16 fevereiro, 2016
Por Katia Ouang

12407397_1714072595492986_1801589865_n

Vocês tem acompanhado pelas minhas redes sociais que a Bruna mudou de escola esse ano. Estava louca para falar sobre isso. Mas preferi esperar passar alguns dias de aula para eu entender melhor se havia feito a escolha certa. Para mim a escolha da escola , depois da educação dos pais em casa, é o principal fator que molda a criança para a vida.

Já é a 3a escola dela. E a cada escola um novo processo de adaptação, novas crianças, novas mães, um novo estilo de vida. E a principio se ela estiver feliz, adaptada e enturmada, só sairá dessa escola para a Faculdade.

O que aconteceu foi que em 2014 eu e o pai dela visitamos uma escola bilíngue , do lado da minha casa, e ficamos encantados. Talvez porque eu vim de um colégio enorme, me identifiquei em uma escola menor, mais focada em cada aluno e onde até o porteiro sabe o nome de cada pai e mãe que chegam por lá. Tudo novinho, moderno, organizado. E somado a tudo isso, a facilidade de aprender inglês desde pequena e não passar anos em aulas particulares ou cursos como eu fiz.

Acho que a tentação da escola bilíngue é algo que todos os pais da nossa geração passam. Quem não quer seu filho de 5 anos falando inglês com a mesma facilidade do português?

De alguns anos para cá aconteceu o boom das escolas bilíngues. Aquelas em que inicialmente só se fala inglês e depois as crianças são alfabetizadas em português e dividem as matérias nas 2 línguas. Quase todas essas escolas em período semi integral a partir dos 5 anos, o que se torna um atrativo bem forte para os pais que trabalham.

E tentada com tudo isso, me rendi a escola bilíngue em 2014 acreditando que poderia preparar minha filha para o mundo de uma maneira diferente da que fui educada mas que talvez se encaixe melhor nos dias de hoje.

No inicio de 2015 , como vocês sabem, me separei. E aí então estava absolutamente certa que manteria a Bruna na mesma escola e traria a Manu no ano seguinte. Primeiro por ser do lado de casa, fator essencial para quem mora em São Paulo, e depois por algo que eu acreditei que seria um porto seguro para mim… Em uma escola pequena existe menos bulling, as crianças são melhor acompanhadas, eu era tratada como uma amiga pela coordenadora e a orientadora, conhecia todas as mães…. A real é que me sentia protegida por ali. Sentia que a minha filha estava protegida também.

Em 2016 a Bruna passaria de meio período, para semi integral, que vai até as 15.30hs. E com isso a mensalidade praticamente dobrou. Um valor que não faz sentido, considerando que no próximo ano a Manu teria que entrar também. Um valor que pagaria 2 escolas tradicionais.

Então decidi junto com o pai delas que procuraríamos outras escolas. E eu fiquei encarregada disso já que eu sou mil vezes mais preocupada e encanada com escola do que ele.

Eu estudei minha vida inteira em um colégio super tradicional, enorme,  um dos mais fortes de São Paulo, onde só há vagas para filhos de ex alunos e mesmo assim, disputadíssimas. Mas fica do outro lado da cidade,  e eu decidi que não vou passar meu dia no trânsito. As pessoas me criticavam pois não se conformavam que eu não colocaria as meninas lá.

Perto de casa tem alguns colégios excelentes. Mas sinceramente, eu fui em todos visitar já com um bode enorme. Pois não queria tirar a Bruna do bilíngue.

Depois de optar por um deles eu estava super insegura. Sabia que me filha seria mais um número lá dentro. Além disso até o dia da matricula oficialmente todos os pais e crianças passariam por um processo de algumas etapas que incluíam apresentações e vivências. Ai que preguiça disso tudo….

Na primeira etapa eu já me perdi no colégio, não sabia nem onde estacionar o carro. Andei por 15 minutos até achar o prédio certo. Fiquei em um mau humor imensurável e só pensava na facilidade da antiga escola da Bruna.

Para minha surpresa  precisei de apenas 5 minutos para me encantar com a primeira apresentação , onde voltei ao tempo e pude pela primeira vez entender com clareza o motivo que meus pais optaram por um colégio tradicional para mim.

Tradição é tradição. Não se discute.

E ao longo das reuniões seguintes fui me apaixonando e entendendo algumas coisas que não estavam tão claras na minha cabeça. Eu e minha filha seriamos um número naquele mundo? Engano meu, desde a segunda vez que pisei na escola as orientadoras já sabiam até o nome da minha filha sem sequer terem conhecido.

Até aí tudo bem.

A questão seria, será que a Bruna vai gostar? Será que ela está preparada para sair de um ovo e ir para um mundo? Detalhe, ela ainda nem sabia que mudaria de escola.

E chegou o dia da tão esperada vivência das crianças.

Não contamos a Bruna que ela mudaria de escola até então. Apenas dissemos que iriamos conhecer uma nova escola e se ela queria ir conosco.  A reação foi que sim na hora. E então fomos eu, o pai , e ela para conhecer a “tal” escola.

As crianças foram recebidas em uma sala de aula com todo o carinho do mundo. Porém os pais não poderiam entrar. A Bruna relutou um pouco , mas depois que deram um estojo de canetinhas e um desenho para pintar ela foi numa boa.

Acompanhamos de longe o tour das crianças pela escola. Um espaço infinitamente maior do que a escola que ela estava. Com floresta, fazendinha, espaços temáticos, quadras profissionais…. aquele tamanho de escola que só as antigas conseguem ter.

E então ela veio, toda feliz e em uma empolgação que eu nunca havia visto e me disse; Mamãe, eu quero vir aqui todos os dias, é muito legal!

E eu disse; Mas Bru, e a sua outra escola?!

Ela disse: Não quero mais ir lá mamãe, aqui é muito maior , tem muito mais coisas!

Nesse momento meu coração se encheu de alegria e de certeza que estava fazendo a escolha certa.

Mais certeza então eu teria assim que ela começasse de fato.

E então no primeiro dia de aula, aquela ansiedade que não cabe no peito, todas as mães tensas na porta da classe…. Ela simplesmente entrou, pendurou a mochila onde estava escrito seu nome, e mesmo sem conhecer ninguém sentou em uma mesa, pegou uns bloquinhos e nem olhou para a porta.

12547743_1982772065281329_822889397_n

Eu quase chorei, ou melhor, chorei. Não que ela tenha  esse grau de independência e desprendimento, muito pelo contrário. Ela só foi numa boa pois estava confortável ali.

E desse dia em diante, há quase 1 mês, ela conta as horas para ir para escola. Está simplesmente amando e feliz.

E eu percebi que não poderia privá-la de todo esse espaço físico e oportunidades, além é claro, do ensino tradicional e super competente. Tudo por insegurança minha, ou até praticidade de querer protegê-la em uma escola menor.

E o inglês?

Com a diferença de custo entre uma escola e outra, talvez eu até consiga patrocinar um curso para ela lá fora mais para frente. E enquanto isso vai frequentar aulas particulares ou escolinhas chatas de inglês mas que no final, todo mundo aprende e acaba dando um jeito de se virar!

 

 

Comentários 2

43

6 fevereiro, 2015
Por Katia Ouang

E enfim chegou a hora da Manuzinha ir para a escola. E é claro que a mamãe aqui, quase não dormiu de tanta ansiedade.

Normalmente nós conhecemos bem o perfil dos nossos filhos e podemos ter uma idéia de como irão reagir em uma adaptação escolar. A Manu apesar de tímida, sempre foi independente. E eu pude ver em alguns momentos que fomos em hotéis, espaços kids e locais com atividades para crianças, que ela ia numa boa, sem chorar e sem pedir por mim. Ela sempre brincou sozinha, desde bebê. Nunca foi manhosa ou insegura. Ao contrário da Bruna que eu não posso sair de perto que ela já desespera. É claro, primeiro filho é diferente.

Esperei a adaptação da Bruna, pois mesmo sendo seu terceiro ano em escola, sempre tem uma adaptação com a classe nova e a professora. Mas foi bem tranquilo dessa vez. O que é ótimo para ela e para mim. Já que nenhuma mãe merece o sofrimento de deixar um filho chorando dizendo que quer ir embora ou gritando “quero minha mãe”.

A Manu já vinha falando há dias que queria ir para a escola. Mesmo não sabendo direito o que seria. Apenas porque me ve todo dia deixando a Bruna e voltando com ela para casa.

Preferi não falar muito que  ela começaria a ir para não gerar ansiedade . Optei por uma escolinha menor, do tipo bem acolhedora e quase que como uma extensão de casa. É onde deixarei ela apenas esse ano e depois vai para a mesma escola da Bruna, que é muito maior. E foi exatamente o mesmo esquema que fiz com a Bruna e que achei ótimo.

Na última quarta feira seria o dia da Manu começar. E então depois que ela acordou eu olhei e disse; Manu, você quer ir para a escola também? Olha o vestidinho que você vai vestir hoje! Juro que me emocionei com tanta alegria no rosto da minha pituca que costuma ser brava e de cara fechada. Ela ficou tão agitada e empolgada que me deixou colocar o uniforme sem reclamar ( algo impossível ),deixou eu pentear o cabelo e perguntou; Mamãe , eu estou linda para ir para a “icola” ?!  E eu disse , agora eu vou vestir a Bruna e então nós vamos. E ela sentou no sofá boazinha, como se não quisesse amassar a roupa, e lá ficou quietinha até a hora de sair.

E ainda pediu para tirar fotos com carinha de sono:

Capturas de tela62

Deixei a Bruna primeiro e então chegamos na escola. Eu já havia combinado com a coordenadora para irmos direto a sala dos brinquedos, pois criança sempre se encanta quando ve muito brinquedo junto e isso por si só já ajuda a  se soltar da mãe. E ela foi direto fazer um “reconhecimento de área”:

Capturas de tela61-001

 

E então a professora começou a conversar com ela, foi mostrar uns brinquedos e eu aproveitei e saí de perto. Quando ela virou e eu não estava começou a chorar e então eu peguei na mãozinha dela e disse: A mamãe vai tomar um café e já volta tá? Ela disse: Tá! E foi com a professora, numa boa e lá ficou por mais de 2 horas, tomou o lanche, foi para outra sala e então começou a ficar um pouco cansada ( muita informação para uma cabecinha só!), e eu olhando pela janela, achei melhor encerrar naquele dia. Pois a idéia em qualquer adaptação, é que você tire a criança da escola quando ela estiver curtindo a atividade e não force muito, assim ela vai querer voltar no dia seguinte. E a Manu até chorou por não querer ir embora.

Ontem fiz o mesmo esquema, porém deixei 3 horas e esperei lá olhando pelas câmeras!

Captura de tela inteira 06022015 110612

 

A Manu é a de verde brincando com a classe:

Captura de tela inteira 06022015 110615

 

Fomos embora ela dizendo que queria voltar!

E hoje decidi que deixaria no portão e buscaria no horário normal. Caso ela não ficasse bem, a escola me telefonaria para eu buscar.

E então  ( na minha opinão a hora mais difícil) , a professora veio buscar na porta. A Manu agarrou na minha perna ( ah filha, porque você fez isso!), e eu respirei e disse; Manu, tem um monte de brinquedo lá dentro, vai com a tia Gabi ver ! A mamãe vai trabalhar um pouco e já volta para te buscar! E ela um pouco desconfiada foi. Mas não chorou. O que para mim foi um alívio.

Pedi para a escola me mandar fotos dela hoje :

Capturas de tela60-001

 

 

E agora estou eu em casa, depois de tomar uma café da manha demorado, sem barulho de desenho na televisão, sem ninguém querendo tomar meu suco ou me pedindo alguma coisa e pela primeira vez, podendo trabalhar em silêncio.

Se me deu um vazio, sim me deu. Estou super emocionada hoje.

Mas a sensação de retomar um pouco da sua liberdade, do seu poder de escolher o que quer fazer e a  importância de um pouco de silêncio, acho que só vai me fazer bem e me ajudar a produzir e trabalhar melhor.

É, os filhos crescem e aos poucos a vida vai se ajeitando. Parece que esse dia nunca vai chegar. E só eu sei quanto esperei para poder ter essa sensação. São apenas 4 horinhas. Mas serão as 4 horas em que você lembra que também existe e que pode ter um mini tempo só seu!

Hoje essas horas já passaram e agora é correr para buscar as duas!

E mais uma missão cumprida!

Beijos e um ótimo final de semana!

*K*

 

( e quem quiser ver ou rever como foi o primeiro dia de aula da Bruna, clique AQUI)

Comentários 6

9

4 fevereiro, 2014
Por Katia Ouang

Semana passada passei por mais um daqueles dias de emoção total. Tive que mais uma vez adaptar a Bruna na escola.

A primeira vez foi bem difícil, foi quase 1 mês até eu conseguir deixá-la na porta e ir embora sem que ela chorasse.

E não pensem que por ela já ter frequentado outra escola foi mais fácil dessa vez. O que sim se tornou mais fácil foi a minha adaptação. Como sempre na segunda vez , é sim mais fácil. E isso ajuda muito a passar segurança para a criança.

Pois imaginem a Bruna que frequentava uma escolinha super pequena, com mais 7 amiguinhos na classe onde ela praticamente se sentia em casa. E de repente ela mudou para uma escola grande, com 15 alunos por classe e 4 classes da idade dela! Um universo enorme para uma criança de 3 anos ! E mais do que isso, ela era a única criança adaptando na classe e ainda em uma escola bilíngue.

A mudança foi radical.

Eu sabia que não seria fácil e já fui preparada para isso. Ainda mais porque a Bruna estava um grude em mim por passar as férias todas do meu lado e ser praticamente uma sombra minha. Sabe aqueles quadrinhos engraçados onde a mãe fala que a única coisa que gostaria é de ir ao banheiro em paz? pois bem, essa sou eu após essas férias…

Chegamos no primeiro dia e ela sequer desgrudava da minha perna. Tive que ficar na classe o tempo todo, ela no meu colo e nem tomar água eu consegui sem que ela fosse junto.

Nesse dia ficamos apenas 2 horas e no segundo dia idem.

No terceiro dia seguinte consegui “escapar’  um pouco da sala quando ela se envolveu em uma atividade de colagem. Ela chorou, pediu por mim. Eu voltei, levei a naninha dela, e disse: A Popó vai fazer companhia para você e a mamãe vai ficar aqui fora, pois aqui na sala não pode ter adulto, só criança… eu queria muito pintar com você mas a sua professora não deixou…. Só de poder segurar a naninha dela, já trouxe uma certa segurança.

Eu fiquei na sala da Orientadora esperando caso ela chorasse de novo. Mas já havia avisado a professora que ok se ela chorasse, não precisava me chamar a não ser que a situação estivesse fora de controle.

Em uma das vezes que fui olhar da janela vi ela sentadinha assim sozinha, ai que vontade de entrar e agarrar não!?

foto 1

Depois de um tempo vi ela passar em fila levando sua lancheira para o refeitório. Continuei olhando da janela pois em seguida ela iria para o pátio brincar e ficava bem abaixo da sala onde eu estava, dava para ver tudo sem que ela me visse. E então ela e mais as outras classes da mesma idade foram brincar.

Nessa idade criança ainda não forma tanta amizade, é um pouco mais para frente. Mesmo assim todas as crianças já se conheciam do ano anterior e estavam a vontade ali. A Bruna estava sozinha. Correu pelos brinquedos, viu um por um, subiu, desceu, e brincou sozinha. Afinal de contas não tinha intimidade com ninguém ali, muito menos com as professoras. Mas por nenhum minuto vi ela chorar, pedir colo ou pedir para ir embora.

Imaginem que para nós adultos estarmos sozinhos em um ambiente estranho sem conhecer ninguém  já é difícil, para ela então deve ter sido um super desafio.

Meus olhos se encheram de lágrimas ao vê-la brincar sozinha…. Deu vontade de sair correndo, descer e pegar no colo. Aquela menina tão pequena, naquele mundo enorme para ela. E então ela começou a correr pelos brinquedos, pedalou na bicicleta, não parou um minuto. E corria com um sorriso enorme no rosto. Tive um orgulho enorme dela, que estava se virando muito bem sozinha. As fotos estão péssimas pois eu estava atrás da janela, mas dá para ver ela brincando:

foto 4 foto 5

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Nesse dia ela ficou até o final e então fui buscá-la na classe.

No 4o dia só fui até a sala, fiquei uns 5 minutos, dei a naninha e sai. Voltei para busca-la 4 horas depois e ninguém me ligou por ela chorar demais.

É claro que 2 adaptações já me preparam para conseguir lidar melhor com isso quando chegar a vez da Manu.

E dessa experiência o que eu consigo passar é que:

– Tenha muita paciência. Cada criança tem uma adaptação diferente. Umas dão tchau para mãe e nem olham para trás e outras levam 1 mês até sentirem segurança. Isso depende da idade e da personalidade de cada criança. E lembre que no final todos se adaptam ,mas é um momento de mudança radical na vida da criança que merece toda atenção e paciência.

– Evite criar muitas expectativas na criança. Não diga que a escola será o máximo, que terá um monte de coisas para fazer, que ela vai amar…. enfim. Deixe a criança sentir isso sozinha. Quanto mais ansiosa ela ficar, pior. Por isso conte apenas a verdade; diga que ela vai para um lugar novo, com muitos amiguinhos e atividades para fazer e que você irá acompanha-lo por um tempinho.

– O mais importante é a segurança que os pais irão passar. Quando tiver que sair da classe, seja firme, haja naturalmente e passe segurança para o seu filho. Dê um beijinho, avise que você estará por perto e saia. Nada de abraços e despedidas com lágrima nos olhos, pois isso só dificulta a adaptação.

– Deixe a criança sentir vontade de voltar no dia seguinte. Por isso nos primeiros dias, como normalmente a criança não fica o horário todo, aproveite algum momento de descontração do seu filho, onde ele começou a interagir com outras crianças ou está participando de alguma atividade para ir embora. Diga que agora vocês vão embora, que está muito legal, mas amanhã vocês voltam!

– Converse com a escola sobre a possibilidade de deixar a criança ficar com um bichinho, um paninho ou qualquer coisa de casa que ela esteja acostumada, pelo menos nos primeiros dias. Isso traz segurança e ajuda a criança a não se sentir tão sozinha.

– Seja lá quantos dias durarem a adaptação, sempre avise seu filho que você irá sair mas que volta para busca-lo caso precise. Nos primeiros dias minha dica é ficar na escola, pois se a criança precisar sabe que você estará por perto.

– Todo auê que não podemos fazer ao nos despedirmos de nossos filhos, podemos sim fazer ao reencontrá-los! Quando for buscar no horário combinado abrace, beije, e demonstre o quanto você está orgulhosa desse novo passo do seu filho! mesmo que ele tenha ficado apenas 5 minutinhos sozinho.

Descobri que parte da dificuldade em adaptar vem muitas vezes de nós mães que sofremos mais do que eles, é um processo de separação que faz parte do crescimento e desenvolvimento da criança. E que será rotina por anos e anos de nossas vidas!

E posso afirmar que apesar do coração ficar apertado esses dias, estou super feliz que a Bruna tenha dado mais esse passo. E agora que ela já está adaptada, vou cuidar da Manu, trabalhar bastante e aproveitar antes que as férias venham de novo. Pois depois que você acostuma com um filho na escola, quem é que merece uma criança o dia todo em casa de férias?!!!!

Vai entender nós mães…..

Comentários 6

10