22 junho, 2015
Por Katia Ouang

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O diário de final de semana hoje é um pouco diferente. Retrata como tenho passado com as meninas desde que me separei e mostra o lado difícil ,mas também com algumas compensações.

Quero começar falando um pouco sobre a guarda das meninas, que é algo que mais me perguntam por aqui. A real é que não estipulamos regra alguma, e Graças a Deus, tem funcionado bem desse jeito. Seja para mim, para o pai,  e para elas. Escolher o dia para o pai ver, ou o esquema padrão de levar elas na sexta e devolver no domingo, não é o que queremos. O pai vê todas as vezes que quiser e quantas vezes quiser. E aos finais de semana o que combinamos a curto prazo, é que elas dormem comigo sempre e nos revezamos por períodos. Um fica sábado até as 3 da tarde e dá almoço, e outro fica o restante do dia e dá o jantar. No domingo  quem ficou no dia anterior na parte da manhã, fica a tarde.

E qual a vantagem desse esquema? Não sobrecarregar para mim ou para o pai, e fazer com o que o tempo que passamos com elas seja mais intenso e produtivo do que cansativo. Assim cada um de nós além de poder estar com elas diariamente, ainda temos meio período no sábado ou domingo para descansar um pouco e fazer algum programinha sem crianças. E isso também não é rígido; se alguém não puder ou mesmo se alguém quiser ficar mais tempo, é tudo questão de conversar. Então vocês podem imaginar, como nunca tivemos babá ou empregada aos finais de semana o que já era difícil e cansativo a dois, imaginem para 1 pessoa só. E apesar do pai se virar perfeitamente bem com elas sem ajuda, temos que concordar que não é tão simples para um homem ficar com 2 meninas pequenas como para a mãe. Por isso divimos um pouco para cada um, para que ambos consigam curtir sem chegar no seu limite, algo que elas sentiriam e não seria legal para ninguém.

O que não queremos de jeito nenhum é que elas sofram e fiquem em meio à uma disputa de datas e horários. Já bastam todas as mudanças e inseguranças que uma separação traz, então queremos que elas se sintam amadas o tempo todo, e que tem o pai e a mãe quando quiserem. Não quero de maneira alguma que elas se sintam jogadas de um lado para o outro tendo obrigação de ir para a casa de um, ou para a casa de outro. Elas amam ficar com o pai, mas já aconteceu de estarem cansadas e falarem que não queriam ir. Nunca forçamos. Elas são muito pequenas. E uma conduta errada nessa fase pode trazer consequências para sempre.

Se está certo dessa maneira? Não sei.

Mas será que está certo para duas crianças pequenas, que viam o pai todos os dias e cresciam sob a sua proteção e carinho, o vejam apenas 1 ou 2 vezes por semana com horário marcado?

Muitas amigas próximas me perguntam se não seria melhor para mim dividir os finais de semana, 1 para cada , assim eu poderia tocar a minha vida, sair , viajar, curtir um pouco. E eu digo, terei a vida toda para fazer isso. E minhas filhas serão pequenas por muito pouco tempo. O tempo que precisam da mãe por perto.

Nesse ultimo sábado especialmente, combinamos que elas dormiriam no pai. Eu ficaria o dia todo, ele pegaria no final do dia, e elas voltariam domingo a tarde. E eu já estava super animada em poder sair com umas amigas e acordar tarde no dia seguinte!

No sábado pela manhã sai sozinha com elas. Como estava frio e as duas gripadas, fomos ate o shopping brincar em um espaço kids e comer um docinho. Elas aprenderam que agora saem sozinhas comigo e tem que se comportar. E eu não tenho escolha. Ou saio com as duas e me viro, ou fico em casa. E elas tem me orgulhado muito , pois quando digo; ” Hoje voces estão sozinhas com a mamãe e tem que se comportar”, parece que elas amadurecem e sabem que eu preciso dessa ajuda. Não é fácil, muitas vezes é uma loucura. Mas vamos nos adaptando e encarando de uma forma mais light.  Hoje agradeço por ser uma mãe que nunca dependeu de ninguém para fazer nada. Mas confesso que uma folguista está na minha lista de desejos atualmente! Apesar de que não sei se gastaria com isso depois que encarei as fases mais puxadas sem. Só não descartei essa possibilidade pois estou vivendo na pele o que é ficar sozinha com duas crianças e ter que fazer tudo. É de enlouquecer….

Saindo do Shopping, quando fui colocar a Bruna na cadeirinha, senti ela quentinha. Coloquei o termômetro e pronto; 38 de febre. Nessas horas vou correndo para a casa da minha mãe  assim consigo ter uma ajuda caso eu precise. E também porque me sinto muito mais segura. E com febre, nada de dormir longe de mim. Prefiro cuidar do que passar a noite ligando para o pai para ver se esta tudo bem. Então combinamos que nesse dia elas ficariam comigo na minha mãe. Liguei para as amigas, desmarquei o programa da noite, e paciência. Vida de mãe é assim….

Passamos a tarde toda lá na minha mãe, pedimos uma pizza ( que agora as meninas amam!) e então a febre baixou e voltamos para casa. Dei banho nas duas, dei o leite , e então a Manu começou com aqueles ataques de  tosse que não param, e a febre da Bru voltou a subir. Essas horas são bem complicadas, as mais difíceis para mim. Pois ficar sozinha com as duas a noite é algo que foi difícil para me adaptar. Agora ficar sozinha com as duas doentes…. Meu Deus. O jeito foi colocar as duas na minha cama e ficar de plantão.

Não dormi nada. Mas felizmente pela manhã a febre da Bru sumiu e a Manu estava melhor.

O pai veio buscar, mas já mandei a “farmacinha” junto, e mandei ele ficar de olho.

Assim que elas saíram pensei; ” vou dormir até as 4 da tarde” ! Tomei café da manhã com calma ( algo inédito na minha vida) e me preparei para voltar para debaixo do edredon. Quando então percebi que o que eu queria mesmo era ficar a toa por aí, já que o dia estava lindo. Então coloquei um tênis, uma roupa de ginastica e decidi sair. Assim que entrei no elevador o pai ligou; Bruna com 38 de febre! Meu instinto na hora foi dizer; “Estou indo para aí pegar ela”. E o pai disse; ” Não liguei para você pegar ela, só quero saber quanto eu dou de novalgina, ela vai ficar aqui comigo e você não se preocupe, vai fazer suas coisas“.

Como assim não se preocupe? Dá para não preocupar? E então me caiu a ficha que nem sempre eu terei o controle de tudo. Que o pai vai cuidar com o mesmo amor e carinho e que não vai deixar nada acontecer. E que também é um aprendizado para ele ficar com essa responsabilidade.

Respirei fundo , sai de casa, e resolvi desligar o botão. Andei mais de 1 hora, olhei no relógio e então percebi que apesar de ser meio dia, eu não precisava voltar para casa para fazer almoço ou porque o sol estava muito forte para elas….!!!  E acreditem, essa sensação é maravilhosa. Então aluguei uma bike, pedalei por quase 1 hora, sem olhar no relógio.

Voltei renovada para casa. Tomei um banho e fui almoçar e passear com a minha mãe . Almoço demorado, as 3 horas da tarde?! Há quanto tempo eu não fazia isso?!

E então o pai manda uma mensagem dizendo que estavam no Shopping pois a Bruna estava sem febre. Como assim shopping? Criança que tem febre tem que ficar quietinha em casa. E é isso que eu digo que muda de homem para mulher. E que eu tenho que respirar fundo e desencanar.

Busquei elas na volta do passeio. A Bruna com febre , a Manu com tosse. Mas eu tive um dia renovador. Melhor do que ficar dormindo em casa, foi fazer o que eu queria, sem hora para acabar.

E foi bom, pois a noite foi tensa por aqui. Ninguem dormiu, todas com tosse, febre que vai e vem….

E assim começa mais uma semana…

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15 junho, 2015
Por Katia Ouang

De vez em quando surgem algumas polêmicas no mundo dos blogs e grupos maternos e que eu obviamente, não poderia deixar de comentar por aqui.

A “bola da vez” é o tal do mimimi, ou blablabla, como vocês preferirem. Termo que foi  na minha opinião, muito bem empregado a todo esse momento que estamos vivendo de críticas e discussões sobre quem é a melhor mãe e quem educa seus filhos da maneira ideal.

Ideal? Existe um ideal?

Sim, ele existe! Mas é o seu ideal.

Por isso nunca levantei a bandeira para nada. Vocês sabem que por aqui é vida real! Sempre contei tudo sem ter medo ou vergonha e muito menos, sem intenção de causar polêmica. Mesmo assim aparecem pessoas que por algum motivo, gostam de atirar uma pedra.

Sinceramente, nunca liguei. E para não mentir, a única vez que me incomodou de verdade foi a tal polêmica em cima da leitora que escreveu em um comentário que eu não era merecedora de ser mãe por ter amamentado a Bruna por “apenas” 8 meses. Quem segue o blog lembra disso. Achei triste e desnecessário esse comentário… e não acredito que tenha sido feito por uma mãe.

Se tenho um canal aberto estou sujeita a criticas positivas e negativas. E eu considero cada comentário e opinião que recebo.

Mas o que tenho visto por aí tem me assustado. Mães discutindo quem é a melhor , quem educa melhor, quem é mais presente…. E ainda detonando outras mães que pensam diferente. Em contrapartida, mães se manifestando, se defendendo…. Meu Deus, onde chegamos!

O que acontece é que agora tudo é muito exposto por causa das redes sociais, o que abre espaço para as pessoas se manifestarem como e quando preferirem.

Antigamente quando uma mulher ia para a maternidade, ninguém sabia se era parto normal, cesárea…. e também ninguém perguntava…. por educação, por respeito. A real é que sequer interessava aos outros quanto tempo essa mãe ficou em trabalho de parto ou porque optou pela cesárea.

Agora a grande novidade são as mães postando vídeos de babás maltrando as crianças, gritando, batendo e com isso, alertando ( ou melhor, cutucando) as mães que tem babá para olharem mais para dentro de casa.

Helloooooooo!!!! Desde a época dos meus pais existem babás boas e babás péssimas. Isso não é novidade alguma. O que mudou agora é a nova geração de mães que se gabam por não terem babás e ainda detonam as que tem.

Quem é mãe sabe o que é melhor para o seu filho. Ponto final.

E eu pessoalmente não aguento mais as discussões:

Parto Normal X Cesárea , e agora com a grande novidade do Parto Humanizado, que vem causando ainda mais polêmica do que a cesárea.

Amamentação , assunto que não falo mais pois quase me deixou louca.

Alimentação Saudável , ótimo para as mães que tem tempo para fazer o pão que a criança leva na escola sem açúcar, sem conservantes. Que legal! Pena que a maioria das mães que trabalham querem mais é abrir um saco de bisnaguinhas e colocar na lancheira em 1 minuto. E que bom se seu filho gosta da bisnaguinha integral, pois as minhas não gostam!  Esse mimimi todo em torno de alimentação me enlouquece…

A real é que acho muito triste todo esse panorama onde por um lado pessoas atacam, e por outro se defendem.

Estamos falando de pessoas, que tem coração, que tem sentimento. Acho um horror quando vejo alguém criticando uma mãe porque teve cesárea sem saber porque foi tomada essa decisão. Criticando alguma mãe que não amamentou…. E se essa mãe tentou e não conseguiu. Já pararam para pensar como ela se sente!?

Vou começar a semana deixando essa dica; vamos nos unir mais, apoiar mais, agregar mais.

Por que tudo que uma mãe quer é ver seu filho feliz seguindo seu coração e seus instintos . E com isso educa-lo e amá-lo da melhor maneira possível.

Vocês não acham?

Um beijo e boa semana!

*K*

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12 junho, 2015
Por Katia Ouang


Uma das características que as meninas herdaram de mim e que infelizmente exige um cuidado e atenção a mais é a pele seca.

Eu particularmente sofro muito com isso, ainda mais porque tenho preguiça de usar hidratante todos os dias.

Mas com elas a questão é diferente, pois como mãe preciso cuidar para que elas sempre estejam bem.

A Manu desde bebezinho tem a pele muito seca, a ponto de descamar nos primeiros meses.

Então faz parte da rotina hidratar bastante.

Eu aproveitava para fazer uma massagem, sempre após o banho, que ajudava a absorver o creme e relaxa-la. Já era previsível que pós banho e pós massagem, ela capotava!

Hoje se eu esqueço de passar ela me cobra; Mamãe, cadê o meu creminho?!

Com a chegada do inverno tenho tentado dar uma atenção maior principalmente a Bruna, que para completar a pele seca, ainda faz natação 2x por semana. O que resseca muito a pele e cabelo.

Desde o lançamento dos produtos da linha Baby Dove, a rotina mudou por aqui. Pois o sabonete liquido já ajuda bastante a manter a pele hidratada e o shampoo os cabelos. Troquei o sabonete comum por ele e percebi muita diferença.

Agora no frio eu complemento sempre com a Loção Hidratante que deixa a pele cheirosa e hidratada por 24hs.

E para ajudar na minha preguiça de passar hidratante em mim mesma, aproveito o ritual delas para falar; Quem quer passar creminho na mamãe?!”

Elas amam! E enquanto eu vejo tv, as duas brincam de fazer massagem em mim.

Resultado; diversão para elas, pele hidratada para todo mundo!!!!

 

babydove

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10 junho, 2015
Por Katia Ouang

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Fiquei realmente impressionada com a quantidade de leitoras que me escreveram após a notícia da minha separação. O carinho que recebi foi essencial para me dar força para não desistir do blog ( algo que confesso ter pensado em fazer) , e também começar a abordar um tema que infelizmente não era o que eu imaginava fazer por aqui, mas que hoje é mais comum do que muita gente imagina.

De maneira alguma quero transformar um momento tão difícil da minha vida em um reality show e muito menos deixar o blog com um clima de tristeza. Quero apenas mostrar como tem sido a minha nova vida com as meninas e mostrar que é possível sim recomeçar mesmo com todas as dificuldades e desafios que a separação traz.

Ninguém imagina o “pacote” que vem junto com uma separação, e você só se dá conta disso quando está vivendo esse momento. O lado bom ( se é que podemos chamar de bom) , é que tem tanta coisa envolvida no processo que o nosso próprio sofrimento fica em último plano.

De um dia para o outro tudo muda radicalmente. E você tem que aprender a viver de uma outra maneira. E não tem meio termo. Então, o que não tem remédio, remediado está. E temos que aceitar essa mudança. É difícil, dói demais, mas a gente sobrevive, cresce, amadurece e aprende que podem existir outras formas de felicidade e também um outro formato de família.

A promessa que me fiz é que não deixaria meu sofrimento afetar a cabecinha das minhas filhas, pois eu sei que posso me virar. Mas elas dependem de mim. Dependem da minha força, da minha alegria e principalmente ; da minha estrutura emocional.

É claro que não sou essa fortaleza toda que vocês imaginam. Eu desabo por muitos momentos, e isso faz parte de todo o processo de mudança. Mas graças ao apoio da minha família  sei que não estou sozinha, e isso faz toda a diferença. Pois a primeira sensação que você tem quando se separa é; ” O que será da minha vida sozinha com 2 crianças!? Será que vou dar conta? E se eu ficar doente? E se eu precisar de alguém de madrugada?”

Por isso, sempre que possível, vou abordar algumas dessas questões por aqui. E já adianto que o ponto que mais pesou em todo esse processo foi o sofrimento das meninas. Isso é o mais difícil de lidar sem dúvida alguma. Você simplesmente deleta o seu sofrimento quando vê sua filha com lágrimas nos olhos e questionando todo esse novo panorama. Nada dói mais do que isso. E como tudo na maternidade, nos traz muita culpa. Culpa que só o tempo ameniza e vai mostrando que só depende de nós pais  transformar esse sofrimento em uma nova forma de amor e união.

Vou também contar sobre a rotina delas entre uma casa e outra, como elas reagiram e como ainda reagem, a difícil tarefa de educar, como são meus finais de semana sem ajuda, as viagens, enfim…. Aos poucos alguns temas vão ficando mais claros para que eu consiga falar não apenas do lado triste, mas também  do lado positivo de tudo isso. Porque o tempo ameniza e ajuda sim! Podem acreditar.

E Graças a Deus tenho um ótimo relacionamento com o pai delas,  que é e sempre foi um super pai , e muito presente como sempre elogiei por aqui. E isso é essencial para que elas se sintam seguras e muito amadas . Não deixamos de ser uma família,  e é isso que eu tenho compreendido cada dia mais.

Hoje eu digo com todas as letras, eu AMO essas meninas mais que qualquer coisa nessa vida. E AMO ainda mais os meus pais que mostram a cada dia o que é ser pai, o que é ser mãe, e o que é acolher de verdade um filho. E é assim que eu tenho agido com elas.

E o lado bom disso tudo? Minha relação com elas está infinitamente melhor e mais forte. Hoje além de minha filhas , viraram minhas companheiras de verdade, minhas amigas, meus grudinhos. Estou mais paciente, mais amorosa e isso tudo se reflete em um melhor comportamento no dia a dia.

E a vida tem que seguir não?!

Obrigada mais uma vez de coração.

Graças ao carinho de vocês vou continuar por aqui, firme e forte ,e com vontade de mostrar para quem já  passou ou passa por uma separação , que é possível a gente tocar a vida e aprender muito com ela. Conto com vocês !

Beijo enorme!

*K*

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2 junho, 2015
Por Katia Ouang

A escolha do pediatra talvez seja uma das decisões mais importantes que a mãe tem que fazer antes do bebê nascer. Mesmo porque assim que saímos da maternidade, já temos que levar o bebê para sua primeira consulta.

É é nessa primeira consulta que tomamos um banho de informações onde saímos pensando: Será que darei conta ? Jeito certo para amamentar, arrotar, rotina, como limpar o umbigo, cortar unhas, entender a cor do cocô … entre outras varias informações que fazem nossa cabeça pirar. E uma boa orientação, com carinho e paciência acreditem, faz toda a diferença no primeiro filho.

Lembro que não fui conhecer o pediatra antes da Bruna nascer pois acabei optando pelo meu pediatra, e que até hoje tenho um carinho gigante por ele. Um médico que me abraçou na primeira consulta como pai, e me incentivou de uma maneira super positiva a conseguir amamentar mesmo passando por todas as dificuldades que tive.

Levei a Bruna nele por 1 ano, e então quando engravidei da Manu gostaria de um consultório mais próximo de casa , já que seriam 2 para levar.  Desse dia até hoje acreditem, já troquei umas 4x de pediatra até estar super satisfeita hoje,  mesmo a Manu tendo uma pediatra e a Bruna outra. Isso porque a Manu já teve alguns probleminhas mais sérios ( quem me acompanha sabe) e tem toda uma equipe de um mesmo hospital que possa atendê-la em qualquer emergência.

Então hoje vou listar alguns pontos importantes na escolha do pediatra que por ter passado por todo esse “troca troca” me trouxe bastante fundamento na hora de escolher.

– Empatia: Esse é o ponto número 1. É claro que profissionalismo e competência são indiscutíveis. Mas se você e o pediatra não tiverem uma relação bacana desde o primeiro dia, isso só irá dificultar sua vida como mãe de primeira viagem. Pois no primeiro filho acreditem , é possível que você ligue 200x para o pediatra achando que seu filho vai morrer por causa de uma assadura ou de uma bolinha diferente que aparece no rosto! Já passei as meninas com médicos super competentes, mas morria de vergonha de ligar e estar atrapalhando, ou rezava para o médico atender com toda boa vontade do mundo. Essa sensação nós NÃO podemos ter. Médico é médico, ligue quantas vezes achar necessário pois é o nosso porto seguro quando diz respeito à saúde dos nossos filhos. Por isso acho importante sim conhecer o Pediatra antes do bebê nascer.

– Experiência: Claro que quanto mais tempo dentro de uma profissão, mais experiente o profissional, mais conhecimento sobre todos os assuntos. Porém, nesses quase 5 anos, conheci muitos pediatras da nova geração com competência dos mais experientes e somado a isso a vantagem de serem super atualizados sobre todos os assuntos.

– Referências : Não peça apenas indicação de pediatra no bairro que você mora ou algum que seu plano de saúde cubra. Se informe com outras mães sobre como é a relação delas com o pediatra dos seus filhos, se conhecem outras pessoas que frequentam o mesmo consultório, como foi a participação do Pediatra em algum caso mais complicado, se a agende dele é muito cheia. Tudo isso conta na hora de escolher. Uma opinião de outra mãe pode acreditar que tem todo o valor. Pois ninguém vai indicar alguém que não seja bom para o seu filho.

– Facilidade de Comunicação: Hoje com tantos recursos rápidos e práticos como sms, whatsapp, email, etc, é possível ter um retorno quase que imediato do pediatra sem precisar esperar um dia todo a secretária retornar a ligação como fazíamos antigamente. Perguntas como quantos ml de remédio dar, qual vacina, e até enviar fotos de uma alergia ou machucado facilita muito nossa vida e nos “poupa” de fica sem graça em telefonar só para tirar uma dúvida. Eu praticamente não telefono para pediatra exceto em emergência. Um pediatra que não usa ao menos um sms, não funciona para mim. E foi isso um dos motivos que deixei de ir no meu primeiro. Por ser um profissional mais maduro, nem email usava. Então muitas vezes eu tinha que esperar até a noite para conseguir falar no telefone. Hoje todas as minhas dúvidas eu resolvo por whatssap rapidinho. Seja com a pediatra da Bruna, ou da Manu. Nada como ter uma resposta em poucos minutos! E mesmo com toda essa tecnologia ligue quantas vezes achar necessário se você é do tipo que prefere falar do que escrever. Cada mãe sabe o seu perfil. Por isso escolha um profissional que te deixe a vontade.

– Disponibilidade: Cada vez mais as agendas dos médicos estão lotadas. Mas com criança é sempre melhor passar por um pediatra do que ir ao PS de um hospital e receber um diagnóstico de um médico que não acompanha o histórico dos nossos filhos. Pediatra para mim tem que arrumar um encaixe para ver minhas filhas em caso de necessidade. Pois de que adianta ter um médico que nunca tem horário ou que não pode ver nossos filhos em uma emergência?

– Pontualidade: Claro que um pouco de atraso sempre pode acontecer. E em algumas exceções se o médico atendeu alguma emergência pode  acontecer um atraso maior totalmente compreensível. Mas se for de rotina esperar 1 hora com um bebê para ser atendida, repense se vale a pena. Para mim pontualidade está entre os primeiros quesitos pois como trabalho e tenho meu dia programado, preciso saber que vou conseguir fazer tudo que preciso.

– Valor da Consulta: Se você tem um plano de saúde com um bom reembolso, ótimo. Mas se você não tem, coloque no papel os gastos no primeiro ano do seu filho. Pois até 12 meses a consulta com o pediatra é mensal. Então esse é um custo fixo que você terá junto com todos os outros que uma criança traz. Tem muito Pediatra excelente sem que para isso o valor da consulta seja exorbitante. Claro que o que eu penso ser exorbitante, pode não ser para outras mães. Por isso valor não se discute, cada mãe sabe o que é viável para sua família. Aqui o valor conta sim, e muito. São duas crianças que por um tempo frequentaram quase que todo o mês o pediatra. Então eu tinha 2 consultas por mês como despesa.

– Proximidade: É um fator determinante? Não. Mas posso garantir que para quem mora em São Paulo como eu, isso é uma das condições sim. Pois será que vale a pena atravessar a cidade com o um bebê recém nascido com tantos profissionais excelentes que temos em todos os bairros?

– Estrutura do Consultório: Um dos motivos que deixei de ir no primeiro Pediatra é que o consultório ficava em uma casa, com apenas 2 vagas na frente. Se não tivesse vaga, o estacionamento mais próximo ficava a 2 quadras. Nada prático para uma mãe que desce do carro com um bebê, uma sacola, um guarda chuva…. pois tinham vezes que para completar ainda chovia. Outro ponto a considerar é se existe um mínimo de entretenimento para as crianças na sala de espera. Seja um livrinho, um brinquedo, um desenho na tv. Pois só quem tem filhos na faixa de 1 a 2 anos sabe o que é esperar em uma sala sem nada para fazer. Ok, não é prioridade e você pode levar um Ipad. Mas digo isso por experiência pois muitas consultas que levei as duas juntas o que me salvou foram os brinquedinhos que uma brincava enquanto a outra era examinada.

Mas como sempre o que vale é o bom senso. Cada mãe tem que achar um pediatra que atenda as suas necessidades e a faça se sentir segura e bem acolhida. Pois a realidade é essa; nós como mães gostamos de ser acolhidas por alguém que nos traga segurança!

Espero ter ajudado com esse post!

 

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29 maio, 2015
Por Katia Ouang

Hoje inicio no blog uma série de posts sobre o “Terrible Two”, um dos meus maiores desafios desde que me tornei mãe.

Foram diversos posts e desabafos por aqui.

Dúvidas sobre o que fazer, como reagir, como castigar ou punir e que sempre passam pela cabeça das mães. Por isso, em conjunto com a Maite Varela, Psicologa e Psicanalista especializada em crianças (e leitora do blog há bastante tempo!), montamos uma série com 4 posts sobre esse tema, onde cada um responde às dúvidas mais frequentes das mães e minhas também!

Hoje começamos com uma introdução sobre essa fase, e em seguida, a primeira dúvida dessa série.

Bem vinda ao Blog Maite!

 

O que hoje chamamos de “terrible two” (terríveis dois anos) nada mais é que uma fase normal do desenvolvimento da criança, entre um ano e meio e três anos de idade. É o momento em que a criança passa a se perceber como indivíduo (agora está diferenciada da mãe), com seus desejos, suas vontades, suas preferências.

As crises, que aparecem nesta fase e que tanto nos assustam, acabam acontecendo porque em determinado momento a criança sente algo (pode ser uma irritação, uma frustração) e esta sensação é completamente estranha para ela, não sabe o que é nem o que fazer com aquilo tão desagradável que está sentindo e acaba agindo, atuando (crises). Além disso, ela não sabe como lidar com estes sentimentos novos que estão aparecendo.

Junta-se a tudo isso o fato de que esta é uma fase em que a criança ainda está aprendendo a verbalizar e não tem autonomia nem independência suficientes para conseguir o que precisa ou deseja. É também uma fase que acaba sendo muito difícil para os pais, que se assustam e às vezes também ficam irritados com todas essas mudanças.

Algo que ajuda muito é tentar compreender, acolher e acalmar a criança. Podemos até fazer um exercício de nos colocarmos no lugar deles e imaginar como seria sentir tudo aquilo e o que poderia nos ajudar. Nem sempre é fácil ou possível, mas é importante tentar manter a calma, não se irritar junto com a criança, para não somar a nossa irritação com a deles. Nomear o que acreditamos que a criança possa estar sentindo também é bem interessante, para que ela possa ir aprendendo a lidar com aquela situação.

Devemos diferenciar quando a criança está tendo estas crises por conta deste estranhamento das emoções e quando ela passa a usar de alguma forma as birras para tentar conseguir algo que deseja. Neste segundo caso, o mais importante para que as crises não se perpetuem é que a criança não consiga alcançar seu objetivo desta forma, a criança percebe o quanto este tipo de comportamento nos afeta, por isso é tão importante tentar manter a calma e mostrar a ela que estamos no controle da situação.

 

  • Como agir quando a criança resolve fazer birra em lugares públicos?

Primeiramente precisamos entender o que está acontecendo com a criança, ela está em crise por conta daquele estranhamento que falamos acima ou está tentando conseguir algo que deseja? É importante ter em mente esta diferenciação.

Antes de mais nada precisamos manter a calma e não nos preocupar com possíveis olhares de reprovação à nossa volta. É comum que os pais se sintam envergonhados e questionados em seus papéis de bons pais quando algo assim acontece em público. Devemos por este momento tentar ao máximo ignorar este entorno, já que a situação por si só já é difícil.

A sugestão seria retirar, se possível, a criança do local onde ocorreu a irritação para um ambiente de preferência mais tranquilo e esperar um pouco para que ela tente se acalmar, conversando com ela da mesma forma que conversaria em casa. Primeiramente acalmando e depois explicando a ela o que aconteceu e nomear o que acredita que ela esteja sentindo, caso tenha passado por alguma frustração (é o motivo mais comum) explicar de uma forma que a criança entenda que as frustrações fazem parte da vida, que nós também não podemos fazer ou ter tudo que queremos e temos que aprender a lidar com isso. Dizer a ela que entende que esteja brava ou irritada, e que ela tem o direito de sentir tudo aquilo, só que precisa aprender a lidar com esta irritação, estimulando assim a criança a verbalizar o que está sentido ao invés de agir.

Se com o acolhimento e a conversa a criança não conseguir se acalmar, tente mudar um pouco o foco, distraindo a criança com outra coisa. O efeito das conversas normalmente é a longo prazo, por isso é muito importante manter a paciência, não desistir e ser persistente, até porque esta fase do “terrible two” é transitória.

Maite

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13 maio, 2015
Por Katia Ouang

Acreditem, o desfralde da Bruna durou uma eternidade… Foram 6 meses para tirar a fralda do xixi, mais 6 meses para a do cocô e só há 2 meses consegui eliminar de vez a noturna. Estava esperando um pouco para contar para vocês como tem sido.

Sei que boa parte dessa demora tem a ver com a minha preguiça. A noturna principalmente.

Posterguei a retirada pois como durante 1 ano e meio ela vinha para a minha cama, não queria acidentes de madrugada em um colchão que é impossível tirar do quarto para tomar um solzinho.

Fiz algumas tentativas pois na maioria das vezes a fralda acordava totalmente seca. E então bastava eu tirar para ela fazer na cama. E como ela detestava acordar ensopada de xixi, começou a dar escândalos toda noite se eu não colocasse a fralda. Não dormia até eu colocar.

Coloquei como meta antes de tirar a fralda, fazer com que ela dormisse em sua própria cama. Um desafio muito maior para mim.

E então após conseguir essa conquista parti para tirar definitivamente a fralda da noite. Sei que foi tarde e que com certeza  poderia ter desfraldado antes. Mas também sei que enfim está resolvido e sem maiores consequências ou traumas.

E como foi?

Super simples.

Forrei a cama diariamente com aquele colchãozinho para cachorro fazer xixi e que vocês me indicaram no instagram, e fui testando.

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Evitei dar muito liquido depois das 18 hs e deixava o último xixi do dia para a hora que ela fosse dormir.

A princípio me propus a levá-la no banheiro um pouco antes de eu dormir. Mas a primeira tentativa foi fracassada, além dela não acordar ainda ficou muito brava e disse que não ia de jeito nenhum.

Durante alguns dias ela acordava cheia de xixi e vinha me pedir para trocar a roupa. Eu tive um pouco de trabalho nessa fase pois como já tinha tirado ela da minha cama, não poderia colocar de volta. Então toda vez que escapou o xixi, eu levantei, troquei ela, e arrumei a cama toda de novo para ela não vir para a minha.

Aos poucos os dias que vazavam começaram a intercalar com os que ela amanhecia sequinha. E claro, como sempre, fazíamos uma festa e comemorávamos cada manhã que não tinha xixi na cama. Porém como é algo involuntário ainda, é preciso um tempo para o corpo e a  cabeça da criança entender. Nunca brigar, reclamar ou ficar brava porque a criança fez xixi na cama.

Hoje ainda temos alguns “acidentes”. A cada 5 dias, escapa 1. E esse período tem espaçado até a hora que ela não vai fazer mais.

Conheço crianças que desfraldaram por completo com menos de 3 anos, crianças que com 5 anos ainda usam fralda para dormir, não tem um padrão. Na minha opinião a Bruna já tinha passado um pouco da hora. Ela mesma se incomodava e já até sentia vergonha de usar fralda.

O que sempre vale é, assim que decidir uma mudança. Não voltar atrás. As vezes desanima mesmo e é demorado, tem que ter muita paciência. Mas faz parte do processo pois cada criança reage de uma maneira.

E aqui ficamos só com a fralda noturna da Manu.

Mamãe feliz e meu bolso também.

Pois preciso desabafar… O que é o valor que gastamos por mês com fraldas!???

 

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6 maio, 2015
Por Katia Ouang

Incrível como um filho muda a mulher.

Características de nossa personalidade que nos acompanharam uma vida toda, são colocadas em questão quando reaprendemos a viver com a responsabilidade de cuidar de uma criança. Hoje, como mãe de duas meninas, muitas vezes não me reconheço em muitas das minhas atitudes.

Vejo o quanto eu mudei para me adaptar a vida de mãe. E espero que essa evolução não pare. Pois só me fez bem.

A maternidade transforma, amadurece e melhor do que isso, faz a mulher evoluir.

Eu era uma pessoa extremamente ansiosa, extremamente vaidosa, extremamente emotiva, extremamente tudo. E tive que aprender a lidar com os meus sentimentos de uma maneira muito mais equilibrada para poder passar isso para as minhas filhas.

Aprendi a ter mais paciência e disciplina,

a ser mais organizada,

a vencer a preguiça e o cansaço,

a me emocionar com coisas pequenas ,

a tentar lidar com os medos e inseguranças,

e o mais importante, aprendi a entender melhor a minha mãe.

 Ser mãe é uma evolução constante. E é isso que serei quando minhas filhas crescerem; uma pessoa bem melhor!

#mãeparasempre

Feliz Dia das Mães!

 

 

 

 

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5 maio, 2015
Por Katia Ouang

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Não sei se vocês já repararam, mas raramente eu mostro as meninas brincando com algum brinquedo caro, eletrônico ou cheio de tecnologia.

Não que eu seja contra, longe disso. Mas acho que os Ipads já dão conta de ocupar boa parte da atenção dos nossos filhos. Inclusive já me posicionei sobre o uso moderado na rotina das crianças. Acho importante encontrar um equilíbrio pois não podemos privar nossos filhos de uma tecnologia que faz e fará parte da vida deles , mas também  não podemos condicionar o a rotina deles a esses aparelhos.

As meninas assistem bastante televisão  ( lógico, dentro de um bom senso), e o Ipad eu permito por um tempinho  sempre supervisionado por mim.

Mas o propósito desse post é contar um pouco de como eu consigo brincar e estimular de uma maneira simples e inteligente.  Sem depender de comprar o ultimo lançamento da Barbie ou o Castelo da Elsa que toca música. Mesmo porque, não tenho o mínimo prazer em gastar com esses brinquedos que além de quebrarem e perderem peças, custam caro e ainda ficam sem pilha. Basta ter aquela caixinha com os parafusinhos para eu nunca mais colocar uma pilha e o brinquedo ficar encostado.

Vou citar alguns brinquedos e brincadeiras para ter em casa que cstimulam a concentração e criatividade e que cabem no bolso de todas as mães. Acho importante a criança poder se virar com o que temos para oferecer e não passar o dia todo pedindo ou desejando um brinquedo novo. Assim como acho importante não ocupá-las o dia todo com atividades, cursos e brincadeiras. A criança tem que aprender que tem hora para tudo e que em alguns momentos não terá nada para fazer. E que com isso pode ficar quietinha um pouco ou fazer sozinh algumas dessas atividades abaixo .

Quebra Cabeças – Esse eu cito sempre como a atividade número 1 para estimular seu filho. Vocês veem com uma certa frequência fotos da Bruna no Instagram montando quebra cabeça e a evolução dela no número de peças. Para ela que é uma criança super impaciente e afobada, o quebra cabeça é um desafio enorme de concentração. É um tempo que a criança aprende a ficar sozinha, observar, pensar e ainda estimula a coordenação motora. E para nós pais é ótimo saber que podemos relaxar um pouco nesse momento.Quebra Cabeça é um brinquedo barato, fácil de encontrar e que você pode carregar em um saquinho e levar para qualquer lugar.

 

 

Blocos de Montar – Bloquinhos tipo Lego , digo “tipo” pois não precisa ser necessariamente Lego, tem dezenas de marcas mais baratas e que atendem perfeitamente. Os bloquinhos permitem variedades de brincadeiras que a imaginação da criança quiser.  Sempre brinco com elas de quem vai fazer a maior torre sem deixar cair, quem junta mais blocos da mesma cor, constrói castelos, enfim…. E como esses blocos são padronizados em tamanho em encaixe, você pode aumentar a quantidade que tem em casa aos poucos.

 

 

Atividades Artísticas – Essas são as que eu mais amo. Não apenas por gostar de coisas criativas, mas também por ver o quanto as meninas gostam e se divertem. Ter em casa papéis variados ( de preferencia grandes, para colocar no chão mesmo) e tinta, caneta, cola, purpurina, recortes, lantejoulas, botões, fitas e afins sempre permite atividades que estimulam a criatividade e concentração. Já virou rotina passar em lojas tipo Kalunga para fazer um ” estoquinho” de coisas que ocupam as meninas. Muitos pais não gostam que os filhos façam sujeira em casa ou tem medo que pintem ou estraguem alguma coisa. Mas a minha dica é; ache um local onde você possa forrar o chão, coloque roupas velhas e deixe seu filho se divertir. Aos poucos as crianças vão entendendo que o lugar de pintar é ali, e que não podem sujar outros lugares. Por isso compre sempre tintas e canetinhas laváveis!

 

 

Massinha – Outro item que não pode faltar por aqui. A massinha é um elemento que estimula a coordenação motora e a criatividade. Vejam algo que vocês tenham em casa como palitinhos, canudos, potinhos e forneça para as crianças brincarem.

 

Cozinha – Outra brincadeira que as crianças amam! Se tiverem panelinhas e pratinhos delas pode usar. Se não, nada que uns copinhos e pratinhos de plástico não resolvam. Pegue um pouco de arroz, milho, feijão, macarrão ( tudo cru) e dê para as crianças brincarem.

Tarefas domesticas – Por incrível que pareça, as meninas amam e ajuda a ensinar desde cedo como dá trabalho limpar e organizar uma casa. Sempre dou um pano úmido para cada uma e peço para ajudarem a passar nos móveis. Você não imaginam a alegria!

Brincar no chão com fita crepe. Para as meninas, fazer uma amarelinha. Para os meninos , um circuito para carrinhos. Não tem quem não goste!

 

Essas são algumas das atividades que faço com as meninas em casa. Elas também adoram ver livros e brincar de cabana !

Conforme eu for lembrando de outras monto um novo post !

E vocês, costumam brincar com seus filhos?

 

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30 abril, 2015
Por Katia Ouang


Quando fui chamada para participar das ações da Campanha Baby Dove fiquei super feliz não apenas por eu usar os produtos, mas também por fazer parte de algo que a marca preza tanto; Mães Reais.

E que mãe de primeira viagem nunca se desesperou para fazer a primeira sacola de passeio do bebê levando a casa toda e parecendo uma mudança?

É claro, normalmente mãe prefere sempre pecar pelo excesso do que pela falta. E isso é muito  comum em toda a rotina nova com um bebê.

Mas como tudo na vida, aos poucos a rotina vai entrando nos eixos e percebemos que boa parte do nosso exagero é por falta de experiência mesmo.

Me lembro como se fosse ontem a primeira saída da Bruna de casa. O tradicional almoço aos sábados na minha mãe!

Mal cheguei e logo veio a indignação; “ Você veio almoçar ou passar a semana” ?!

A sacola era maior do que a cadeirinha com a própria Bruna.

E o que tinha dentro? Umas 20 fraldas descartáveis, pomada, cueiros, fraldinhas ( digo “inhaS) de ombro, de boca, umas 5 trocas de roupa, pomada, algodão  e até uma mini garrafa térmica com agua morna para as trocas de fralda. É aquela velha história de mãe;  #vaiqueprecisa #quemnunca

Pensando nisso a Baby Dove além de ter todos os produtos para higiene que uma mãe precisa, tem também uma sacola super prática, no tamanho ideal para que a gente consiga se organizar sem exageros e que possa carregar com praticidade.

A sacola só pode ter sido pensada por uma mãe, já que tem as divisões perfeitas para deixar tudo organizadinho e separado e em um tamanho perfeito. Divisões são tudo na vida de uma mãe pois ajuda muito a não misturar os itens.

E essa sacola sem exageros, tem divisão para tudo!

Eu ganhei a sacola com todos os produtos e estou usando para a Bruna ir na natação. Ela já sabe onde fica o shampoo, o condicionador, o sabonete, hidratante e a colônia.

 

 

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A bolsa vem com shampoo, condicionador, sabonete líquido da cabeça aos pés, sabonete em barra, loção e colônia, além de um trocador super prático.

Já pensaram em melhor opção para presentear aquela amiga futura mamãe?

Em um presente só você já ajuda essa mamãe a entender quais os produtos que ela vai usar em sua rotina e qual tamanho de bolsa que ela pode sair, levar tudo, sem fazer uma mudança.

Posso garantir que o tempo é o melhor amigo para tudo. Até para a maternidade!

Aos poucos a mãe vai entendendo o que o filho precisa pois a segurança aumenta e o tamanho da sacola vai diminuindo na mesma proporção.

Baby Dove, para as mamães reais!

 

Beijos e um ótimo feriado!

*K*

 

 

 

 

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