31 agosto, 2015
Por Katia Ouang

Quero começar a semana me desculpando pela redução dos posts por aqui. Tem dias  que não dou conta de resolver tudo, aumentam os pedidos da minha empresa de papelaria, filho fica doente… aí sentar, se concentrar para escrever um texto, corrigir, editar, acaba que nunca dá certo se não fizer com calma e atenção.

Nem sempre conseguimos ser mulher maravilha e dar conta de tudo. E blog tem dessas, tem semanas que tenho vários assuntos para falar, outras nem tanto. E assim vamos.

Mas vamos ver se essa semana consigo me organizar melhor e retomar a rotina dos posts!

Vou começar com o “Diário de Final de Semana”!

Sábado cedo fomos correndo para o Shopping Jardim Sul aproveitar o último final de semana com o espaço da Frozen e do Homem Aranha. Tanto falaram de lá que eu estava em uma super expectativa. Mas como sempre, no final, não era nada de especial. Acho que o  Jardim Sul sempre faz espaços kids temporários bacana, mas é muito mais cenário do que atividades mesmo.

No Espaço Frozen a idéia é vestir as meninas de Anna e Elsa e quem quiser, pode cantar “let it go” em um mini estúdio e gravar um cd.

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As meninas não quiseram então só se fantasiaram. Tinham mesas para colorir e jogar memória, nada muito empolgante.

Do lado oposto a atração para os meninos, o Homem Aranha, tinha um pouco mais de atrativos para elas que subiram 20 mil vezes para escorregar e passaram pelos elásticos que simulavam a teia de aranha algumas (muitas vezes!). E no final é disso que elas gostam:

Passeamos um pouco pelo Shopping e fomos até a PB Kids para a Bruna escolher o que gostaria de ganhar de aniversário. Passamos um bom tempo na loja e no final o que ela mais se interessou foi um kit de pintura com canetinhas e tinta. Ufa, melhor para mim. Temos que aproveitar enquanto nossos filhos gostam das coisas mais simples. E provavelmente é isso que irei comprar já que sei o quanto ela gosta de desenhar e pintar.

Ainda faltava um tempo para o almoço então na falta do que fazer, fomos passear pela Cobasi. Acreditem, está aí um programa de graça, que toda criança ama. Aos sábados costuma ter uma mini feira de adoção de cães e gatos, elas amam! Que criança não gosta de ver um cachorrinho ou gatinho não? Elas passam um tempão olhando e dando carinho. E no fundo da loja tem dezenas de peixinhos, passarinhos, periquitos, coelhos, ramster… Fora os cachorros que vão com os donos passear pela loja que sempre chamam atenção. Além disso tem a parte de plantas e coisas para jardim que elas também adoram olhar.

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Voltamos para casa e já estava exausta. Não é mole ficar sozinha com 2 crianças e administrar toda a logística. Só para por e tirar do carro a cada parada nesses lugares já vai todo um processo!

Lembrei que não tinha deixado nada pronto para o almoço. Então vamos de macarrão mesmo! As duas comeram sozinhas enquanto eu dava uma ordem na casa e a Bru ficou toda orgulhosa que raspou o prato!

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Ficamos um pouco em casa vendo filminho, dei um banho nelas e saímos de novo.

Dessa vez para o Shopping JK para o Food Truck Kids Festival . Quando chegamos estava tendo um teatrinho de fantoches, mas estava bem cheio. Então fomos tomar um sorvete em um dos mini caminhões de comidinhas.

Logo em seguida começou um show com uma banda bem bacana. Ficamos por lá curtindo e depois as meninas fizeram ateliê de massinha e de bonecos com embalagem de Danoninho.

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Saimos de lá já era noite. E então elas pediram para dormir no pai.

Fomos para casa, montei uma mochila para cada uma e o pai veio buscar.

 

Lá foram elas felizes da vida, nem deram bola para mim.

Foi uma mistura de tristeza e alegria. Pois sempre que elas vão, meu coração se despedaça. Por outro lado, foram super bem, se divertindo e é só isso que importa. Quero que elas estejam felizes acima de qualquer coisa.

Entrei em casa e novo aquele vazio, silêncio…  Não havia programado nada pois a principio elas dormiriam comigo.

Fui então para a casa dos meus pais curtir eles um pouco e ser mimada. Ainda não me acostumei a ficar totalmente sozinha. Então tem vezes que acho ótimo, mas tem vezes que o que eu quero mesmo é sentir que tem alguém por perto.

Acabei dormindo por lá. Dormi cedo, acordei cedo, mas dormi 9 horas seguidas. Praticamente uma eternidade!

Aí sim voltei para casa e pude curtir os poucos momentos de paz e liberdade. Fiz meu café da manhã prolongado, sentei para trabalhar um pouco e desci para a piscina.

Há quanto tempo eu não ficava em uma piscina com fone de ouvido e deitada para tomar sol!!! Frequentar a piscina, isso sim. Mas poder desfrutá-la em um domingo de sol…não me lembro qual foi a ultima vez. Pois só quem é mãe sabe o que é não piscar os olhos com criança perto de água.

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Passei a tarde na piscina na santa paz. Li revista, tomei sol, escutei música… Que bem isso faz!

Fui almoçar quase as 5 da tarde !

Trabalhei mais um pouco e esperei elas chegarem! Estavam exaustas, pois não pararam sábado o dia todo e domingo também!

Fomos dormir as 3 juntinhas na minha cama. Elas capotaram as 8 da noite, eu fui  tomar um banho, jantar , ver tv e só dormir mais tarde pois estava completamente sem sono devido à noite anterior que descansei muito.

E vamos começar a semana!

Beijão

*K*

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24 agosto, 2015
Por Katia Ouang

Sempre penso o quanto as pessoas só falam sobre o lado bom de ser mãe. Sim, ele é maravilhoso.

Mas não consigo entender porque as dificuldades são tão pouco faladas.

Não sei se as mulheres tem medo, vergonha ou até uma sensação de derrota se contarem o lado onde nem tudo são flores e que mãe chora muitas vezes por não saber o que fazer.

Engraçado que antes da Bruna nascer eu só pensava em como iria cuidar de um recém nascido…. Para mim era essa a maior dificuldade já que as pessoas próximas só falavam nas tais noites de sono que eu nunca mais teria.

Só que essa fase passa em um piscar de olhos. E sinceramente, não tenho nenhuma recordação muito “traumática” dessa adaptação. Exceto pelos primeiros dias pós cesárea que são um pouco chatinhos.

Difícil  mesmo é educar, tarefa árdua e sem prazo para terminar.

Por isso hoje vou citar quais são as maiores dificuldades que enfrentei e que enfrento desde que me tornei mãe e que raramente são comentadas.

 

Breastfeeding Benefits

1) Amamentação: Ok, já passou, amamentei as duas até 8 meses e exclusivamente no peito ate os 6. Mas não consigo por nenhum momento me esquecer o que enfrentei na minha primeira experiência com a Bruna. Nunca sofri tanto, senti tanta dor e chorei como nos 2 primeiros meses. Onde estava aquela cena lúdica e linda que tanto pintam de uma mãe amamentando um filho?

Eu só pensava assim; Por que ninguém me avisou que o leite “desce” alguns dias após o parto , e que de repente você não vai saber o que fazer como eu, e seu peito esquenta, empedra, cresce mais 2 tamanhos, nenhum sutiã serve…

Por que ninguém me avisou que para quem tem muito leite tirar na bomba aumenta ainda mais a produção?

Por que ninguém me avisou que seu bico pode sangrar por dias ?

Por que ninguém me avisou que mastite é tão comum acontecer mas que na hora você acha que vai morrer com quase 40 graus de febre e seu seio pegando fogo?

Enfim, quem me acompanha sabe que essas não foram nem metade das dificuldades que passei. E que antes de nascer a Manu, me informei e me preparei para passar por tudo de novo. Mas sabendo como agir, como me manter calma e como lidar com essas dificuldades. Foi difícil também, mas bem menos traumático.

E o que eu passei, metade das mulheres passam . Sorte e abençoadas as que passam pela amamentação sem nenhuma dificuldade.

Até aí tudo bem. Mas como saber disso antes pode ajudar?

Pode preparar a pessoas para os possíveis desafios e ensinar como lidar com eles ou a quem recorrer em caso de dificuldade. Acho importante saber que é comum acontecer . Pois acreditem, boa parte dos casos de depressão pós parto, o “Baby Blues”, ocorrem por causa das mudanças que a amamentação traz na vida da mulher e que muitas vezes além de vir com um monte de dúvidas e inseguranças, pode frustrar a mulher que não consegue amamentar do jeito que ela acreditava que seria.

Lado A: Sofri, chorei mas não me arrependo de nada e faria tudo de novo.  Adorei a sensação de ver minhas filhas crescendo só com o leite do peito. Até hoje me surpreendo como nosso corpo consegue produzir um alimento tão rico. Vocês não acham isso uma loucura?

Fora a relação e o contato único entre mãe e bebê que a amamentação possibilita.  Sou defensora da amamentação sim, mas dentro dos limites de cada mulher. Sejam físicos ou emocionais!

 

 

2) Noites Mal Dormidas: Sim, esse é um tópico bem falado por aí. Quem nunca ouviu “ Durma bem agora pois depois que o bebê nascer você não vai mais dormir por um bom tempo “ .

Por um bom tempo? Ou quem sabe não seria; Você não vai mais dormir!

Juro que eu me preparei paras os primeiros meses sabendo que não seria fácil. Mas nunca imaginei que isso não teria data para terminar.

Não temos a mínima idéia que depois que temos um filho acordamos a cada movimento deles, a cada espirro, a cada barulho no berço. Depois vem a fase que acordam, vem para nossa cama, escapa xixi ou precisa ir ao banheiro , tem pesadelos….

Dormimos com um olho aberto e outro fechado. Sempre.

E hoje, após quase 5 anos como mãe, não consegui ainda me adaptar às noites mal dormidas.  Foram pouquíssimas vezes que relaxei em uma noite de sono e essas poucas, eu não estava em casa com elas.

Lado A:  Não sei muito bem se tem o lado A dormir pouco, mas apesar de ser complicado, a gente também acaba se adaptando. A velha história: O que não tem remédio, remediado está!

 

3) Terrible Two: E por que não Three, Four, Five…  O desafio  inicia a partir do momento em que seu filho começa a ter vontade própria e reage ao ser contrariado ou quando quer muito alguma coisa.

E aí respira fundo, conta até 10, 20, 30…. e tente entender que um filho pode sim te levar as raias da loucura. E que você não será uma péssima mãe se gritar, chorar e querer sumir naquele momento.

Ninguém conta o quanto é difícil colocar “ordem na casa” e ninguém conta que somos capazes de fazer qualquer coisa para um filho parar com uma birra.

Lembro que uma vez uma das minhas melhores amigas estava comigo no shopping. Ela com o filho de 7 anos, eu com a Bruna, com 3 na época. A Bruna teve um surto de se jogar no chão e gritar pois queria um pirulito e eu disse que não ia comprar. Eu me virei para a minha amiga e disse: eu não sei mais o que fazer com ela, é muito mal educada, não aguento esses chiliques….

Minha amiga me disse: Não aguenta? Espera ver o dia que você disser não e seu filho reagir dizendo: Mamãe, você é uma chata, eu não gosto de você! E imagine quando chegar na adolescência…. Meu Deus!

Por que sim, até a criança mais educada, filha de um casal de família Doriana, cheios de bons costumes e postura, vai um dia desafiar a mãe com palavras que magoam. Faz parte.

E cabe a nós aprender a lidar e educar para que isso não se repita.

Lado A: Educar é um aprendizado eterno e faz com que nós mães evoluímos a cada dia. Eu mesma já percebi maneiras diferentes de acalmar uma birra, depois de várias tentativas frustradas e desanimadoras.

 

 

4) Ver o filho sofrer. Seja por uma frustração, uma perda, uma febre ou  uma dor física. Qualquer coisa que não esteja bem com o nosso filho, parece que dói igual na gente.

E para isso nunca estamos preparadas.

Não é fácil lidar com o sofrimento de um filho, pois temos que ser fortes para apoiar, proteger, mas ao mesmo tempo  ensinar que nem sempre a vida é feita de momentos bons.

Envelheci alguns anos em cada internação da Manu, em cada febre alta delas e principalmente agora, após minha separação, perco um pedaço de mim cada vez que a Bruna sofre ( pois a Manu não sentiu  tanto), cada vez que ela chora, cada foto que ela ve e as lagrimas escorrem do rosto.

Ninguém contou que seria tão difícil lidar com isso.

Lado A:  Descobrimos uma pessoa muito mais forte do que imaginamos ser . E conforme o tempo passa, o filho cresce, nos tornamos cada vez menos egoístas e descobrimos o que é viver de verdade para um filho. A ponto de deixar de lado nosso sofrimento ou momento ruim para pensar só neles.

 

5) Culpa. A eterna culpa. Clichê ou não, acredito que uma mãe que se preocupe de verdade com seus filhos, sempre terá seu momento de culpa. Tudo é sempre motivo para nos questionarmos se estamos fazendo da maneira correta.

Muitas vezes sonho com um pouco mais de tempo para mim, e quando tenho, me culpo por achar que deveria estar com elas;

Muitas vezes não vejo a hora delas dormirem, mas em seguida, estou louca para que elas acordem;

Muitas vezes eu superprotejo elas, e depois me culpo achando que ficarão inseguras;

E assim vai…

E é claro, toda a culpa que um término de casamento traz na cabecinha delas.

Lado A: Não sei se esse sentimento ameniza com o passar dos anos, acho que não. Faz parte da maternidade , faz parte do nosso instinto querer sempre fazer da melhor maneira.

 

Mesmo com tudo isso, continuo dizendo que não existe nada melhor nessa vida do que receber o amor de um filho!

 

 

E vocês, o que sentiram dificuldade na vida de mãe?!

 

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10 agosto, 2015
Por Katia Ouang

Já há algum tempo venho pensando sobre esse tema e aproveitei o Dia dos Pais  para poder me inspirar e falar um pouco do perfil do novo pai; aquele que participa e que põe a mão na massa de verdade.

Um pai que faz parte das mudanças que vem acontecendo nas ultimas décadas; mulheres trabalhando cada vez mais, colocando dinheiro em casa, sem tempo para nada, e que no fundo  também precisam de uma colaboração maior.

Somado a isso a mão de obra de funcionários domésticos que está se tornando cada vez menos acessível e disponível, e também uma sociedade menos preconceituosa que unifica as responsabilidades; não tem mais a função da mãe ou do pai.

Esses motivos por si só já moldam um novo perfil de pai.

Mas de um tempo para cá tenho focado em entender um pouco mais sobre um grupo de homens que nunca havia reparado (claro , devido ao meu contexto) mas que merecem todo o meu respeito; os pais separados. Com a grande quantidade de divórcios e casamentos desfeitos, algo que não acontecia com tanta frequência há alguns anos , existe uma geração de homens que não tem mais a mulher ao lado e tem que participar ativamente na vida dos filhos. E sinceramente, não deve ser fácil.

Homens separados ou até mesmo viúvos, tem que encarar a jornada sozinhos… dão banho,  alimentam, trocam roupa, educam ,brincam… e passam a viver o papel de mãe também.

Ponto para eles! Serão mais evoluidos, mais sensíveis, e e muito mais bem resolvidos.

E quem sai lucrando nisso tudo? Os filhos dessa nova geração! Que apesar da separação, conseguem ter o maior amor do mundo dos dois lados. Que podem se sentir seguros com a mãe e com o pai.

Isso tudo para dizer que não me arrependo de um dia sequer que deixei o pai das meninas colocar a fralda ao contrário, esquecer de secar o cabelo, de pegar uma recém nascida sem uma fraldinha no ombro ou com a roupa que veio da rua, de dar a comida muito quente ou muito fria ou de vestir uma roupa que não estava combinando. O importante é deixar fazer.

Mãe é sempre mãe. Mas o pai  é o condutor do seu papel conforme suas vontades, seus instintos, seu dom e sim, seu contexto. Quem me acompanha aqui sabe que sempre fui a favor de incentivar o homem a participar de tudo, desde o dia que o bebê chega em casa. O homem não tem o instinto que nós temos, não tem o vinculo afetivo e muito menos a doação de uma mãe. Mas o convívio pode sim fazer com que ele seja um pai mais do que presente.

Se nós mulheres somos responsáveis por um pai ser mais ou menos participativo? Acredito que sim. Além de todos os motivos que já citei  que ajudam a moldar esse novo perfil de homem, acho que podemos sim dar uma forcinha mais.

Muitas mulheres reclamam que seus maridos não ajudam em nada, que nunca trocaram uma fralda sequer… Mas nenhum homem vai se oferecer para tal função se isso não for natural no seu dia a dia.  Saber que tem a mulher para fazer tudo, acomoda o homem. Imagine então para quem tem babá 7 dias da semana. Não quero causar polêmica, criticar quem tem ou não tem babá, ou muito menos desmerecer os pais que não põe tanto a mão na massa porque trabalham demais. Quero apenas ressaltar a importância de delegar funções, sem que isso seja uma exigência. Na relação pai e filho o que importa é a qualidade do tempo que passam juntos e não a quantidade.

Porque um pai mesmo que tenha trabalhado o dia todo, mesmo que tenha babá, não pode chegar em casa e dar um banho em um filho?

Porque um pai não pode levar uma filha no banheiro só porque é menina , ou mesmo pentear e prender seu cabelo?

São alguns minutinhos que não mudam em nada a vida do homem, mas que fortalecem as relações afetivas.

E as crianças precisam disso.

E é essa uma das seguranças que tenho hoje. Que em meio às dificuldades e dores que uma separação traz, sei que não estou sozinha na criação delas. Independente de terem os pais juntos, minha filhas tem um pai presente e participativo. Um pai que se vira nos 30, como nós mães, e que elas possam se sentir seguras desde a hora que acordam, até a hora que vão dormir. Pois sabem que ele estará lá, fazendo como a mamãe faz, e talvez até melhor.

Assim como mesmo não tendo mais uma presença masculina em casa, eu faço de tudo para que elas se sintam protegidas  com uma estrutura de valores e muito respeito.

Fica o pensamento da semana, para nunca deixarem de incentivar esse relacionamento pai e filho. Posso garantir que vale a pena.

E meu Feliz Dia dos Pais esse ano vai especialmente para esses pais que hoje sabem que não existe mais o papel do homem ou da mulher, e que todos estão juntos na função de educar, criar , e proteger um filho.

Beijos e Boa Semana!

*K*

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( foto Rachel Guedes – Projeto Familia)

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27 julho, 2015
Por Katia Ouang

Semana passada estive no novo estúdio da fotógrafa Rachel Guedes para fazer mais uma sessão de fotos!!!Desde que tive a Bruna a cada 1 ano faço uma sessão com elas. E é o máximo poder comparar como elas mudaram. Uma recordação incrível!

A novidade é que agora o estúdio fica em uma casa linda que permite não apenas as fotos em fundo branco, como as dentro da casa com luz natural, e nos jardins da casa com muita vegetação. O que na minha opinião, enriquece muito as fotos.

Fiquei super animada pois queria muito fazer uma sessão externa, algo que agora é uma opção que a Rachel pode oferecer sem ter que sair do estúdio! Ou seja, uma facilidade e uma segurança a mais para nós  já que hoje em São Paulo não é tão simples assim fazer uma sessão em parques ou na rua. Ainda mais com crianças que não tem muito paciência para esperar…

Foi uma experiência muito bacana. As fotos saíram super naturais (o que eu sempre quis), e acabou sendo algo imprevisível, pois deixamos as meninas explorarem o espaço da casa e fotografamos onde elas gostaram mais e se divertiram.

No meu caso, além de ter algumas fotos minhas para poder usar em alguns trabalhos, queria muito retratar a nossa relação de mãe e filhas nesse momento de mudança da minha vida onde a nossa união é o mais importante. Não quis nem pensar em usar preto ou branco, como já fiz em outras sessões. Queria algo bem colorido e alegre. E acho que o resultado demonstra bem isso:

 

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_MG_1898  _MG_1945 _MG_1965 _MG_1973 _MG_1978

 

E a segunda parte no jardim:

 

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Aproveitamos e fizemos umas fotinhos para presentear o papai das meninas. Pois acho que não tem nada que ele poderia gostar mais nesse dia dos pais. Dá para aguentar tanta fofura? Eu estou babando….

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Todo ano eu conto de algumas sessões especiais que a Rachel faz para as leitoras. E minha dica, não percam essa oportunidade! Pois nessas sessões  é possível ter essas fotos profissionais por um valor acessível. E não tem investimento melhor do que esse onde ficamos com uma lembrança para a vida toda.

Esse ano a condição especial é para o Dia dos Pais e para a Sessão Luz Natural, que é essa que eu fiz. Sim, tem que correr para agendar a do Dia dos Pais! Mas ainda dá tempo!

Por R$ 380 você faz uma sessão de fotos e  escolhe 5 fotos para serem tratadas e impressas em tamanho 20 x 25. Sendo que 2 delas você já leva no dia para poder presentear. Essas fotos você também recebe o cd com elas digitais para depois usar como e quantas vezes quiser. Com certeza vocês vão perguntar, e as outras fotos da sessão? Por que eu afirmo que no final nós queremos todas! Quem quiser mais do que essas 5 fotos, consegue comprar avulsas por um valor especial.

Todas as dúvidas e informações vocês podem tirar pelo: [email protected] ou 11 2639-9055 / 11 5073-0794

 

Para quem não viu as outras sessões que fiz, segue abaixo:

Sessão Estudio 2011

Sessão Estudio 2012

Sessão Externa ( Parque) 2013

Sessão Dia dos Pais 2014 + Sessão Estudio 2014

 

Dá para perder??

 

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