9 abril, 2015
Por Katia Ouang


Umas das coisas que mais falamos e que toda mulher que tem filhos concorda é; Tem algo mais gostoso que cheirinho de bebê?!

O mais interessante é que muitas vezes esse cheirinho é apenas o cheiro do próprio bebê e que amamos tanto. Que mãe que não ama passar um tempão cheirando seu filho?

Nós adultos conseguimos construir uma identidade não só pelas nossas características mas também pela roupa que usamos, acessórios e perfume. Pois o aroma de um perfume mostra muito sobre o perfil de uma pessoa.

Quantas vezes não sentimos um perfume de longe  e remetemos o cheiro de alguma pessoa conhecida?

E o mesmo vale para os nossos pequenos;  poder criar essa identidade para eles  faz com que também possamos sentir o cheirinho até quando estão longe. Muitas vezes usamos um shampoo tão gostoso que não queremos misturar com o cheiro de uma colônia de outra marca ,ou mesmo um hidratante. Antes eu misturava  shampoo de uma marca, hidratante de outra, colônia de outra, e nunca conseguia perceber qual cheiro era de qual.

E foi pensando nisso que a Baby Dove criou uma linha completa de produtos, com um cheirinho único, e com o preço, qualidade e carinho que gostaríamos que alguém tivesse com os nossos bebês. O que facilita muito a nossa vida, pois tem tudo o que precisamos para a higiene e cuidado diário, hidrata a pele dos pequenos e tem aquele cheirinho do bebê moderno. Basta entrar em uma farmácia ou supermercado e levar todos os itens da linha!

Hoje uso nas meninas todos os produtos Baby Dove, e com isso os cabelos e a pele estão sempre com um cheirinho característico que eu carrego comigo o dia todo.  Imagina que bacana daqui há alguns anos poder cheirar um produto que usamos nos nossos pequenos e recordar os momentos de sua infância?

Pois de fato não tem algo melhor que o cheirinho dos nossos filhos!

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6 abril, 2015
Por Katia Ouang

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Já há algum tempo queria passar uma dica muito bacana (que eu mesma inventei) e que super funciona aqui em casa.

Eu não sei como é na casa de vocês, mas eu tenho zero paciência a noite. A real é que em muitos dias não vejo a hora das meninas dormirem para poder respirar um pouco. O final do dia é sempre estressante por aqui principalmente por causa da Manu, que por não dormir mais depois do almoço, fica super irritada e chorando bastante.

No ano passado tive inúmeras tentativas de fazer a Bruna dormir nos primeiros dias depois que tirei a chupeta e quase surtei. Contava história atrás de história e ela além de prestar atenção e ficar mais desperta, queria mais e mais e mais… Quando eu achava que ela ia dormir, levantava e pedia para eu continuar.

Até que um dia inventei uma história onde o Mickey convidava a Minnie para tomar sorvete. Chegando na sorveteria, a Minnie pediu para o Mickey ler todos os sabores pois ela ainda não conseguia ler sozinha. E lá foi o Mickey ler sabor por sabor; Creme, Chocolate, Morango, Uva, Flocos, Pistache, Melancia, Framboesa… E enquanto eu falava os sabores, percebi que os olhinhos da Bruna começavam a fechar. Me concentrei para inventar todos os sabores do mundo e lá fui eu continuar sem sequer respirar; Manga, Abacate, Jabuticaba, Cereja, Limão, Laranja…. E rapidamente ela dormiu!

No dia seguinte a primeira coisa que a Bruna me pediu, foi que contasse a História da Minnie para ela. E eu disse; “a do sorvete?” Ela disse; “Não Mamãe, outra”! E eu já cansada, sem muita paciência para ficar contando algo novo falei; “Ok filha, hoje o Mickey vai ajudar a Minnie a escolher a cor que ela vai pintar a sua casa!”

A Bruna ficou toda feliz, deitou,  e lá fui eu contar a história onde fiz uma introdução e continuava assim; Minnie veja quantas cores lindas para pintar sua casa; tem Azul, Rosa, Branco, Amarelo, Vermelho, Vinho, Verde, Bege…. E nisso os olhos da Bruna começaram a fechar.

Eu estava no paraíso! Uma história em apenas 5 minutos!

Percebi que para ela o que funcionava era algo que não chamasse muito a sua atenção. Histórias com começo, meio e fim, só deixavam ela mais curiosa e atenta ao que iria acontecer. E então o segredo estava em falar muitas palavras lentamente, mas sem parar. Usar frutas, cores, animais , números e elementos que existam em grande variedade e quantidade, assim nós mesmas não precisamos pensar muito!

Usei essa “técnica” por uns dias e depois não precisei mais pois ela começou a dormir na sala vendo desenho e a Manu ainda dormia no berço sem nenhum recurso. ( Bons tempos esse!)

Só que há 3 meses quando a Manu saiu do berço, estou tendo um trabalho cão para ela pegar no sono. Todo dia vai quase 1 hora para ela sossegar e dormir e depois ainda tenho que colocar a Bruna. Já que elas dormem no mesmo quarto só que uma só dorme com luz acesa, e outra apagada. Colocar as duas juntas é pedir para perder a paciência!

Até que há 10 dias resolvi testar a técnica da história que contava para a Bruna e como em um passe de mágica, consigo que a Manu durma em menos de 10 minutos! Eu sento do seu lado, peço para ela deitar e começo a contar a história. Quando chego na parte das palavras, começo a falar lentamente, sem parar. E vejo que ela perde a concentração e dorme! Ela, ao contrário da Bruna, quer todo dia a mesma história do sorvete! O que para mim é ótimo, pois até já decorei a relação dos sabores para não repetir e ela perder a concentração.

Então a minha dica é não contar nada que possa acionar a imaginação da criança, pois no  meu caso, só excita elas ainda mais. Usar e inventar histórias simples que depois de 5 minutos tenham uma repetição de palavras. E aí não parar de falar até a criança dormir!

Testem e depois me contem se funcionou!

Beijos e uma Ótima Semana!

*K*

 

 

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30 março, 2015
Por Katia Ouang

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Já perdi as contas de quantos posts fiz sobre o Terrible Two da Bruna. Passei por muitos momentos desesperadores, em que não acreditava poder ter algum sucesso em qualquer técnica aplicada para amenizar seu comportamento, e até cheguei a levar em terapia para poder entender e me guiar em sua educação.

A questão do cíumes  em relação à Manu, isso pode passar o tempo que for, que não melhora. Minha esperança é que um pouco mais para frente como a diferença de idade entre delas é pouca, isso se transforme em uma grande amizade. Mas por enquanto o jeito é deixar elas se entenderem ou se desentenderem como quiserem. Pois interferir ou forçar uma amizade, só piora.

A questão dos chiliques, birras e ataques, não quero cantar a bola antes da hora, mas tem melhorado muito. A cada dia percebo uma evolução que tem me deixado muito animada e muito feliz com o relacionamento que estamos vivendo agora.

É maravilhoso não precisar passar o dia gritando , estressando, colocando de castigo, fazendo pedir desculpas… Pois com isso você consegue curtir muito mais o seu filho.

E o que aconteceu?

Simplesmente ela está crescendo. E com isso se tornando mais independente e com noção do que pode ou não fazer.

Sim, começam outros perrengues. Mas algumas coisas de rotina e que me deixavam louca, estão aos poucos desaparecendo.

A Bruna sempre deu chilique para tudo que quisesse fazer, pois dependia de mim para poder ajudá-la. E a impaciência e irritação dela me deixavam louca. Vou exemplificar e contar o que tem mudado.

– Acordava de manhã e já começava a arrancar o pijama pois queria trocar de roupa mas não conseguia sozinha. Hoje ela acorda, tira o pijama e escolhe na gaveta o que vai vestir. Ela consegue vestir todas as peças sozinha, exceto se tiver alguma coisa mais complicada ou se for sapato com cadarço. Esse ela coloca mas ainda não sabe amarrar.

– Reclamava da cor da roupa, do modelo, da cor do laço, do sapato… então hoje se ela não gosta, ela vai no armário e pega a roupa e o laço que quiser. Inclusive ela se penteia sozinha e se arruma como achar melhor. Decidi deixar ela usar o que quiser e comecei a achar graça se a roupa não tem nada a ver.  Percebi que depois de uma fase não conseguimos mais vestir como gostaríamos. Tem crianças que como ela, tem personalidade forte e vontade própria desde pequena. Bater de frente com isso é como chover no molhado. Assim evito me estressar. Em um dia bom, consigo que ela escolha entre algumas coisas que eu separo. Faço assim; se ela não gosta da roupa eu coloco na cama umas 3 opções e fali: A mamãe vai deixar você escolher sozinha, mas tem que se alguma dessas que está na cama. Assim ela percebe que não é a dona do mundo mas que eu estou dando um voto de confiança .

– Queria ver algum desenho ou trocar de canal e não podia esperar 1 minuto. Hoje ela aprendeu a ligar e desligar a tv, a usar o controle para trocar o desenho e até mexer no Netflix.

– Idem para comer ou beber algo. Hoje ela saber pegar água sozinha no filtro, pegar uma fruta ou um pãozinho.  E o que ela não consegue eu tento aos poucos ensinar.

– Na hora de brincar consegue saber onde o que ela gosta está guardado e vai direto buscar.

– Tem se sentido útil , importante e superior a Manu, o que trouxe mais auto confiança. Hoje ela consegue fazer coisas que a Manu não faz ainda. E isso ela acha o máximo! Ela adora quando eu peço para ela assim: Bru, por favor, você que já ajuda a mamãe, pega um copo de água para a Manu pois eu ainda não deixo ela ir sozinha! E essa diferença de autonomia que eu elogio sempre trouxe muita segurança para ela.

– Tem entendido o valor do dinheiro e da recompensa. Ensinei ela a guardar as moedinhas que sempre dou como bonificação para uma atitude ou bom comportamento. Tem o hábito de dar moedas de no máximo R$ 0,25 e peço para ela guardar. Para comprar algo que ela queira, tem que juntar muita moeda. E ela tem visto que não é fácil. Sei que nem sempre a recompensa com moeda ou doce é a melhor opção; mas atire a primeira pedra #quemnunca !? Só quem tem filhos sabe o grau de cansaço que chegamos e que muitas vezes a solução que encontramos é a que resolve naquele momento.

Estou muito feliz e em uma fase de paixão total pela Bruna. Sim, a maternidade também é feita de fases! Você nunca deixa de amar um filho, mas tem fases que você o ama ainda mais. E isso é maravilhoso!

Quanta culpa senti nesses anos por achar que não estava educando minha filha da melhor maneira, ou por não conseguir ter a paciência e sabedoria que eu gostaria ter.

O que tenho aprendido disso ?! Que apesar de todos os dias eu olhar para elas e desejar que fiquem sempre assim pequeninas, minhas bebês, grudadas em mim, a independência delas é um fator que só melhora nossa vida.  E sinceramente, não vejo a hora da Manu chegar nessa fase!

E vocês mamães queridas, perceberam essa mudança no estress da rotina quando seus filhos começaram a ficar mais independentes?

Um beijo grande e vamos começar a semana!

*K*

 

(foto Rachel Guedes – Projeto Família)

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27 março, 2015
Por Katia Ouang

Estive no Carrefour na semana passada e vi nas prateleiras uma fralda que eu não conhecia. No mesmo dia por coincidência apareceu a tal fralda no comercial da novela me deixando ainda mais curiosa. Já fiquei com as mãos coçando para comprar essa novidade pois quem me conhece sabe que adoro testar tudo !

Alguns dias depois recebi um pacote em casa enviado pela marca para conhecer e testar,  fiquei super feliz!

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Para quem não conhece estou falando da MamyPoko, uma fralda calça produzida pela empresa numero 1 na fabricação de fraldas no Japão. Uma empresa tão confiável que até o final de maio é possível comprar, testar, e se caso não ficar feliz, ter seu dinheiro de volta! Veja se o pacote possui esse selo com as informações e todo o regulamento está no site indicado.

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O que eu adoro sentir quando abro o pacote é a textura da fralda. Fiquei surpresa como em um pacote tão pequeno tinham tantas unidades. Isso porque sem uso ela é bem compacta e fininha. O toque é macio e suave ( cobertura respirável) e vem com ilustrações do ursinho Pooh, que as meninas adoram. Também vem indicado frente e costas bem nítido no desenho, já que é uma fralda de vestir e muitas vezes pode confundir. Principalmente quando essa função fica para os papais não acham?!

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Na hora de vestir os a cintura abre bem,  pois é toda feita de elásticos bem macios que não apertaram ou marcaram a pele da Manu. E vocês sabem o quanto sou fã de carteirinha de fraldas de vestir para a fase que a criança não tem mais paciência para ser trocada. Na minha opinião é a melhor opção. Além disso acho que quando cheias ficam bem mais firmes ao corpo do que os modelos comuns.

Como a Manu é bem alérgica a qualquer coisa que aperte a pele, sempre que tiro a fralda já aparece um monte de brotoejas…  que não deram o sinal dessa vez! Ainda bem!

A  proteção contra vazamentos é dupla e segurou bem por 12 horas sem ficar pesada ou vazar. Usei a noite na Manu e normalmente quando ela acorda a fralda já está quase no chão de tão pesada. Essa estava firme ao corpo e apesar de bem cheia, o fluxo se distribuiu bem por toda a sua área. Como a fralda é bem fininha, tive a sensação que não aguentaria muito tempo e que ficaria úmida por fora. Não ficou.

Essa é a foto da fralda depois de 12 horas! Dá para ver como ficou cheia não só embaixo!

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Para retirar a fralda basta rasgar as laterais e depois enrolar com a fita adesiva presa a parte de trás. Também vale a pena ressaltar que apesar de abrir facilmente na hora de tirar, nunca rasgou na hora de colocar, o que acontece com algumas marcas que oferecem esse modelo.

Fiquei surpresa com a qualidade dessa fralda em todos os quesitos que dou importância, e na minha opinião, a melhor qualidade e o melhor custo benefício entre as fraldas de vestir que estão no mercado.

E as mamães agradecem!

E vocês, já testaram?

 

 

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27 março, 2015
Por Katia Ouang

Hoje a convidada do “Lado B” é a minha amiga Ju Freire, que junto com a sua sócia Renata, comandam o tão querido Blog Just Real Moms. Um blog que desde o dia em que surgiu, só cresce e ganha leitoras fiéis pelo Brasil inteiro. Tem um formato diferente dos blogs de vida pessoal onde as autoras e seus filhos viram protagonistas, e mesmo assim é hoje um dos mais acessados desse mercado. E esse resultado vem de um trabalho sério e profissional que as duas se propuseram a fazer desde o início.

A Ju trabalhou anos em marketing em multinacional, e hoje se dedica ao blog e aos projetos que surgem dele unindo sua experiência profissional, com o mercado materno. Um trabalho incrível e inovador que eu super admiro.

Mais uma das surpresas boas que a blogosfera me trouxe, a Ju se tornou uma amiga muito especial e uma pessoa que amo conversar, dar risada e trocar experiências, pois sempre tem muito a agregar!

Mãe dedicada do Olavinho e da Ana Helena, ela passa um pouco desse momento para nós!

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– Quando vocês criaram o Just, tinham idéia que fariam tanto sucesso e teriam um retorno tão carinhoso do público?

Desde quando tivemos a idéia de criar o blog, já pensamos em algo profissional, e buscamos tratá-lo da forma mais séria possível! Estávamos dispostas a abrir um negócio,e desenvolvermos nosso lado empreendedor.  Nos dedicamos muito para tentar oferecer para nossas leitoras os assuntos e dicas que sejam relevantes e que realmente as ajude no dia a dia da maternidade. Ficamos muito felizes que conseguimos de alguma forma ajudar nossas leitoras e percebemos isso com os comentários carinhosos de leitoras super fiéis. Esse retorno é maravilhoso e nos dá força e energia para continuar fazendo nosso trabalho da melhor forma possível!

 

– O Just é dos poucos blogs de maternidade que não tem a imagem e vida de vocês associadas aos posts. E sabemos que o sucesso desses blogs tem muito a ver com a identificação das leitoras com as historias dos autores. Qual a principal mensagem ou idéia  que vocês querem passar quando escrevem um post?

Nosso objetivo desde o início não foi fazer um diário de nossas vidas, aliás procuramos expor nossos filhos o menos possível. Buscamos prestar um serviço para nossas leitoras, desta forma, sempre nos reunimos para pensar em assuntos que vão fazer a diferença na vida dessas mães. Procuramos assuntos que nos interessam como mãe! E como somos nós que escrevemos a maioria dos posts, acreditamos que este seja um diferencial dos demais portais de maternidade escritos por jornalistas ou especialistas! Nossa linguagem “descomplicada” é o nos aproxima de nosso publico!

– O que ninguém sabe sobre a “Mãe Juliana”.

 A minha maior vocação na vida é ser mãe! Sou MUITO feliz neste papel. Adoro até aqueles programas que muitas mães acham “mico” como reunião na escola, semana de adaptacão, festinha dos amigos etc… faço tudo com o maior prazer e curtindo cada minuto! Sou extremamente superprotetora, daquelas que é capaz de entrar no conflito dos bebês para proteger meus filhos rssrs! Sério, tenho que me controlar muito! Preciso pensar muito racionalmente quando em alguma situação devo deixar meus fillhos enfrentarem a dificuldade sozinhos, pois meu instinto é protege-los o tempo todo.

 Elogio e beijo meus filhos o tempo inteiro, sou aquela mãe melosa mesmo.

 Sou também super culpada, acho que sempre poderia fazer mais e me coloco em segundo plano 100% do tempo! Quero ser aquela mãe amiga, que meus filhos possam contar tudo, mas deve ser muito dificil encontrar o meio termo de uma mãe muito permissiva para a mãe amiga! Por enquanto estou tentando!

 

–  Como é a experiência de ser mãe de um menino e uma menina.

 Maravilhosa! Me sinto abençoada por ter a experiencia de ter uma menina e um menino! Consigo entender um pouco dos dois universos e isso também facilita na hora de escrever os posts e poder impactar as mães de meninas e meninos.  Sou alucinada pelos meus filhos e agradeço todos os dias pela minha família! 

 

– Qual a maior dificuldade que sentiu quando se tornou mãe?

 Acho que a educação do dia a dia é muito trabalhosa e exige muito de nós mães. Não tem jeito, para você educar tem que chamar atenção e ensinar o tempo todo e isso é um pouco desgastante! A missão de direcionar duas vidas para que eles sejam adultos seguros, autonimos e felizes não é fácil. 

 

– Um momento inesquecível da maternidade.

O dia do nascimento dos meus 2 filhos! Acho que não há no mundo dias melhores do que o dia que conhecemos o rostinho dos nossos filhos. Me lembro que quando o Olavinho,  meu primeiro filho nasceu, foi aquela sensação de amor a primeira vista! Me lembro de olhar para ele e não acreditar naquele amor e na sensação maravilhosa que eu estava sentindo! 

O dia que descobri que minha segunda filha seria mulher também foi incrível, como eu ja tinha um menininho, tinha o somho de que minha segunda filha fosse menina e consegui realizá-lo.

 

 

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16 março, 2015
Por Katia Ouang

Todo domingo a noite vou deitar com a sensação que corri uma maratona. A casa fica um caos, brinquedos espalhados para todos os cantos, e eu exausta. Não tem um domingo a noite sequer que eu não me lembre um pouco de quando não tinha filhos e saia para comer uma pizza com os amigos e depois ficava lendo uma revista na sala até a hora de dormir.

Por isso hoje, ao contrário de falar sobre maternidade, vou falar de algumas coisas que sinto falta da época que não tinha as meninas. Tipo “momento saudosismo total” ! Claro que é incomparável a minha vida de hoje, depois de ser mãe. Não troco por fase alguma.

Mas por apenas alguns momentos me dá vontade de voltar ao tempo só para:

Poder dormir a noite toda e acordar naturalmente. Esse é o número 1 de todas as mães. Clichê ou não, dormir sem interrupção é o sonho de consumo de qualquer mulher. E isso só era possível na época sem filhos. Acordar tarde então foi algo que nunca mais tive o prazer de vivenciar. Já era difícil na época sem filhos pois tinha que sair cedo para trabalhar , mas aos sábados e domingos era possível curtir um pouco.

Engraçado que aqui em casa parece que o tempo passa e elas acordam cada vez mais cedo, independente da hora que dormem.  Será que alguém pode explicar para elas que é uma delicia acordar tarde?!!!

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– Ir a uma festa sem hora para voltar. Tudo bem, ainda é possivel ir a uma festa e deixar as meninas com os meus pais. Mas necessariamente o dia seguinte será sempre um pesadelo. Ressaca e poucas horas de sono com um dia intenso pela frente, definitivamente não combinam com quem tem filhos!

E ainda nessa categoria como “sub item”, que saudades das festas de réveillon que acabavam de manhã e passávamos o dia 1 praticamente dormindo!

 

– Poder deixar a comida acabar em casa. Nada mais desesperador do que olhar a bandeja de frutas e ver que não tem nem uma banana. Casa que tem criança, não pode faltar fruta não acham?! Nunca deixo acabaras coisas que ela comem com frequência e principalmente laranja e banana. O chato é que muitos desses alimentos estragam rapido, então compro semanalmente. Mas como trabalho e nunca sei quando terei um tempo disponível,  que preguiça de sair muitas vezes só para comprar algo que acabou. Que saudades de quando eu dizia; ” Vai ficar para amanhã”. Quando não temos filho podemos ver a geladeira vazia e desencanar. Sempre me virei com  que tivesse, ou se não, pedi um delivery.

Só que com criança não dá. Morro de remorso de deixar elas comerem qualquer coisa.

 

 

-Poder fazer  almoços prolongados ao sábados e domingos. Tem algo mais gostoso que sentar em uma mesa de restaurante com amigos no final de semana sem hora para ir embora? Tudo bem , também posso negociar com a minha mãe  ficar um pouco com elas, mas sempre temos que passar o almoço olhando o relógio.

 

– Passar um sábado a tarde cuidando de mim. Era frequente na época sem filhos eu deixar o sábado a tarde ( pós almoço com as amigas) para ir ao cabelereiro fazer pé, mão , depilação, hidratação… Pois curtia ir sem pressa e ficar me cuidando, lendo uma revista de fofocas e batendo papo. Hoje continuo indo , mas sempre com pressa e quando consigo encaixar no meu dia.

 

– Ler. Para quem tem o hábito da leitura, sempre arruma um tempo para ler pois faz parte da rotina como qualquer outra atividade. Mas para quem como eu  lia livros e revistas com pouca frequência, fica bem mais difícil. Pois o pouco tempo que tenho fico tão acelerada e com a sensação que tenho mil coisas para fazer, que não consigo mais sentar com calma, abrir um livro e ler.

 

 

-Não ter que reparar em uma farmácia.  Sempre que estou na rua e passo em frente a uma farmácia me questiono se preciso estacionar para comprar alguma coisa. Nunca sei se acabou a  fralda, a vitamina, o shampoo… Vocês também tem essa sensação?!

 

-Passar horas na Internet. Quando eu não tinha as meninas, amava passar horas na internet vendo sites de moda e pesquisando músicas bacanas para baixar. Tanto é que o blog quando começou só falava de moda, música e viagens ( sabiam?!). Toda semana eu enchia um pen drive novo com músicas para escutar no carro. Hoje o pen drive é o mesmo de 5 anos atrás e eu não aguento mais as músicas!

 

 

– Fazer trabalhos manuais. Para quem não conhece esse meu lado, eu amo fazer trabalhos manuais. Na gravidez da Bruna fiz todos os quadrinhos do quarto dela, os potinhos, lixeira, frascos. Na gravidez da Manu ainda me aventurei em fazer umas coisinhas, mas foi a ultima vez. Depois nunca mais tive tempo em sentar e abrir um monte de tecido , cola, tesoura sem que alguém me atrapalhasse. Todas essas coisinhas abaixo eu que fiz!

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E por último; tenho saudades de imaginar como seria o dia que fosse mãe. Sempre pensava no dia em que eu me descobrisse grávida, em como seriam a cara dos meus filhos, se eu teria 1, 2 ou 3 filhos, se seriam meninos ou meninas. E hoje o tempo passou e a Bruna já esta com 4 anos e meio, esse ano fará 5!

E a fase sem filhos fica cada vez mais no passado….

 

E vocês mamães, o que mais sentem falta da época que ainda não tinham os seus pequenos!???

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11 março, 2015
Por Katia Ouang

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Se tem dois produtos que não podem faltar por aqui é o velho e bom shampoo amarelinho da Johnson´s e o óleo baby puro. Produtos que são meus queridinhos e que uso não só para as meninas, como para mim.

São daqueles produtos  que “pego emprestado” das meninas pois facilita muito a minha vida!

O shampoo é prático pois uso não só para lavar o cabelo delas, mas também como sabonete liquido quando viajo, assim não preciso carregar vários frascos na mala. E o óleo além de hidratar quando a pele delas está muito seca, uso para fazer massagem na barriga quando elas estão com o intestino preso. Também usei muito quando elas eram bebês e formava aquela “crostinha” no couro cabeludo.

Já para mim vou começar pelo uso dos 2 produtos juntos… Sabiam que a dupla é um ótimo removedor de maquiagem? Uso direto o óleo para remover maquiagem, inclusive rímel a prova d`agua, e depois faço uma espuma nas mãos com o shampoo e tiro toda o excesso e a oleosidade que fica. O shampoo por ser infantil não arde nos olhos! A dica para quem tem pele oleosa é usar o óleo apenas nos olhos e depois lavar com a espuma do shampoo. Só a espuma já tira bem toda a maquiagem e não deixa a pele ressecada.

O shampoo ainda tem uma função super prática para nós mulheres; lavar os pincéis de maquiagem! Sai tudo, limpa e não danifica as cerdas. Basta colocar um pouco de shampoo nas mãos e esfregar nas cerdas de cada pincel. Depois deixar secar naturalmente.

Na sua própria função de shampoo, com PH neutro e transparente, é um excelente anti-resíduos. É importante usar pelo menos 1x por semana um shampoo neutro para limpar profundamente os cabelos e couro cabeludo. Isso ajuda muito a deixar os cabelos mais fortes.

E para terminar, como já contei algumas vezes aqui, o shampoo é um ótimo sabonete íntimo sabiam?! Meu obstetra sempre vetou os sabonetes líquidos disponíveis no mercado pois altera muito o PH e indica para o shampoo johnson´s para uso diário.

Já o óleo uso bastante para hidratar as pernas e pés , já que tenho pele super seca. Me lambuzo de óleo antes do banho e depois tiro o excesso com a agua do chuveiro.

Também é ótimo para quem depila a perna com gilette! É só passar antes de raspar que ajuda a não irritar a pele e também deixar macia.

Multiuso não?! E o melhor de tudo é o valor que não pesa no nosso bolso!

Gostaram?

E vocês, conhecem mais alguma função para esses produtos?

 

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8 março, 2015
Por Katia Ouang

Sempre ouço muito falar  da Shantala, a famosa massagem milagrosa que ajuda muito a acalmar os bebês, mas nunca tinha visto de perto como funcionava.

Fui convidada pela minha amiga fisioterapeuta Fernanda, da Bebe Shantala ,para  ver uma aula dessa massagem indiana milenar, que ajuda muito a estreitar os laços entre mãe e bebê.

Entre os vários benefícios da Shantala estão; melhora da cólica, redução do estress pois aumenta a sensação de bem estar, melhora da qualidade do sono ( o que mais as mamães querem!), desenvolvimento da consciência corporal do bebê, e ainda fortalecimento  do sistema imunológico.

Com apenas 1 aula à domicilio é possível aprender as técnicas e aplicar sozinha depois.

Eu adorei assistir e fiquei boba como a bebê até dormiu no meio da massagem de tão relaxada que ficou!

 

Apenas quem toca no bebê é a mãe , enquanto isso a Fernanda ensina os comandos e mostra como fazer usando uma boneca. Vejam algumas fotos da aula:

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E no final o bebê ainda ganha um banho de balde que completa a aula e faz com que relaxe completamente. A Fernanda também ensina a maneira correta de colocar o bebê no balde e como segurar, já que muitas mães tem essa dúvida!

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A Shantala pode ser feita até 2 vezes ao dia e é uma massagem preventiva. Ajuda a amenizar e até mesmo evitar os episódios de cólica e também é muito bacana para bebês que não conseguem dormir profundamente e ficam brigando com o sono , e muitas vezes acabam ficando super irritados.

Para massagear o ideal é usar um óleo vegetal com cheiros calmantes como camomila, lavanda e calêndula. Os óleos vegetais são naturais e hidratam muito mais que os sintéticos.

Mamães que desejam ter alguns momentos de contato intenso com seu bebê, ou mamães que os bebês dormem mal e são muito agitados, super recomendo a Shantala. Tenho amigas que os bebês passaram a dormir muito melhor depois da Shantala. É super benéfica em vários aspectos! E quem agradece são as mamães, que sabem o quanto é importante ter um bebê tranquilo.

Quem quiser mais informações sobre a Shantala: [email protected] ou para seguir no insta @bebeshantala

E vocês, já conheciam essa técnica?

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6 março, 2015
Por Katia Ouang

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Quem participa hoje do Lado B é a  Mari Brancatte do Blog Mami e Mais. Mãe da Nina e a espera do Iuri,  escolhi a Mari para esse post pois além de uma amiga muito querida, tem o perfil da mulher atual;  trabalha o dia todo em empresa multinacional, dá conta de todas as tarefas de casa sem ajuda (inclusive cozinhar) e ainda arruma tempo para se cuidar e organizar sua rotina como profissional, mãe, esposa e dona de casa!

Em seu blog ( que não sei que horas consegue escrever!) e instagram, ela mostra  o dia a dia dessa vida corrida e ainda dá dicas de como organizar a casa e o cardápio da semana. Super admiro a Mari por ser um perfil de mulher que considero “super mulher” !

 

– Você é uma mulher que curte a gestação? Está sentindo diferença de uma para outra?

 Sim, curto MUITO a gestação!!!! Adoro estar grávida e se fosse alguém irracional viveria de engravidar e parir… hahahahahahaha.Na gestação da Nina me sentia ótima e com a auto estima lá nas alturas. O cabelo ficou lindo, a pele também. Já o início dessa gestação foi bem crítica nesse sentido e não me lembro de ter me sentido assim em nenhum momento em que estive grávida da Nina. Meu cabelo ficou péssimo, a pele horrorosa, a barriga logo apareceu e era aquela coisa de quem olhava não sabia se era gordura extra ou um bebê. As roupas ficavam péssimas e desajeitadas. No segundo trimestre passou e voltei a me sentir bem de novo.  Sinto muita diferença também da reação e cuidado das pessoas ao meu redor. Meu marido então, por muitas vezes esquece completamente da minha situação…rs. Fui bem mais mimada na primeira gestação do que agora e eu mesma tenho uma relação bem mais tranquila com a barriga. Já ter alguém que demanda atenção em boa parte do meu tempo livre não me permite ficar alisando e curtindo o barrigão como da primeira vez. E aliás, que barriga. É muito maior do que era na gravidez da Nina.

– Como é ser mãe de menina , mergulhada em um universo cor de rosa, e agora estar esperando um menino?

Eu sempre quis ter uma menina e sinceramente nunca me imaginei mãe de um menino, até descobrir que estava à espera do Yuri. Quando me imaginei mãe de um menino, a primeira coisa que me veio em mente foi: como que é limpar um pipi????? rsrsrsrsrs. Me lembro um dia dando banho na Nina e no afilhado da minha irmã, os dois com a mesma idade, e eu chamando a mãe dele e dizendo: “oh, vem aqui lavar o piupiu dele que eu não sei como faz isso não”. Eu não tinha opção de nomes para meninos, eu não me via vestindo um menino, brincando de lutinha e coisas do tipo. Quando descobri o sexo fiquei muito emocionada e foi algo realmente inesperado, pois minha intuição me dizia que seria outra menina. Confesso que fiquei um pouco frustrada de me desfazer de tantas roupinhas com laços e babados que tinha guardado da Nina para uma futura irmãzinha e quando fui fazer o enxoval não gostava de nada que via. Tudo parecia sem graça.Mas hoje, com as coisas ficando mais reais, a decoração do chá de bebê em andamento, o projeto do quartinho em mente, o nome escolhido, a alegria do meu pai em ter seu primeiro neto (ele sempre teve só mulheres na vida… eu, minha irmã e a Nina), meu marido me agradecendo com os olhos cheios de lágrimas por dar um casal para ele, me fazem ter a certeza de que eu não poderia ser mais abençoada e feliz sabendo que terei a oportunidade de viver a maternidade no mundo cor de rosa e no mundo azul também. Fora isso, imagino que alguns conflitos entre irmãos possam ser amenizados tendo uma menina e um menino (espero eu…).

 

– Qual  a maior dificuldade que teve quando se tornou mãe?

Dizem que memória de mãe é sábia, que se não fosse ninguém engravidaria de novo. E deve ser mesmo, porque de verdade eu tenho poucos momentos de dificuldade guardados na memória. Mas acredito que o mais difícil para mim é entender e me convencer de que não tenho o controle de tudo sempre, de que em alguns momentos tudo será um caos e preciso ter serenidade para saber que vai passar, de que preciso sim de opiniões alheias em alguns momentos, e de que você tenho que lidar com muitos julgamentos, principalmente de pessoas que não são mães, sobre minhas  atitudes e as prioridades que passei a ter na vida. Isso tudo exige um exercício diário de equilíbrio emocional para que a culpa de não conseguir dar conta de tudo não me atormente.

 

– Qual era seu objetivo quando criou o Blog Mami e Mais?

 Quando estava de licença maternidade da Nina me surgiu a ideia de criar um blog, mas ela só foi concretizada mesmo depois que a Nina completou 1 ano. Inicialmente o principal objetivo era compartilhas dicas e experiências, já que sempre fiz isso informalmente com amigas, além de vislumbrar a possibilidade de viver do blog um dia. Hoje em dia vejo as coisas em uma perspectiva muito diferente! O que o blog me traz de melhor são as trocas de experiências e o carinho das leitoras. Eu de verdade me sinto muito feliz e realizada em saber que de alguma forma consigo ajudar alguém. A parte financeira é ilusão, exige muita dedicação e mesmo que um dia se torne viável, dificilmente será algo que compense a ponto de eu deixar o meu emprego, já que hoje tenho a sorte de trabalhar em um local onde consigo conciliar perfeitamente a minha vida pessoal com minha vida profissional, estar em um lugar que adoro e rodeada de pessoas muito bacanas.

 

– Como consegue dar conta de tudo? Você também tem aqueles dias que quer sumir e ficar um pouco sozinha sem fazer nada?

 Acho que as redes sociais trazem uma ilusão da vida das pessoas em que tudo é sempre perfeito. Eu compartilho muita coisa, mas não compartilho 24h do meu dia, e o meu objetivo é dar dicas de coisas que dão certo e não ficar me lamentando das coisas que não deram. Em muitos momentos compartilho minhas angústias e desabafos, mas acho que minha principal característica é ver sempre o lado bom das coisas e não me desesperar em momentos de crise, que é o que acaba sendo refletido em minhas postagens. Então, eu não consigo dar conta de tudo, sempre tem alguma coisa por fazer… uma jornada de trabalho não cumprida que preciso compensar depois, pilhas de roupas para lavar, pia cheia de louça suja, fruteira e geladeira assombradas porque não deu tempo de ir no supermercado, filha com crises de birra de enlouquecer, marido me irritando e me tirando do sério… e obviamente, tenho diversos momentos em que quero ficar um pouco sozinha sem fazer nada. Normalmente o banheiro é meu refúgio (assim como de diversas mães…rs) e de certa forma meu trabalho também. Quando a Nina voltou de férias da escolinha e eu voltei a trabalhar no início desse ano pensei: ufa, agora vou poder descansar um pouco…rs.

Mas apesar de tudo isso, reconheço sim que dou conta de muita coisa e acredito que o segredo é planejamento, organização, definição de prioridades e foco. Quem me vê fazendo jantar quase todos os dias depois de um dia inteiro de trabalho pode pensar que sou doida ou se perguntar como consigo. E aí é um claro exemplo de definir prioridades, onde, para mim, a alimentação equilibrada e saudável está lá no topo da lista.

 

– O que ninguém sabe sobre a “Mamãe Mari”

 Pensei bastante para responder essa pergunta. Mas acho que algo que as pessoas não sabem é que apesar de eu ter um amor que não cabe no peito pela minha filha, não penso nela o tempo todo durante o dia e a saudade normalmente só chega quando estou indo embora para busca-la na escolinha. Não sou o tipo de mãe que a todo tempo liga para saber como ela está se não estou por perto, que tem câmeras conectadas no celular, que queria uma escola com imagens em tempo real durante o dia para saber de tudo que estivesse acontecendo na vida dela. Acho que isso se dá muito pelo fato de eu ter encontrado um bom equilíbrio entre “eu mãe” e “eu mulher”. E nesse quesito, sinceramente, a culpa hoje em dia passa bem longe de mim e não me faz achar que estou sendo uma mãe ruim para minha filha porque ESCOLHI não estar com ela o tempo todo. Muito pelo contrário, as suas atitudes e comportamentos me deixam muito tranquila de que estou fazendo o melhor que posso.

 

– Costuma ler outros blogs de maternidade? Quais?

Sim, leio vários e costumo assinar a Newsletter para não perder os posts dos meus preferidos: Minhas Dikas, Vida Materna, Tudo Sobre Minha Mãe, Tips for Mommy, Primeiras Colheradas, Potencial Gestante, Look Bebê, Macetes de Mãe. Tem outros também que acompanho conforme as chamadas para os posts que me interessam no Instagram e facebook. Mas os meus preferidos são esses que listei.

 

– Se pudesse passar 1 dica para outras mães, qual seria?

 Adoro uma frase que diz: mãe não erra, mãe se engana.

Acho que ela traduz totalmente a dica que eu daria para as mães que é – curta mais e se culpe menos. Você não precisa acertar sempre, estar disposta sempre, dar conta de tudo sempre, ser paciente sempre, e se dedicar SÓ aos filhos sempre. Aprenda com os erros e não se torne prisioneira deles. Não se compare com outras mães, pois cada família funciona de um jeito. Entenda que VOCÊ é a melhor mãe que os SEUS FILHOS poderiam ter, com suas qualidades, fragilidades e fraquezas.

 

( crédito da foto: Karin Scharf)

 

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3 março, 2015
Por Katia Ouang

Ser mãe de primeira viagem é um dos maiores desafios que a mulher passa em sua vida.

As mudanças vêm de uma vez só. E a dificuldade não está apenas em aprender a cuidar de um serzinho indefeso que só depende de você, mas também em adaptar sua vida que de um dia para o outro, vira de cabeça para baixo.

A questão é tempo e muita paciência…  pois tudo é novidade, um mundo desconhecido, e que embora as pessoas contem e a gente se informe em livros e revistas, a realidade do dia a dia é muito diferente. Só vivendo mesmo para saber.

Na minha experiência como mãe de primeira viagem, sempre preferi acreditar no meu instinto. Seja para amamentar, para colocar em uma rotina, para entender um choro, para mimar o quanto eu gostaria. Pois percebi que bastava eu reclamar, comentar, desabafar ou qualquer manifestação para outras pessoas, que pronto; dezenas de pitacos e opiniões apareciam que só me deixavam mais insegura e irritada.

Prometi que iria seguir uma rotina acreditando no que eu considerava ideal para mim, e para minha filha. Pois ninguém melhor do que a mãe para entender o que seu filho precisa. Desse dia em diante comecei a viver uma maternidade muito mais gostosa, aquela que você acredita, aquela que você constrói junto com o seu filho, dia após dia, aprendendo a ver em cada choro ou cada sorriso, as necessidades do seu pequeno.

Amamentar em livre demanda ou de 3 em 3 horas?!

Deixar chorar ou pegar no colo?!

Trocar ou não a fralda de madrugada?!

Dar banho pela manhã ou a noite?! Qual o melhor sabonete ou shampoo para usar?

Através de uma campanha linda, a Baby Dove trouxe uma linha completa de produtos que facilitam nossa vida para podermos fazer da nossa maneira. São produtos feitos com todo o carinho e segurança, pensando nos bebês e suas necessidades de proteção, higiene e hidratação.

Eu me emociono toda vez que assisto ao vídeo e me identifico muito. Acho que a cena dos pais ouvindo o filho chorar pela babá eletrônica, é uma cena que vivi muito em casa. E apesar de receber críticas por muitas vezes deixar minhas filhas chorarem, foi o caminho que encontrei e que meu coração dizia ser o melhor naquele momento.

Sabe quando você sente que não está sozinha? É essa a sensação que tenho nesse vídeo.

E sou muito grata e feliz por ter esse espaço onde posso dividir toda minha experiência como mãe da maneira real, a que vivo na minha rotina sem disfarces, com conquistas incríveis, mas também decepções, dificuldades e medos.

Não existe uma maternidade perfeita, nem dentro de um padrão ou formato. Existe a maternidade que você acredita.

#ConfieNoSeuJeito  #BabyDoveBrasil

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