22 abril, 2015
Por Katia Ouang

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Nem acredito que hoje farei mais um post de uma questão resolvida e encerrada por aqui. Podem imaginar minha alegria como mãe não?! Comecei com o desfralde da Manu  semana passada (veja aqui), que foi difícil mas agora está mais do que resolvido, e agora vou contar sobre o conturbado sono da Bruna. Que após 1 ano e meio, está temporariamente resolvido.

Digo temporariamente pois a vida com crianças é uma caixinha de surpresas. Nada é definitivo.

Quem me acompanha sabe o que tenho passado e a minha luta em tentar fazer a Bruna voltar a dormir sozinha sem vir para o meu quarto. E para resumir para as mães que chegaram a pouco tempo, tudo começou quando em outubro de 2013 a Manu foi internada por 4 dias, e eu fiquei no hospital com elae o pai com a Bruna em casa. Nesse período ele a levou para dormir na nossa cama para não ficar sozinho e pronto, de lá ela nunca mais quis sair.

Até então, desde os seus 4 meses , ela nunca havia dado 1 trabalho para dormir. Sabe aquela situação de sonho que toda mãe idealiza? Criança que dorme pontualmente as 8 horas onde eu colocava no berço, apagava a luz, fechava a porta e vê-la de novo só 12 horas depois. Nunca chorou, nunca acordou, nunca pediu para sair… nada. Claro, tudo que é bom dura pouco. Mas durou o suficiente para eu ter uma boa adaptação ao primeiros meses da vida de mãe , sem traumas de noites acordadas ou com criança chorando.

Mas claro, chega a hora do perrengue para todo mundo. Pode esperar!

E então tudo virou de cabeça para baixo de uma noite para outra. E ela simplesmente não queria mais dormir no berço, não queria mais dormir sozinha, não queria mais que apagasse a luz… era uma guerra todas as noites. Então tirei do berço e aí o panorama desmoronou de vez. Ela levantava da cama, saia correndo, não dormia. Para conseguir fazê-la pegar no sono era todo um processo. Tinha que ficar horas contando história a ponto de eu quase perder a paciência. E então ela dormia. Mas vinha para minha cama todas as noites sem exceção.

Me empenhei em reorganizar o sono dela pois apesar de ser delicioso dormir com filho, ainda acho que cada um ter a sua cama e aprender a ficar nela, é a melhor opção. Até me mudar temporariamente para o quarto dela eu fui para entender se ela tinha algum medo, se acordava a noite com algum barulho, enfim.

Nenhum resultado ou progresso.

E há 1 ano que desencanei. Assumi a cama compartilhada e aceitei que a curto prazo seria essa a realidade. Conversei com muitas mães com filhos na idade da Bruna, e a maioria que passa por isso e só fala; Pode acreditar que vai chegar a hora em que ela mesma vai embora do seu quarto pelas próprias pernas! Mas e aí? Até essa hora chegar o casal dorme acampado?

Aceitei ela vir de madrugada para minha cama, mas não abri mão de colocá-la diariamente em sua cama e faze-la dormir lá.

Até que no inicio desse ano a Manu também saiu do berço. E passou a me dar um trabalho insano não só para dormir como  vindo para minha cama todas as noites.

Aí eu surtei. E decidi que tem limite.

Não cabem 4 pessoas em uma cama e todos dormem mal.

E então me empenhei a todo custo em fazer a Bruna aprender a dormir sozinha. Decidi que mesmo que tivesse que a levar de volta 20x  por noite e passar a noite acordada, faria isso.

Como ela já tem uma compreensão bem maior de tudo, achei que poderia conversar e “negociar” essas idas à minha cama. E foi isso que aconteceu. Diariamente cada vez que ela aparecia eu levantava, pegava em sua mão e dizia: ” Vamos para a sua cama, a mamãe está aqui, vai com você” . E chegando na cama e ajeitava ela e dizia: ” É muito melhor você dormir na sua cama, tem um espação para você e a mamãe vai ficar muito orgulhosa se você dormir aqui”. Fiz isso por umas 2 semanas. E ela vinha e voltava umas 4x por noite e eu com toda paciência do mundo explicava o quanto era importante ela ter o seu cantinho, sempre passando segurança e deixando claro que eu estaria sempre ali do lado para o que ela precisasse.

Até que um dia eu levei de volta apenas 1x e ela veio me acordar de manhã toda feliz dizendo: ” Mamãe, olha, eu dormi na minha cama!” E então eu a abracei e disse o quanto estava orgulhosa! E fizemos um combinado. Cada dia que ela acordasse na sua cama ia ganhar uma moedinha. Poderia ser de 5, 10 ou 25 centavos. A de 25 era a maior de todas, para os dias que ela não só acordasse em sua cama mas também não viesse nenhuma vez para a minha. E que depois de alguns dias elas poderia ir à banca de jornal e escolher o que ela quisesse com aquele dinheiro.

E deu certo. Muito certo!

A partir desse dia ela não veio mais para a minha cama e acordava toda feliz na dela, vinha correndo e dizia; Mamãe, cade minha moedinha? Hoje é de 25 né?

E todo dia virou uma curtição. Ela guardava as moedinhas em um cofrinho e quando juntamos algumas, fomos a banca de jornal.

Hoje ela não ganha mais moedas mas ganha um “Parabéns” todas as manhãs e um abraço onde mostro todo meu orgulho.

E o que eu aprendi desse processo? Que mais uma vez o sucesso de uma mudança depende totalmente da nossa persistência e paciência. Que as crianças entendem muito bem nosso comando, basta passarmos segurança e mostrar que é o melhor caminho. Sei que na maioria das vezes nós mesmas temos preguiça de iniciar um processo de mudança por saber o quão trabalhoso e cansativo pode ser. E a cama compartilhada é um dos processos mais difíceis de reverter. Pois sabemos que não traz nenhuma consequência para ninguém, e qual mãe que não ama dormir com o filho? Mas decidi que por aqui seria hora de parar e acreditei nisso para poder passar para a Bruna que essa era a melhor opção.

E valeu a pena!

Subimos mais um degrau por aqui e agora vamos ao segundo desafio; fazer com que a Manu não venha mais! #oremos !

 

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17 abril, 2015
Por Katia Ouang

Para quem me acompanha há pouco tempo, eu tenho uma marca de Papelaria Personalizada, a PaperK que já apresentei algumas vezes aqui no blog.

Hoje queria mostrar um produto que desenvolvi e tem feito o maior sucesso com as mães que querem uma papelaria com a carinha do seu filho. É o Projeto ” Marca Registrada” ! Basta tirar uma foto nítida de um brinquedo favorito, seja um bichinho, um boneco, um carrinho, uma naninha ou até mesmo uma roupa que sua filha adore, enfim, qualquer objeto real. Nós transformamos em imagem e inserimos em cartões, adesivos, tags e presentes!

O projeto começou com o gatinho que a Bruna ganhou da Fada da Chupeta, lembram? Como ela não desgruda dele o dia todo e eu adoro suas cores e formas , aproveitei para fazer todas as tags de mochila e lancheira com ele. Não teria nenhum outro desenho que representasse tão bem essa fase dela.

Vejam que fofo fica:

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Alguns exemplos de como podemos fazer:

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E esse ficou muito fofo. A Clara, mãe da Luana, me mandou a foto do vestido que ela usou na sua festa de 1 aninho e transformamos em um cartão nas mesmas cores!

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Além dos cartões , o item que mais fazemos para as crianças são as etiquetas de/para,  para colocar nos presentes. E essas também podem ser feitas no mesmo tema do cartão.

Gostaram?

Para maiores informações: [email protected]

www.paperkpapelaria.com

Instagram: @paperkpapelaria

 

Beijos e Bom Feriado

*K*

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13 abril, 2015
Por Katia Ouang

Esperei uns dias para escrever esse post para ter certeza que poderia contar como foi o processo. Certeza mesmo a gente nunca tem de nada. Mas acho que enfim posso dizer que consegui tirar a fralda diurna da Manu!

Há 5 meses ela demonstrou naturalmente que queria fazer xixi no penico (veja post). Fiquei toda animada acreditando que seu momento havia chegado, mas foi alarme falso.  Foram 1 ou 2 vezes apenas, e então ela simplesmente não quis mais fazer.

Digo e repito sempre sobre a importância de respeitar o tempo do seu filho, sem forçar ou comparar à outras crianças. Não importa o quanto esperto ele seja, nem sempre desfraldar, tirar a chupeta, tirar a mamadeira ou fazer a transição para a cama será fácil. E acreditem, cada criança reage de uma maneira.

Após o ” alarme falso” em novembro, prometi que não forçaria nada e que deixaria para tentar o desfralde no verão.

Só que também não rolou.

Tentei de inúmeras maneiras, segui firme e com paciência para ensinar e levar ao penico ou vaso quantas vezes fossem necessário, mas ela simplesmente não entendia o comando e não conseguia fazer.

O tempo foi passando e comecei a achar que independente de ter ou não o seu momento, com 2 anos e 8 meses já estava bom, não precisaria mais de fralda durante o dia. E então conversei com a escola e decidimos começar a quase 1 mês atrás. E a orientação é sempre a mesma; se a criança já tiver uma certa maturidade, decidiu não volte a trás.

Foram quase 3 semanas bem desanimadoras. Na escola todo dia vinha na mochila um saco de roupas molhadas de xixi e a anotação que havia escapado algumas vezes. Em casa, mesmo levando de 10 em 10 minutos e deixando ela optar se queria o vaso com redutor de assento ou o penico, não tive sucesso algum. Eram minutos sentada sem fazer nada e só levantar, para fazer na roupa.

Me mantive firme e só colocava fralda para dormir.

E então, como em um passe de mágica, ela entendeu. E entendeu mesmo. Pois de um dia para o outro descobriu como fazer xixi e aí não parou mais. Ela mesma pede o tempo todo e o melhor, entendeu como fazer o xixi e o cocô, algo que não aconteceu com a Bruna que apesar de ter tirado a fralda do xixi bem mais cedo, levou 6 meses para tirar a do cocô.

Nesse final de semana evitei sair com ela para lugares públicos para podermos finalizar o processo sem precisar colocar fralda, passar perrengues e constrangimentos. Ficamos em casa para poder usar o banheiro quantas vezes fossem necessária. O que foi ótimo, pois ela não deixou escapar nenhuma vez e pediu muitas vezes. Usou penico, vaso com mas também sem o redutor, ou seja, fez onde tivesse que fazer.

Eu festejei com ela cada conquista. Pois nosso apoio, paciência e orgulho contam muito para trazer a segurança que a criança precisa em poder acertar, mas também errar sem ser julgada. E a carinha dela de satisfação quando consegue fazer é indescritível. Nunca vi ela tão feliz e sorridente!

Mais um passinho dado, mais uma etapa cumprida!

Mamãe e filha felizes e vamos começar a semana!

Beijos

*K*

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9 abril, 2015
Por Katia Ouang


Umas das coisas que mais falamos e que toda mulher que tem filhos concorda é; Tem algo mais gostoso que cheirinho de bebê?!

O mais interessante é que muitas vezes esse cheirinho é apenas o cheiro do próprio bebê e que amamos tanto. Que mãe que não ama passar um tempão cheirando seu filho?

Nós adultos conseguimos construir uma identidade não só pelas nossas características mas também pela roupa que usamos, acessórios e perfume. Pois o aroma de um perfume mostra muito sobre o perfil de uma pessoa.

Quantas vezes não sentimos um perfume de longe  e remetemos o cheiro de alguma pessoa conhecida?

E o mesmo vale para os nossos pequenos;  poder criar essa identidade para eles  faz com que também possamos sentir o cheirinho até quando estão longe. Muitas vezes usamos um shampoo tão gostoso que não queremos misturar com o cheiro de uma colônia de outra marca ,ou mesmo um hidratante. Antes eu misturava  shampoo de uma marca, hidratante de outra, colônia de outra, e nunca conseguia perceber qual cheiro era de qual.

E foi pensando nisso que a Baby Dove criou uma linha completa de produtos, com um cheirinho único, e com o preço, qualidade e carinho que gostaríamos que alguém tivesse com os nossos bebês. O que facilita muito a nossa vida, pois tem tudo o que precisamos para a higiene e cuidado diário, hidrata a pele dos pequenos e tem aquele cheirinho do bebê moderno. Basta entrar em uma farmácia ou supermercado e levar todos os itens da linha!

Hoje uso nas meninas todos os produtos Baby Dove, e com isso os cabelos e a pele estão sempre com um cheirinho característico que eu carrego comigo o dia todo.  Imagina que bacana daqui há alguns anos poder cheirar um produto que usamos nos nossos pequenos e recordar os momentos de sua infância?

Pois de fato não tem algo melhor que o cheirinho dos nossos filhos!

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6 abril, 2015
Por Katia Ouang

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Já há algum tempo queria passar uma dica muito bacana (que eu mesma inventei) e que super funciona aqui em casa.

Eu não sei como é na casa de vocês, mas eu tenho zero paciência a noite. A real é que em muitos dias não vejo a hora das meninas dormirem para poder respirar um pouco. O final do dia é sempre estressante por aqui principalmente por causa da Manu, que por não dormir mais depois do almoço, fica super irritada e chorando bastante.

No ano passado tive inúmeras tentativas de fazer a Bruna dormir nos primeiros dias depois que tirei a chupeta e quase surtei. Contava história atrás de história e ela além de prestar atenção e ficar mais desperta, queria mais e mais e mais… Quando eu achava que ela ia dormir, levantava e pedia para eu continuar.

Até que um dia inventei uma história onde o Mickey convidava a Minnie para tomar sorvete. Chegando na sorveteria, a Minnie pediu para o Mickey ler todos os sabores pois ela ainda não conseguia ler sozinha. E lá foi o Mickey ler sabor por sabor; Creme, Chocolate, Morango, Uva, Flocos, Pistache, Melancia, Framboesa… E enquanto eu falava os sabores, percebi que os olhinhos da Bruna começavam a fechar. Me concentrei para inventar todos os sabores do mundo e lá fui eu continuar sem sequer respirar; Manga, Abacate, Jabuticaba, Cereja, Limão, Laranja…. E rapidamente ela dormiu!

No dia seguinte a primeira coisa que a Bruna me pediu, foi que contasse a História da Minnie para ela. E eu disse; “a do sorvete?” Ela disse; “Não Mamãe, outra”! E eu já cansada, sem muita paciência para ficar contando algo novo falei; “Ok filha, hoje o Mickey vai ajudar a Minnie a escolher a cor que ela vai pintar a sua casa!”

A Bruna ficou toda feliz, deitou,  e lá fui eu contar a história onde fiz uma introdução e continuava assim; Minnie veja quantas cores lindas para pintar sua casa; tem Azul, Rosa, Branco, Amarelo, Vermelho, Vinho, Verde, Bege…. E nisso os olhos da Bruna começaram a fechar.

Eu estava no paraíso! Uma história em apenas 5 minutos!

Percebi que para ela o que funcionava era algo que não chamasse muito a sua atenção. Histórias com começo, meio e fim, só deixavam ela mais curiosa e atenta ao que iria acontecer. E então o segredo estava em falar muitas palavras lentamente, mas sem parar. Usar frutas, cores, animais , números e elementos que existam em grande variedade e quantidade, assim nós mesmas não precisamos pensar muito!

Usei essa “técnica” por uns dias e depois não precisei mais pois ela começou a dormir na sala vendo desenho e a Manu ainda dormia no berço sem nenhum recurso. ( Bons tempos esse!)

Só que há 3 meses quando a Manu saiu do berço, estou tendo um trabalho cão para ela pegar no sono. Todo dia vai quase 1 hora para ela sossegar e dormir e depois ainda tenho que colocar a Bruna. Já que elas dormem no mesmo quarto só que uma só dorme com luz acesa, e outra apagada. Colocar as duas juntas é pedir para perder a paciência!

Até que há 10 dias resolvi testar a técnica da história que contava para a Bruna e como em um passe de mágica, consigo que a Manu durma em menos de 10 minutos! Eu sento do seu lado, peço para ela deitar e começo a contar a história. Quando chego na parte das palavras, começo a falar lentamente, sem parar. E vejo que ela perde a concentração e dorme! Ela, ao contrário da Bruna, quer todo dia a mesma história do sorvete! O que para mim é ótimo, pois até já decorei a relação dos sabores para não repetir e ela perder a concentração.

Então a minha dica é não contar nada que possa acionar a imaginação da criança, pois no  meu caso, só excita elas ainda mais. Usar e inventar histórias simples que depois de 5 minutos tenham uma repetição de palavras. E aí não parar de falar até a criança dormir!

Testem e depois me contem se funcionou!

Beijos e uma Ótima Semana!

*K*

 

 

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30 março, 2015
Por Katia Ouang

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Já perdi as contas de quantos posts fiz sobre o Terrible Two da Bruna. Passei por muitos momentos desesperadores, em que não acreditava poder ter algum sucesso em qualquer técnica aplicada para amenizar seu comportamento, e até cheguei a levar em terapia para poder entender e me guiar em sua educação.

A questão do cíumes  em relação à Manu, isso pode passar o tempo que for, que não melhora. Minha esperança é que um pouco mais para frente como a diferença de idade entre delas é pouca, isso se transforme em uma grande amizade. Mas por enquanto o jeito é deixar elas se entenderem ou se desentenderem como quiserem. Pois interferir ou forçar uma amizade, só piora.

A questão dos chiliques, birras e ataques, não quero cantar a bola antes da hora, mas tem melhorado muito. A cada dia percebo uma evolução que tem me deixado muito animada e muito feliz com o relacionamento que estamos vivendo agora.

É maravilhoso não precisar passar o dia gritando , estressando, colocando de castigo, fazendo pedir desculpas… Pois com isso você consegue curtir muito mais o seu filho.

E o que aconteceu?

Simplesmente ela está crescendo. E com isso se tornando mais independente e com noção do que pode ou não fazer.

Sim, começam outros perrengues. Mas algumas coisas de rotina e que me deixavam louca, estão aos poucos desaparecendo.

A Bruna sempre deu chilique para tudo que quisesse fazer, pois dependia de mim para poder ajudá-la. E a impaciência e irritação dela me deixavam louca. Vou exemplificar e contar o que tem mudado.

– Acordava de manhã e já começava a arrancar o pijama pois queria trocar de roupa mas não conseguia sozinha. Hoje ela acorda, tira o pijama e escolhe na gaveta o que vai vestir. Ela consegue vestir todas as peças sozinha, exceto se tiver alguma coisa mais complicada ou se for sapato com cadarço. Esse ela coloca mas ainda não sabe amarrar.

– Reclamava da cor da roupa, do modelo, da cor do laço, do sapato… então hoje se ela não gosta, ela vai no armário e pega a roupa e o laço que quiser. Inclusive ela se penteia sozinha e se arruma como achar melhor. Decidi deixar ela usar o que quiser e comecei a achar graça se a roupa não tem nada a ver.  Percebi que depois de uma fase não conseguimos mais vestir como gostaríamos. Tem crianças que como ela, tem personalidade forte e vontade própria desde pequena. Bater de frente com isso é como chover no molhado. Assim evito me estressar. Em um dia bom, consigo que ela escolha entre algumas coisas que eu separo. Faço assim; se ela não gosta da roupa eu coloco na cama umas 3 opções e fali: A mamãe vai deixar você escolher sozinha, mas tem que se alguma dessas que está na cama. Assim ela percebe que não é a dona do mundo mas que eu estou dando um voto de confiança .

– Queria ver algum desenho ou trocar de canal e não podia esperar 1 minuto. Hoje ela aprendeu a ligar e desligar a tv, a usar o controle para trocar o desenho e até mexer no Netflix.

– Idem para comer ou beber algo. Hoje ela saber pegar água sozinha no filtro, pegar uma fruta ou um pãozinho.  E o que ela não consegue eu tento aos poucos ensinar.

– Na hora de brincar consegue saber onde o que ela gosta está guardado e vai direto buscar.

– Tem se sentido útil , importante e superior a Manu, o que trouxe mais auto confiança. Hoje ela consegue fazer coisas que a Manu não faz ainda. E isso ela acha o máximo! Ela adora quando eu peço para ela assim: Bru, por favor, você que já ajuda a mamãe, pega um copo de água para a Manu pois eu ainda não deixo ela ir sozinha! E essa diferença de autonomia que eu elogio sempre trouxe muita segurança para ela.

– Tem entendido o valor do dinheiro e da recompensa. Ensinei ela a guardar as moedinhas que sempre dou como bonificação para uma atitude ou bom comportamento. Tem o hábito de dar moedas de no máximo R$ 0,25 e peço para ela guardar. Para comprar algo que ela queira, tem que juntar muita moeda. E ela tem visto que não é fácil. Sei que nem sempre a recompensa com moeda ou doce é a melhor opção; mas atire a primeira pedra #quemnunca !? Só quem tem filhos sabe o grau de cansaço que chegamos e que muitas vezes a solução que encontramos é a que resolve naquele momento.

Estou muito feliz e em uma fase de paixão total pela Bruna. Sim, a maternidade também é feita de fases! Você nunca deixa de amar um filho, mas tem fases que você o ama ainda mais. E isso é maravilhoso!

Quanta culpa senti nesses anos por achar que não estava educando minha filha da melhor maneira, ou por não conseguir ter a paciência e sabedoria que eu gostaria ter.

O que tenho aprendido disso ?! Que apesar de todos os dias eu olhar para elas e desejar que fiquem sempre assim pequeninas, minhas bebês, grudadas em mim, a independência delas é um fator que só melhora nossa vida.  E sinceramente, não vejo a hora da Manu chegar nessa fase!

E vocês mamães queridas, perceberam essa mudança no estress da rotina quando seus filhos começaram a ficar mais independentes?

Um beijo grande e vamos começar a semana!

*K*

 

(foto Rachel Guedes – Projeto Família)

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27 março, 2015
Por Katia Ouang

Estive no Carrefour na semana passada e vi nas prateleiras uma fralda que eu não conhecia. No mesmo dia por coincidência apareceu a tal fralda no comercial da novela me deixando ainda mais curiosa. Já fiquei com as mãos coçando para comprar essa novidade pois quem me conhece sabe que adoro testar tudo !

Alguns dias depois recebi um pacote em casa enviado pela marca para conhecer e testar,  fiquei super feliz!

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Para quem não conhece estou falando da MamyPoko, uma fralda calça produzida pela empresa numero 1 na fabricação de fraldas no Japão. Uma empresa tão confiável que até o final de maio é possível comprar, testar, e se caso não ficar feliz, ter seu dinheiro de volta! Veja se o pacote possui esse selo com as informações e todo o regulamento está no site indicado.

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O que eu adoro sentir quando abro o pacote é a textura da fralda. Fiquei surpresa como em um pacote tão pequeno tinham tantas unidades. Isso porque sem uso ela é bem compacta e fininha. O toque é macio e suave ( cobertura respirável) e vem com ilustrações do ursinho Pooh, que as meninas adoram. Também vem indicado frente e costas bem nítido no desenho, já que é uma fralda de vestir e muitas vezes pode confundir. Principalmente quando essa função fica para os papais não acham?!

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Na hora de vestir os a cintura abre bem,  pois é toda feita de elásticos bem macios que não apertaram ou marcaram a pele da Manu. E vocês sabem o quanto sou fã de carteirinha de fraldas de vestir para a fase que a criança não tem mais paciência para ser trocada. Na minha opinião é a melhor opção. Além disso acho que quando cheias ficam bem mais firmes ao corpo do que os modelos comuns.

Como a Manu é bem alérgica a qualquer coisa que aperte a pele, sempre que tiro a fralda já aparece um monte de brotoejas…  que não deram o sinal dessa vez! Ainda bem!

A  proteção contra vazamentos é dupla e segurou bem por 12 horas sem ficar pesada ou vazar. Usei a noite na Manu e normalmente quando ela acorda a fralda já está quase no chão de tão pesada. Essa estava firme ao corpo e apesar de bem cheia, o fluxo se distribuiu bem por toda a sua área. Como a fralda é bem fininha, tive a sensação que não aguentaria muito tempo e que ficaria úmida por fora. Não ficou.

Essa é a foto da fralda depois de 12 horas! Dá para ver como ficou cheia não só embaixo!

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Para retirar a fralda basta rasgar as laterais e depois enrolar com a fita adesiva presa a parte de trás. Também vale a pena ressaltar que apesar de abrir facilmente na hora de tirar, nunca rasgou na hora de colocar, o que acontece com algumas marcas que oferecem esse modelo.

Fiquei surpresa com a qualidade dessa fralda em todos os quesitos que dou importância, e na minha opinião, a melhor qualidade e o melhor custo benefício entre as fraldas de vestir que estão no mercado.

E as mamães agradecem!

E vocês, já testaram?

 

 

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27 março, 2015
Por Katia Ouang

Hoje a convidada do “Lado B” é a minha amiga Ju Freire, que junto com a sua sócia Renata, comandam o tão querido Blog Just Real Moms. Um blog que desde o dia em que surgiu, só cresce e ganha leitoras fiéis pelo Brasil inteiro. Tem um formato diferente dos blogs de vida pessoal onde as autoras e seus filhos viram protagonistas, e mesmo assim é hoje um dos mais acessados desse mercado. E esse resultado vem de um trabalho sério e profissional que as duas se propuseram a fazer desde o início.

A Ju trabalhou anos em marketing em multinacional, e hoje se dedica ao blog e aos projetos que surgem dele unindo sua experiência profissional, com o mercado materno. Um trabalho incrível e inovador que eu super admiro.

Mais uma das surpresas boas que a blogosfera me trouxe, a Ju se tornou uma amiga muito especial e uma pessoa que amo conversar, dar risada e trocar experiências, pois sempre tem muito a agregar!

Mãe dedicada do Olavinho e da Ana Helena, ela passa um pouco desse momento para nós!

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– Quando vocês criaram o Just, tinham idéia que fariam tanto sucesso e teriam um retorno tão carinhoso do público?

Desde quando tivemos a idéia de criar o blog, já pensamos em algo profissional, e buscamos tratá-lo da forma mais séria possível! Estávamos dispostas a abrir um negócio,e desenvolvermos nosso lado empreendedor.  Nos dedicamos muito para tentar oferecer para nossas leitoras os assuntos e dicas que sejam relevantes e que realmente as ajude no dia a dia da maternidade. Ficamos muito felizes que conseguimos de alguma forma ajudar nossas leitoras e percebemos isso com os comentários carinhosos de leitoras super fiéis. Esse retorno é maravilhoso e nos dá força e energia para continuar fazendo nosso trabalho da melhor forma possível!

 

– O Just é dos poucos blogs de maternidade que não tem a imagem e vida de vocês associadas aos posts. E sabemos que o sucesso desses blogs tem muito a ver com a identificação das leitoras com as historias dos autores. Qual a principal mensagem ou idéia  que vocês querem passar quando escrevem um post?

Nosso objetivo desde o início não foi fazer um diário de nossas vidas, aliás procuramos expor nossos filhos o menos possível. Buscamos prestar um serviço para nossas leitoras, desta forma, sempre nos reunimos para pensar em assuntos que vão fazer a diferença na vida dessas mães. Procuramos assuntos que nos interessam como mãe! E como somos nós que escrevemos a maioria dos posts, acreditamos que este seja um diferencial dos demais portais de maternidade escritos por jornalistas ou especialistas! Nossa linguagem “descomplicada” é o nos aproxima de nosso publico!

– O que ninguém sabe sobre a “Mãe Juliana”.

 A minha maior vocação na vida é ser mãe! Sou MUITO feliz neste papel. Adoro até aqueles programas que muitas mães acham “mico” como reunião na escola, semana de adaptacão, festinha dos amigos etc… faço tudo com o maior prazer e curtindo cada minuto! Sou extremamente superprotetora, daquelas que é capaz de entrar no conflito dos bebês para proteger meus filhos rssrs! Sério, tenho que me controlar muito! Preciso pensar muito racionalmente quando em alguma situação devo deixar meus fillhos enfrentarem a dificuldade sozinhos, pois meu instinto é protege-los o tempo todo.

 Elogio e beijo meus filhos o tempo inteiro, sou aquela mãe melosa mesmo.

 Sou também super culpada, acho que sempre poderia fazer mais e me coloco em segundo plano 100% do tempo! Quero ser aquela mãe amiga, que meus filhos possam contar tudo, mas deve ser muito dificil encontrar o meio termo de uma mãe muito permissiva para a mãe amiga! Por enquanto estou tentando!

 

–  Como é a experiência de ser mãe de um menino e uma menina.

 Maravilhosa! Me sinto abençoada por ter a experiencia de ter uma menina e um menino! Consigo entender um pouco dos dois universos e isso também facilita na hora de escrever os posts e poder impactar as mães de meninas e meninos.  Sou alucinada pelos meus filhos e agradeço todos os dias pela minha família! 

 

– Qual a maior dificuldade que sentiu quando se tornou mãe?

 Acho que a educação do dia a dia é muito trabalhosa e exige muito de nós mães. Não tem jeito, para você educar tem que chamar atenção e ensinar o tempo todo e isso é um pouco desgastante! A missão de direcionar duas vidas para que eles sejam adultos seguros, autonimos e felizes não é fácil. 

 

– Um momento inesquecível da maternidade.

O dia do nascimento dos meus 2 filhos! Acho que não há no mundo dias melhores do que o dia que conhecemos o rostinho dos nossos filhos. Me lembro que quando o Olavinho,  meu primeiro filho nasceu, foi aquela sensação de amor a primeira vista! Me lembro de olhar para ele e não acreditar naquele amor e na sensação maravilhosa que eu estava sentindo! 

O dia que descobri que minha segunda filha seria mulher também foi incrível, como eu ja tinha um menininho, tinha o somho de que minha segunda filha fosse menina e consegui realizá-lo.

 

 

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16 março, 2015
Por Katia Ouang

Todo domingo a noite vou deitar com a sensação que corri uma maratona. A casa fica um caos, brinquedos espalhados para todos os cantos, e eu exausta. Não tem um domingo a noite sequer que eu não me lembre um pouco de quando não tinha filhos e saia para comer uma pizza com os amigos e depois ficava lendo uma revista na sala até a hora de dormir.

Por isso hoje, ao contrário de falar sobre maternidade, vou falar de algumas coisas que sinto falta da época que não tinha as meninas. Tipo “momento saudosismo total” ! Claro que é incomparável a minha vida de hoje, depois de ser mãe. Não troco por fase alguma.

Mas por apenas alguns momentos me dá vontade de voltar ao tempo só para:

Poder dormir a noite toda e acordar naturalmente. Esse é o número 1 de todas as mães. Clichê ou não, dormir sem interrupção é o sonho de consumo de qualquer mulher. E isso só era possível na época sem filhos. Acordar tarde então foi algo que nunca mais tive o prazer de vivenciar. Já era difícil na época sem filhos pois tinha que sair cedo para trabalhar , mas aos sábados e domingos era possível curtir um pouco.

Engraçado que aqui em casa parece que o tempo passa e elas acordam cada vez mais cedo, independente da hora que dormem.  Será que alguém pode explicar para elas que é uma delicia acordar tarde?!!!

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– Ir a uma festa sem hora para voltar. Tudo bem, ainda é possivel ir a uma festa e deixar as meninas com os meus pais. Mas necessariamente o dia seguinte será sempre um pesadelo. Ressaca e poucas horas de sono com um dia intenso pela frente, definitivamente não combinam com quem tem filhos!

E ainda nessa categoria como “sub item”, que saudades das festas de réveillon que acabavam de manhã e passávamos o dia 1 praticamente dormindo!

 

– Poder deixar a comida acabar em casa. Nada mais desesperador do que olhar a bandeja de frutas e ver que não tem nem uma banana. Casa que tem criança, não pode faltar fruta não acham?! Nunca deixo acabaras coisas que ela comem com frequência e principalmente laranja e banana. O chato é que muitos desses alimentos estragam rapido, então compro semanalmente. Mas como trabalho e nunca sei quando terei um tempo disponível,  que preguiça de sair muitas vezes só para comprar algo que acabou. Que saudades de quando eu dizia; ” Vai ficar para amanhã”. Quando não temos filho podemos ver a geladeira vazia e desencanar. Sempre me virei com  que tivesse, ou se não, pedi um delivery.

Só que com criança não dá. Morro de remorso de deixar elas comerem qualquer coisa.

 

 

-Poder fazer  almoços prolongados ao sábados e domingos. Tem algo mais gostoso que sentar em uma mesa de restaurante com amigos no final de semana sem hora para ir embora? Tudo bem , também posso negociar com a minha mãe  ficar um pouco com elas, mas sempre temos que passar o almoço olhando o relógio.

 

– Passar um sábado a tarde cuidando de mim. Era frequente na época sem filhos eu deixar o sábado a tarde ( pós almoço com as amigas) para ir ao cabelereiro fazer pé, mão , depilação, hidratação… Pois curtia ir sem pressa e ficar me cuidando, lendo uma revista de fofocas e batendo papo. Hoje continuo indo , mas sempre com pressa e quando consigo encaixar no meu dia.

 

– Ler. Para quem tem o hábito da leitura, sempre arruma um tempo para ler pois faz parte da rotina como qualquer outra atividade. Mas para quem como eu  lia livros e revistas com pouca frequência, fica bem mais difícil. Pois o pouco tempo que tenho fico tão acelerada e com a sensação que tenho mil coisas para fazer, que não consigo mais sentar com calma, abrir um livro e ler.

 

 

-Não ter que reparar em uma farmácia.  Sempre que estou na rua e passo em frente a uma farmácia me questiono se preciso estacionar para comprar alguma coisa. Nunca sei se acabou a  fralda, a vitamina, o shampoo… Vocês também tem essa sensação?!

 

-Passar horas na Internet. Quando eu não tinha as meninas, amava passar horas na internet vendo sites de moda e pesquisando músicas bacanas para baixar. Tanto é que o blog quando começou só falava de moda, música e viagens ( sabiam?!). Toda semana eu enchia um pen drive novo com músicas para escutar no carro. Hoje o pen drive é o mesmo de 5 anos atrás e eu não aguento mais as músicas!

 

 

– Fazer trabalhos manuais. Para quem não conhece esse meu lado, eu amo fazer trabalhos manuais. Na gravidez da Bruna fiz todos os quadrinhos do quarto dela, os potinhos, lixeira, frascos. Na gravidez da Manu ainda me aventurei em fazer umas coisinhas, mas foi a ultima vez. Depois nunca mais tive tempo em sentar e abrir um monte de tecido , cola, tesoura sem que alguém me atrapalhasse. Todas essas coisinhas abaixo eu que fiz!

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E por último; tenho saudades de imaginar como seria o dia que fosse mãe. Sempre pensava no dia em que eu me descobrisse grávida, em como seriam a cara dos meus filhos, se eu teria 1, 2 ou 3 filhos, se seriam meninos ou meninas. E hoje o tempo passou e a Bruna já esta com 4 anos e meio, esse ano fará 5!

E a fase sem filhos fica cada vez mais no passado….

 

E vocês mamães, o que mais sentem falta da época que ainda não tinham os seus pequenos!???

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11 março, 2015
Por Katia Ouang

dupla

Se tem dois produtos que não podem faltar por aqui é o velho e bom shampoo amarelinho da Johnson´s e o óleo baby puro. Produtos que são meus queridinhos e que uso não só para as meninas, como para mim.

São daqueles produtos  que “pego emprestado” das meninas pois facilita muito a minha vida!

O shampoo é prático pois uso não só para lavar o cabelo delas, mas também como sabonete liquido quando viajo, assim não preciso carregar vários frascos na mala. E o óleo além de hidratar quando a pele delas está muito seca, uso para fazer massagem na barriga quando elas estão com o intestino preso. Também usei muito quando elas eram bebês e formava aquela “crostinha” no couro cabeludo.

Já para mim vou começar pelo uso dos 2 produtos juntos… Sabiam que a dupla é um ótimo removedor de maquiagem? Uso direto o óleo para remover maquiagem, inclusive rímel a prova d`agua, e depois faço uma espuma nas mãos com o shampoo e tiro toda o excesso e a oleosidade que fica. O shampoo por ser infantil não arde nos olhos! A dica para quem tem pele oleosa é usar o óleo apenas nos olhos e depois lavar com a espuma do shampoo. Só a espuma já tira bem toda a maquiagem e não deixa a pele ressecada.

O shampoo ainda tem uma função super prática para nós mulheres; lavar os pincéis de maquiagem! Sai tudo, limpa e não danifica as cerdas. Basta colocar um pouco de shampoo nas mãos e esfregar nas cerdas de cada pincel. Depois deixar secar naturalmente.

Na sua própria função de shampoo, com PH neutro e transparente, é um excelente anti-resíduos. É importante usar pelo menos 1x por semana um shampoo neutro para limpar profundamente os cabelos e couro cabeludo. Isso ajuda muito a deixar os cabelos mais fortes.

E para terminar, como já contei algumas vezes aqui, o shampoo é um ótimo sabonete íntimo sabiam?! Meu obstetra sempre vetou os sabonetes líquidos disponíveis no mercado pois altera muito o PH e indica para o shampoo johnson´s para uso diário.

Já o óleo uso bastante para hidratar as pernas e pés , já que tenho pele super seca. Me lambuzo de óleo antes do banho e depois tiro o excesso com a agua do chuveiro.

Também é ótimo para quem depila a perna com gilette! É só passar antes de raspar que ajuda a não irritar a pele e também deixar macia.

Multiuso não?! E o melhor de tudo é o valor que não pesa no nosso bolso!

Gostaram?

E vocês, conhecem mais alguma função para esses produtos?

 

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