises de tosse também. A tosse é inevitável, mas com uma certa inclinação o catarro escorre mais fácil . Se estiverem retas, o catarro fica parado.

Por isso hoje a Dica de Mãe que vou passar é mais uma daquelas que passa de geração para geração, sem nenhuma contra indicação, e que costuma ajudar bastante nas crises de tosse; a cebola!

Existem dezenas de receitas de caldos, xaropes e chás naturais de cebola para ajudar a melhorar a gripe, aumentar a resistência e acalmar a tosse. Mas sabemos que com criança não vai funcionar pois eu realmente duvido que eles tomem uma colher que seja!

Então vamos ao que é prático e inofensivo. A cebola quando cortada crua, auxilia no descongestionamento das vias nasais, alivia a tosse e a expetoração. Mesmo que não seja ingerida.

Eu não acreditava muito nisso até testar aqui em casa e fiquei surpresa como ajudou bastante.

Eu corto a cebola em 4 pedaços, coloco em um potinho e tento deixar o mais próximo da cabeça das meninas desde que seja um lugar seguro e que elas não alcancem. A Manu que dorme no berço eu coloco um banquinho ao lado para apoiar o potinho, e para a Bruna eu deixo na poltrona que fica ao lado da cabeceira da cama dela. Costumo colocar assim que elas dormem e deixo a noite toda.

Costuma melhorar bastante. E em algumas noites cortou a tosse de vez.

Eu acabo desistindo muitas vezes desse método por deixar um cheiro insuportável. E confesso que não tinha idéia do poder da cebola em impregnar a casa toda com seu cheiro. Por isso mesmo deixando tudo aberto no dia seguinte e trocando os lençóis, o cheiro permanece. Se eu fizer isso todos os dias tenho a sensação que o cheiro não vai mais sair de casa!

Mas vale a pena quando não temos mais alternativa e não queremos dar remédio ou fazer inalação. Tudo pelo alívio dos pequenos e algumas horas a mais de sono para nós mães! Vocês já testaram?

E como sempre falo, na dúvida consultem o pediatra e não ofereçam nada para a criança ingerir, mesmo que seja uma receita natural. Todo cuidado é pouco com nossos pequenos!

Beijos e uma ótima semana!

*K*

 

 

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18 novembro, 2014
Por Katia Ouang

Feliz por estar de volta depois de tanto tempo sem escrever por aqui!

Venho agora compartilhar com vocês um pouquinho do tanto que se tem falado do Novo Guia Alimentar para a População Brasileira que foi lançado na semana passada. Um guia alimentar é um direcionamento para melhorar a qualidade de alimentação e melhorar a saúde das pessoas. Esse novo guia vem substituir a versão anterior, de 2006, e traz mudanças muito significativas. Como princípio, o guia traz um olhar mais abrangente da alimentação com recomendações sobre nutrientes, alimentos e preparações culinárias, sem esquecer das dimensões culturais e sociais das práticas alimentares. Nos últimos anos a nutrição se especializou muito e isso é bom, mas comer não pode nunca deixar de ser comer, não é mesmo? O entendimento da nutrição, além do papel do nutriente, mas contextualizando com hábito, prazer e sustentabilidade, faz com que nossas escolhas alimentares tenham mais sentido e sejam perpetuadas de uma forma muito positiva na nossa família. E esse resgate do simples me fez lembrar muito da oportunidade que temos de fazer tudo certo com a alimentação dos nossos filhos e de como esse cuidado pode trazer mais qualidade para a alimentação de todos em casa. Para quem quiser embarcar nessa mudança, vamos aos 10 passos para uma alimentação adequada e saudável publicados pelo guia. Em cada passo, fiz alguns comentários na tentativa de facilitar o seguimento dessas recomendações gerais na rotina de famílias com filhos pequenos:

  • Fazer do alimento in natura ou minimamente processado a base da alimentação

E não é exatamente essa a nossa primeira recomendação na introdução alimentar? Sempre começamos com frutas, verduras, legumes, tubérculos, grãos, cereais e carnes. (já falamos disso aqui) Como fazer com que nossos filhos sigam com essa alimentação saudável? Dentre outras recomendações específicas , eu diria que a mais abrangente e a mais efetiva é: seja exemplo. É bastante improvável que numa família de hábitos alimentares caóticos a alimentação das crianças siga por um curso diferente. Na correria do dia a dia, comendo fora, fazendo refeições rápidas e com dificuldade de preparar lanches, acabamos por piorar muito a qualidade da nossa alimentação e um pouco de organização pode nos ajudar a contornar essas dificuldades.

  • Utilizar óleos, gorduras, sal e açúcar em pequenas quantidades ao temperar e cozinhar alimentos e criar preparações culinárias.

A partir do primeiro ano a alimentação do bebê vai sendo a mesma alimentação do restante da casa, desde que a alimentação da casa seja saudável. Caso contrário, a família vai se aproximando dos novos hábitos, seguindo o que se orienta para os bebês.

  • Limitar o consumo de alimentos processados

Como já colocamos, os alimentos naturais devem ser a base da nossa alimentação e os alimentos processados (pães, queijos, geleias) podem e devem (embora esse devem seja por minha conta!) compor as nossas refeições como ingrediente de preparações culinárias ou como parte das refeições balanceadas.

  • Evitar o consumo de alimentos ultraprocessados:

Alimentos ultraprocessados são compostos por substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, amido, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado, proteína texturizada de soja, soro do leite) ou sintetizadas em laboratório (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e aditivos em geral). São exemplos desses alimentos ultraprocessados biscoitos, balas, sorvetes, macarrão instantâneo, temperos prontos, refrigerantes, sucos de pozinho e embutidos. Os alimentos ultraprocessados são nutricionalmente desbalanceados e, por conta de sua formulação e apresentação, tendem a ser consumidos em excesso e a substituir alimentos in natura ou minimamente processados. Vale lembrar que as pesquisas que apontam as principais inadequações alimentares em bebês indicam que há uma elevada frequência de acréscimo de açúcar, de cereais e de achocolatado ao leite ou à fórmula, mesmo em crianças menores de 6 meses. Além disso, desde muito novinhas as crianças já começam a receber alimentos inadequados como, por exemplo, biscoitos recheados, macarrão instantâneo e refrigerante.  Não podemos deixar de destacar que todas essas práticas estão associadas a um maior risco de obesidade, ainda na infância, e trazem uma interferência muito negativa para o paladar e para a formação do hábito alimentar.

  • Comer com regularidade e atenção, em ambientes apropriados e, sempre que possível, em companhia.

A dica é tentar seguir uma rotina, um padrão de horários e evitar beliscadas for a de hora. É importante comer devagar, num lugar tranquilo, sem interferências que estimulem o consumo ilimitado de alimentos. Companhia é sempre bom, se puder ser desde o preparo, então, melhor ainda! É importantíssimo seguirmos essas recomendações na introdução alimentar, quando estamos iniciando o contato com alimentos. Sendo assim, vamos combinar que o cadeirão do bebê não ficará isolado na cozinha, e assim ele poderá se alimentar com o restante da família. A T.V. ficará desligada, assim como tablets e celulares estarão for a do alcance da vista (deles e nossas). Ah, e se o bebê não comer a quantidade que julgamos o necessária, não vamos oferecer snacks-fora-de-hora para garantir uma energia extra. Precisamos fazer a nossa parte para que os nossos filhos modulem o seu apetite e a sua saciedade da maneira mais fisiológica possível, sem interferências externas e, até mesmo, sem a nossa interferência. O que quero dizer é que nós organizamos a forma que o bebê se alimenta (onde, com quem, em que horários), provemos do que ele se alimenta (amamentamos, fazemos compras, cozinhamos) , mas é ele, sempre, quem decide a quantidade

  • Fazer compras em locais que ofertem variedades de alimentos in natura ou minimamente processados:

Prefira legumes, verduras e frutas da estação e cultivados localmente. Sempre que possível, adquira alimentos orgânicos e de base agroecológica, de preferência diretamente dos produtores. Muitas famílias começam a ter a preocupação com a sustentabilidade com a chegada dos filhos. É uma ótima oportunidade para começar a frequentar feiras de orgânicos ou receber em casa cestas de produtores locais.

  • Desenvolver, exercitar e partilhar habilidades culinárias.

Se você gosta de cozinhar, cozinhe. Se você não sabe cozinhar, nunca é tarde para aprender. Se você cozinha muito bem, partilhe as suas receitas (e seus pratos também!)Tem livros ótimos, cursos bacanas e sites muito úteis. Tem até muitos grupos de facebook que são uma mão na roda pra facilitar o nosso dia a dia na cozinha.  

  • Planejar o uso do tempo para dar à alimentação o espaço que ela merece.

É verdade que a correria é grande, que perdemos tempo no trânsito, que temos mil e uma funções dentro e fora de casa, mas precisamos lembrar que comer/preparar refeições são momentos de convivência e prazer. A dica do guia é: reavalie como você tem usado o seu tempo e identifique quais atividades poderiam ceder espaço para a alimentação. E, falando em crianças, é legal envolvê-las em cada etapa do processo: das compras a preparar alguma receita ou alguma parte dela, adequando sempre a idade, claro. Essa é uma oportunidade única de despertar o interesse pelo alimento e pelas refeições.

  • Dar preferência, quando fora de casa, a locais que servem refeições feitas na hora.

Em resumo, fast food não é refeição para o dia a dia. Muitas crianças fazem refeições na escola, por isso é muito importante avaliar esse aspecto. Entre suas prioridades ao escolher uma instituição, não deixe de privilegiar escolas que tem essa preocupação com a alimentação saudável. A informação de que um nutricionista é o responsável técnico pelas refeições pode não ser suficiente. Peça para ver os cardápios, peça para visitar o refeitório, procure entender qual é a frequência de festinhas e quais alimentos são oferecidos no dia a dia e nas ocasiões especiais.  

  • Ser crítico quanto às informações, orientações e mensagens sobre alimentação veiculadas em propagandas comerciais.

Há muito tempo se discute a regulamentação de publicidade para crianças. Com relação a alimentação essa publicidade, infelizmente, pode ser um fator que contribui para a aquisição de hábitos inadequados. Crianças não tem o nosso senso critico. É impossível esperar que elas tenham uma capacidade de discernimento que não é inerente a sua idade e maturidade. Para ilustrar essa realidade e entender a necessidade dessa regulamentação, não deixem de dar uma olhada no site do instituto alana e, especialmente, no projeto criança & consumo.

 

Mês que vem eu volto!

Beijos

 

Assinatura Mari Del Bosco certa                                                                                                                                                                                                          

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17 novembro, 2014
Por Katia Ouang

Esse final de semana tive uma alegria muito grande que me pegou de surpresa; o inicio do desfralde da Manu.

Vou contar que estava zero preocupada em quando isso iria acontecer. Mesmo porque sou daquelas mães que não tem pressa alguma em antecipar as mudanças na vida dos filhos. Deixo sempre isso acontecer naturalmente, pois sei que cada criança tem seu tempo.

O desfralde da Bruna foi muito trabalhoso e cansativo. Talvez por isso que não me preocupei muito com a Manu até por um pouco de preguiça em iniciar esse processo de novo.

Minha mãe já vem há tempo me falando para tentar tirar a fralda da Manu. Já que ela é super esperta e fala super bem. Tentei algumas vezes sem compromisso algum, e ela não demonstrou ter qualquer controle do xixi e cocô e sequer se incomodar com a fralda.

Minha idéia era começar o desfralde junto com a escola que ela irá começar no próximo ano.

Para a minha surpresa nesse sábado ela me pediu o sapinho que é um penico. Eu disse; Manu , você quer fazer xixi no sapinho? Ela respondeu; Não Mamãe, quero fazer cocô! Não dei muita bola pois achei que era mesmo brincadeira. Deixei ela sem fralda sentada no sapinho e fui preparar o almoço.

Quando eu voltei encontro a Manu em pé apontando para o cocô. Só que o cocô não estava no penico e sim no chão! Dei parabéns que ela fez cocô fora da fralda, mas expliquei que não pode fazer no chão, tem que fazer no penico. E quando olhei o penico, tinha um pouco de xixi! Comemoramos o xixi e vi que ela estava super feliz.

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Coloquei a fralda e fomos passear a tarde toda. Quando voltei vi que a fralda estava sequinha. E ficamos umas 4 horas longe de casa.

Olhei para ela e disse; Manu, você não fez xixi a tarde toda, tem que fazer filha. E ela calmamente disse; Vou fazer no sapinho!

E não é que ela fez mesmo!

Ontem saímos a manhã toda, quando voltamos foi igual. A fralda sequinha. Peguei o sapinho, deixei ela sentada e fui fazer o almoço. Quando voltei, xixi e cocô!

Comemorei mais uma vez e ela me pediu para colocar calcinha igual da Bruna!

A tarde saímos e ela foi com fralda. Mas dessa vez fez bastante xixi .

 

Por isso não vou me empolgar já que conheço bem o processo. Tem que ter muita paciência e saber que muitas vezes damos 2 passos para frente e 1 para trás. Pois acontece com frequência a criança estar indo super bem no desfralde e de repente empaca, ou volta a fazer xixi na calça, não consegue mais fazer cocô…. é super normal.

O que importa é que ela nos deu o sinal, e mostrou que já está pronta para começar.

Eu fiquei super feliz e emocionada com esse momento.

E agora mesmo não pensando em desfraldar esse ano , vou começar com calma e vamos ver como será.

Logo mais conto para vocês se ela evolui e como tem sido!

E quem quiser ver as etapas do desfralde da Bruna, segue os posts:

Parte I e Parte II

Bjs e boa semana!

*K*

 

 

 

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