16 fevereiro, 2016
Por Katia Ouang

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Vocês tem acompanhado pelas minhas redes sociais que a Bruna mudou de escola esse ano. Estava louca para falar sobre isso. Mas preferi esperar passar alguns dias de aula para eu entender melhor se havia feito a escolha certa. Para mim a escolha da escola , depois da educação dos pais em casa, é o principal fator que molda a criança para a vida.

Já é a 3a escola dela. E a cada escola um novo processo de adaptação, novas crianças, novas mães, um novo estilo de vida. E a principio se ela estiver feliz, adaptada e enturmada, só sairá dessa escola para a Faculdade.

O que aconteceu foi que em 2014 eu e o pai dela visitamos uma escola bilíngue , do lado da minha casa, e ficamos encantados. Talvez porque eu vim de um colégio enorme, me identifiquei em uma escola menor, mais focada em cada aluno e onde até o porteiro sabe o nome de cada pai e mãe que chegam por lá. Tudo novinho, moderno, organizado. E somado a tudo isso, a facilidade de aprender inglês desde pequena e não passar anos em aulas particulares ou cursos como eu fiz.

Acho que a tentação da escola bilíngue é algo que todos os pais da nossa geração passam. Quem não quer seu filho de 5 anos falando inglês com a mesma facilidade do português?

De alguns anos para cá aconteceu o boom das escolas bilíngues. Aquelas em que inicialmente só se fala inglês e depois as crianças são alfabetizadas em português e dividem as matérias nas 2 línguas. Quase todas essas escolas em período semi integral a partir dos 5 anos, o que se torna um atrativo bem forte para os pais que trabalham.

E tentada com tudo isso, me rendi a escola bilíngue em 2014 acreditando que poderia preparar minha filha para o mundo de uma maneira diferente da que fui educada mas que talvez se encaixe melhor nos dias de hoje.

No inicio de 2015 , como vocês sabem, me separei. E aí então estava absolutamente certa que manteria a Bruna na mesma escola e traria a Manu no ano seguinte. Primeiro por ser do lado de casa, fator essencial para quem mora em São Paulo, e depois por algo que eu acreditei que seria um porto seguro para mim… Em uma escola pequena existe menos bulling, as crianças são melhor acompanhadas, eu era tratada como uma amiga pela coordenadora e a orientadora, conhecia todas as mães…. A real é que me sentia protegida por ali. Sentia que a minha filha estava protegida também.

Em 2016 a Bruna passaria de meio período, para semi integral, que vai até as 15.30hs. E com isso a mensalidade praticamente dobrou. Um valor que não faz sentido, considerando que no próximo ano a Manu teria que entrar também. Um valor que pagaria 2 escolas tradicionais.

Então decidi junto com o pai delas que procuraríamos outras escolas. E eu fiquei encarregada disso já que eu sou mil vezes mais preocupada e encanada com escola do que ele.

Eu estudei minha vida inteira em um colégio super tradicional, enorme,  um dos mais fortes de São Paulo, onde só há vagas para filhos de ex alunos e mesmo assim, disputadíssimas. Mas fica do outro lado da cidade,  e eu decidi que não vou passar meu dia no trânsito. As pessoas me criticavam pois não se conformavam que eu não colocaria as meninas lá.

Perto de casa tem alguns colégios excelentes. Mas sinceramente, eu fui em todos visitar já com um bode enorme. Pois não queria tirar a Bruna do bilíngue.

Depois de optar por um deles eu estava super insegura. Sabia que me filha seria mais um número lá dentro. Além disso até o dia da matricula oficialmente todos os pais e crianças passariam por um processo de algumas etapas que incluíam apresentações e vivências. Ai que preguiça disso tudo….

Na primeira etapa eu já me perdi no colégio, não sabia nem onde estacionar o carro. Andei por 15 minutos até achar o prédio certo. Fiquei em um mau humor imensurável e só pensava na facilidade da antiga escola da Bruna.

Para minha surpresa  precisei de apenas 5 minutos para me encantar com a primeira apresentação , onde voltei ao tempo e pude pela primeira vez entender com clareza o motivo que meus pais optaram por um colégio tradicional para mim.

Tradição é tradição. Não se discute.

E ao longo das reuniões seguintes fui me apaixonando e entendendo algumas coisas que não estavam tão claras na minha cabeça. Eu e minha filha seriamos um número naquele mundo? Engano meu, desde a segunda vez que pisei na escola as orientadoras já sabiam até o nome da minha filha sem sequer terem conhecido.

Até aí tudo bem.

A questão seria, será que a Bruna vai gostar? Será que ela está preparada para sair de um ovo e ir para um mundo? Detalhe, ela ainda nem sabia que mudaria de escola.

E chegou o dia da tão esperada vivência das crianças.

Não contamos a Bruna que ela mudaria de escola até então. Apenas dissemos que iriamos conhecer uma nova escola e se ela queria ir conosco.  A reação foi que sim na hora. E então fomos eu, o pai , e ela para conhecer a “tal” escola.

As crianças foram recebidas em uma sala de aula com todo o carinho do mundo. Porém os pais não poderiam entrar. A Bruna relutou um pouco , mas depois que deram um estojo de canetinhas e um desenho para pintar ela foi numa boa.

Acompanhamos de longe o tour das crianças pela escola. Um espaço infinitamente maior do que a escola que ela estava. Com floresta, fazendinha, espaços temáticos, quadras profissionais…. aquele tamanho de escola que só as antigas conseguem ter.

E então ela veio, toda feliz e em uma empolgação que eu nunca havia visto e me disse; Mamãe, eu quero vir aqui todos os dias, é muito legal!

E eu disse; Mas Bru, e a sua outra escola?!

Ela disse: Não quero mais ir lá mamãe, aqui é muito maior , tem muito mais coisas!

Nesse momento meu coração se encheu de alegria e de certeza que estava fazendo a escolha certa.

Mais certeza então eu teria assim que ela começasse de fato.

E então no primeiro dia de aula, aquela ansiedade que não cabe no peito, todas as mães tensas na porta da classe…. Ela simplesmente entrou, pendurou a mochila onde estava escrito seu nome, e mesmo sem conhecer ninguém sentou em uma mesa, pegou uns bloquinhos e nem olhou para a porta.

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Eu quase chorei, ou melhor, chorei. Não que ela tenha  esse grau de independência e desprendimento, muito pelo contrário. Ela só foi numa boa pois estava confortável ali.

E desse dia em diante, há quase 1 mês, ela conta as horas para ir para escola. Está simplesmente amando e feliz.

E eu percebi que não poderia privá-la de todo esse espaço físico e oportunidades, além é claro, do ensino tradicional e super competente. Tudo por insegurança minha, ou até praticidade de querer protegê-la em uma escola menor.

E o inglês?

Com a diferença de custo entre uma escola e outra, talvez eu até consiga patrocinar um curso para ela lá fora mais para frente. E enquanto isso vai frequentar aulas particulares ou escolinhas chatas de inglês mas que no final, todo mundo aprende e acaba dando um jeito de se virar!

 

 

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26 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

De volta no tema “ O que me deixa louca na maternidade” , hoje falo de mais algumas coisinhas que acontecem na minha rotina com as meninas e que me enlouquecem na maioria das vezes.

Como as manias e birras oscilam com uma certa velocidade ( ainda bem!), esse assunto sempre voltará por aqui!

Quem está no miolo do furacão do tão falado “terriblo twos” é a Manuela. Tudo é difícil, e ainda complica com ela que é uma fera, e quando cisma com alguma coisa, sai de perto.

A Bruna por outro lado melhorou muito em comportamento. E as birras e malcriação também estão aos poucos diminuindo… Sim, há luz no final do túnel! Não desanimem!

Vamos então aos principais motivos da minha irritação atualmente!

Hora de vestir da ManuelaSe eu achava que tinha problemas com a Bruna, estou em um pesadelo com a Manu. A pequena tem 3 anos e simplesmente não veste nada que não queira. Obviamente já entrou na fase que menina só veste saia e vestido, então shorts e calça nem vale a pena comprar a briga. A Bruna foi igualzinho. Só que com ela tinha negociação. A Manu simplesmente cisma que quer colocar um vestido de lã em pleno verão e não há quem convença ela que vai passar mal de calor.  Ela além de só querer usar saia e vestido,  tem que necessariamente escolher qual vai vestir. Então todo dia é uma guerra, uma gritaria ( sim, ela grita) e ainda endurece o corpo todo se você tenta vestir algo que ela não queira. Dentro desse tópico vale um destaque especial ao sapatos, que ela só usa um douradinho de couro. Nem tente colocar outro que é perder tempo e paciência. Enquanto esse sapato não furar, não vai ter jeito!

Lata de lixo em porta de elevador -Eu não sei se são só as minhas filhas ou de vocês também , mas elas colocam a mão em TODAS latas de lixo que ficam na porta de elevador. Se tiver aquela areia ou pedrinha branca então, aí nem pensa em pedir para não colocar as mãos que só falta  trazerem o balde e a pá para brincar. Fico louca com isso e não consigo fazer elas entenderem que é sujo e nojento.

Não comer pizza – Isso já virou perseguição para mim. A Bruna nunca comeu pizza, não tinha quem conseguisse a convencer de provar. Enquanto isso a Manu desde bebezinha amava. Com 1 ano e meio comia 2 pedaços sozinha! Até que virou tudo ao avesso. Do nada a Bruna experimentou uma pizza e amou (já faz 1 ano), e hoje come quase todos os sabores principais, e a Manu cismou que não gostava mais de pizza! Não come de jeito nenhum. O que me impede de sair com elas para uma pizzaria pois sempre uma das duas não comia. Quer ser mais anti-social do que não comer pizza?!

Chupeta – Esse é um tema que merece um post especial só para ele. Sofri muito na retirada da chupeta da Bruna, e conforme se aproxima para a Manu, parece que cada vez mais ela esta viciada e quer chupar 24hs por dia. É só chegar em casa para ir correndo pegar. Se eu não deixo, não para de chorar. E como eu trabalho em casa, acabo cedendo para ter um pouco de paz. Sei que não é a melhor opção mas também sei que estão com os dias contados, já que meu limite é 4 anos assim como foi para a Bruna.

Imprimir desenho – Vocês já cansaram de ver no meu instagram as meninas desenhando ou pintando. De fato é uma das coisas que as duas mais amam fazer. E eu super estimulo. O problema é que elas passam o dia todo pedindo para eu imprimir algum desenho,  e vira uma eternidade. As duas passam horas olhando a tela até escolher qual elas querem . E é claro que isso sempre acontece quando estou super atrapalhada com coisas de trabalho e precisando usar o computador para outras coisas.

Entrar no carro – Outra parte do dia que tem sido um perrengue. Primeiro porque elas saem correndo para ver quem chega primeiro no carro e quase sempre uma delas tropeça, cai e é aquele berreiro. Depois qual porta eu vou abrir primeiro. Se eu abro a da Bruna, a Manuela chora, e vice versa. E por fim, em qual delas eu vou colocar o cinto primeiro. Agora cá entre nós, mãe de 2 ou mais filhos, tem coisa mais chata que o processo de por e tirar do carro?! Abre uma porta, abre outra, coloca cinto em uma, depois na outra, da a volta no carro, fecha as portas….

Não deixar eu falar com outra pessoa – Isso além de eu morrer de vergonha, me tira do sério. Sabe quando você sai com as crianças e encontra algum conhecido? Para mim basta cumprimentar que elas começam ” Mãe , vamos embora”, “Mae quero comer”, “Mãe to cansada”, Mãe, Mãe Mãe….!!!! Não consigo trocar 2 palavras com a pessoa que elas atormentam tanto, que realmente o melhor a fazer é deixar para conversar uma outra hora.

Escondem meus elásticos – Comprar aquelas cartelinhas com elástico de cabelo já entrou praticamente na minha lista de custo fixo . Nunca que preciso de um elástico, consigo achar. As meninas pegam todos, escondem, usam de pulseira, colocam nas bonecas…. AAAAAAAAH !!

Hora de Rezar – Desde pequena eu rezo com elas antes de dormir. Eu rezo ,e elas rezam junto. Só que agora elas cismaram que cada uma quer rezar sozinha, em voz alta, e comigo do lado. Então vocês podem imaginar que eu quase durmo até cada uma terminar o seu turno. E que ninguém fale ou interrompa quem estiver rezando, pois se isso acontecer, elas param, olham para mim, e dizem; Mamãe, vou ter que começar de novo!  E chega a noite, a gente cansada, louca para que as crianças durmam, muitas vezes respiro fundo e falo: Ok, então começa de novo!

 

E vocês, se identificam com algum desses tópicos???

 

Quem quiser rever os outros posts desse tema, clique AQUI !

 

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20 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Estive no final do ano no Restaurante ” Chácara Turma da Mônica” , onde funcionava o antigo Chácara Santa Cecilia.

Já conhecia o local antes de virar temático. Fui almoçar lá algumas vezes e sempre curti muito o espaço. Um local bem grande, espaçoso e super arborizado. Passa a sensação que estamos fora de São Paulo. Sem dúvida um dos pontos altos de lá.

Não fizemos reserva mas chegamos cedo para o almoço. Mesmo sendo férias até que foi tranquilo pois ainda tinham mesas disponíveis.

Sentamos perto do laguinho com tartarugas o que ajudou a entreter as crianças desde o início.

O restaurante funciona como Buffet e assim que você entra já recebe um cartão de consumo pois bebida e doces extras ( sorvete e algodão doce) são a parte.

Tem bastante opção de comida quente e fria e aperitivos. E ainda uma parte que faz massas e grelhados na hora, comida que basicamente resolve para a criançada. Mas para aquelas que tem o paladar infantil e não muito variado, tem opção de nuggets, salsicha e batata smile para facilitar a vida dos pais.  O que recebeu inúmeras criticas na inauguração do local e algo que me irrita um pouco , já que a proposta de lá não é um lugar de comida orgânica ou saudável e sim um restaurante como qualquer outro com o plus da ambientação.

Aquele “mi mi mi”  que já estamos acostumadas… #HajaPaciência

Porém, para essas crianças que só comem salada e comida integral, tem muita opção também. O Buffet é bem completo e tem muita variedade.

Eu não achei a comida nada de mais. Não estava ruim de maneira alguma,  mas também não comi nada delicioso.

O bacana de lá é o seguinte;  assim que sentei as meninas já desapareceram. Mas se quiser tem desenho e lápis na mesa:

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Como eu conhecia o local e sabia que não tinha muito por onde elas “fugirem”, deixei a vontade junto com os filhos das minhas amigas e sentamos para tomar algo e comer um aperitivo. A vantagem desse restaurante é que crianças acima de 4 anos, que já tem uma melhor noção. conseguem circular pelo espaço dando um tempo para os pais respirarem. Eu nem me preocupei com elas e pedi para a Bruna cuidar da Manu. Ensinei para ela o caminho de volta para a mesa e falei que qualquer coisa ela voltasse para la.

Em todos os cantos tem uma decoração da Turma da Mônica e uma ambientação adaptada para cada Personagem.

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As fotos abaixo são do site do Restaurante e mostram melhor a ambientação:


Os ambientes que as meninas mais gostaram foram o da Magali, onde fizeram uma aula de como fazer “Purê de Batata” e uma sala com um brinquedão , pula pula e piscina de bolinhas. Mais voltado para os pequeninos mesmo.

Em alguns dos ambientes tem monitores, mas eles não tem como ficar responsáveis pelas crianças, apenas olhar se está tudo bem.

É um programa bacana para fazer com mais casais com filhos. Melhor ainda se forem acima de uns 4 anos pois já se viram bem.

Para os pequeninos também vale muito a pena.

Minha dica é checar no site do Restaurante os valores do Buffet para adultos e crianças e até para quem leva babá. Pois os preços variam bastante conforme o dia da semana e feriado. Final de semana é quase o dobro de segunda a sexta ( pena que não me falaram isso antes!), além disso bebidas e itens como Picolé e Algodão Doce são considerados extra.  Não é um programa nada barato, então como disse, é legal ir em turma e passar um tempo lá. Também vale a pena checar a programação do mês já que em horários específicos é possível encontrar os personagens, fazer aula de culinária, brincadeiras e até plantar algo na horta!

Na saída ainda tem uma lojinha com itens da Turma da Mônica para a alegria das crianças e tristeza dos pais…. pois o preço também é bem salgadinho!

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Lugares assim faltam em São Paulo. Por isso acredito que se o Espaço souber manter a estrutura e não aumentar muito os preços, sempre será uma opção para os pais e as crianças!

Vou voltar com certeza mas agora durante a semana que sai mais barato!

#ficaadica

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18 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Não era exatamente o post que eu gostaria de começar a semana escrevendo. Mas como aqui a vida é real, sem muitos rodeios, dessa vez não vou contar mais uma das minhas viagens delícia que fiz com as meninas, e sim uma semana com alguns perrengues e frustações.

Faz parte não?

Nem sempre as coisas saem do jeito que imaginamos, não temos como prever se estará tempo bom ou ruim, não temos como prever se alguém ficará doente, ou se algum imprevisto aparece pela frente.

Não é nada grave ou sério, só meio frustrante mesmo.

O que acontece é que 2015 foi um ano diferente para mim, e acabei não me programando para fazer algo no réveillon e nas férias, e quando decidi ver algo, já estava muito em cima. Seja para combinar algo com alguma amiga, seja para comprar passagem ou ver um hotel. Nessa época é tudo muito caro. E agora  separada tenho que pagar por 4 … eu, Bruna, Manu e minha mãe, já que acabo sempre levando ela para me dar uma mão.

Confesso que a semaninha entre natal e réveillon não foi a melhor experiência do mundo passar em SP. Ainda mais porque choveu muito, não consegui ir a um parque , piscina, fazendinha ou qualquer um desses programas que criança gosta. Mas aproveitei para ficar bastante com elas, dar atenção e brincar,   já que nessa semana quase não tive trabalho.

Consegui de ultima hora uma tarifa boa e decidi que passaria uns dias com elas no  Hotel CasaGrande no Guarujá, que terá um post especial sobre  toda sua estrutura logo mais. Essa foi minha escolha para um local que teria que ser praia necessariamente ( pois elas amam) , não precisasse ir de avião, que fosse perto para ir de carro, mas que tivesse estrutura de um Resort para eu também poder descansar e curtir um pouco. São poucos os Hotéis de praia assim, pois a maioria é pousada mesmo,  e costuma só ter café da manhã. Com criança pequena tem que ter o mínimo de estrutura.

Fomos na terça pela manhã em meio a uma chuva torrencial e desanimadora. Porém, como sempre, para elas tudo é uma festa. Basta chegar em algum hotel que elas ficam tão empolgadas e felizes que realmente com chuva ou sol, não faz muita diferença. Mais por mim mesmo que estava louca para pegar um solzinho.

Quarta, contrariando a previsão,  foi o único dia que não choveu e aproveitamos muito a praia e depois a piscina. Pelo menos teve esse dia.

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A noite fomos dormir e pela madrugada a Bru acordou vomitando. É muito raro ela vomitar.

Vomitou umas 3x ao longo da noite e estava bem tristinha pela manhã. Não quis comer nada. E nesse dia minha mãe também acordou péssima, passando mal.

Para completar o quadro, não parou de chover 1 minuto.

Fiquei com as meninas na salinha kids, brincando um pouco e tentando achar coisas para fazer. Minha mãe passou o dia no quarto com muito mal estar.

Na hora do almoço a Bru estava melhor e comeu um pouquinho. Manu não queria comer nada, nem tomar suco.

Fomos para o quarto e então a Manu começou a vomitar também.

Bacana não?

Minha mãe disse para que ficar com a Bruna que ela cuidava da Manu.

Fui passear um pouco com a Bru e por sorte, tinha um lugar de brinquedos ao lado do hotel, só atravessar a rua. E foi o que salvou nessa tarde chuvosa já que não tinha mais nada para fazer.

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Na sexta as meninas estavam melhor , mas além de não parar de chover, ainda teve o caso da nuvem tóxica do fogo que pegou em alguns containers em um pátio de armazenamento no Guarujá. Nuvem  que causou algumas intoxicações e gerou o boato da possibilidade de ter contaminado as praias da região. A recomendação seria não entrar no mar nos próximos dias até ter certeza que tudo estaria ok.

Ou seja, fazer o que no Guarujá com nuvem toxica, virose e chuva??

Fomos mais uma vez ao tal espaço de brinquedos ao lado do hotel onde as meninas brincaram até cansar… e esse dia, apesar de todos os perrengues, tivemos uma grande evolução… As meninas que não ficavam com monitores e recreação em hotel de jeito nenhum, quiseram participar da brincadeira da noite.

Deixei elas com os “tios” e fui jantar na santa paz com a minha mãe. Elas vieram só mais tarde e eu já senti que a viagem valeu por esse momento.

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Adoraram , não pediram por mim, e ainda queriam ficar mais!

Voltamos para o quarto triste por ir embora no dia seguinte, mas feliz por elas terem se divertido.

Só que aí eu comecei a passar mal de madrugada… Uma dor no corpo, um mal estar, enjoo. E eu sou daquelas que raramente fica doente.  Já estava achando que poderia até ser dengue… mas como eu não tinha febre, deve ter sido a virose também.

Tive uma noite do cão, não dormi nada, pois era só deitar, para me dar um enjoo horrível.

Só queria na verdade voltar para casa.

No sábado pela manhã eu estava um caco, não estava nada bem, e claro, como lei de Murphy sempre acontece; não tinha uma nuvem no céu!

Minha mãe desceu com elas para tomar café e depois ficar um pouco na piscina, já que a recomendação era evitar a praia.

Ao meio dia tínhamos que deixar o quarto. E eu passando mal , ainda tinha um caminho para dirigir ( minha mãe não dirige em estrada) e o sol bombando lá fora!

Confesso que passei sábado a tarde um pouco estressada e frustrada com esses dias.

Eu de fato mal aproveitei, mas elas adoraram.

E no final, é sempre só isso que importa não?

E vamos começar a semana( e agora sem sumiços )e com muitos posts para vocês!

Certeza que esse ano logo mais vou começar a programar minhas férias e réveillon!

Beijos

*K*

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11 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

Desde que me tornei mãe me adaptei e me acostumei com quase tudo na nova rotina com criança em casa.

Mas se tem algo que até hoje é difícil para mim e me tira do sério é;  acordar e dormir cedo!

Dormir cedo eu até tenho a opção de conseguir ou não. Só que eu não consigo.

E acordar cedo eu não tenho opção. Tenho que acordar assim como todo ser humano que trabalha, que leva os filhos em duas escolas diferentes e que tem uma vida ativa. Só que muito cedo é o que pega para mim.

Desde pequena tenho o péssimo hábito de dormir tarde, pois meus pais sempre dormiram muito tarde então para eles era ok. Depois que sai de casa para casar e em todo período antes de ser mãe continuei dormindo tarde… Meu horário de acordar era por volta das 7.30. Talvez tive sorte de ter empregos que eu entrava as 9 e não as 8.

E deixando claro que mesmo assim, sempre acordei com despertador e me arrastando.

Após o nascimento da Bruna tive um período de adaptação não apenas a acordar cedo, mas sim a dormir pingado, que é uma das dificuldades maiores de toda mulher com um recém nascido em casa. Mas isso foi por pouco tempo, digo bem pouco mesmo, pois tive a sorte da Bruna começar a dormir a noite toda com 4-5 meses e sempre com o horário de despertar depois das 8 da manhã. Ou seja, se eu fosse dormir a meia noite, ainda dormia 8 horas tranquilamente. Por isso nem precisei reeducar meu sono para dormir e acordar mais cedo.

Isso durou 1 ano e 10 meses, até a Manu nascer.

E essa apesar de também dormir a noite toda,  nunca gostou de acordar tarde… a real é que até os 3 anos nunca passou das 7 da manhã. E 7 da manhã é lucro! A média é entre 6 e 7.

Foi nessa época que comecei a dormir bem menos que meu corpo pedia e meus dias se tornaram muito mais cansativos. O processo de exaustão culminou nos últimos meses devido a muito trabalho que me fez ir por madrugadas a dentro sem hora para acabar. Nessa fase que até pedi ” um tempo” do blog pois eu simplesmente não tinha mais como escrever.

Me sentia tão cansada e com um sono tão forte, que dava qualquer coisa por uma cama e alguns minutos de sono. E em um episódio que me assustou bastante, quase dormi dirigindo em plena marginal.

Ser mãe,

Trabalhar,

Ter blog,

Cuidar da casa e de tudo que isso envolve,

Passar algumas madrugadas ( algumas muitas!) com filho acordado por “n” motivos,

Fazer ginástica….

Definitivamente não tem como funcionar se não tiver o mínimo de qualidade no sono.

Decidi então que iria fazer algo por mim,  já que exaustão chega uma hora que nos impede de fazer qualquer coisa bem feita. E estava na cara que essa dinâmica não estava funcionando na minha rotina.

Como a Bruna vai mudar de escola no próximo mês (isso terá um post especial logo mais) e a escolinha da Manu tem opção de trocar o turno,  optei por um novo esquema onde elas vão estudar a tarde. Assim quando elas acordarem logo cedo vão para a sala assistir um pouco de desenho e eu fico mais um pouco na cama sem pressa. Se eu ganhar mais 15 minutinhos de sono que seja, já está super valendo. E só o fato de poder tomar café com calma, não ter que me trocar e sair correndo , já muda muito meu humor.

E desde que decidi essa mudança já comecei aos poucos coloca-lás um pouco mais tarde para dormir. Um processo onde tudo tem que ser feito repetidamente e com muita calma para que se adaptem sem perceber.

E hoje já estou no lucro! Após 1 mês que iniciei essa mudança, ao invés de acordarem entre 6.30-7, já passaram para 7.30-8!

Minha manhãs logo mais serão bem curtas e improdutivas, já além de acordar um pouco mais tarde, terei pouco tempo para levá-las em algum curso extra, dar almoço e ir para a escola. Pelo menos a tarde consigo trabalhar sem interrupção… E caso precise trabalhar de madrugada, consigo dormir um pouco mais no dia seguinte.

Não sei se vai funcionar,  mas pelo menos esse ano preciso me recuperar um pouco de todo o cansaço físico e emocional de 2015. As vezes temos que fazer um pouco por nós também!

Depois conto para vocês como estamos e termino o post com mais algumas frases engraçadas e que sou eu atualmente!

Alguém mais se identifica?

Beijos e Boa Semana!

*K*

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6 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

 

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Já que nós mães também merecemos fazer umas comprinhas, o meu “achado” de hoje é o outlet da marca Triya. Onde os descontos vão de 50 a 70% em peças de coleções passadas.

Fui com uma amiga a procura de um biquini pois sabia que os preços eram ótimos.

É tudo meio misturado, você tem que experimentar no meio da sala mesmo,  e fica para nós a tarefa de achar e coordenar a parte de cima com a de baixo. Mas vale a pena considerando que o preço final do conjunto fica na faixa de R$ 80. Para quem não conhece a Triya , o valor médio dos biquínis de coleção atual é R$ 350.

Não fotografei os biquínis pois era muita opção. Tem bastante numeração mesmo sendo pós natal e réveillon e a vendedora disse que em fevereiro eles devem repor muita coisa.

O que eu mais gostei e acabei levando são algumas peças de roupa. Eu amo as roupas da Triya! Provei algumas para mostrar para vocês:

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E para quem quer saídas de praia, tem umas peças bem legais.

Também é possível encontrar alguns acessórios como boné, chapéu, sacolas, espadrilles…

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E sem esquecer ( é claro!) das nossas pequenas, a Triya tem a linha Bambini com maiôs e biquínis. O biquíni infantil sai R$ 60.

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Sugiro telefonar antes caso você queira alguma peça especifica para ver se tem opções e numeração.

Para quem não for de São Paulo, dentro do site da Triya tem uma sessão Outlet com muitas dessas peças!

#ficaadica

 

Gostaram dessa nova tag com um pouco de “achados” para nós???

 

Triya – OUTLET

Rua Lopes Amaral,168, Vila Nova Conceição
TEL 55 11 3073-1467

 

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4 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

E finalmente estou de volta!

Depois de uma mini férias dos posts, estou aqui cheia de assunto para falar.

Foram quase 2 meses sem escrever, algo que nunca havia acontecido e confesso que por algumas vezes me questionei se voltaria ou se encerraria de vez o blog mantendo apenas as redes sociais. Escrever tem que ter concentração, tem que ter inspiração. E eu simplesmente não estava mais afim. Desanimei com algo que sempre fiz com o maior carinho e sinceridade.

E desanimei pois vi o quanto perdi a liberdade de escrever.

Para ser mais especifica, vou contar um pouco sobre como esse mundo dos blogs mudou.

De pouco tempo para cá surgiram muitos e muitos blogs, a maioria interessada em conseguir algum dinheiro por esse meio. Já não se sabe mais quem escreve por amor ou por dinheiro. Já não se tem mais credibilidade nos produtos falados pois sempre há uma desconfiança que a blogueira foi paga para isso. E se ela sinalizar que foi um post pago, prepare-se para receber as pedradas. Se não sinalizar, é porque não trabalha honestamente.

E a real é que nunca pensei assim. Sempre falei sobre o que eu queria, sendo paga ou não para isso. Quanta propaganda e recomendação gratuita fiz de algum produto que eu usasse nas meninas e que realmente gostasse?! Aí vem a opinião dos profissionais no assunto que dizem; “ Você tem noção da publicidade  gratuita que fez para essa fralda sem ganhar um tostão?” “ Temos que valorizar o mundo dos blogs e se caso alguma marca queira publicidade, que pague para isso”

Então realmente fica dificil escrever dessa maneira. Só quem está no meio há algum tempo sabe que não é tão simples você ganhar dinheiro com isso, e o que faz as marcas virem até você é a credibilidade que tem com os seus leitores.

Porém decidi que vou manter a linha que sempre segui; de falar o que eu quero, bem ou mal, e apenas aceitar como parceiros marcas que eu aprove e que possa recomendar. Do mesmo modo que sempre sinalizarei quando for paga para isso.

Somado a essa polêmica dos posts duvidosos, veio a disputa interminável por números altos de seguidores. Seja no instagram ou no facebook, onde até comprar curtidas e pessoas é possivel hoje com vários aplicativos gratuitos.

Fui questionada diversas vezes sobre : ” Como você está a tanto tempo nesse mercado e tem pouco mais de 10 mil seguidores”? !

Oi?! 10 mil pessoas, é muita coisa! Eu não estou nem aí para isso. E sou daquelas que tem vergonha alheia de quem inventa sorteios pelo instagram e pede para marcar 3 amigas e seguir outros instas.

Disputas que só ocorriam entre o mundo das blogueiras de moda, passou a acontecer por todos os lados. E além dos números, virou uma atração a parte ver qual mãe  teve o parto mais corajoso ( coitadas das que fizeram cesárea), qual mãe amamenta em público e mostra a foto no insta, qual mãe não dá chupeta para os filhos e apenas bisnaguinha integral, além das polêmicas sobre produtos como shampoo Johnson´s que estão há decadas no mercado mas que podem ter um componente cancerígeno….

Ai que preguiça eu tenho disso…

Quero que me siga acima de tudo quem goste, quem participe ,  e quem respeite que atrás de cada pessoa tem uma história diferente.

E o melhor desse número “baixo” de seguidores é que raramente recebo alguma crítica que magoe, algum comentário desnecessário ou alguma agressividade gratuita.

Agora estou bem resolvida. Mas passei uns dias de questionamento se eu deveria entrar nessa disputa e corrida pelos números ou continuar com a minha linha de trabalho.

Mas passou….  mesmo com todas as mudanças desse mercado, pretendo manter a minha conduta em relação ao blog e não mudar em absolutamente nada sobre o que eu penso e falo.

A única coisa que senti realmente vontade de mudar, é o mix de assuntos.

2015 foi um ano dificil para mim, mas com muito aprendizado, muitas mudanças, e uma vontade louca de contar para vocês não apenas a minha experiencia com mãe, mas também como uma mulher que teve que se virar nos 30 para se adaptar a nova vida depois da separação. Com novas amizades, com nova rotina, com o desejo de se cuidar e estar bem, como sócia de uma marca que cresceu bastante… enfim.

A partir de hoje nada muda, apenas cresce! Vou falar sobre muitas coisas alem da maternidade , tudo que me der vontade e que eu considere que possa ser interessante. Das músicas que eu escuto até as marcas que consumo, de um congelado novo que descobri no supermercado, de uma liquidação imperdível e é claro, de todo o mundo materno que vocês sempre acompanharam.

Atualizar o layout também está nos meus planos para esse começo de ano, vamos ver quando vou conseguir criar algo bacana!

Obrigada de coração por me acompanharem há tantos anos e por todos os emails e mensagens carinhosas que recebo sempre!

Bem vindas de volta ao blog e vamos começar 2016 !

Feliz ano novo!

Beijos

*K*

 

 

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11 novembro, 2015
Por Katia Ouang

O chá de bebê de uma mãe de primeira viagem é sempre um momento muito especial.

Porém o que eu pude ver ao longo desses anos como mãe, é que a lista que montamos nem sempre é  mais prática ou com itens que realmente precisamos. Pois isso só saberemos vivenciando a rotina com um bebê em casa.

Ganhar um brinquedinho, uma toalhinha, uma roupinha ajuda? Sim, ajuda bastante. Mas nada que faça muita diferença em meio a tantas coisas que temos que comprar para a chegada do bebê.

Por isso que os “Chás de Fraldas “ tem crescido cada vez mais! Ganhar fralda para um ano inteiro do bebê, isso sim faz muito diferença! Pensando nisso hoje se eu fizesse um Chá de Bebê pediria itens de higiene pessoal. Itens que o bebê terá que usar necessariamente e que também representa um custo para a família.

A linha Baby Dove é perfeita para isso. Pois além de ter todos os itens que uma futura mamãe precisa para cuidar do seu bebê, tem também uma bolsa super prática e que já mostrei aqui ( link para o post) que vem recheada desses itens. Então tem presentes para todos os gostos e bolsos. Você pode dar desde um item apenas, ou vários, um kit ou a bolsa!

 

 

 

Que futura mamãe não gostaria de ganhar uma dessas ou ter um “estoquinho” de shampoo, pomada, colônia… Só quem vive isso no dia a dia sabe o quanto pesa no final do mês não mamães?!!

Fica a minha sugestão para as futuras mamães na hora de preparar a listinha para os convidados do Chá de Bebê! #BabyDove #ConfieNoSeuJeito #ficaadica

 

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9 novembro, 2015
Por Katia Ouang

Falei que não apareceria com tanta frequência esse final de ano mas já estava morrendo de saudades de fazer um post novo. E como disse, são só mais uns dias de correria até o natal para depois eu poder voltar com força total aos meus textos, algo que tanto amo.

Hoje decide por um ponto final na série de posts sobre cama compartilhada. Provavelmente não falarei mais sobre isso até que um novo panorama apareça , e que provavelmente será elas quando elas não quererem mais dormir comigo. E para ser sincera, não tenho a mínima idéia de quando isso vai acontecer.

Foram meses, ou melhor, 2 anos, tentando fazer elas dormirem em seu próprio quarto. Me empenhei, me dediquei, me desafiei a conseguir tal tarefa. Mas desisti. E dessa vez sem culpas.

Foi um ano extremamente difícil. Talvez o mais difícil da minha vida por causa da minha separação.Tive que literalmente me transformar em mulher maravilha para segurar a onda e dar conta de tudo, quando em muitos momentos só queria sentar em um canto e chorar.

Coisas que antes eu dava uma importância extrema, ficaram muito pequenas perto da situação que eu estava, ou melhor, estou vivendo.

Me preocupar em fazer minha filhas não virem para a minha cama ? Será que vale a pena o stress? Afinal de contas elas também tem seus medos, também tem suas carências e também sofreram muito com a separação.

Acordar sei lá quantas vezes por noite para levá-las de volta , cada hora uma, será melhor do que dormir sem interrupções e poder descansar um pouco?

Juro que não sei o que é melhor ou pior. Só sei que relaxei e entendi que mais da metade das crianças nessa idade vão para a cama dos pais e um dia vão voltar para o seu quarto por livre e espontânea vontade.

E não só desisti de deixar elas virem como também desisti de começar a noite colocando elas em suas camas. Elas já dormem direto na minha! Era quase meia hora no quarto delas esperando para elas dormirem contra 5 minutos no meu quarto!

Sim, muitas noites não durmo bem pois a Manu ainda se vira muito, se joga, chuta. Só que a Bruna também fazia isso e agora dorme no mesmo lugar a noite toda e eu nem percebo. Nada que mais uns meses não resolvam.

Quando se tem dois filhos, ou mais, temos que ser práticas. Não dá para ter tudo perfeito da maneira como imaginávamos quando somos uma só para por ordem na casa.

Decidi priorizar o que de fato é importante nessa fase da minha vida. Cama compartilhada, tirar a chupeta da Manu, tirar a fralda noturna…?! Nada disso tem a mínima importância quando para mim o que pesa hoje é prestar muita atenção em como andam as cabecinha delas. O que nós mães esquecemos é que conforme as crianças crescem elas também tem pesadelos, medo de uma sombra, de um barulho estranho, ou de qualquer coisa que elas imaginam ou mesmo viram na televisão.

A Bruna é mais intensa, poe para fora, chora, fica de mau humor. Mas a Manu é muito fechada, e crianças assim muitas vezes demonstram um sofrimento das maneiras mais inusitadas possíveis. Meu foco hoje é antes de qualquer coisa, recuperá-las desse ano tão difícil e poder trazer segurança além de muito amor. Amor esse que não falta dos dois lados, Graças a Deus.

Quero utilizar o pouco tempo livre que tenho para me divertir , para ensinar algo, para brincar, passear… E também para manter minha paz e meu equilíbrio. Eu também preciso descansar, eu também canso de passar as noites levantando ou dando bronca. Se elas se sentem felizes ao meu lado, se sentem a proteção que precisam nessa fase, então que seja assim.

Por isso hoje consigo afirmar ; SIM, minhas filhas dormem na minha cama. E eu AMO isso!

Não canso de olhar quando elas dormem, amo deitar e segurar em cada uma das mãozinhas delas ( eu durmo no meio) e saber que de alguma maneira, elas se sentem protegidas ao meu lado.

Quando uma delas olha para mim e diz, Mamãe, estou com medo, você está escutando o passo do monstro?! Eu simplesmente amo poder abraçá-las e dizer; Filha, não tem monstro algum, pode dormir tranquila… E elas pegam na minha mão e fecham os olhos.

Sinceramente, vou sentir o dia que uma delas se virar e dizer; Mamãe, quero dormir no meu quarto!

 

Vamos começar a semana!

 

Quero que alguma mãe me conte quando o filho deixou de dormir com vocês!

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29 outubro, 2015
Por Katia Ouang

Entre as lembranças mais marcantes que tenho nesses 8 anos de blog, posso citar alguns posts que foram importantes e me deram um feed back incrível.  Até hoje recebo email de mães que usaram algumas das minhas dicas, curtiram e passaram para outras futuras mamães.

Aquela “dica de mãe” que aprendemos no nosso dia a dia e que de alguma maneira, nos ajudaram. Principalmente com bebê pequeno em casa.

A fase com bebe recém nascido é um momento muito especial em nossas vidas. Me lembro como uma fase recheada de sentimentos… de repente você tem que se adaptar à uma nova rotina, novos afazeres, noites sem dormir e um serzinho frágil que só depende de você para tudo. E é nesse momento que você descobre o verdadeiro sentido da palavra responsabilidade.

Com isso vem também as dúvidas, as inseguranças, os medos…

Um bebê não vem com manual de instrução…

E só nós mães sabemos o que é sentir  uma verdadeira angustia no primeiro dia que seu filho resolve chorar por horas e você não tem como saber o motivo.

Será fome?

Fralda suja?

Calor?

Frio?

Cólica?

O que interessa é que nesses momentos qualquer ajuda é bem vinda. Qualquer coisa que faça seu filho se sentir bem é recebido de braços abertos por uma mamãe de primeira viagem.

E é por isso que essa dica me marcou tanto.

Uma dica tão simples, mas que ajuda a acalmar, acolher e confortar o bebê; o Ninho Baby. Dica que me foi passada por uma enfermeira ainda no hospital e que nunca mais vou esquecer.

Na verdade eu estava tão atordoada no dia que ela explicou,pós parto, tentando amamentar, mil visitas na maternidade…. que quando cheguei em casa, nem lembrava muito bem como era. Mas fiz do meu jeito. E deu certo! Fui testando de algumas maneiras e adaptei do meu jeitinho para que minhas filhas ficassem confortáveis.

Ilustrado com a Manu, com apenas alguns dias de vida, um pacotinho… da para acreditar?

 

 

 

O travesseiro não é nada necessário. Durante a noite quando não conseguia ficar de olho nelas o tempo todo nem usava. Portanto, não usem travesseiro a não ser que seja ultra fino como esse, e só nessa fase que bebê não se mexe!

Voltando ao ninho…

O ninho nada mais é que um aconchego maior para o bebê dentro do berço.

É muito simples de fazer ,e o bebê se sente protegido e dorme melhor. Você vai precisar apenas de uma toalha tamanho grande e um cueiro, ou um lençolzinho se estiver muito calor.

Eu montei na minha cama para poder fotografar melhor, mas você já pode montar direto no berço.

Abra a toalha e vá enrolando a partir do lado maior.

 

Enrole até o final deixando um rolinho perfeito.

 

Faça um “U” com o rolinho.

Cubra o rolinho com um cueiro ou um lençolzinho.

Prenda  as pontas por baixo e o ninho está prontinho.

 

Agora basta colocar o bebê com a cabeça na parte aberta e os pés apoiados na ponta do “U”. Você pode ajustar o ninho conforme o tamanho do seu bebê e deixar bem apertadinho para ele se sentir seguro. Eu ainda firmo com o segura nene, assim a toalha não desenrola. Ideal para usar até uns 3 meses e acostumar o bebê desde cedo a dormir no seu bercinho!

O que interessa é você confiar no seu instinto de mãe e perceber como está melhor para o seu pequeno! E isso vale para tudo!

Uma dica que até hoje eu passo para todas as minhas amigas e que nunca vou esquecer.

#ConfieNoSeuJeito

#BabyDove

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