11 abril, 2016
Por Katia Ouang

Não sei se no segundo filho tudo é mais fácil ou nós que não damos tanta importância. Mas há pouco tempo percebi que já poderia ter tirado a fralda noturna da Manu e não fiz por pura preguiça ou até mesmo, falta de atenção a esse momento.

Talvez porque ela durma na minha cama e eu sinceramente esteja zero afim de ficar trocando lençol pela madrugada. Então para mim estava cômodo deixá-la de fralda por mais algum tempo. E como a minha referência acaba sendo sempre a Bruna  que demorou muito para tirar a fralda da noite, fui seguindo o ritmo aqui de casa.

Mas a real é que há muito tempo ela já acordava com a fralda sequinha.

E se vale um a parte de certo modo engraçada, há meses que eu comprava o saco de fraldas mais barato que tivesse na farmácia,  já que fralda está custando uma fortuna e a Manu só usava uma por dia. Deixei Huggies e Pampers de lado por todo esse tempo e usei todas as Pompom,  Cremer e até outras marcas que encontrava no tamanho Extra Grande. E acreditem, nunca vazou nas poucas vezes que ela fez xixi a noite. E quer saber se uma fralda funciona ou não? Coloque em uma criança maior,  que o volume de xixi é enorme! Por isso, fica a dica; testem várias marcas de fralda pois as vezes por  puro preconceito em relação à nomes não tão tradicionas, gastamos uma fortuna por mês. A Pompom tem uma linha que chama “Grandinhos” para acima de 14kg . As fraldas são enormes e ficam bem confortáveis para dormir , e ainda por terem uma área de absorção maior, o risco de vazar é menor. ( #ficaadica para quem tem filhos acima de 15kgs que ainda usam fralda)

Voltando ao desfralde, há 2 meses resolvi tirar a fralda da noite , sempre forrando o lado que ela dorme na minha cama com aqueles tapetinhos para cachorro fazer xixi e que super funcionam no desfralde para “poupar” o colchão. Acho bem mais prático que aqueles protetores de colchão pois são descartáveis e não precisamos perder tempo lavando e esterilizando depois. Também fica a dica para usar na cadeirinha do carro para viagens mais longas.

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Nesses 2 meses fomos até que bem.  Todas as noites esperando a Manu tomar o leite, espero uma meia hora pelo menos, levo para fazer xixi, e só depois coloco para dormir. Também evito dar muito liquido depois das 6 da tarde. E foram bem poucas as vezes que escapou o xixi a noite.

Até que então tivemos a tal semana “pesadelo” que contei no post passado onde ela ficou praticamente 1 semana com febre. Nesses dias por conta da febre e da gripe, ela praticamente não quis comer mas tomou muito líquido o dia todo. E quase todas as noites acabou escapando o xixi. Mesmo eu levando ela de madrugada para fazer,  já que tinha que acordar para tomar remédio.

Depois da 4a noite decidi colocar a fralda pois não queria que ela ficasse molhada por um tempo com febre de quase 40 graus.

E foram alguns dias de fralda acordando cheia e eu pensando que teria que começar tudo de novo.

Dei um tempo para ela se recuperar e então decidi que não voltaria atrás. Estamos há 10 dias sem fralda de novo, com  alguns dias escapando, mas que faz parte do processo.

E entre todos os processos de deixar a fase bebê como passado , agora só me resta tirar a chupeta da Manu…. Uma dor de cabeça que logo mais terei que ter.

E quem quiser ver todos os relatos sobre desfralde das meninas, clique AQUI!

Boa Semana!

*K*

 

 

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4 abril, 2016
Por Katia Ouang

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Juro para vocês que não gostaria de começar a semana com um post desabafo. Mesmo porque muitas de vocês estão acompanhando a minha semana pelo instagram e puderam perceber o quanto foi difícil.

Mas uma das boas coisas que o blog me traz é que em muitos momentos ( ou até me arrisco em dizer que em quase todos momentos difíceis que passei na maternidade) o desabafo em forma de texto me ajudou muito a seguir em frente mais forte.

Essa semana vivi praticamente um campeonato de resistência física e emocional. E acho que preciso de um bom tempo para me recompor.

Tudo começou há 10 dias com uma febre inesperada da Manu as 2 da manhã. Do nada achei ela quentinha e quando fui medir ; 39,8 graus! O que para mim é algo que me derruba e me tira o chão. Como assim do nada ela aparece com uma febre dessas?

Era sábado, estava em casa sozinha com as duas. E aí aquele pânico dela ter alguma coisa. Passei a noite virada pois a febre não baixava. Não preguei o olho 1 minuto. Quando foi antes das 7 a Bruna acorda toda empolgada para ver se o coelhinho da Pascoa tinha passado. E eu, que havia preparado uma surpresa com pegadas, caça aos ovos e presente, só estava preocupada com a tal febre da Manu. Infelizmente meu domingo de Páscoa foi em casa cuidando da pequena com indas e vindas da minha mãe para me ajudar um pouco.

A noite eu estava morta. Uma noite inteira sem dormir me derruba. Ainda mais com toda a pressão emocional de ver um filho ardendo em febre. Domingo a noite a febre voltou alta, e minha mãe veio dormir comigo para revezarmos pois eu não tinha condição alguma de passar mais uma noite virada.

Quem me acompanha sabe os sustos que já passei com a Manu. Cada vez que ela fica doente vem um filme na minha cabeça. Eu simplesmente não consigo relaxar 1 minuto sequer com ela ruinzinha.

Mal sabia eu como seria o resto da semana….

Manu teve muita febre de madrugada. E mesmo com a minha mãe aqui, eu não consigo dormir. É mais forte do que eu conseguir fechar os olhos com um filho doente.

Na segunda cedo já fomos direto para a pediatra. Pelo quadro todo teria grande chance de ser a gripe H1N1 mas o Tamiflu não seria indicado para ela pois Graças a Deus não havia compromentido pulmão, garganta e ouvidos.

No caminho de volta para casa comecei a sentir um mal estar, um cansaço…. Mas tinha certeza que seria pelas 2 noites viradas. Nesse dia a febre deu uma trégua durante o dia e consegui descansar um pouco com a ajuda da moça que trabalha aqui. Mas como eu já sabia que a febre viria a noite, minha mãe veio me ajudar mais uma vez. E dito e feito, mais uma noite de febre a quase 40 graus e eu e minha mãe viradas.

Na terça de manhã eu simplesmente não conseguia sair da cama. O mal estar evolui de tal forma que tive que ir imediatamente para o hospital. Dor de cabeça, enjoo, nariz escorrendo, tosse e uma dor nas pernas insuportável. Somado a isso; Febre! Há quantos anos eu não tinha uma febre! Passei o dia no Pronto Socorro! Enquanto isso minha mãe se revezava com a moça para cuidar da Manu que continuava nos seus turnos de febre.

Na quarta feira acordei me sentindo um pouco melhor, mas aí quem ficou mal foi a minha mãe e a moça que trabalha aqui. As duas pegaram a gripe! Oh meu Deus, e agora? Quem vai me ajudar?

O pai das meninas estava praticamente o tempo todo que tinha livre com a Bruna, pois eu precisava afastá-la dessa gripe . Ela dormiu a semana toda com ele e só passava em casa para se trocar, tomar banho e eu arrumá-la para escola.

Imagina como ficou meu coração…

De quarta a sexta foi um pesadelo… Eu 100% sozinha com a Manu. Ambas doentes, noites acordadas e eu tendo que trabalhar, pagar contas, arrumar a casa toda, passar uniforme, fazer almoço, jantar….  Ela entediada, não aguentando mais ficar em casa sem companhia, me solicitando o tempo todo…

Chegou na sexta feira, fui levá-la na consulta com a pediatra e na volta comecei a me sentir mal de novo. Uma falta de ar estranha. Fui fazer uma inalação. Não melhorou.

Tive que apelar para o meu pai para ficar com a Manu e consegui que um Pneumologista me atendesse imediatamente. Me poupando de cair na fila do Pronto Atendimento. E então eu estava com uma infecção secundária e precisaria entrar no antibiótico e outros trocentos remédios imediatamente. Por pouco não precisei ser internada.

Juro que comecei a chorar na frente do médico. Eu simplesmente não tinha mais forças para nada. Estava exausta, consumida, precisando desligar o botão e desaparecer.

Pelo menos nesse dia a Manu não teve febre.

Será que então eu teria enfim uma noite um pouco mais tranquila?

Fomos dormir. Só que devido aos remédios, mesmo estando exausta, fiquei totalmente sem sono. Não preguei o olho a noite toda. E conforme as horas iam passando eu ficava mais angustiada. Eu não estava nada bem. Ainda com muito mau estar, falta de ar e tosse. E então no meio da madrugada eu paniquei. Surtei, chorei…. Comecei a ter medo. Muito medo.

Medo de ter algo ali, de morrer, de não ter ninguém comigo, da Manu ter febre e eu não poder acudir.

Como é horrível a sensação de estar doente com um filho ao lado.

Seja minha mãe, um marido, a empregada,…. saber que você tem alguém por perto caso precise tranquiliza muito.

Com isso passei a noite acordada, observando a Manu, rezando para que eu não morresse…. Sim, não é exagero. Quem nunca teve medo de morrer? Ainda mais no meu estado onde eu não estou boa e sou uma pessoa que quase nunca fica doente…. Eu de fato estava assustada.

Noite passada, tudo se repetiu. Ainda mais porque de fato os remédios que eu estou tomando tiram o sono. Então o resumo disso tudo são 7 dias de “prisão domiciliar” , 7 noites sem dormir, e uma carga emocional sem fim.

Com isso amadureci alguns anos essa semana e envelheci muitos e muitos outros.

De tudo isso o que vale é que a Manu já está há quase 72hs sem febre, e vai poder voltar para a vidinha dela.

Eu ainda não estou 100%. Mas estou medicada, e sendo acompanha por um médico. Se Deus quiser isso tudo está no final.

O lado bom? Que eu nunca quis tanto voltar para a minha rotina.

Eu nunca quis tanto poder fazer minha ginastica

Eu nunca quis tanto poder me sentir livre.

E eu mais uma vez comprovo que a única importância que existe na vida é a saúde dos nossos filhos.

E vamos começar a semana, ainda sem minha mãe, ainda sem minha funcionária, ainda sem estar 100% mas com a Manuzinha boa.

Beijos e obrigada por todas as mensagens carinhosas no instagram. Sempre me ajudam muito!

*K*

 

 

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28 março, 2016
Por Katia Ouang

Hoje eu decidi parar por um tempinho e escrever um post de coração. Estou aqui acordada esperando a febre da Manu passar em meio a todo estress que isso causa e precisava me ocupar de alguma maneira para o tempo passar. Pois sou daquelas que não prega o olho até o termômetro baixar dos 37.

Me emocionei muito esses últimos dias com algumas mensagens super carinhosas de leitoras que me acompanham há muitos anos perguntando o que estava acontecendo para eu sumir assim do blog.

De fato há pouco tempo eu escrevi que não iria parar com o blog, mas que sentia vontade de algo novo, algo diferente, que pudesse variar um pouco os assuntos e voltar o blog como era no inicio ( lá em 2008) , onde eu dava dicas de tudo que vocês possam imaginar, menos sobre maternidade pois nem filhos eu tinha ainda.

Me propus a postar de forma diferente esse ano. Mas a real é que não consegui. Vontade não me falta, mas sempre que tento escrever algum assunto diferente, percebo que essa não é a essência do blog.  Não me sentia a vontade como nos posts que eu tanto estou acostumada e que me fazem ter tantas leitoras fiéis todos esses anos. Será que uma leitora que seguia minhas dicas de como fazer um bebê dormir está interessada nos produtos de beleza que eu uso ou nos meus looks?

Sinceramente acho que não.  Mesmo porque posso dar essas dicas mais rapidamente pelo instagram. Não preciso dedicar um post só para isso.

Vivi e relatei intensamente a fase de mãe de primeira viagem, rotina com recém nascido, dificuldades com amamentação e desmame,  todas as conquistas de um bebê, introdução alimentar, experimentei dezenas de modelos de fraldas e falei de desfralde,  testei todos os produtos que as pessoas sequer sabiam existir… e não só testei como sempre deixei clara as minhas impressões, sejam boas ou ruins. Até que descobri que não tenho mais tanta coisa para testar, tantas mudanças para contar, tanta informação para passar. O que mais tenho para falar é sobre a minha vida como mãe. Os desafios que enfrento, as mudanças na vida das meninas,algum passeio novo…. Mas é claro, impossível postar com a frequência que antes eu postava, mesmo porque, nunca inventei assunto para poder ter post novo ou nunca deixei pre-escrito algum post. Sempre foi tudo super espontâneo e acontecendo concomitante com as minhas experiências.

O mundo dos blogs também mudou radicalmente nos últimos 2 anos.

Um post meu testando uma fralda qualquer há algum tempo nunca soou falso ou gerou qualquer tipo de polêmica pelas leitoras me questionando se ganhei ou não para fazer isso. Hoje , qualquer post feito sobre produtos, ninguém mais acredita. Pois sempre tem por trás alguma desconfiança de post pago ou publicidade.

Fora todo o “mimimi” em cima de tipo de parto, tempo que amamentou e tudo aquilo que vocês sabem bem e que só aumenta nas redes sociais.

Sabe quando você cansa disso tudo?!

Por isso nesse último mês me questionei sobre continuar por aqui mesmo. Será que vale a pena manter um blog em meio a milhares que só falam das mesmas coisas? Será que não é melhor encerrar por aqui e deixar uma recordação tão legal desses anos todos?

Foi aí que uma leitora me escreveu e me disse em um trecho do seu email; Todo dia abro seu blog e fico muito triste em não ter um post novo. Seus posts me animavam, me davam força para ver que não sou a única que as vezes tenho vontade de apertar um botão e sumir, que amo meus filhos mas que as vezes os deixaria sem culpa para curtir uma praia bem longe de tudo, por favor não suma!”

E um simples email mudou tudo outra vez.

Sei que não tenho nada de diferente das outras milhares de blogueiras que surgem a cada dia. Mas sei também que são poucas as que contam o que nem todo mundo quer ouvir. Mas as que querem, encontram um conforto enorme nos meus textos.

Descobri também que eu estou carente de escrever. Que muitas vezes em um texto desabafo, eu me aliviava e estava pronta para uma próxima. Anos e anos escrevendo, está me fazendo sim muita falta.

Por isso digo mais uma vez, eu não vou parar!

Pode ser que não tenha tanta frequência, mas vou sempre sinalizar pelo instagram ou facebook quando tiver post novo. E por favor , não me abandonem nos comentários. São eles que fazem o meu dia muito melhor.

Logo mais tem post sobre o desfralde da Manu, chupetas, nossa estadia no Casagrande Hotel, passeios e muito mais!

Muito obrigada por voltarem diariamente para ver se tem post novo e por toda a paciência e carinho!

E vamos começar a semana já exausta dessas noites sem dormir mas que faz parte da maternidade.

Beijos

*K*

 

 

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16 fevereiro, 2016
Por Katia Ouang

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Vocês tem acompanhado pelas minhas redes sociais que a Bruna mudou de escola esse ano. Estava louca para falar sobre isso. Mas preferi esperar passar alguns dias de aula para eu entender melhor se havia feito a escolha certa. Para mim a escolha da escola , depois da educação dos pais em casa, é o principal fator que molda a criança para a vida.

Já é a 3a escola dela. E a cada escola um novo processo de adaptação, novas crianças, novas mães, um novo estilo de vida. E a principio se ela estiver feliz, adaptada e enturmada, só sairá dessa escola para a Faculdade.

O que aconteceu foi que em 2014 eu e o pai dela visitamos uma escola bilíngue , do lado da minha casa, e ficamos encantados. Talvez porque eu vim de um colégio enorme, me identifiquei em uma escola menor, mais focada em cada aluno e onde até o porteiro sabe o nome de cada pai e mãe que chegam por lá. Tudo novinho, moderno, organizado. E somado a tudo isso, a facilidade de aprender inglês desde pequena e não passar anos em aulas particulares ou cursos como eu fiz.

Acho que a tentação da escola bilíngue é algo que todos os pais da nossa geração passam. Quem não quer seu filho de 5 anos falando inglês com a mesma facilidade do português?

De alguns anos para cá aconteceu o boom das escolas bilíngues. Aquelas em que inicialmente só se fala inglês e depois as crianças são alfabetizadas em português e dividem as matérias nas 2 línguas. Quase todas essas escolas em período semi integral a partir dos 5 anos, o que se torna um atrativo bem forte para os pais que trabalham.

E tentada com tudo isso, me rendi a escola bilíngue em 2014 acreditando que poderia preparar minha filha para o mundo de uma maneira diferente da que fui educada mas que talvez se encaixe melhor nos dias de hoje.

No inicio de 2015 , como vocês sabem, me separei. E aí então estava absolutamente certa que manteria a Bruna na mesma escola e traria a Manu no ano seguinte. Primeiro por ser do lado de casa, fator essencial para quem mora em São Paulo, e depois por algo que eu acreditei que seria um porto seguro para mim… Em uma escola pequena existe menos bulling, as crianças são melhor acompanhadas, eu era tratada como uma amiga pela coordenadora e a orientadora, conhecia todas as mães…. A real é que me sentia protegida por ali. Sentia que a minha filha estava protegida também.

Em 2016 a Bruna passaria de meio período, para semi integral, que vai até as 15.30hs. E com isso a mensalidade praticamente dobrou. Um valor que não faz sentido, considerando que no próximo ano a Manu teria que entrar também. Um valor que pagaria 2 escolas tradicionais.

Então decidi junto com o pai delas que procuraríamos outras escolas. E eu fiquei encarregada disso já que eu sou mil vezes mais preocupada e encanada com escola do que ele.

Eu estudei minha vida inteira em um colégio super tradicional, enorme,  um dos mais fortes de São Paulo, onde só há vagas para filhos de ex alunos e mesmo assim, disputadíssimas. Mas fica do outro lado da cidade,  e eu decidi que não vou passar meu dia no trânsito. As pessoas me criticavam pois não se conformavam que eu não colocaria as meninas lá.

Perto de casa tem alguns colégios excelentes. Mas sinceramente, eu fui em todos visitar já com um bode enorme. Pois não queria tirar a Bruna do bilíngue.

Depois de optar por um deles eu estava super insegura. Sabia que me filha seria mais um número lá dentro. Além disso até o dia da matricula oficialmente todos os pais e crianças passariam por um processo de algumas etapas que incluíam apresentações e vivências. Ai que preguiça disso tudo….

Na primeira etapa eu já me perdi no colégio, não sabia nem onde estacionar o carro. Andei por 15 minutos até achar o prédio certo. Fiquei em um mau humor imensurável e só pensava na facilidade da antiga escola da Bruna.

Para minha surpresa  precisei de apenas 5 minutos para me encantar com a primeira apresentação , onde voltei ao tempo e pude pela primeira vez entender com clareza o motivo que meus pais optaram por um colégio tradicional para mim.

Tradição é tradição. Não se discute.

E ao longo das reuniões seguintes fui me apaixonando e entendendo algumas coisas que não estavam tão claras na minha cabeça. Eu e minha filha seriamos um número naquele mundo? Engano meu, desde a segunda vez que pisei na escola as orientadoras já sabiam até o nome da minha filha sem sequer terem conhecido.

Até aí tudo bem.

A questão seria, será que a Bruna vai gostar? Será que ela está preparada para sair de um ovo e ir para um mundo? Detalhe, ela ainda nem sabia que mudaria de escola.

E chegou o dia da tão esperada vivência das crianças.

Não contamos a Bruna que ela mudaria de escola até então. Apenas dissemos que iriamos conhecer uma nova escola e se ela queria ir conosco.  A reação foi que sim na hora. E então fomos eu, o pai , e ela para conhecer a “tal” escola.

As crianças foram recebidas em uma sala de aula com todo o carinho do mundo. Porém os pais não poderiam entrar. A Bruna relutou um pouco , mas depois que deram um estojo de canetinhas e um desenho para pintar ela foi numa boa.

Acompanhamos de longe o tour das crianças pela escola. Um espaço infinitamente maior do que a escola que ela estava. Com floresta, fazendinha, espaços temáticos, quadras profissionais…. aquele tamanho de escola que só as antigas conseguem ter.

E então ela veio, toda feliz e em uma empolgação que eu nunca havia visto e me disse; Mamãe, eu quero vir aqui todos os dias, é muito legal!

E eu disse; Mas Bru, e a sua outra escola?!

Ela disse: Não quero mais ir lá mamãe, aqui é muito maior , tem muito mais coisas!

Nesse momento meu coração se encheu de alegria e de certeza que estava fazendo a escolha certa.

Mais certeza então eu teria assim que ela começasse de fato.

E então no primeiro dia de aula, aquela ansiedade que não cabe no peito, todas as mães tensas na porta da classe…. Ela simplesmente entrou, pendurou a mochila onde estava escrito seu nome, e mesmo sem conhecer ninguém sentou em uma mesa, pegou uns bloquinhos e nem olhou para a porta.

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Eu quase chorei, ou melhor, chorei. Não que ela tenha  esse grau de independência e desprendimento, muito pelo contrário. Ela só foi numa boa pois estava confortável ali.

E desse dia em diante, há quase 1 mês, ela conta as horas para ir para escola. Está simplesmente amando e feliz.

E eu percebi que não poderia privá-la de todo esse espaço físico e oportunidades, além é claro, do ensino tradicional e super competente. Tudo por insegurança minha, ou até praticidade de querer protegê-la em uma escola menor.

E o inglês?

Com a diferença de custo entre uma escola e outra, talvez eu até consiga patrocinar um curso para ela lá fora mais para frente. E enquanto isso vai frequentar aulas particulares ou escolinhas chatas de inglês mas que no final, todo mundo aprende e acaba dando um jeito de se virar!

 

 

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26 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

De volta no tema “ O que me deixa louca na maternidade” , hoje falo de mais algumas coisinhas que acontecem na minha rotina com as meninas e que me enlouquecem na maioria das vezes.

Como as manias e birras oscilam com uma certa velocidade ( ainda bem!), esse assunto sempre voltará por aqui!

Quem está no miolo do furacão do tão falado “terriblo twos” é a Manuela. Tudo é difícil, e ainda complica com ela que é uma fera, e quando cisma com alguma coisa, sai de perto.

A Bruna por outro lado melhorou muito em comportamento. E as birras e malcriação também estão aos poucos diminuindo… Sim, há luz no final do túnel! Não desanimem!

Vamos então aos principais motivos da minha irritação atualmente!

Hora de vestir da ManuelaSe eu achava que tinha problemas com a Bruna, estou em um pesadelo com a Manu. A pequena tem 3 anos e simplesmente não veste nada que não queira. Obviamente já entrou na fase que menina só veste saia e vestido, então shorts e calça nem vale a pena comprar a briga. A Bruna foi igualzinho. Só que com ela tinha negociação. A Manu simplesmente cisma que quer colocar um vestido de lã em pleno verão e não há quem convença ela que vai passar mal de calor.  Ela além de só querer usar saia e vestido,  tem que necessariamente escolher qual vai vestir. Então todo dia é uma guerra, uma gritaria ( sim, ela grita) e ainda endurece o corpo todo se você tenta vestir algo que ela não queira. Dentro desse tópico vale um destaque especial ao sapatos, que ela só usa um douradinho de couro. Nem tente colocar outro que é perder tempo e paciência. Enquanto esse sapato não furar, não vai ter jeito!

Lata de lixo em porta de elevador -Eu não sei se são só as minhas filhas ou de vocês também , mas elas colocam a mão em TODAS latas de lixo que ficam na porta de elevador. Se tiver aquela areia ou pedrinha branca então, aí nem pensa em pedir para não colocar as mãos que só falta  trazerem o balde e a pá para brincar. Fico louca com isso e não consigo fazer elas entenderem que é sujo e nojento.

Não comer pizza – Isso já virou perseguição para mim. A Bruna nunca comeu pizza, não tinha quem conseguisse a convencer de provar. Enquanto isso a Manu desde bebezinha amava. Com 1 ano e meio comia 2 pedaços sozinha! Até que virou tudo ao avesso. Do nada a Bruna experimentou uma pizza e amou (já faz 1 ano), e hoje come quase todos os sabores principais, e a Manu cismou que não gostava mais de pizza! Não come de jeito nenhum. O que me impede de sair com elas para uma pizzaria pois sempre uma das duas não comia. Quer ser mais anti-social do que não comer pizza?!

Chupeta – Esse é um tema que merece um post especial só para ele. Sofri muito na retirada da chupeta da Bruna, e conforme se aproxima para a Manu, parece que cada vez mais ela esta viciada e quer chupar 24hs por dia. É só chegar em casa para ir correndo pegar. Se eu não deixo, não para de chorar. E como eu trabalho em casa, acabo cedendo para ter um pouco de paz. Sei que não é a melhor opção mas também sei que estão com os dias contados, já que meu limite é 4 anos assim como foi para a Bruna.

Imprimir desenho – Vocês já cansaram de ver no meu instagram as meninas desenhando ou pintando. De fato é uma das coisas que as duas mais amam fazer. E eu super estimulo. O problema é que elas passam o dia todo pedindo para eu imprimir algum desenho,  e vira uma eternidade. As duas passam horas olhando a tela até escolher qual elas querem . E é claro que isso sempre acontece quando estou super atrapalhada com coisas de trabalho e precisando usar o computador para outras coisas.

Entrar no carro – Outra parte do dia que tem sido um perrengue. Primeiro porque elas saem correndo para ver quem chega primeiro no carro e quase sempre uma delas tropeça, cai e é aquele berreiro. Depois qual porta eu vou abrir primeiro. Se eu abro a da Bruna, a Manuela chora, e vice versa. E por fim, em qual delas eu vou colocar o cinto primeiro. Agora cá entre nós, mãe de 2 ou mais filhos, tem coisa mais chata que o processo de por e tirar do carro?! Abre uma porta, abre outra, coloca cinto em uma, depois na outra, da a volta no carro, fecha as portas….

Não deixar eu falar com outra pessoa – Isso além de eu morrer de vergonha, me tira do sério. Sabe quando você sai com as crianças e encontra algum conhecido? Para mim basta cumprimentar que elas começam ” Mãe , vamos embora”, “Mae quero comer”, “Mãe to cansada”, Mãe, Mãe Mãe….!!!! Não consigo trocar 2 palavras com a pessoa que elas atormentam tanto, que realmente o melhor a fazer é deixar para conversar uma outra hora.

Escondem meus elásticos – Comprar aquelas cartelinhas com elástico de cabelo já entrou praticamente na minha lista de custo fixo . Nunca que preciso de um elástico, consigo achar. As meninas pegam todos, escondem, usam de pulseira, colocam nas bonecas…. AAAAAAAAH !!

Hora de Rezar – Desde pequena eu rezo com elas antes de dormir. Eu rezo ,e elas rezam junto. Só que agora elas cismaram que cada uma quer rezar sozinha, em voz alta, e comigo do lado. Então vocês podem imaginar que eu quase durmo até cada uma terminar o seu turno. E que ninguém fale ou interrompa quem estiver rezando, pois se isso acontecer, elas param, olham para mim, e dizem; Mamãe, vou ter que começar de novo!  E chega a noite, a gente cansada, louca para que as crianças durmam, muitas vezes respiro fundo e falo: Ok, então começa de novo!

 

E vocês, se identificam com algum desses tópicos???

 

Quem quiser rever os outros posts desse tema, clique AQUI !

 

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20 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Estive no final do ano no Restaurante ” Chácara Turma da Mônica” , onde funcionava o antigo Chácara Santa Cecilia.

Já conhecia o local antes de virar temático. Fui almoçar lá algumas vezes e sempre curti muito o espaço. Um local bem grande, espaçoso e super arborizado. Passa a sensação que estamos fora de São Paulo. Sem dúvida um dos pontos altos de lá.

Não fizemos reserva mas chegamos cedo para o almoço. Mesmo sendo férias até que foi tranquilo pois ainda tinham mesas disponíveis.

Sentamos perto do laguinho com tartarugas o que ajudou a entreter as crianças desde o início.

O restaurante funciona como Buffet e assim que você entra já recebe um cartão de consumo pois bebida e doces extras ( sorvete e algodão doce) são a parte.

Tem bastante opção de comida quente e fria e aperitivos. E ainda uma parte que faz massas e grelhados na hora, comida que basicamente resolve para a criançada. Mas para aquelas que tem o paladar infantil e não muito variado, tem opção de nuggets, salsicha e batata smile para facilitar a vida dos pais.  O que recebeu inúmeras criticas na inauguração do local e algo que me irrita um pouco , já que a proposta de lá não é um lugar de comida orgânica ou saudável e sim um restaurante como qualquer outro com o plus da ambientação.

Aquele “mi mi mi”  que já estamos acostumadas… #HajaPaciência

Porém, para essas crianças que só comem salada e comida integral, tem muita opção também. O Buffet é bem completo e tem muita variedade.

Eu não achei a comida nada de mais. Não estava ruim de maneira alguma,  mas também não comi nada delicioso.

O bacana de lá é o seguinte;  assim que sentei as meninas já desapareceram. Mas se quiser tem desenho e lápis na mesa:

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Como eu conhecia o local e sabia que não tinha muito por onde elas “fugirem”, deixei a vontade junto com os filhos das minhas amigas e sentamos para tomar algo e comer um aperitivo. A vantagem desse restaurante é que crianças acima de 4 anos, que já tem uma melhor noção. conseguem circular pelo espaço dando um tempo para os pais respirarem. Eu nem me preocupei com elas e pedi para a Bruna cuidar da Manu. Ensinei para ela o caminho de volta para a mesa e falei que qualquer coisa ela voltasse para la.

Em todos os cantos tem uma decoração da Turma da Mônica e uma ambientação adaptada para cada Personagem.

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As fotos abaixo são do site do Restaurante e mostram melhor a ambientação:


Os ambientes que as meninas mais gostaram foram o da Magali, onde fizeram uma aula de como fazer “Purê de Batata” e uma sala com um brinquedão , pula pula e piscina de bolinhas. Mais voltado para os pequeninos mesmo.

Em alguns dos ambientes tem monitores, mas eles não tem como ficar responsáveis pelas crianças, apenas olhar se está tudo bem.

É um programa bacana para fazer com mais casais com filhos. Melhor ainda se forem acima de uns 4 anos pois já se viram bem.

Para os pequeninos também vale muito a pena.

Minha dica é checar no site do Restaurante os valores do Buffet para adultos e crianças e até para quem leva babá. Pois os preços variam bastante conforme o dia da semana e feriado. Final de semana é quase o dobro de segunda a sexta ( pena que não me falaram isso antes!), além disso bebidas e itens como Picolé e Algodão Doce são considerados extra.  Não é um programa nada barato, então como disse, é legal ir em turma e passar um tempo lá. Também vale a pena checar a programação do mês já que em horários específicos é possível encontrar os personagens, fazer aula de culinária, brincadeiras e até plantar algo na horta!

Na saída ainda tem uma lojinha com itens da Turma da Mônica para a alegria das crianças e tristeza dos pais…. pois o preço também é bem salgadinho!

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Lugares assim faltam em São Paulo. Por isso acredito que se o Espaço souber manter a estrutura e não aumentar muito os preços, sempre será uma opção para os pais e as crianças!

Vou voltar com certeza mas agora durante a semana que sai mais barato!

#ficaadica

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18 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Não era exatamente o post que eu gostaria de começar a semana escrevendo. Mas como aqui a vida é real, sem muitos rodeios, dessa vez não vou contar mais uma das minhas viagens delícia que fiz com as meninas, e sim uma semana com alguns perrengues e frustações.

Faz parte não?

Nem sempre as coisas saem do jeito que imaginamos, não temos como prever se estará tempo bom ou ruim, não temos como prever se alguém ficará doente, ou se algum imprevisto aparece pela frente.

Não é nada grave ou sério, só meio frustrante mesmo.

O que acontece é que 2015 foi um ano diferente para mim, e acabei não me programando para fazer algo no réveillon e nas férias, e quando decidi ver algo, já estava muito em cima. Seja para combinar algo com alguma amiga, seja para comprar passagem ou ver um hotel. Nessa época é tudo muito caro. E agora  separada tenho que pagar por 4 … eu, Bruna, Manu e minha mãe, já que acabo sempre levando ela para me dar uma mão.

Confesso que a semaninha entre natal e réveillon não foi a melhor experiência do mundo passar em SP. Ainda mais porque choveu muito, não consegui ir a um parque , piscina, fazendinha ou qualquer um desses programas que criança gosta. Mas aproveitei para ficar bastante com elas, dar atenção e brincar,   já que nessa semana quase não tive trabalho.

Consegui de ultima hora uma tarifa boa e decidi que passaria uns dias com elas no  Hotel CasaGrande no Guarujá, que terá um post especial sobre  toda sua estrutura logo mais. Essa foi minha escolha para um local que teria que ser praia necessariamente ( pois elas amam) , não precisasse ir de avião, que fosse perto para ir de carro, mas que tivesse estrutura de um Resort para eu também poder descansar e curtir um pouco. São poucos os Hotéis de praia assim, pois a maioria é pousada mesmo,  e costuma só ter café da manhã. Com criança pequena tem que ter o mínimo de estrutura.

Fomos na terça pela manhã em meio a uma chuva torrencial e desanimadora. Porém, como sempre, para elas tudo é uma festa. Basta chegar em algum hotel que elas ficam tão empolgadas e felizes que realmente com chuva ou sol, não faz muita diferença. Mais por mim mesmo que estava louca para pegar um solzinho.

Quarta, contrariando a previsão,  foi o único dia que não choveu e aproveitamos muito a praia e depois a piscina. Pelo menos teve esse dia.

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A noite fomos dormir e pela madrugada a Bru acordou vomitando. É muito raro ela vomitar.

Vomitou umas 3x ao longo da noite e estava bem tristinha pela manhã. Não quis comer nada. E nesse dia minha mãe também acordou péssima, passando mal.

Para completar o quadro, não parou de chover 1 minuto.

Fiquei com as meninas na salinha kids, brincando um pouco e tentando achar coisas para fazer. Minha mãe passou o dia no quarto com muito mal estar.

Na hora do almoço a Bru estava melhor e comeu um pouquinho. Manu não queria comer nada, nem tomar suco.

Fomos para o quarto e então a Manu começou a vomitar também.

Bacana não?

Minha mãe disse para que ficar com a Bruna que ela cuidava da Manu.

Fui passear um pouco com a Bru e por sorte, tinha um lugar de brinquedos ao lado do hotel, só atravessar a rua. E foi o que salvou nessa tarde chuvosa já que não tinha mais nada para fazer.

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Na sexta as meninas estavam melhor , mas além de não parar de chover, ainda teve o caso da nuvem tóxica do fogo que pegou em alguns containers em um pátio de armazenamento no Guarujá. Nuvem  que causou algumas intoxicações e gerou o boato da possibilidade de ter contaminado as praias da região. A recomendação seria não entrar no mar nos próximos dias até ter certeza que tudo estaria ok.

Ou seja, fazer o que no Guarujá com nuvem toxica, virose e chuva??

Fomos mais uma vez ao tal espaço de brinquedos ao lado do hotel onde as meninas brincaram até cansar… e esse dia, apesar de todos os perrengues, tivemos uma grande evolução… As meninas que não ficavam com monitores e recreação em hotel de jeito nenhum, quiseram participar da brincadeira da noite.

Deixei elas com os “tios” e fui jantar na santa paz com a minha mãe. Elas vieram só mais tarde e eu já senti que a viagem valeu por esse momento.

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Adoraram , não pediram por mim, e ainda queriam ficar mais!

Voltamos para o quarto triste por ir embora no dia seguinte, mas feliz por elas terem se divertido.

Só que aí eu comecei a passar mal de madrugada… Uma dor no corpo, um mal estar, enjoo. E eu sou daquelas que raramente fica doente.  Já estava achando que poderia até ser dengue… mas como eu não tinha febre, deve ter sido a virose também.

Tive uma noite do cão, não dormi nada, pois era só deitar, para me dar um enjoo horrível.

Só queria na verdade voltar para casa.

No sábado pela manhã eu estava um caco, não estava nada bem, e claro, como lei de Murphy sempre acontece; não tinha uma nuvem no céu!

Minha mãe desceu com elas para tomar café e depois ficar um pouco na piscina, já que a recomendação era evitar a praia.

Ao meio dia tínhamos que deixar o quarto. E eu passando mal , ainda tinha um caminho para dirigir ( minha mãe não dirige em estrada) e o sol bombando lá fora!

Confesso que passei sábado a tarde um pouco estressada e frustrada com esses dias.

Eu de fato mal aproveitei, mas elas adoraram.

E no final, é sempre só isso que importa não?

E vamos começar a semana( e agora sem sumiços )e com muitos posts para vocês!

Certeza que esse ano logo mais vou começar a programar minhas férias e réveillon!

Beijos

*K*

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11 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

Desde que me tornei mãe me adaptei e me acostumei com quase tudo na nova rotina com criança em casa.

Mas se tem algo que até hoje é difícil para mim e me tira do sério é;  acordar e dormir cedo!

Dormir cedo eu até tenho a opção de conseguir ou não. Só que eu não consigo.

E acordar cedo eu não tenho opção. Tenho que acordar assim como todo ser humano que trabalha, que leva os filhos em duas escolas diferentes e que tem uma vida ativa. Só que muito cedo é o que pega para mim.

Desde pequena tenho o péssimo hábito de dormir tarde, pois meus pais sempre dormiram muito tarde então para eles era ok. Depois que sai de casa para casar e em todo período antes de ser mãe continuei dormindo tarde… Meu horário de acordar era por volta das 7.30. Talvez tive sorte de ter empregos que eu entrava as 9 e não as 8.

E deixando claro que mesmo assim, sempre acordei com despertador e me arrastando.

Após o nascimento da Bruna tive um período de adaptação não apenas a acordar cedo, mas sim a dormir pingado, que é uma das dificuldades maiores de toda mulher com um recém nascido em casa. Mas isso foi por pouco tempo, digo bem pouco mesmo, pois tive a sorte da Bruna começar a dormir a noite toda com 4-5 meses e sempre com o horário de despertar depois das 8 da manhã. Ou seja, se eu fosse dormir a meia noite, ainda dormia 8 horas tranquilamente. Por isso nem precisei reeducar meu sono para dormir e acordar mais cedo.

Isso durou 1 ano e 10 meses, até a Manu nascer.

E essa apesar de também dormir a noite toda,  nunca gostou de acordar tarde… a real é que até os 3 anos nunca passou das 7 da manhã. E 7 da manhã é lucro! A média é entre 6 e 7.

Foi nessa época que comecei a dormir bem menos que meu corpo pedia e meus dias se tornaram muito mais cansativos. O processo de exaustão culminou nos últimos meses devido a muito trabalho que me fez ir por madrugadas a dentro sem hora para acabar. Nessa fase que até pedi ” um tempo” do blog pois eu simplesmente não tinha mais como escrever.

Me sentia tão cansada e com um sono tão forte, que dava qualquer coisa por uma cama e alguns minutos de sono. E em um episódio que me assustou bastante, quase dormi dirigindo em plena marginal.

Ser mãe,

Trabalhar,

Ter blog,

Cuidar da casa e de tudo que isso envolve,

Passar algumas madrugadas ( algumas muitas!) com filho acordado por “n” motivos,

Fazer ginástica….

Definitivamente não tem como funcionar se não tiver o mínimo de qualidade no sono.

Decidi então que iria fazer algo por mim,  já que exaustão chega uma hora que nos impede de fazer qualquer coisa bem feita. E estava na cara que essa dinâmica não estava funcionando na minha rotina.

Como a Bruna vai mudar de escola no próximo mês (isso terá um post especial logo mais) e a escolinha da Manu tem opção de trocar o turno,  optei por um novo esquema onde elas vão estudar a tarde. Assim quando elas acordarem logo cedo vão para a sala assistir um pouco de desenho e eu fico mais um pouco na cama sem pressa. Se eu ganhar mais 15 minutinhos de sono que seja, já está super valendo. E só o fato de poder tomar café com calma, não ter que me trocar e sair correndo , já muda muito meu humor.

E desde que decidi essa mudança já comecei aos poucos coloca-lás um pouco mais tarde para dormir. Um processo onde tudo tem que ser feito repetidamente e com muita calma para que se adaptem sem perceber.

E hoje já estou no lucro! Após 1 mês que iniciei essa mudança, ao invés de acordarem entre 6.30-7, já passaram para 7.30-8!

Minha manhãs logo mais serão bem curtas e improdutivas, já além de acordar um pouco mais tarde, terei pouco tempo para levá-las em algum curso extra, dar almoço e ir para a escola. Pelo menos a tarde consigo trabalhar sem interrupção… E caso precise trabalhar de madrugada, consigo dormir um pouco mais no dia seguinte.

Não sei se vai funcionar,  mas pelo menos esse ano preciso me recuperar um pouco de todo o cansaço físico e emocional de 2015. As vezes temos que fazer um pouco por nós também!

Depois conto para vocês como estamos e termino o post com mais algumas frases engraçadas e que sou eu atualmente!

Alguém mais se identifica?

Beijos e Boa Semana!

*K*

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6 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

 

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Já que nós mães também merecemos fazer umas comprinhas, o meu “achado” de hoje é o outlet da marca Triya. Onde os descontos vão de 50 a 70% em peças de coleções passadas.

Fui com uma amiga a procura de um biquini pois sabia que os preços eram ótimos.

É tudo meio misturado, você tem que experimentar no meio da sala mesmo,  e fica para nós a tarefa de achar e coordenar a parte de cima com a de baixo. Mas vale a pena considerando que o preço final do conjunto fica na faixa de R$ 80. Para quem não conhece a Triya , o valor médio dos biquínis de coleção atual é R$ 350.

Não fotografei os biquínis pois era muita opção. Tem bastante numeração mesmo sendo pós natal e réveillon e a vendedora disse que em fevereiro eles devem repor muita coisa.

O que eu mais gostei e acabei levando são algumas peças de roupa. Eu amo as roupas da Triya! Provei algumas para mostrar para vocês:

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E para quem quer saídas de praia, tem umas peças bem legais.

Também é possível encontrar alguns acessórios como boné, chapéu, sacolas, espadrilles…

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E sem esquecer ( é claro!) das nossas pequenas, a Triya tem a linha Bambini com maiôs e biquínis. O biquíni infantil sai R$ 60.

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Sugiro telefonar antes caso você queira alguma peça especifica para ver se tem opções e numeração.

Para quem não for de São Paulo, dentro do site da Triya tem uma sessão Outlet com muitas dessas peças!

#ficaadica

 

Gostaram dessa nova tag com um pouco de “achados” para nós???

 

Triya – OUTLET

Rua Lopes Amaral,168, Vila Nova Conceição
TEL 55 11 3073-1467

 

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4 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

E finalmente estou de volta!

Depois de uma mini férias dos posts, estou aqui cheia de assunto para falar.

Foram quase 2 meses sem escrever, algo que nunca havia acontecido e confesso que por algumas vezes me questionei se voltaria ou se encerraria de vez o blog mantendo apenas as redes sociais. Escrever tem que ter concentração, tem que ter inspiração. E eu simplesmente não estava mais afim. Desanimei com algo que sempre fiz com o maior carinho e sinceridade.

E desanimei pois vi o quanto perdi a liberdade de escrever.

Para ser mais especifica, vou contar um pouco sobre como esse mundo dos blogs mudou.

De pouco tempo para cá surgiram muitos e muitos blogs, a maioria interessada em conseguir algum dinheiro por esse meio. Já não se sabe mais quem escreve por amor ou por dinheiro. Já não se tem mais credibilidade nos produtos falados pois sempre há uma desconfiança que a blogueira foi paga para isso. E se ela sinalizar que foi um post pago, prepare-se para receber as pedradas. Se não sinalizar, é porque não trabalha honestamente.

E a real é que nunca pensei assim. Sempre falei sobre o que eu queria, sendo paga ou não para isso. Quanta propaganda e recomendação gratuita fiz de algum produto que eu usasse nas meninas e que realmente gostasse?! Aí vem a opinião dos profissionais no assunto que dizem; “ Você tem noção da publicidade  gratuita que fez para essa fralda sem ganhar um tostão?” “ Temos que valorizar o mundo dos blogs e se caso alguma marca queira publicidade, que pague para isso”

Então realmente fica dificil escrever dessa maneira. Só quem está no meio há algum tempo sabe que não é tão simples você ganhar dinheiro com isso, e o que faz as marcas virem até você é a credibilidade que tem com os seus leitores.

Porém decidi que vou manter a linha que sempre segui; de falar o que eu quero, bem ou mal, e apenas aceitar como parceiros marcas que eu aprove e que possa recomendar. Do mesmo modo que sempre sinalizarei quando for paga para isso.

Somado a essa polêmica dos posts duvidosos, veio a disputa interminável por números altos de seguidores. Seja no instagram ou no facebook, onde até comprar curtidas e pessoas é possivel hoje com vários aplicativos gratuitos.

Fui questionada diversas vezes sobre : ” Como você está a tanto tempo nesse mercado e tem pouco mais de 10 mil seguidores”? !

Oi?! 10 mil pessoas, é muita coisa! Eu não estou nem aí para isso. E sou daquelas que tem vergonha alheia de quem inventa sorteios pelo instagram e pede para marcar 3 amigas e seguir outros instas.

Disputas que só ocorriam entre o mundo das blogueiras de moda, passou a acontecer por todos os lados. E além dos números, virou uma atração a parte ver qual mãe  teve o parto mais corajoso ( coitadas das que fizeram cesárea), qual mãe amamenta em público e mostra a foto no insta, qual mãe não dá chupeta para os filhos e apenas bisnaguinha integral, além das polêmicas sobre produtos como shampoo Johnson´s que estão há decadas no mercado mas que podem ter um componente cancerígeno….

Ai que preguiça eu tenho disso…

Quero que me siga acima de tudo quem goste, quem participe ,  e quem respeite que atrás de cada pessoa tem uma história diferente.

E o melhor desse número “baixo” de seguidores é que raramente recebo alguma crítica que magoe, algum comentário desnecessário ou alguma agressividade gratuita.

Agora estou bem resolvida. Mas passei uns dias de questionamento se eu deveria entrar nessa disputa e corrida pelos números ou continuar com a minha linha de trabalho.

Mas passou….  mesmo com todas as mudanças desse mercado, pretendo manter a minha conduta em relação ao blog e não mudar em absolutamente nada sobre o que eu penso e falo.

A única coisa que senti realmente vontade de mudar, é o mix de assuntos.

2015 foi um ano dificil para mim, mas com muito aprendizado, muitas mudanças, e uma vontade louca de contar para vocês não apenas a minha experiencia com mãe, mas também como uma mulher que teve que se virar nos 30 para se adaptar a nova vida depois da separação. Com novas amizades, com nova rotina, com o desejo de se cuidar e estar bem, como sócia de uma marca que cresceu bastante… enfim.

A partir de hoje nada muda, apenas cresce! Vou falar sobre muitas coisas alem da maternidade , tudo que me der vontade e que eu considere que possa ser interessante. Das músicas que eu escuto até as marcas que consumo, de um congelado novo que descobri no supermercado, de uma liquidação imperdível e é claro, de todo o mundo materno que vocês sempre acompanharam.

Atualizar o layout também está nos meus planos para esse começo de ano, vamos ver quando vou conseguir criar algo bacana!

Obrigada de coração por me acompanharem há tantos anos e por todos os emails e mensagens carinhosas que recebo sempre!

Bem vindas de volta ao blog e vamos começar 2016 !

Feliz ano novo!

Beijos

*K*

 

 

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