1 dezembro, 2014
Por Katia Ouang

2013-12-161

Esse ano tive a oportunidade de viajar algumas vezes com as meninas. Seja de férias, ou a convite de alguns hotéis. Então aos poucos vamos aprendendo a facilitar a vida para poder aproveitar mais e carregar menos tralha!

Toda vez que coloco uma foto dessas viagens que faço com as crianças recebo vários e-mails me perguntando sobre a logística de preparar as malas e tentar não levar muita coisa, e também sobre a rotina delas fora de casa.

Então hoje vou passar várias dicas que ajudam muito a não complicar a vida. Pois tenho que assumir que muitas vezes tenho uma preguiça enorme de viajar. Não só pela quantidade de coisas que temos que levar mas também porque quando vamos para hotéis, é super cansativo e eu e meu marido não paramos 1 minuto! Já que praticamente não há esquema de ficar com as crianças fechados em um quarto sem que elas se irritem. Então é o dia todo sem parar até a hora que elas capotam na cama!

Uma dica que acho bacana é sempre se informar antes de ir para um hotel sobre o que ele oferece para as crianças. Pois muitos tem itens que podemos evitar levar e que ocupam espaço como carrinho, berço portátil, banheirinha, lata de leite, itens para praia ( baldinho, brinquedinhos , bóias) etc.

Então vamos lá…

Vou passar algumas dicas que me ajudam muito na hora de arrumar a mala.

Mala Principal:

Não tem como reduzir muito a quantidade de coisas que temos que levar, principalmente porque criança suja muita roupa e o tempo aqui em São Paulo não colabora em nada, sendo capaz de fazer frio e calor em um mesmo final de semana!

– Perca um tempinho para pensar nas combinações de roupas e facilite sua vida. Eu sempre levo cores de roupas neutras que combinem entre si. Assim se uma peça suja ou molha, não dependo de nada especifico para combinar. Principalmente se você só tiver meninas como eu. Facilita pois até nos laços tenho que pensar!

– Calcule de 3 a 4 trocas de roupa por dia. Sim, pode parecer exagero, mas criança suja muita roupa. E melhor ter a mais do que faltar.

– Leve sempre um casaco de nylon com capuz. É uma peça essencial para qualquer viagem. Protege do vento, da chuva e agasalha bem. Em muitos hotéis a distância até o quarto é grande e descoberta, então esses casacos são sempre super úteis.

– Dê preferência a tênis com velcro caso você tenha essa opção, ou aquelas sandalinhas de velcro bem práticas. Também gosto de Crocs agora na fase que elas não correm mais o risco de tropeçar. Pois quem me acompanha sabe que sou contra Crocs e calçados similares até 2 anos. Gostos desses calçados práticos pois em hotel as crianças tiram e colocam os sapatos várias vezes.

– Chapéu ou boné não pode faltar independente do clima.

 

Necessaire:

O que é difícil reduzir é a nécessaire de remédios e higiene. No meu caso levo apenas escova e pasta de dente para as meninas e o resto como shampoo, sabonete , hidratante, etc uso o que tem no banheiro do hotel. Elas não tem alergia a esse tipo de produto então facilita bem. Já os remédios prefiro sempre pecar pelo excesso e levo tudo e mais um pouco. O que nunca pode faltar por aqui é:

– Termometro

– Kit Básico de Primeiros Socorros ( para machucados e curativos)

– 1 antitérmico

– 1 antialérgico

– 1 xarope para tosse natural

-Soro Fisiologico

– Agua Oxigenada

– Pomada para picadas e alergias

– Corticóide ( esse já me foi super útil em picadas de bichos como abelha e formiga). Morro de medo de uma reação alérgica longe de casa então não saio sem um corticoide.

 

Mochila:

Sacola de mão, bolsa, mochila ou o que for, é um item importante para quem viaja com filho pequeno. Eu já contei que uso mochila sempre. E já saio do quarto pela manhã com a mochila montada com tudo que eu possa precisar durante o dia para elas . Assim não tenho que voltar para o quarto o tempo todo. Pois em alguns hotéis os quartos ficam longe e não dá para ir até lá a cada troca de fralda. Então nessa mochila eu sempre tenho:

– 3 ou 4 troca de fraldas. Normalmente levo na mochila fraldas que vestem tipo calcinha. Assim posso trocar a Manu em qualquer lugar e não dependo de trocador.

– 1 pacote de lencinho umedecido ( troca de fraldas e limpar mãos e pés)

– 1 calcinha extra para a Bruna

– 1 troca de roupa para cada uma

– 1 casaco para cada uma ( se estiver frio)

– Ipad para as refeições ( imprescindível!)

– Copinho plástico com tampa. Esse é super prático pois se eu peço um suco na piscina ou no restaurante, coloco para cada uma em seu copinho e não fico preocupada se elas vão ou não derrubar. Principalmente nos restaurantes. E é nesse copo que a Manu toma o leite dela antes de dormir caso queira. E como ela toma Ninho, quase todos os hotéis tem na copinha.

– Garfinho. Sempre levo 1 garfinho infantil para cada uma. Pois isso os hotéis não tem. Assim elas podem ajudar a comer na hora das refeições. Já que o garfo comum, mesmo o de sobremesa é ainda muito grande para elas.

– Todas as minhas coisas; óculos, carteira, protetor, etc.

 

Rotina:

Quando vamos para hotel não tem muito jeito de manter rotina. Mas o que sempre tento fazer é respeitar a vontade delas em relação ao sono e alimentação.  O café da manhã  tomamos todos juntos no horário que elas acordarem. Mas o almoço tentamos dar um pouco mais tarde que o habitual, que costuma ser ao meio dia, para assim aproveitarmos mais a parte da manhã. Então o que faço é la pelas 11 é dar um lanche reforçado. E então elas almoçam conosco lá pelas 13-14hs.

Depois disso sempre vamos um pouco para o quarto para a Manu descansar , e quase sempre a Bruna que não dorme mais a tarde, capota tambem! Se ela não dorme, fica quietinha vendo televisão para sossegar um pouco.

A tarde repetimos um lanchinho reforçado e vamos jantar todos juntos la pelas 9 horas. E para quem me acompanha no instagram já sabe que a minha técnica para conseguir jantar em paz com o meu marido é darmos primeiro a comida para elas, e depois colocarmos cada uma em um carrinho com um Ipad ou Iphone, e elas ficam quietinhas pois a essa hora, já estão exaustas e muitas vezes até dormem no carrinho.

A maioria dos hotéis que já fomos fornece carrinho. Então normalmente pedimos só para a hora do jantar mesmo , ou se o hotel for daqueles que tem que andar muito!

A hora de dormir costuma ser mais complicada. Pois cada um aqui tem um hábito ou melhor,  uma mania. Meu marido dorme cedo, eu tarde, a Bruna com abajur aceso, a Manu no escuro total. Então não tem jeito, temos que colocar a Bruna na cama conosco, esperar ela dormir, apagar todas as luzes e então a Manu dorme. E com isso temos que dormir também. O que não acho ruim já que o dia seguinte começa cedo e intenso!

O que eu acho bacana contar é que as crianças também vão aprendendo a se adaptar a diferentes rotinas. Podem acontecer alguns perrengues nas primeiras viagens, mas isso vai melhorando. Lembro que a primeira vez que fomos para um hotel com elas quase voltamos no meio da noite pois nenhuma das duas dormia. Estranharam o quarto, a comida, enfim. Hoje já é bem fácil.

E mais fácil ainda para quem viaja com bebê que só mama no peito e fica no carrinho. No primeiro filho temos um pouco de receio em viajar com um bebê muito pequeno. Mas a real é que nessa fase é onde o casal mais consegue aproveitar.

Minha única recomendação sempre é evitar lugares muito isolados, no meio do nada. Pois com criança pequena é sempre bom estar perto de um médico ou de um pronto socorro. Sou um pouco neurótica em relação a isso. Acho que até as meninas passarem dessa fase mais sensível, sempre darei preferência a lugares que eu possa ter uma estrutura caso precise.

 

E logo mais vou publicar o post do Hotel Mavsa, que estivemos nesse final de semana e é o máximo para crianças.

E para quem quiser ver todas as viagens que já fiz com as meninas, clique AQUI

Boa Semana!

*K*

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17 novembro, 2014
Por Katia Ouang

Esse final de semana tive uma alegria muito grande que me pegou de surpresa; o inicio do desfralde da Manu.

Vou contar que estava zero preocupada em quando isso iria acontecer. Mesmo porque sou daquelas mães que não tem pressa alguma em antecipar as mudanças na vida dos filhos. Deixo sempre isso acontecer naturalmente, pois sei que cada criança tem seu tempo.

O desfralde da Bruna foi muito trabalhoso e cansativo. Talvez por isso que não me preocupei muito com a Manu até por um pouco de preguiça em iniciar esse processo de novo.

Minha mãe já vem há tempo me falando para tentar tirar a fralda da Manu. Já que ela é super esperta e fala super bem. Tentei algumas vezes sem compromisso algum, e ela não demonstrou ter qualquer controle do xixi e cocô e sequer se incomodar com a fralda.

Minha idéia era começar o desfralde junto com a escola que ela irá começar no próximo ano.

Para a minha surpresa nesse sábado ela me pediu o sapinho que é um penico. Eu disse; Manu , você quer fazer xixi no sapinho? Ela respondeu; Não Mamãe, quero fazer cocô! Não dei muita bola pois achei que era mesmo brincadeira. Deixei ela sem fralda sentada no sapinho e fui preparar o almoço.

Quando eu voltei encontro a Manu em pé apontando para o cocô. Só que o cocô não estava no penico e sim no chão! Dei parabéns que ela fez cocô fora da fralda, mas expliquei que não pode fazer no chão, tem que fazer no penico. E quando olhei o penico, tinha um pouco de xixi! Comemoramos o xixi e vi que ela estava super feliz.

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Coloquei a fralda e fomos passear a tarde toda. Quando voltei vi que a fralda estava sequinha. E ficamos umas 4 horas longe de casa.

Olhei para ela e disse; Manu, você não fez xixi a tarde toda, tem que fazer filha. E ela calmamente disse; Vou fazer no sapinho!

E não é que ela fez mesmo!

Ontem saímos a manhã toda, quando voltamos foi igual. A fralda sequinha. Peguei o sapinho, deixei ela sentada e fui fazer o almoço. Quando voltei, xixi e cocô!

Comemorei mais uma vez e ela me pediu para colocar calcinha igual da Bruna!

A tarde saímos e ela foi com fralda. Mas dessa vez fez bastante xixi .

 

Por isso não vou me empolgar já que conheço bem o processo. Tem que ter muita paciência e saber que muitas vezes damos 2 passos para frente e 1 para trás. Pois acontece com frequência a criança estar indo super bem no desfralde e de repente empaca, ou volta a fazer xixi na calça, não consegue mais fazer cocô…. é super normal.

O que importa é que ela nos deu o sinal, e mostrou que já está pronta para começar.

Eu fiquei super feliz e emocionada com esse momento.

E agora mesmo não pensando em desfraldar esse ano , vou começar com calma e vamos ver como será.

Logo mais conto para vocês se ela evolui e como tem sido!

E quem quiser ver as etapas do desfralde da Bruna, segue os posts:

Parte I e Parte II

Bjs e boa semana!

*K*

 

 

 

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13 novembro, 2014
Por Katia Ouang

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Ansiedade é algo que faz parte da vida de qualquer pessoa. Mas posso garantir que ela se multiplica quando descobrimos a gravidez. A partir desse dia parece que nos tornamos pessoas muito mais ansiosas. E depois que nascem os filhos então, aí nem se fala.

Por isso relacionei algumas causas das maiores ansiedades na mulher.

São muitas, então esse tema ainda voltará por aqui!

Começando ainda antes da gravidez.  Tem ansiedade maior que o período que estamos de fato tentando engravidar?

- O dia fértil. Esse para quem controla o ciclo e sabe que está no dia fértil tem que se conter para não passar o dia ansiosa esperando o marido chegar em casa. E com ou sem vontade, aquele dia tem que rolar!

- Atraso na menstruação. Que mulher vai negar que quando está na tentativa conta os segundos de um possível atraso para sair correndo e comprar um teste de farmácia?! Eu mesma perdi as contas de quantos testes comprei e deram negativos.

- Descobrir que está grávida. Ver um positivo para quem tanto quer um bebê é um dos momentos mais emocionantes e felizes na vida da mulher. Ótimo. Mas depois que passa a euforia , quem segura a ansiedade de sair contando para o mundo que você está gravida. E aí surge o dilema; conta ou não conta, espera passar as primeiras semanas, faz surpresa ou não para o marido…. Antes de eu engravidar imaginava aquela cena de fazer uma surpresa para o marido com um sapatinho ou um body do time que ele torce, e no final não aguentei e contei sem surpresa alguma. Imagina que eu iria conseguir sair de casa, achar uma loja, comprar o presente e passar um dia todo em segredo… Comigo não funciona!

- Dia de ultrassom. Quem mais contava os dias para chegar a data do ultrassom e nem dormia na noite anterior?

- Enxoval . Esse é um dos maiores causadores de estragos financeiros por ansiedade. Principalmente para mãe de primeira viagem de meninas. Qual mãe não saiu correndo para comprar tudo de cor de rosa que visse pela frente assim que descobriu o sexo do bebê?

- O ultimo mês da gravidez. Esse mês vira uma eternidade. não passa. Haja controle emocional para conter a ansiedade.

- O Parto . Isso nem vou entrar em questão pois com certeza não tem ansiedade maior em saber como será o parto e o momento de conhecer a carinha do seu filho.

- Dia de Pediatra. Para quem passa o dia todo em casa amamentando e trocando fralda, quer motivo maior de ansiedade do que dia de ir ao pediatra? Parece que vira o evento de mês. É a chance de colocar uma roupa mais bonitinha no bebê e sair um pouco da “toca”. Além disso qual mãe de primeira viagem não sabe exatamente o peso e alturo do seu bebê  e não ve a hora de chegar a próxima consulta para comparar ?! Mas posso garantir que no segundo filho você nem lembra que marcou pediatra!

- Dia de Vacina. Esse dia acho que ficamos mais ansiosas que a criança. Será que ele vai chorar muito, será que vai ter febre, será que vai ficar chatinho? Eu sempre imaginava mil coisas e no final nenhuma das meninas teve qualquer reação a vacina.

- Os Primeiros Passos. Mais do que rolar, sentar e engatinhar, qual mãe não ve a hora de seu filho dar os primeiros passinhos?

- O Aniversário de 1 ano. Conheço mães que mesmo antes da criança nascer já sabiam o tema da festa de 1 ano. E mães que  encomendaram convites comigo quando o bebê tinha 2 meses apenas!

- Primeiro dia de escola. Acho que todas as mães mal dormem na véspera de levar seu filho pela primeira vez na escola. Será que ela vai gostar? Será que vai chorar? Será que vai adaptar rápido?

 

E para vocês, o que gera ansiedade na maternidade?

 

 

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30 outubro, 2014
Por Katia Ouang

Já recebi várias mensagens perguntando como está a Bruna sem as chupetas.

Esperei passar um tempinho para poder contar como foram essas semanas.

A primeira atitude que me questionaram foi porque eu não tirei a chupeta da Manu junto com a da Bruna, assim passava por isso só 1 vez e evitaria que a Bruna pegasse as chupetas da Manu. E a minha posição sobre isso é que não tirei pois quero que a Bruna entenda que ela vive um momento diferente da Manu. Que ela é mais velha, que já usou bastante e que logo a Manu vai tirar também. Ela que é super ciumenta precisa entender isso. E para a minha surpresa, mesmo com todo o perfil manhoso da Bruna, foi bem mais tranquilo do que eu imaginava. Talvez porque ela já tenha uma compreensão muito maior do que está vivendo e tenha de fato incorporado e entendido que a partir do momento que deu as chupetas, não tinha mais volta. Isso em uma criança de 2 anos talvez seja um pouco mais complicado.

Por outro lado, 4 anos de vício não é tão simples de tirar. Algo que ela fez desde que nasceu e sempre usou como artificio para dormir e para se acalmar e de um dia para o outro passa a não ter mais, deve ser bem difícil. É um vicio como qualquer outro.

O gatinho que a “fada trouxe” foi essencial nessa etapa. Ela se apegou ao gato e realmente acreditou que ele seria seu porto seguro. Agora arrasta esse gato para onde ela for e fala para todo mundo que é o protetor dela.

Os primeiros dias foram os mais complicados, principalmente na hora de dormir. Aí sim ela chorava dizendo que não conseguiria dormir sem chupeta. Começava a morder alguma coisa, chupava a mão, era a necessidade absurda de sugar. Me dóia muito. Mas por nenhum momento eu voltei atrás.

A solução que eu encontrei foram as histórias. Sentava ao lado dela e contava uma história, e ia improvisando e enrolando até ela dormir. Nos primeiros dias cheguei a ficar mais de 1 hora falando. Mas com o passar dos dias esse tempo foi diminuindo até que hoje ela voltou a dormir sem história , apenas comigo sentada na cadeira ao seu lado até ela pegar no sono,  como eu fazia na época da chupeta. E em 10 minutos no máximo ela dorme.

Durante o dia não foi tão complicado. Ela não pedia pela chupeta, apenas não aceitava a Manu usando na sua frente. O que é mais do que compreensível. Mas por nenhuma vez tentou pegar ou usar a chupeta da irmã. Algo que eu imaginei que pudesse acontecer. A pior parte mesmo foi o seu humor. A falta da chupeta deixou a Bruna muito mais irritada. E ela que já é de natureza uma criança manhosa, piorou ainda mais. Pois o que amenizava algumas crises e momentos de manha, era a chupeta. A partir do momento que ela não tinha mais, não encontrava outra maneira de se acalmar e então chorava, gritava e dava um show.

Agora , depois de mais de 1 mês, posso dizer que sinto que ela está realmente esquecendo do vício e até se orgulhando de não usar mais chupeta. Hoje ela olha para a Manu e fala: Manu, eu não chupo mais pepê, meus dentes vão ficar lindos e os seus feios.

Ela ainda anda bastante irritada. Mas percebo que isso acontece mais nos momentos onde ela esta mais quietinha, sem fazer muita coisa, e aí lembra da chupeta. Por isso tenho tentado ocupá-la e distraí-la sempre que isso acontece. Além, é claro, de sempre elogiar sua atitude e dar muito carinho e atenção nessa fase.

E o que eu aprendi de mais esse desafio? Que nós mães muitas vezes postergamos algumas mudanças. Seja por medo da reação da criança, seja por preguiça de enfrentar um momento novo… E sempre que eu tive essa sensação, me surpreendi não só com a atitude das minhas filhas, mas também com a minha. E que não adianta imaginar nada antes da hora. Sempre digo que nossos fihos são uma caixinha de surpresas. E são mesmo. Impossível adivinhar como irão reagir.

Por isso o que fica disso tudo é ; faça o que seu coração mandar! Nunca vai existir a hora certa de mudanças, e não se baseie no que outras mães fizeram. Apenas a partir do momento que você  decidir dar um passo diferente na vida do seu filho, seja firme. A nossa segurança em ter tomado a decisão certa é que passará confiança para eles.

E o próximo passo com a Bruna é tentar fazer com que ela durma a noite toda na cama dela. Pois ela ainda vem para a minha toda madrugada!

Só que esse é assunto para um próximo post onde falarei da cama compartilhada! Experiência que vivo há pouco mais de 1 ano…

 

E quem quiser ler como foi o processo de retirada da chupeta veja aqui: Parte 1 e Parte 2.

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