9 fevereiro, 2015
Por Katia Ouang

Há 2 semanas contei para vocês que tudo mudou aqui em casa na hora das meninas dormirem. Recebi várias dicas de leitoras muito queridas não só nos comentários, mas também por email. O que foi ótimo para mim pois nada como outras mães que passam pelo mesmo momento para nos confortar e dizendo como acharam uma solução.

Claro que o que funciona em uma casa não necessariamente funciona em outra. Mas não custa tentar.

E acabei seguindo o conselho de colocar as duas para dormirem juntas no mesmo quarto. E não apenas isso, juntei duas camas deixando as duas bem próximas. Pois muitas vezes só em saberem que não estão sozinhas, já traz mais segurança.

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O perrengue mesmo ficou na hora de dormir. Pois a Bruna só dorme com porta aberta e luz do corredor acesa e a Manu o contrário. Tentei chegar em um meio termo com as duas, fiquei mais de 2 horas no primeiro dia contando história e tentando fazer elas dormirem ao mesmo tempo. Pois já é que para ter trabalho, que seja 1 vez só.

Mas a tentativa não funcionou. A Manu não dorme com luz e ficou super agitada. Pulava de uma cama para outra, saia correndo, chorava… E depois de 2 horas a Bruna foi para a sala com o pai e eu fiquei no escuro com a Manu.

Assim que ela dormiu, trouxe a Bruna, abri a porta , acendi a luz do corredor e em 10 minutos ela dormiu.

Fui deitar na expectativa de como seria essa noite das duas dormindo juntas pelas primeira vez, e da Manu fora do berço.

Para a minha surpresa, o primeiro movimento surgiu só la pelas 6 da manhã. A Manu acordou assustada, estranhou tudo e com isso acordou a Bruna. E então as duas vieram para o meu quarto e não quiseram mais dormir. Mas nada da Bruna aparecer de madrugada.

Ok, ponto positivo. Primeira noite de sucesso!

Nas duas noites seguintes não acreditei no que estava acontecendo. Apesar do processo todo para por uma de cada vez para dormir levar quase 1 hora, a Bruna não veio para a minha cama e as duas acordaram juntas as 7 horas.

Eu não podia acreditar que em uma tacada só, havia resolvido a questão da Manu não querer mais dormir no berço, e a Bruna vir para a minha cama  de madrugada! Para mim estava mais do que claro que era medo de estarem sozinhas. E a Bruna provavelmente acordando de madrugada e vendo a Manu ao seu lado, acabava se sentindo mais segura.

Mas tudo que é bom dura pouco. Muito pouco.

Já confiante de que eu havia tomado a decisão certa, fui dormir mais tranquila na 4a noite dessa mudança. E então acordo as 3 da manhã com a Bruna no meio da minha cama.

Peguei  no colo, e levei de volta para a cama dela. Ela começou a gritar e então disse; Mamãe, eu não quero a Manu dormindo do meu lado. Pronto, o inferno da briga entre elas se transportou também para as madrugadas. Eu mereço! Trouxe de volta para a minha cama pois afinal de contas eu também preciso dormir. E então as 4 da manhã acordo com a Manu berrando.

Fui até o quarto e ela estava sentadinha na cama chorando e disse: Mamãe , a Manu quer dormir na sua cama. Não quero ficar aqui sozinha. E para não levá-la a minha cama, deitei ao seu lado na cama da Bruna, e esperei ela dormir. Ela adormeceu rapidinho. Mas então a Bruna que parece que tem um sensor que liga quando eu saio do seu lado,  acordou gritando e dizendo que não ia dormir longe de mim.

Resultado; dormi com as duas no quarto delas para não ter que levar as duas para minha cama.

Desse dia até hoje parece que o que estava funcionando, só afundou.

Continuo no processo longo de por primeiro a Manu para dormir e depois a Bruna. E na madrugada a Bruna vem para a minha cama como sempre fez, e lá pelas 5 da manhã a Manu acorda e vem também. E dormimos todos tortos, um em cima do outro, até as 7.

Dizer que essa situação super me incomoda, estaria mentindo. Não acho compartilhar cama um grande problema, mesmo porque qual mãe não gosta de dormir colada no seu filho.
Mas acho que cada um precisa do seu espaço e tem que aprender a dormir sozinho.

Sei que é uma fase onde qualquer coisa que a criança veja ou escute durante o dia pode se transformar em algo assustador a noite e fazer com que ela não durma mais. E tento diariamente conversar com elas para saber e tentar entender se algo as assusta durante a noite, se foi um sonho ruim, algo que tem no quarto…  Só não vou desistir tão cedo e me render as vontades delas, pois acho importante que elas tenham uma independência na hora do sono como sempre tiveram.

Vou continuar firme nesse processo e caso não funcione. Partir para outro.

Agora vamos começar a semana, mesmo com noites mal dormidas…. Pois é assim a nossa vida de mãe!

Boa Semana!

Bjs

*K*

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6 fevereiro, 2015
Por Katia Ouang

E enfim chegou a hora da Manuzinha ir para a escola. E é claro que a mamãe aqui, quase não dormiu de tanta ansiedade.

Normalmente nós conhecemos bem o perfil dos nossos filhos e podemos ter uma idéia de como irão reagir em uma adaptação escolar. A Manu apesar de tímida, sempre foi independente. E eu pude ver em alguns momentos que fomos em hotéis, espaços kids e locais com atividades para crianças, que ela ia numa boa, sem chorar e sem pedir por mim. Ela sempre brincou sozinha, desde bebê. Nunca foi manhosa ou insegura. Ao contrário da Bruna que eu não posso sair de perto que ela já desespera. É claro, primeiro filho é diferente.

Esperei a adaptação da Bruna, pois mesmo sendo seu terceiro ano em escola, sempre tem uma adaptação com a classe nova e a professora. Mas foi bem tranquilo dessa vez. O que é ótimo para ela e para mim. Já que nenhuma mãe merece o sofrimento de deixar um filho chorando dizendo que quer ir embora ou gritando “quero minha mãe”.

A Manu já vinha falando há dias que queria ir para a escola. Mesmo não sabendo direito o que seria. Apenas porque me ve todo dia deixando a Bruna e voltando com ela para casa.

Preferi não falar muito que  ela começaria a ir para não gerar ansiedade . Optei por uma escolinha menor, do tipo bem acolhedora e quase que como uma extensão de casa. É onde deixarei ela apenas esse ano e depois vai para a mesma escola da Bruna, que é muito maior. E foi exatamente o mesmo esquema que fiz com a Bruna e que achei ótimo.

Na última quarta feira seria o dia da Manu começar. E então depois que ela acordou eu olhei e disse; Manu, você quer ir para a escola também? Olha o vestidinho que você vai vestir hoje! Juro que me emocionei com tanta alegria no rosto da minha pituca que costuma ser brava e de cara fechada. Ela ficou tão agitada e empolgada que me deixou colocar o uniforme sem reclamar ( algo impossível ),deixou eu pentear o cabelo e perguntou; Mamãe , eu estou linda para ir para a “icola” ?!  E eu disse , agora eu vou vestir a Bruna e então nós vamos. E ela sentou no sofá boazinha, como se não quisesse amassar a roupa, e lá ficou quietinha até a hora de sair.

E ainda pediu para tirar fotos com carinha de sono:

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Deixei a Bruna primeiro e então chegamos na escola. Eu já havia combinado com a coordenadora para irmos direto a sala dos brinquedos, pois criança sempre se encanta quando ve muito brinquedo junto e isso por si só já ajuda a  se soltar da mãe. E ela foi direto fazer um “reconhecimento de área”:

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E então a professora começou a conversar com ela, foi mostrar uns brinquedos e eu aproveitei e saí de perto. Quando ela virou e eu não estava começou a chorar e então eu peguei na mãozinha dela e disse: A mamãe vai tomar um café e já volta tá? Ela disse: Tá! E foi com a professora, numa boa e lá ficou por mais de 2 horas, tomou o lanche, foi para outra sala e então começou a ficar um pouco cansada ( muita informação para uma cabecinha só!), e eu olhando pela janela, achei melhor encerrar naquele dia. Pois a idéia em qualquer adaptação, é que você tire a criança da escola quando ela estiver curtindo a atividade e não force muito, assim ela vai querer voltar no dia seguinte. E a Manu até chorou por não querer ir embora.

Ontem fiz o mesmo esquema, porém deixei 3 horas e esperei lá olhando pelas câmeras!

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A Manu é a de verde brincando com a classe:

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Fomos embora ela dizendo que queria voltar!

E hoje decidi que deixaria no portão e buscaria no horário normal. Caso ela não ficasse bem, a escola me telefonaria para eu buscar.

E então  ( na minha opinão a hora mais difícil) , a professora veio buscar na porta. A Manu agarrou na minha perna ( ah filha, porque você fez isso!), e eu respirei e disse; Manu, tem um monte de brinquedo lá dentro, vai com a tia Gabi ver ! A mamãe vai trabalhar um pouco e já volta para te buscar! E ela um pouco desconfiada foi. Mas não chorou. O que para mim foi um alívio.

Pedi para a escola me mandar fotos dela hoje :

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E agora estou eu em casa, depois de tomar uma café da manha demorado, sem barulho de desenho na televisão, sem ninguém querendo tomar meu suco ou me pedindo alguma coisa e pela primeira vez, podendo trabalhar em silêncio.

Se me deu um vazio, sim me deu. Estou super emocionada hoje.

Mas a sensação de retomar um pouco da sua liberdade, do seu poder de escolher o que quer fazer e a  importância de um pouco de silêncio, acho que só vai me fazer bem e me ajudar a produzir e trabalhar melhor.

É, os filhos crescem e aos poucos a vida vai se ajeitando. Parece que esse dia nunca vai chegar. E só eu sei quanto esperei para poder ter essa sensação. São apenas 4 horinhas. Mas serão as 4 horas em que você lembra que também existe e que pode ter um mini tempo só seu!

Hoje essas horas já passaram e agora é correr para buscar as duas!

E mais uma missão cumprida!

Beijos e um ótimo final de semana!

*K*

 

( e quem quiser ver ou rever como foi o primeiro dia de aula da Bruna, clique AQUI)

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2 fevereiro, 2015
Por Katia Ouang

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Além da questão do sono das meninas, umas das maiores dificuldades que enfrento no meu dia a dia como mãe de duas crianças são as brigas.

Eu cresci com outra irmã, a mesma situação que tenho em casa. Nós brigávamos muito, digo muito mesmo! E só começamos a nos entender e virar realmente amigas, quando eu tinha por volta de 18 anos e ela 16. Fase em que as diferenças de idade começam a desaparecer e os programas, amigos e vontades são parecidos e então a inimiga vira não só uma amiga , mas também uma companhia.

Eu sempre soube que 2 mulheres era a combinação de filhos que mais tinha brigas e problemas de afinidades. Mas pensei que eu pudesse ter a sorte ou talvez até a benção, de ter 2 meninas próximas que se gostassem e se dessem bem.

Infelizmente o panorama na minha casa é o oposto. Bruna e Manuela brigam como gato e rato da hora que acordam, até a hora de dormir.

A causa disso é com certeza o ciúmes da Bruna. Nunca tolerou a Manu, desde bebezinho. Talvez por ter perdido o seu “posto” de filha única em uma fase difícil; tinha 1 ano e 10 meses. Não era mais tão bebê a ponto de não notar o que estava acontecendo, mas ainda não tinha idade suficiente para compreender a importância que é ter um irmão, e o quanto ser do mesmo sexo e com pouca diferença de idade pudesse ser maravilhoso para ela.

Não que não existam momentos de amizade, diversão e harmonia entre elas. Sim , existem. Mas são bem poucos se comparados aos de briga. E eu fico tão feliz e emocionada quando vejo elas se abraçando ou de mão dadas, que quase morro de alegria, fotografo, incentivo, enfim…

Eu acreditava que conforme a Manu fosse crescendo e se comunicando melhor, tudo mudaria. Que então a Bruna não visse ela mais como um bebê  e sim como uma criança que pudesse ser sua amiga.

Mas parece que tudo só piora por aqui. Pois agora, além do ciúmes continuar, a Manu entende que irrita a Bruna e provoca , de propósito.

Esse final de semana tive a sensação que passei o tempo todo falando; Bruna, não tira o brinquedo da Manu, não bate nela, não empurra ela…. E para a Manu; Manu , não provoca a Bruna, não bate nela, deixa ela paz…  E eu sei que basta eu sair de perto, que elas não brigam, não se provocam, e até se curtem. A questão é a disputa pela mamãe aqui e o quanto a Bruna tem o sentimento de posse e ciúmes. Pois quando ficam sozinhas com o pai, com os avós ou com os tios, nunca brigam.

Eu ando bastante chateada e frustrada. Pois é horrível você saber que a sua presença causa tanto sentimento ruim nas meninas. É como lei da sobrevivência, onde cada um luta pelo seu espaço e aprende a se proteger. Não acho isso de todo ruim pois faz parte do amadurecimento delas. Mas só gostaria de poder curtir um pouco as meninas sem ter que passar  o tempo todo moderando as brigas.

Será possível sentar um pouquinho para ver um filme com elas no meu colo sem que elas disputem o lado que querem ficar? Será possível tomar um banho todas juntas sem que elas briguem para ver quem sai primeiro? Ou será que é possível apenas sair de casa rápido para passear sem que elas entrem em um acordo se estão com roupas e sapatos equivalentes?!

Ahhhhhhhhhh mulheres!

Sabe quando você fica aliviada por passar a fase onde não pode deixar seus filhos sozinhos com medo que comam algo perigoso, que caiam do sofá, que coloquem o dedo na tomada… Eu sobrevivi a essa fase, sim ela passou. Mas agora não posso mais deixa-las 1 minuto sozinhas pois começam a brigar e se machucam de verdade. Empurram , batem, arranham e não tem noção do perigo.

Queria saber de quem tem dois filhos com pouca diferença. É essa “guerra” também na casa de vocês.

Não é de enlouquecer?!!!

Beijos e vamos a mais uma semana!

*K*

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28 janeiro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje eu vou falar do lançamento de uma linha muito especial e que faltava no mercado; a linha Baby Dove.

Uma linha completa  de produtos de cuidado infantil desenvolvida para cuidar da pele delicada do bebê, que é 30% mais fina em relação a de um adulto e perde hidratação até 5x mais rápido.

A linha é composta por produtos para cuidado dos cabelos:

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Limpeza da pele:

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 Eu amo sabonete líquido da cabeça aos pés pois é muito prático. Tenho levado para dar banho na Bruna depois da natação, assim levo 1 produto só e facilita bem. Como possui hidratante na fórmula, eu lavo corpo e cabelo dela e nem coloco condicionador nesse dia.

 

E cuidado da pele:

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Eu estive no lançamento dos produtos no ano passado e recebi um kit com todos os itens. Imediatamente testei nas meninas e posso garantir que são de excelente qualidade. Além de um custo benefício ótimo. Já que são itens fáceis de encontrar em farmácias e supermercados e ainda com a opção de comprar o  refil de alguns produtos , o que ajuda muito na economia!

Consigo perceber a qualidade de um produto sempre usando na Manu, que possui cabelo mais seco e rebelde e pele mais delicada.

O shampoo Baby Dove deixou o cabelo dela super macio e brilhante. E todos os produtos tem um cheirinho delicioso e suave. Daqueles que ficam sutilmente na pele e nos cabelos sem enjoar.

Uma dica de mãe que posso passar  é que agora nas férias de verão onde as crianças tem tomado bastante sol e brincado na piscina e mar, toda a linha Baby Dove ajuda bastante a hidratar a pele e cabelos .

Uma linha que veio para facilitar nossa vida e ajudar na tarefa de só oferecer os melhores produtos aos nossos filhos, deixando cada mãe, fazer do jeitinho que achar melhor.

Pois Dove Baby acredita que não existem mães perfeitas, apenas mães reais.

Algo que tem tudo a ver com o que eu acredito e escrevo nesse blog há tanto tempo!

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