25 fevereiro, 2015
Por Katia Ouang

Uma das maiores dificuldades que tenho todos os dias é montar a lancheira das meninas. Haja criatividade para tentar fazer variações de lanches para as crianças não enjoarem. Pois sim, basta mandar dois dias seguidos o mesmo lanche que logo elas reclamam.

Quem me acompanha no blog sabe que sou uma mãe do tipo sensata, sem ser radical. Não entupo minhas filhas com porcarias, doces e frituras, e raramente ofereço esses alimentos para elas. Mas também não sou regrada a ponto de só dar alimentos orgânicos, naturais, integrais ou sem açúcar.

Montar a lancheira é algo que se tornou um desafio para mim. Nas primeiras vezes optei por tudo que considerava ideal e saudável. Mas após algum tempo, como a escola só restringe refrigerantes, as meninas acabavam não comendo o lanche e pedindo algo igual do amiguinho, que muitas vezes era uma bolacha recheada ou algo assim.

Por isso tenho tentado colocar coisinhas gostosas dentro de um equilíbrio de nutrientes. Penso sempre em um alimento fonte de proteínas, outro fonte de carboidrato e um suco nutritivo. Quanto às frutas, apesar das meninas adorarem e comerem muito em casa, na escola não comem. Já tentei de tudo, e então desencanei e deixo a fruta para a sobremesa do almoço, jantar e lanchinho da tarde.

Basicamente as lancheiras delas seguem essas variações para os 5 dias da semana:

– Bisnaguinha com Requeijão, Polvilho Doce e Suco

– Mini Pão Francês com geléia, polvilho salgado e Suco

– Yogurte de Morango, cereais de milho (em um potinho), bolacha salgada e Suco

– 3 Rolinhos de peru com queijo, Rosquinha de leite e suco

– Bolo Simples Caseiro (laranja, milho ou Limão), bolacha salgada integral com queijo branco e Suco

 

Entre os sucos sempre mando de caixinha e vario os sabores e tipos, e pelo menos 3x por semana gosto de mandar o Ades Max que elas amam! Por ser um suco a base de soja contém proteína, que é um nutriente essencial para a formação de massa muscular, para a função cerebral e, também, para a regulagem do sistema imunológico. Além disso, é ótimo para dar energia e tem 37%  menos de açúcar que a média dos outros sucos de soja disponíveis no mercado.

São vários sabores e as embalagens novas são super coloridas e divertidas. O que torna o lanche ainda mais atrativo!

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Criança se prende muito ao visual da lancheira, por isso eu tento sempre arrumar bonitinho e misturar os alimentos para que todo dia seja uma surpresa!

Com essas embalagens novas de Ades ainda desperta a curiosidade nas meninas em saber qual será o sabor que a mamãe colocou naquele dia e qual o personagem da caixinha!

 

E vocês, o que colocam na lancheira?

 

#lancheiraturbinada #adeskids

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26 outubro, 2014
Por Katia Ouang
Eu sei que o blog deixa muito a desejar quando o assunto é alimentação dos bebês. Eu sou uma negação na cozinha , por isso que nem me arrisco em passar dicas para vocês.  Porém quando surgem coisinhas fáceis de fazer e gostosas, vale a pena eu mostrar. É como esse sorvete de banana que já publique aqui no blog mas resolvi atualizar o post complementando com várias receitinhas que descobri depois.
E como o verão está chegando, nada como poder oferecer um sorvete sem açúcar e sem corantes para nosso filhos! Outra vantagem desse sorvete é uma opção de lanche que alimenta bem. E para as crianças que não comem muito na refeição, esse sorvete é bem nutritivo!
Como compro muita banana aqui em casa e quase sempre acaba estragando quando amadurecem todas juntas, o sorvete veio como solução para não desperdiçar mais. Pois quando estão maduras, já corro para congelar e assim aproveito depois.
Vamos a receita!
Para fazer você vai precisar de 2-3 bananas nanicas maduras e bem docinhas. Mas também é possível fazer com a banana prata ou banana maçã. Lembrando que você pode congelar uma quantidade maior e ir usando depois sem pressa!
Corte a banana em pedaços e leve ao congelador em um recipiente:
Após congelarem , as bananas mantem o formato e textura, e você usa como se fossem cubinhos de gelo!

Levar as bananas ao liquidificador e bater normalmente. Algumas vezes elas batem sem agua ou leite. Mas as vezes elas travam a lâmina, então basta colocar uma xicara de café de água ou leite e bater. Você logo vai perceber que a textura vai ficar homogênea, igualzinha a um sorvete bem cremoso.
E  Voilá! O sorvete está prontinho!( não reparem que o meu já havia derretido um pouco por causa do calor mas ele fica com a mesma cremosidade de um sorvete sem nenhum ingrediente artificial !)
Sempre me surpreendo como a textura é igualzinha a um sorvete. As crianças não percebem a diferença. E se você quiser o sorvete só de banana, já está pronto!

As meninas amam uva passa, então as vezes coloco algumas !

Agora para quem o filho não gosta de banana, a minha dica é fazer novos sabores com a mesma receita. Nesse caso acho que a Banana Prata funciona melhor pois não tem um sabor tão marcante. E o importante da banana é a textura que só ela tem para fazer esse sorvete. Então podemos usá-la de base para outros sabores ( nem todos tão light!)  que já testei por aqui e deram super certo!
Morango: bata uns 6 morangos grandes junto com as bananas picadas. O sorvete fica com a cor do sorvete de morango e o sabor também. O que acontece nessa mistura é que muitas vezes se  a banana não estiver tão docinha a criança pode não querer. Mas aí é só bater com um pouquinho de açúcar. Lembra um Danoninho!
Mamão: Fica uma delícia!
Maracujá: Um sabor mais refrescante. No lugar da xícara de agua ou leite que citei acima para dar “liga” quando bater, coloque suco de maracujá.
Chocolate : Bater com 2 colheres de chocolate em pó! ( esse é o melhor!)
Nutella: Bater com 2 colheres de nutella!
Fora essas você pode colocar granola, sucrilhos, ou qualquer coisa que seu filho goste.
Fica uma sobremesa ou um lanche super saudável para o verão !
Depois vocês me contam se gostaram e se testaram algum sabor novo!
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28 maio, 2014
Por Katia Ouang

O leite é um alimento de muita importância na vida dos nossos filhos.

Além da importância na alimentação, o leite tem todo um significado para a criança; a hora de tomar o leite está sempre associada a um momento que eles amam e que é só deles!

E cabe a nós, mães, escolher um leite de qualidade que traga nutrientes importantes para  suaalimentação. Afinal, o leite fará parte da rotina das crianças durante um bom tempo.

A escolha aqui em casa foi o Leite Ninho. Um leite de qualidade e que as meninas adoram!

Tenho total confiança no que o Ninho oferece, ainda mais depois de saber que todo o carinho e cuidado que temos com os nossos filhos é o mesmo que existe com a produção do leite. Desde os profissionais que cuidam da alimentação e saúde das vacas, até um controle super rigoroso na extração do leite. Só o leite de alta qualidade chega às nossas casas.

E é isso que nós, mães, esperamos quando oferecemos um alimento aos nossos filhos.

E vocês, mamães, sabem o que tem no leite do seu filho?

 

O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA: O ALEITAMENTO MATERNO EVITA INFECÇÕES E ALERGIAS E É RECOMENDADO ATÉ OS 2 (DOIS) ANOS DE IDADE OU MAIS

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18 fevereiro, 2014
Por Katia Ouang

Dando continuidade aos post de Volta às Aulas, hoje vou falar sobre lanches e lancheiras!

Confesso que ainda ando com alguma dificuldade em montar a lancheira da Bruna todos os dias. Mesmo porque na outra escola ela tinha lanche diariamente então eu nem me preocupava com isso. E eu ainda acho que ter lanche na escola é a melhor opção pois assim todas as crianças comem a mesma coisa e é uma preocupação a menos para nós mães.

Quando eu soube que deveria mandar lanche todos os dias para a Bruna minha primeira questão foi; o que mandar e qual modelo de lancheira comprar ?? Pois no fundo você quer manter um padrão com os outros alunos, quer mandar algo gostoso para o seu filho não desejar o lanche do amiguinho, e também quer comprar uma lancheira bacana e prática.

Vamos ao ponto mais fácil, decidir a lancheira…. Eu visitei a escola no primeiro dia e observei os modelos que as crianças levaram. Realmente era uma variedade que nunca vi igual. Tinha de tudo! Então levei a Bru no Shopping, fomos em algumas lojas e deixei ela escolher. A única condição que coloquei é que fosse térmica e não muito grande. E foi essa sua escolha!

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Achamos essa lancheira de corujinhas na Loja Puket. É térmica, leve e ainda vem com um chaveirinho muito fofo! Tem alça de mão e alça para as costas.  No post que fiz sobre mochilas dando dicas de onde comprar, quase todos os modelos tem em versão lancheira ( veja post ) por isso não vou colocar as fotos de novo para não ficar repetitivo.

E agora a questão mais difícil; o que mandar de lanche??? Eu fui no refeitório nos primeiros dias de adaptação pois queria ver o que as crianças levavam. E vou falar que me surpreendi e me assustei com a quantidade de comidas ruins que vi. Era suco daqueles de néctar, os mais artificiais possíveis, bolacha recheada, club social recheado, muito biscoito e alimentos industrializados….  Tudo bem, eu sou zero mãe natureba, não acho que precisa dar só pão integral com queijo branco para criança e muito menos ficar olhando a quantidade de sal ou açúcar na composição. Vou total pelo bom senso! Eu até dou algumas porcarias no final de semana, mas diariamente eu evito. E aí é difícil você mandar uma fruta para o seu filho e o amiguinho ao lado está comendo um bolo Ana Maria recheado de chocolate…. ainda mais nessa fase que eles já estão bem seletivos com alimentação.

Decidi que manteria o que acredito e faço em casa, vou mandar o que considero bom para ela e suficiente para alimentar . E uma vez ou outra mandar algo mais gostosinho como bolo, uma bolacha doce, enfim, o que criança gosta mesmo! O difícil do lanche é mandar coisinhas que não estraguem, ainda mais nesse calor. Pois mesmo sendo térmica a lancheira, não mantem a temperatura por muito tempo. Tenho usado diariamente a caixinha com divisórias da Avent ( veja aqui) assim não preciso enrolar em papel alumínio ou plástico filme.

Então é essa basicamente a lancheira da Bruna:

1 suco de caixinha (pois natural estraga) ou de uva integral feito em casa em  copinho térmico, pois muitas vezes fica caro mandar suco de caixinha todos os dias não?! E como as meninas amam suco de uva, dá para mandar sem estragar. Outra excelente opção é água de côco, mas aqui em casa só a Manu gosta. A Bruna não. Minhas opções de suquinhos “menos artificiais” de caixinha que vou variando a cada dia e que consigo comprar perto de casa são; Suco Yakult de Maçã, Suco do Bem, Native e Suco Ceres .

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1 porção pequena  de fruta que coloco no potinho com tampa e que tenho que fazer sempre antes de ir para a escola pois não adianta fazer no dia anterior ( selecionei as que a Bruna gosta e que não escurecem até a hora de comer)
Morangos
Uvas sem semente ( preferida da Bruna)
Manga cortada
Melancia cortada
Melão cortado
Abacaxi cortado

1 Pãozinho – que vou variando entre bisnaguinha normal e integral, pão de forma, pão de leite, croissant e bagel…. e recheios como requeijão, polenguinho, peito de peru, geléia, queijo e manteiga. Variar o pão é importante para a criança não enjoar e o lanche se tornar mais atrativo. E quem tiver aqueles cortadores com formatos divertidos, é uma ótica opção para variar o formato do pão! E não tem jeito o pão depois de uns dias já não fica tão gostoso. Então eu compro uns 3-4 tipos, deixo em um saquinho dentro de um pote e o resto eu congelo para a gente comer em casa. Pois para a escola vai em temperatura ambiente então se não estiver macio e fresquinho a criança não come.

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E no dia ” bônus” no lugar do pãozinho mando uma fatia de bolo caseiro como cenoura, laranja, fubá, etc. Também 1x por semana mando 2 bolachas waffer de morango que ela ama e mais o pãozinho. Quando não tenho a fruta fresca mando uma  banana pequena com casca, ou uma bananinha Paraibuna ou 2 Damascos .

É claro que montar um lanche fresquinho todos os dias dá trabalho. Além de tudo que eu tenho que fazer ainda preciso montar a lancheira todos os dias e vira e mexe tenho que ir no supermercado comprar um pão fresquinho, queijo e fruta. Por isso que até entendo as mães que colocam o suco de caixinha e um pacotinho de bolacha recheada. Mais rápido e prático.

Porém já incorporei no meu dia mais esses minutos para fazer um lanchinho gostoso para a Bruna. É importante que a criança se alimente bem na escola pois gasta muita energia. E percebo que nos dias que a Bruna não come o lanche ou não come tudo, ela vem muito irritada no carro, com certeza por que está com fome.

Tento variar todos os dias as combinações de lanche, e a diversão aqui em casa é que todo dia ela pergunta: “Mamãe, o que tem no meu lanchinho de hoje”? e eu sempre falo : Mamãe fez um lanche gostoso surpresa para você!!!! E adoro quando abro a lancheira e vi que ela comeu tudo!

E vocês, o que mandam na lancheira dos seus filhos??

 

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21 novembro, 2013
Por Katia Ouang

Eu queria ter estreado como colunista aqui no blog falando sobre gravidez. Parecia fazer mais sentido começar do começo, sabe? Cheguei até a esboçar alguma coisa , mas estava parecendo tão senso comum que acabamos desistindo. O fato é que, esses dias, estava buscando uma pesquisa sobre o uso de lactobacilos para cólica no recém-nascido (aliás, super legal e ainda venho compartilhar isso com vocês) e apareceu um artigo canadense que avaliou a qualidade da informação veiculada nos blogs mais populares do país sobre o manejo do enjôo na gestação. Achei interessante a conclusão de que nem todos traziam informações claras e de acordo com as recomendações mais recentes, aí resolvi arriscar e trazer esse assunto pra vocês. Espero que gostem!

Por que as grávidas enjoam?
É super comum, mais da metade das gestantes enjoam e esse sintoma pode atrapalhar o apetite, alterar a rotina e impactar na qualidade de vida. Na grande maioria dos casos, tende a desaparecer por volta da décima segunda semana, embora algumas mulheres possam nausear e vomitar até o final. Se os vômitos atrapalharem o estado de hidratação e se as náuseas atrapalharem significantemente a ingestão de alimentos ao longo de todo o dia, é importante relatar o obstetra o mais rápido possível! A hiperemese gravídica deve ser acompanhada bem de perto.
E a causa para os enjôos, não se sabe ao certo, mas está ligada as alterações hormonais e a todas as mudanças que acontecem no corpo da mulher durante a gestação.

Como se alimentar para amenizar os sintomas?
A primeira regra é comer pouco volume, várias vezes ao dia. Tente não pular nenhuma refeição e organizar-se para levar lanchinhos intermediários. Sempre indico lancheira térmica pras minhas pacientes grávidas e essa da built é a minha preferida.

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O que comer?
O enjôo tende a ser pior pela manhã. Ao levantar, o faça devagar e tenha sempre na cabeceira alguns biscoitos salgados e bem secos. Gosto de recomendar o magic toast ou pita toast ou uma torradinha qualquer.
Pratos frios e sanduiches frios são sempre melhores opções, já que a tolerância à comida quente tende a ser menor. Alimentos ácidos também ajudam.
Alimentos gordurosos, em geral, tem a digestão mais lenta. Procure evitar.
Outra dica é tentar entender os sinais do corpo e comer aquilo que parece cair bem.
Tenha sempre à mão (em casa ou na lancheira):
1- Iogurte com cereal
2- Melão cortado
3- Abacaxi cortado com raspas de limão
4- Gengibre para acrescentar pequenas quantidades nas refeições, ou ainda, gengibre seco para snacks.
5- Torradinhas, magic toast, pita toast, pão sueco
6- Grissinis
7- Frutas secas
8- Queijinhos tipo polenguinho ou baby bell
9- Bolo simples e seco
10- Cereal matinal
11- Pipoca (feita em casa, na panela e com pouco óleo)

Como se hidratar?
Mesmo com enjôo, não podemos negligenciar a hidratação. Pode ser difícil tomar um copão de água, mas será mais fácil tomar pequenos goles ao longo do dia. Durante ou logo após as refeições, é bom evitar grandes volumes de água. Rodelas de limão ou folhinhas de hortelã no copo podem ajudar.

Tenha sempre à mão (em casa ou na lancheira):

1- Garrafinha de água (água com gás pode ser uma boa opção)
2- Cubinhos de gelo com o suco as sua preferência ou água de coco (para chupar)
3- Água de coco in natura (pode comprar fresca e congelar porções individuais)
4- Limão para espremer e misturar na água
Na sequencia vão algumas receitinhas para as gestantes:

Sopa de abobora com gengibre (morna, e não muito quente)
Ingredientes:
750ml de caldo de carne
750g de abobora japonesa em cubos
1 c. sobremesa de gengibre ralado
Sal a gosto
Modo de preparo:
Cozinhar a abobora no caldo de carne, por uns 20 minutos, até que esteja macia. Ao amornar, processe no mixer ou no liquidificador. Acrescente o gengibre ralado e sirva.

 

Pipoca com gengibre
Ingredientes:
1 xicara de café de milho de pipoca
1 c. chá de óleo
1 pitada de sal
1 c. café de gengibre em pó
Modo de preparo:
Na panela, despeje o óleo, já adicione o sal e acrescente o milho. Tampe e leve ao fogo. Vá mexendo sempre e desligue a panela quando o intervalo entre os estouros fou maior do que 2 segundos. Depois de pronto, despeje num recipiente e salpique o gengibre

 

Frango com gengibre:
1 peito de frango sem pele, com osso, cortado em 6
3 cebolas roxas cortadas em 4 partes
4 maças cortadas em 4 partes (sem o cabinho)
3 dentes de alho
1 pedaço de gengibre ralado
suco de 1 laranja
vinagre, sal e pimenta do reino.

Modo de preparo:
Tempere o frango com vinagre, sal, alho. Deixe marinar um pouquinho. Depois, em uma forma refratária, disponha os pedaços de frango, intercalando com os pedaços de maça, cebola e alho. Tudo deve ficar bem juntinho. Coloque o gengibre ralado e regue com o suco de 1 laranja. Coloque mais uma pitada de sal. Leve ao forno pré aquecido a 180-200C, por cerca de 50 minutos.

 

 

1235000_10201066934369560_620013221_nMariana Del Bosco

É mãe da Alice de 1 ano, atua em consultório há 13 anos

e tem grande experiência com obesidade e obesidade infantil.

É especialista em fisiologia do exercício pela UNIFESP

e mestre em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

email: [email protected]

Instagram: @maridelbosco

 

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24 outubro, 2013
Por Katia Ouang

O tempo passa muito rápido! A Alice já vai fazer um ano e logo mais ela vai entrar no esquema alimentar da casa (ou a casa se adequará a ela? Vamos ver e depois eu conto!). Aí aproveito esses últimos dias de papinha pra contar pra vocês como é a nossa organização por aqui.

Partimos dos princípios básicos da boa nutrição na introdução alimentar:

Iniciar alimentação complementar após 6 meses de aleitamento materno
Começar com frutinhas (aqui foi só fruta por uns 10 dias)
Tudo bem com as frutas, iniciar a papa no almoço. Sempre bom lembrar que é fundamental adequar a consistência e evoluir gradativamente. As primeiras papas devem ser amassadas no garfo, e não batidas no liquidificador, nem passadas na peneira.
Tudo bem com o almoço, iniciar o jantar (aqui foi após um mês)
Como a Alice é alérgica iniciamos/testamos um alimento por vez, até que conseguimos contemplar todos os grupos alimentares na papa (legume + verdura + energético + proteína e, por fim, leguminosas).
Essas e outras diretrizes são importantes na introdução alimentar, mas optei por compartilhar com vocês como é a nossa logística e aí fico super à disposição, caso queiram tirar alguma duvida mais especifica, ok?

1-      Estrutura:

Mesmo a mais organizada das mulheres precisa de um tempo para organizar toda a estrutura que cerca o bebê. A amamentação exclusiva é superprática, mas a transição para a alimentação complementar demanda um pouco de trabalho mesmo. Acho que vale a pena investir:

a)      Potes para armazenar as papas: potes de vidro, ao invés dos de plástico, são mais seguros. Sabemos que os potes plásticos, em contato com o calor, acabam soltando substâncias nocivas para a saúde. A mais estudada dessas substâncias é o  bisfenol A, que comprovadamente interfere no funcionamento dos hormônios. Tanto é, que desde 2011,  a ANVISA determinou que as mamadeiras não poderiam mais conter esse bisfenol A.  Potes plásticos, entretanto, ainda contêm! Os potes de vidro são bem práticos porque podem ser transportados e usados para aquecer e servir a papa nos passeios.

Nós usamos esse aqui:

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b)      Colheres pequenas e macias: no inicio os bebês estranham o contato da colher na boquinha.  Quanto menores, melhor! Dos apetrechos de alimentação que escolhi pra Alice, sempre acho que a Munchkin tem as opções mais bacanas.

Comecei usando essa colher bem pequena:
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Depois passamos pra essa maior:

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E agora que ela gosta de ajudar, usamos essa também:

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c)       Panela especifica para a papa: muitas mães gostam de ter o papeiro (panela esmaltada) , outras gostam da panela de ferro. Pesquisei muito sobre qual panela seria mais adequada. Todas apresentam vantagens e desvantagens. Não comprei nenhuma e acabei optando por uma de inox de um conjunto que eu havia ganhado de casamento e ainda estava sem uso. Se fosse comprar , talvez tivesse optado por uma de ferro fundido:

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2-      Aquisição de gêneros:

Gosto de usar e recomendar alimentos orgânicos. Sim, são um pouco mais caros e nem sempre dá pra comprar toda semana, ou mesmo pra toda família. Então é legal priorizar: nesse comecinho da introdução alimentar acho legal deixar tudo orgânico pro bebê. Se não deu pra continuar a compra toda, mantenha, pelo menos, para os alimentos que, sabidamente,  tem maior quantidade de agrotóxico (tomate, mamão, alface, cenoura, morango, uva, goiaba, pêssego, pimentão e figo). Eu, atualmente, tenho comprado essas cestas de orgânicos a cada 15 dias pela internet e considero ótimo bom custo benefício. Tem as cestas da semana, com produtos da safra e descontos que chegam a 25%!  Ah, frango orgânico também é uma melhor opção, especialmente,  nesse começo.

3-      Na cozinha:

Já fiz varias experiências. No começo gostava de cozinhar tudo separadinho, já pensando que futuramente ela comeria tudo separado seria bom acostumar. Mas dava um trabalhão preparar a carne numa panela, a batata em outra, a abobrinha em outra até que ah, desisti! Pra gente foi mais fácil cozinhar tudo numa leva só. Aí cozinhava uma quantidade certinha pro almoço e pro jantar. Como eu faço questão, até hoje, de cozinhar pra Alice, percebi que precisava simplificar as coisas, caso contrário, precisaria dividir essa função. Foi então que comecei a usar a técnica do congelamento a nosso favor e até hoje a receita segue assim:

a)      Compro meio quilo de carne ou frango (por conta da alergia ainda não testamos o peixe), refogo com alho, cebola,  salsa e cebolinha e cozinho na pressão.

b)      Depois de pronto, separo metade da carne e distribuo em potes pequenos para congelar, com uma quantidade suficiente para servir três refeições.

c)       A outra parte fica na panela e eu acrescento  a folha, o legume, o tubérculo e o grão. Dessa preparação pronta,  separo 3 potes para servir nas refeições seguintes e armazeno na geladeira mesmo.

d)      O restante vai para o congelador e eu vou usando nos fins de semana ou nos dias em que não deu pra cozinhar.  Para congelar é legal usar a técnica do choque térmico, ou seja, levar a panela para uma bacia com gelo e ir mexendo até esfriar.  O objetivo é cessar a cocção e garantir melhor textura, além de manter as propriedades nutricionais.

e)      No dia a dia,  pego a carne ou o frango nos potinhos do congelador e cozinho 3 papas fresquinhas. Tem funcionado legal pra gente dessa forma.

(Ah, só lembrando que nas primeiras papas,  eu processava a carne no mixer e usava esse caldo grossinho como base para a sopa que era amassada no garfinho. Logo ao evoluir a consistência , oferecia bem desfiadinha ou moída.

 

Para quem vai começar a introdução alimentar agora, acho interessante ter uma rotina bem definida. É legal a criança estar com um pouco de fome – mas não muita pra não ficar irritada. Claro que cada caso é único, mas nesse começo os bebês tendem a preferir a mamada ao papá. Aí,  mesmo que se mantenha o aleitamento materno em livre demanda, é interessante ficar sem amamentar umas 2 horinhas antes da refeição. Vale também começar por papas mais adocicadas, que tem melhor aceitação, com cenoura, mandioquinha, batata doce. Não acrescente sal. Não precisa, não traz nenhuma vantagem nutricional, ao contrário. Deixe o sal para quando foi iniciar a mesma alimentação da casa. Ah, e super importante, calma e tranquilidade são fundamentais. Se o bebê comer pouco, não se desespere. É uma adaptação e essa experimentação é assim mesmo. Algumas poucas colheradas já são suficientes para a formação desse novo hábito. E, por fim, o leite materno ou artificial, ainda é a principal fonte de energia do bebe até o fim do primeiro ano.

A Alice é boa de garfo. Come muito bem mesmo e eu espero que continue assim nessa próxima etapa.  Em breve venho compartilhar com vocês as novidades! Antes disso,  acho que vou falar um pouco da alimentação na gestação. Mas me avisem se houver algum tópico da alimentação no primeiro ano de vida que vocês gostariam que eu abordasse por aqui, ok?

Beijo,

Mariana

 

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Mariana Del Bosco

É mãe da Alice de 1 ano, atua em consultório há 13 anos e tem grande experiência com obesidade e obesidade infantil.

É especialista em fisiologia do exercício pela UNIFESP e mestre em ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

email: [email protected]

 

 

 

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30 setembro, 2013
Por Katia Ouang

 E hoje a semana começa com um post da querida Mariana, minha nutricionista e colunista do blog. A Mari vai preparar posts super especiais para nós mamães e que ajudará muito em assuntos como papinhas, alimentação na gravidez e amamentação, alimentos e recitas saudáveis, enfim, tudo que for importante para o universo materno. E vocês leitoras também podem sugerir temas no final do post!

Mari, seja Bem Vinda ao Minhas Dikas!

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“Sou Mariana Del Bosco, nutricionista, atuo na área de obesidade e tive a oportunidade de atuar por muitos anos no ambulatório de obesidade infantil do hospital das clínicas…”  É mais ou menos dessa forma que eu me apresentaria a vocês, mas há 10 meses tudo mudou. Hoje eu sou a Mariana, mãe da Alice, esse é o meu maior titulo, essa é a minha função mais relevante.

E no meio dessas mudanças todas que o primeiro filho traz na vida da gente, a Kátia me convidou para ser colunista nesse blog que eu adoro – e leio desde a gravidez!  Fiquei honradíssima com o convite, mas ao mesmo tempo, confesso, com medo de não dar conta de mais uma função. Agora que a Alice está com quase um ano e eu estou mais organizada, resolvi aceitar esse desafio pra valer! Quero muito aproveitar esse espaço pra trocar informações e dikas, usando um pouco da minha experiência de consultório e muito da minha vivência de mãe.

Então, vamos começar do começo: Acredito que muitas de vocês já ouviram falar na importância dos primeiros 1000 dias do bebe, né?  É nesse período, entre os 9 meses de gestação e os 2 primeiros anos de vida, que se determina muito da saúde física e mental.  Já tem muitos estudos interessantes que comprovam que a dieta da mãe e do bebê impacta não só no crescimento e no desenvolvimento, mas também, no risco de desenvolver doenças no futuro.

Os mil primeiros dias são tidos como uma janela de oportunidades para que se faça tudo certo e para que se consiga uma boa “programação metabólica”.  E aí a responsabilidade é toda nossa. Nós é que fazemos todas as escolhas alimentares dos nossos filhos nesse período e é dentro desse contexto que vou selecionar alguns assuntos para começarmos nosso papo por aqui. Claro que não vamos nos esquecer dos mais velhos, dos lanches da escola, das tantas opções de industrializados, da falta de apetite, da seletividade e por aí vai. Enfim, quero trazer muitas dicas práticas e muitas receitinhas para tentarmos cuidar melhor da alimentação da nossa família, com base nas mais recentes evidências científicas. Espero que vocês gostem e obrigada por me receberem aqui!

Aproveito esse post de apresentação para passar uma receita muito fácil e gostosa.

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Esse biscoito de polvilho é muito bom e feito sem leite ! Uma opção saudável para o lanchinho dos pequenos e super fácil de fazer – os maiorzinhos podem até ajudar a colocar a mão na massa. Uma boa para um dia de férias, com frio e com chuva!
Aqui a gente já fez até a receita dupla porque dá pra comer quentinho e guardar numa embalagem bem vedada e ir comendo nos lanchinhos ao longo da semana. A principal vantagem com relação aos industrializados é o menor teor de sódio e menor teor de gordura, além do que, é zero gordura trans! Outro aspecto interessante de se fazer snacks em casa é diminuir a quantidade de corantes , conservantes, acidulantes e todos os “antes” aos quais expomos nossos filhos.
Biscoito de polvilho:
3 xícaras de polvilho azedo
1/4 de xícara de água quente
3 ovos
1/2 xícara de óleo
1 c. café de sal
Modo de fazer:
Coloque o polvilho, o óleo e o sal  em uma tigela, escalde com a água quente e bata na batedeira até formar uma massa homogênea. Reserve. Bata as claras em neve e, depois adicione as gemas. Bata mais um pouco e despeje a mistura de ovos na tigela com o polvilho. Bata mais um pouco até que fique com uma consistência bem uniforme . Para moldar os biscoitos você pode usar saco de confeiteiro ou um saco plástico com a ponta cortada. Outra alternativa é fazer em formatos de bolinhas (mas eu, particularmente, prefiro o formato original de biscoito de polvilho).  Leve para assar em fogo baixo (200)  por cerca de 25 a 30 minutos, mas depende do forno, então tem que ficar de olho e retirar quando estiver douradinho. Rende bastante, portanto, é preciso paciência para assar as fornadas
Credito da Foto: Projeto Família

 

 

 

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26 agosto, 2013
Por Katia Ouang

Quem me acompanha no Instagram sabe o quanto eu já publiquei idas da Manu à pediatra e ao Pronto Socorro.

Acho que há uns 5-6 meses eu não tenho paz aqui em casa.

É tosse, nariz escorrendo e o peito cheio de catarro 24 horas por dia. E o catarro que acumula, acaba propiciando a instalação de bactérias e aí só com antibiotico. Mas é uma dó pois a Manu com 1 ano já tomou 3x.

Foi então que comecei a conversar com algumas amigas que os filhos tinha a mesma coisa. Uma delas me disse que tirou o leite e então o seu filho praticamente não teve mais nada.

Conversei com a pediatra sobre essa possibilidade e foi praticamente descartada uma APLV (alergia a proteína do leite) pois a Manu não tinha outros sintomas que costumam se manifestar em crianças que tem essa alergia como vômito, diarréia, sangue nas fezes, problemas de pele, otite e amidalite com frequência, etc.

A real é que eu era totalmente leiga no assunto APLV e nem passava pela minha cabeça que isso poderia influenciar em problemas como o da Manu. Ainda mais porque eu tinha a Bruna como referência e ela nunca teve nada, mamou no peito o mesmo tempo, tomou as mesmas formulas e comeu a mesma comida.

Há algumas semanas a Manu piorou de novo, e então decidi que tiraria o leite por conta própria. Pois mal não faria. Ela tomava o Nan Pro 2 e já estava na hora de trocar por um  outro. Como naquele momento ( uma sexta feira as 11 da noite) só tinha uma amiga a recorrer que tinha um filho com o mesmo problema, ela me indicou o Nan Soy. Então comprei uma lata de Nan Soy e resolvi testar até a minha próxima consulta à pediatra, que seria na semana seguinte, e onde então poderíamos conversar melhor sobre esse assunto.

Por muita sorte a Manu aceitou super bem o novo leite e nem estranhou o sabor. Ficamos com o Nan Soy por exatos 6 dias até a próxima consulta . E coincidência ou não, a Manu estava visivelmente melhor. Ainda com um pouco de secreção e muco, mas nada demais.

Na consulta a pediatra também considerou uma possível APLV , já que ela havia apresentado uma melhora no quadro significativa. E então  me orientou sobre o leite certo para darmos nesse caso, e me disse que muita criança com alergia a leite de vaca, também apresentava alguma alergia a soja. Então que esse não era o leite ideal, pelo menos por agora.

Para poder comprovar a alergia a proteína do leite não podemos fazer o teste com o leite de soja, e sim formulas indicadas para isso. O teste consiste em 4 semanas com essas fórmulas especiais e sem comer absolutamente nada que contenha leite ou traços de leite. E então o leite de vaca é reintroduzido sob orientação e observaremos a reação do organismo da Manu. Se a secreção e muco voltarem, está comprovada a alergia. Se não voltar ótimo, ela melhorou por outros motivos, ou por uma mera coincidência, e poderá comer de tudo normalmente.

A curto prazo me deparei com 2 questões; a primeira é o valor absurdo dessas fórmulas especiais que teria que comprar para as 4 semanas de teste, mas que futuramente se comprovada a alergia por um especialista como gastro ou alergista, poderei tirar sem custo até a Manu ter dois anos.

Outra questão seria a alimentação; o que dar basicamente de “belisquinhos” para ela? Já que felizmente ela ainda não comia besteiras e ainda esta na papinha em pedaços começando a alimentação comum. Mas o polvilho, pão e biscoitinhos eram algo que ela sempre comia e adorava,claro que 1 ou 2 por dia, ou quando vamos em algum restaurante. Mas não queria tirar isso dela.

A questão das latas eu estou me virando como posso, comprei duas, recebi 3 de doação de quem não usa mais…. e assim vou me virar ate completar as 4 semanas. E se tiver que comprar mais algumas, ja fui informada de um numero de SAC onde conseguirei comprar ate 12 latas com desconto.

A questão dos belisquinhos, a minha nutricionista me passou algumas opções que não tenham nem traço de leite. Para quem não sabe, traço de leite é quando o alimento apesar de não conter leite em seus ingredientes, foi feito por uma maquina que produziu algum outro alimento com leite anteriormente, e que mesmo lavada, pode conter partículas de leite. Claro, a Manu não se enquadra nisso, pois o caso dela não é tao grave, mas existem bebês que se comerem algo que contenha traços de leite, já sofrem as consequências por dias. Porém para as 4 semanas de teste é necessário uma “limpeza” total de leite do organismo dela. Então agora, nada com traços de leite também.

Mantive os belisquinhos com essas opções abaixo que são alimentos sem contra indicação e que você pode dar para os 2 filhos comerem a mesma coisa. Só ressalto a importância de consultar o pediatra caso seu filho apresente outros tipos de alergias à alimentos. Outra coisa que a Manu comia e que tinha leite era o purê de batata ou mandioquinha. Para isso tem a BECEL original que também foi liberada para cozinhar e podemos usar um pouco da própria formula da criança para misturar e substituir o leite comum.

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Durante esse curto período com a possibilidade da alergia da Manu  me informei um pouco mais, estou participando de alguns grupos e me familiarizando com o assunto. Algo que não fazia parte da minha vida até poucos dias atrás.

Eu já tinha levado a pneumo, alergista, e nada. Todos excelente profissionais em que confio muito.Tirei cobertor, tapete, cortina, bichinhos de pelúcia… E ela já toma Singulair, tomou antialergicos, e nada melhorava. Nesse período também conheci mães que leram muito sobre o assunto e disseram que o leite de vaca em excesso ( sim porque 3 a 4 mamadeiras por dia é bastante coisa) influencia sim na piora de alergias como rinite, bronquite e sinusites.

Esse assunto é muito complexo. Envolve desde casos simples como o da Manu, até casos bem complexos, onde a  alergia causa toda uma transformação de hábitos na família.

Hoje a Manu está há 3 semanas sem leite de vaca. 1 semana com leite de soja e 2 com a fórmula especial. Faltam 2 ainda para testarmos de novo o leite e então ter um diagnóstico mais certo.

Mas porque então eu fiz esse post antes de contar o resultado para vocês?

Porque eu queria dizer que, coincidência ou não, a Manu está há 3 semanas sem nada!!!

Está ótima, e vê-la respirando bem, sem estar congestionada e brincando, é o melhor de tudo para uma mãe. E eu estou outra pessoa. Pois só de dormir melhor (já que ela dorme melhor) e não ter que passar todo o estress de ver um filho ruim, muda nossa vida.

Vejo o quanto várias crianças vivem nesse ciclo de rinite, sinusite, bronquite, tosse e toda semana vão em médicos, tomam remédios….Isso desgasta a criança e a mãe.  E como a APLV é pouco considerada em quadros apenas de muco no nariz e garganta,  as vezes se passam meses com diversos tratamentos quando apenas uma troca de leite resolveria.

Então vá pelo instinto de mãe, se seu filho vive nesse ciclo como a Manu vivia e não melhora, você já testou de tudo , remédios, tratamentos e nada, considere a possibilidade de uma APLV e converse com o pediatra para fazer um teste, pois mal não faz.

E vamos aguardar os resultados da reintrodução de leite na alimentação da Manu para ver o que acontece e então eu conto para vocês.

Agora hoje eu gostaria de saber, alguma mãe aqui com filhos com o caso parecido com o da Manu e que curou com a mudança de leite?

 

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