28 março, 2016
Por Katia Ouang

Hoje eu decidi parar por um tempinho e escrever um post de coração. Estou aqui acordada esperando a febre da Manu passar em meio a todo estress que isso causa e precisava me ocupar de alguma maneira para o tempo passar. Pois sou daquelas que não prega o olho até o termômetro baixar dos 37.

Me emocionei muito esses últimos dias com algumas mensagens super carinhosas de leitoras que me acompanham há muitos anos perguntando o que estava acontecendo para eu sumir assim do blog.

De fato há pouco tempo eu escrevi que não iria parar com o blog, mas que sentia vontade de algo novo, algo diferente, que pudesse variar um pouco os assuntos e voltar o blog como era no inicio ( lá em 2008) , onde eu dava dicas de tudo que vocês possam imaginar, menos sobre maternidade pois nem filhos eu tinha ainda.

Me propus a postar de forma diferente esse ano. Mas a real é que não consegui. Vontade não me falta, mas sempre que tento escrever algum assunto diferente, percebo que essa não é a essência do blog.  Não me sentia a vontade como nos posts que eu tanto estou acostumada e que me fazem ter tantas leitoras fiéis todos esses anos. Será que uma leitora que seguia minhas dicas de como fazer um bebê dormir está interessada nos produtos de beleza que eu uso ou nos meus looks?

Sinceramente acho que não.  Mesmo porque posso dar essas dicas mais rapidamente pelo instagram. Não preciso dedicar um post só para isso.

Vivi e relatei intensamente a fase de mãe de primeira viagem, rotina com recém nascido, dificuldades com amamentação e desmame,  todas as conquistas de um bebê, introdução alimentar, experimentei dezenas de modelos de fraldas e falei de desfralde,  testei todos os produtos que as pessoas sequer sabiam existir… e não só testei como sempre deixei clara as minhas impressões, sejam boas ou ruins. Até que descobri que não tenho mais tanta coisa para testar, tantas mudanças para contar, tanta informação para passar. O que mais tenho para falar é sobre a minha vida como mãe. Os desafios que enfrento, as mudanças na vida das meninas,algum passeio novo…. Mas é claro, impossível postar com a frequência que antes eu postava, mesmo porque, nunca inventei assunto para poder ter post novo ou nunca deixei pre-escrito algum post. Sempre foi tudo super espontâneo e acontecendo concomitante com as minhas experiências.

O mundo dos blogs também mudou radicalmente nos últimos 2 anos.

Um post meu testando uma fralda qualquer há algum tempo nunca soou falso ou gerou qualquer tipo de polêmica pelas leitoras me questionando se ganhei ou não para fazer isso. Hoje , qualquer post feito sobre produtos, ninguém mais acredita. Pois sempre tem por trás alguma desconfiança de post pago ou publicidade.

Fora todo o “mimimi” em cima de tipo de parto, tempo que amamentou e tudo aquilo que vocês sabem bem e que só aumenta nas redes sociais.

Sabe quando você cansa disso tudo?!

Por isso nesse último mês me questionei sobre continuar por aqui mesmo. Será que vale a pena manter um blog em meio a milhares que só falam das mesmas coisas? Será que não é melhor encerrar por aqui e deixar uma recordação tão legal desses anos todos?

Foi aí que uma leitora me escreveu e me disse em um trecho do seu email; Todo dia abro seu blog e fico muito triste em não ter um post novo. Seus posts me animavam, me davam força para ver que não sou a única que as vezes tenho vontade de apertar um botão e sumir, que amo meus filhos mas que as vezes os deixaria sem culpa para curtir uma praia bem longe de tudo, por favor não suma!”

E um simples email mudou tudo outra vez.

Sei que não tenho nada de diferente das outras milhares de blogueiras que surgem a cada dia. Mas sei também que são poucas as que contam o que nem todo mundo quer ouvir. Mas as que querem, encontram um conforto enorme nos meus textos.

Descobri também que eu estou carente de escrever. Que muitas vezes em um texto desabafo, eu me aliviava e estava pronta para uma próxima. Anos e anos escrevendo, está me fazendo sim muita falta.

Por isso digo mais uma vez, eu não vou parar!

Pode ser que não tenha tanta frequência, mas vou sempre sinalizar pelo instagram ou facebook quando tiver post novo. E por favor , não me abandonem nos comentários. São eles que fazem o meu dia muito melhor.

Logo mais tem post sobre o desfralde da Manu, chupetas, nossa estadia no Casagrande Hotel, passeios e muito mais!

Muito obrigada por voltarem diariamente para ver se tem post novo e por toda a paciência e carinho!

E vamos começar a semana já exausta dessas noites sem dormir mas que faz parte da maternidade.

Beijos

*K*

 

 

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16 fevereiro, 2016
Por Katia Ouang

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Vocês tem acompanhado pelas minhas redes sociais que a Bruna mudou de escola esse ano. Estava louca para falar sobre isso. Mas preferi esperar passar alguns dias de aula para eu entender melhor se havia feito a escolha certa. Para mim a escolha da escola , depois da educação dos pais em casa, é o principal fator que molda a criança para a vida.

Já é a 3a escola dela. E a cada escola um novo processo de adaptação, novas crianças, novas mães, um novo estilo de vida. E a principio se ela estiver feliz, adaptada e enturmada, só sairá dessa escola para a Faculdade.

O que aconteceu foi que em 2014 eu e o pai dela visitamos uma escola bilíngue , do lado da minha casa, e ficamos encantados. Talvez porque eu vim de um colégio enorme, me identifiquei em uma escola menor, mais focada em cada aluno e onde até o porteiro sabe o nome de cada pai e mãe que chegam por lá. Tudo novinho, moderno, organizado. E somado a tudo isso, a facilidade de aprender inglês desde pequena e não passar anos em aulas particulares ou cursos como eu fiz.

Acho que a tentação da escola bilíngue é algo que todos os pais da nossa geração passam. Quem não quer seu filho de 5 anos falando inglês com a mesma facilidade do português?

De alguns anos para cá aconteceu o boom das escolas bilíngues. Aquelas em que inicialmente só se fala inglês e depois as crianças são alfabetizadas em português e dividem as matérias nas 2 línguas. Quase todas essas escolas em período semi integral a partir dos 5 anos, o que se torna um atrativo bem forte para os pais que trabalham.

E tentada com tudo isso, me rendi a escola bilíngue em 2014 acreditando que poderia preparar minha filha para o mundo de uma maneira diferente da que fui educada mas que talvez se encaixe melhor nos dias de hoje.

No inicio de 2015 , como vocês sabem, me separei. E aí então estava absolutamente certa que manteria a Bruna na mesma escola e traria a Manu no ano seguinte. Primeiro por ser do lado de casa, fator essencial para quem mora em São Paulo, e depois por algo que eu acreditei que seria um porto seguro para mim… Em uma escola pequena existe menos bulling, as crianças são melhor acompanhadas, eu era tratada como uma amiga pela coordenadora e a orientadora, conhecia todas as mães…. A real é que me sentia protegida por ali. Sentia que a minha filha estava protegida também.

Em 2016 a Bruna passaria de meio período, para semi integral, que vai até as 15.30hs. E com isso a mensalidade praticamente dobrou. Um valor que não faz sentido, considerando que no próximo ano a Manu teria que entrar também. Um valor que pagaria 2 escolas tradicionais.

Então decidi junto com o pai delas que procuraríamos outras escolas. E eu fiquei encarregada disso já que eu sou mil vezes mais preocupada e encanada com escola do que ele.

Eu estudei minha vida inteira em um colégio super tradicional, enorme,  um dos mais fortes de São Paulo, onde só há vagas para filhos de ex alunos e mesmo assim, disputadíssimas. Mas fica do outro lado da cidade,  e eu decidi que não vou passar meu dia no trânsito. As pessoas me criticavam pois não se conformavam que eu não colocaria as meninas lá.

Perto de casa tem alguns colégios excelentes. Mas sinceramente, eu fui em todos visitar já com um bode enorme. Pois não queria tirar a Bruna do bilíngue.

Depois de optar por um deles eu estava super insegura. Sabia que me filha seria mais um número lá dentro. Além disso até o dia da matricula oficialmente todos os pais e crianças passariam por um processo de algumas etapas que incluíam apresentações e vivências. Ai que preguiça disso tudo….

Na primeira etapa eu já me perdi no colégio, não sabia nem onde estacionar o carro. Andei por 15 minutos até achar o prédio certo. Fiquei em um mau humor imensurável e só pensava na facilidade da antiga escola da Bruna.

Para minha surpresa  precisei de apenas 5 minutos para me encantar com a primeira apresentação , onde voltei ao tempo e pude pela primeira vez entender com clareza o motivo que meus pais optaram por um colégio tradicional para mim.

Tradição é tradição. Não se discute.

E ao longo das reuniões seguintes fui me apaixonando e entendendo algumas coisas que não estavam tão claras na minha cabeça. Eu e minha filha seriamos um número naquele mundo? Engano meu, desde a segunda vez que pisei na escola as orientadoras já sabiam até o nome da minha filha sem sequer terem conhecido.

Até aí tudo bem.

A questão seria, será que a Bruna vai gostar? Será que ela está preparada para sair de um ovo e ir para um mundo? Detalhe, ela ainda nem sabia que mudaria de escola.

E chegou o dia da tão esperada vivência das crianças.

Não contamos a Bruna que ela mudaria de escola até então. Apenas dissemos que iriamos conhecer uma nova escola e se ela queria ir conosco.  A reação foi que sim na hora. E então fomos eu, o pai , e ela para conhecer a “tal” escola.

As crianças foram recebidas em uma sala de aula com todo o carinho do mundo. Porém os pais não poderiam entrar. A Bruna relutou um pouco , mas depois que deram um estojo de canetinhas e um desenho para pintar ela foi numa boa.

Acompanhamos de longe o tour das crianças pela escola. Um espaço infinitamente maior do que a escola que ela estava. Com floresta, fazendinha, espaços temáticos, quadras profissionais…. aquele tamanho de escola que só as antigas conseguem ter.

E então ela veio, toda feliz e em uma empolgação que eu nunca havia visto e me disse; Mamãe, eu quero vir aqui todos os dias, é muito legal!

E eu disse; Mas Bru, e a sua outra escola?!

Ela disse: Não quero mais ir lá mamãe, aqui é muito maior , tem muito mais coisas!

Nesse momento meu coração se encheu de alegria e de certeza que estava fazendo a escolha certa.

Mais certeza então eu teria assim que ela começasse de fato.

E então no primeiro dia de aula, aquela ansiedade que não cabe no peito, todas as mães tensas na porta da classe…. Ela simplesmente entrou, pendurou a mochila onde estava escrito seu nome, e mesmo sem conhecer ninguém sentou em uma mesa, pegou uns bloquinhos e nem olhou para a porta.

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Eu quase chorei, ou melhor, chorei. Não que ela tenha  esse grau de independência e desprendimento, muito pelo contrário. Ela só foi numa boa pois estava confortável ali.

E desse dia em diante, há quase 1 mês, ela conta as horas para ir para escola. Está simplesmente amando e feliz.

E eu percebi que não poderia privá-la de todo esse espaço físico e oportunidades, além é claro, do ensino tradicional e super competente. Tudo por insegurança minha, ou até praticidade de querer protegê-la em uma escola menor.

E o inglês?

Com a diferença de custo entre uma escola e outra, talvez eu até consiga patrocinar um curso para ela lá fora mais para frente. E enquanto isso vai frequentar aulas particulares ou escolinhas chatas de inglês mas que no final, todo mundo aprende e acaba dando um jeito de se virar!

 

 

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26 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

De volta no tema “ O que me deixa louca na maternidade” , hoje falo de mais algumas coisinhas que acontecem na minha rotina com as meninas e que me enlouquecem na maioria das vezes.

Como as manias e birras oscilam com uma certa velocidade ( ainda bem!), esse assunto sempre voltará por aqui!

Quem está no miolo do furacão do tão falado “terriblo twos” é a Manuela. Tudo é difícil, e ainda complica com ela que é uma fera, e quando cisma com alguma coisa, sai de perto.

A Bruna por outro lado melhorou muito em comportamento. E as birras e malcriação também estão aos poucos diminuindo… Sim, há luz no final do túnel! Não desanimem!

Vamos então aos principais motivos da minha irritação atualmente!

Hora de vestir da ManuelaSe eu achava que tinha problemas com a Bruna, estou em um pesadelo com a Manu. A pequena tem 3 anos e simplesmente não veste nada que não queira. Obviamente já entrou na fase que menina só veste saia e vestido, então shorts e calça nem vale a pena comprar a briga. A Bruna foi igualzinho. Só que com ela tinha negociação. A Manu simplesmente cisma que quer colocar um vestido de lã em pleno verão e não há quem convença ela que vai passar mal de calor.  Ela além de só querer usar saia e vestido,  tem que necessariamente escolher qual vai vestir. Então todo dia é uma guerra, uma gritaria ( sim, ela grita) e ainda endurece o corpo todo se você tenta vestir algo que ela não queira. Dentro desse tópico vale um destaque especial ao sapatos, que ela só usa um douradinho de couro. Nem tente colocar outro que é perder tempo e paciência. Enquanto esse sapato não furar, não vai ter jeito!

Lata de lixo em porta de elevador -Eu não sei se são só as minhas filhas ou de vocês também , mas elas colocam a mão em TODAS latas de lixo que ficam na porta de elevador. Se tiver aquela areia ou pedrinha branca então, aí nem pensa em pedir para não colocar as mãos que só falta  trazerem o balde e a pá para brincar. Fico louca com isso e não consigo fazer elas entenderem que é sujo e nojento.

Não comer pizza – Isso já virou perseguição para mim. A Bruna nunca comeu pizza, não tinha quem conseguisse a convencer de provar. Enquanto isso a Manu desde bebezinha amava. Com 1 ano e meio comia 2 pedaços sozinha! Até que virou tudo ao avesso. Do nada a Bruna experimentou uma pizza e amou (já faz 1 ano), e hoje come quase todos os sabores principais, e a Manu cismou que não gostava mais de pizza! Não come de jeito nenhum. O que me impede de sair com elas para uma pizzaria pois sempre uma das duas não comia. Quer ser mais anti-social do que não comer pizza?!

Chupeta – Esse é um tema que merece um post especial só para ele. Sofri muito na retirada da chupeta da Bruna, e conforme se aproxima para a Manu, parece que cada vez mais ela esta viciada e quer chupar 24hs por dia. É só chegar em casa para ir correndo pegar. Se eu não deixo, não para de chorar. E como eu trabalho em casa, acabo cedendo para ter um pouco de paz. Sei que não é a melhor opção mas também sei que estão com os dias contados, já que meu limite é 4 anos assim como foi para a Bruna.

Imprimir desenho – Vocês já cansaram de ver no meu instagram as meninas desenhando ou pintando. De fato é uma das coisas que as duas mais amam fazer. E eu super estimulo. O problema é que elas passam o dia todo pedindo para eu imprimir algum desenho,  e vira uma eternidade. As duas passam horas olhando a tela até escolher qual elas querem . E é claro que isso sempre acontece quando estou super atrapalhada com coisas de trabalho e precisando usar o computador para outras coisas.

Entrar no carro – Outra parte do dia que tem sido um perrengue. Primeiro porque elas saem correndo para ver quem chega primeiro no carro e quase sempre uma delas tropeça, cai e é aquele berreiro. Depois qual porta eu vou abrir primeiro. Se eu abro a da Bruna, a Manuela chora, e vice versa. E por fim, em qual delas eu vou colocar o cinto primeiro. Agora cá entre nós, mãe de 2 ou mais filhos, tem coisa mais chata que o processo de por e tirar do carro?! Abre uma porta, abre outra, coloca cinto em uma, depois na outra, da a volta no carro, fecha as portas….

Não deixar eu falar com outra pessoa – Isso além de eu morrer de vergonha, me tira do sério. Sabe quando você sai com as crianças e encontra algum conhecido? Para mim basta cumprimentar que elas começam ” Mãe , vamos embora”, “Mae quero comer”, “Mãe to cansada”, Mãe, Mãe Mãe….!!!! Não consigo trocar 2 palavras com a pessoa que elas atormentam tanto, que realmente o melhor a fazer é deixar para conversar uma outra hora.

Escondem meus elásticos – Comprar aquelas cartelinhas com elástico de cabelo já entrou praticamente na minha lista de custo fixo . Nunca que preciso de um elástico, consigo achar. As meninas pegam todos, escondem, usam de pulseira, colocam nas bonecas…. AAAAAAAAH !!

Hora de Rezar – Desde pequena eu rezo com elas antes de dormir. Eu rezo ,e elas rezam junto. Só que agora elas cismaram que cada uma quer rezar sozinha, em voz alta, e comigo do lado. Então vocês podem imaginar que eu quase durmo até cada uma terminar o seu turno. E que ninguém fale ou interrompa quem estiver rezando, pois se isso acontecer, elas param, olham para mim, e dizem; Mamãe, vou ter que começar de novo!  E chega a noite, a gente cansada, louca para que as crianças durmam, muitas vezes respiro fundo e falo: Ok, então começa de novo!

 

E vocês, se identificam com algum desses tópicos???

 

Quem quiser rever os outros posts desse tema, clique AQUI !

 

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20 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Estive no final do ano no Restaurante ” Chácara Turma da Mônica” , onde funcionava o antigo Chácara Santa Cecilia.

Já conhecia o local antes de virar temático. Fui almoçar lá algumas vezes e sempre curti muito o espaço. Um local bem grande, espaçoso e super arborizado. Passa a sensação que estamos fora de São Paulo. Sem dúvida um dos pontos altos de lá.

Não fizemos reserva mas chegamos cedo para o almoço. Mesmo sendo férias até que foi tranquilo pois ainda tinham mesas disponíveis.

Sentamos perto do laguinho com tartarugas o que ajudou a entreter as crianças desde o início.

O restaurante funciona como Buffet e assim que você entra já recebe um cartão de consumo pois bebida e doces extras ( sorvete e algodão doce) são a parte.

Tem bastante opção de comida quente e fria e aperitivos. E ainda uma parte que faz massas e grelhados na hora, comida que basicamente resolve para a criançada. Mas para aquelas que tem o paladar infantil e não muito variado, tem opção de nuggets, salsicha e batata smile para facilitar a vida dos pais.  O que recebeu inúmeras criticas na inauguração do local e algo que me irrita um pouco , já que a proposta de lá não é um lugar de comida orgânica ou saudável e sim um restaurante como qualquer outro com o plus da ambientação.

Aquele “mi mi mi”  que já estamos acostumadas… #HajaPaciência

Porém, para essas crianças que só comem salada e comida integral, tem muita opção também. O Buffet é bem completo e tem muita variedade.

Eu não achei a comida nada de mais. Não estava ruim de maneira alguma,  mas também não comi nada delicioso.

O bacana de lá é o seguinte;  assim que sentei as meninas já desapareceram. Mas se quiser tem desenho e lápis na mesa:

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Como eu conhecia o local e sabia que não tinha muito por onde elas “fugirem”, deixei a vontade junto com os filhos das minhas amigas e sentamos para tomar algo e comer um aperitivo. A vantagem desse restaurante é que crianças acima de 4 anos, que já tem uma melhor noção. conseguem circular pelo espaço dando um tempo para os pais respirarem. Eu nem me preocupei com elas e pedi para a Bruna cuidar da Manu. Ensinei para ela o caminho de volta para a mesa e falei que qualquer coisa ela voltasse para la.

Em todos os cantos tem uma decoração da Turma da Mônica e uma ambientação adaptada para cada Personagem.

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As fotos abaixo são do site do Restaurante e mostram melhor a ambientação:


Os ambientes que as meninas mais gostaram foram o da Magali, onde fizeram uma aula de como fazer “Purê de Batata” e uma sala com um brinquedão , pula pula e piscina de bolinhas. Mais voltado para os pequeninos mesmo.

Em alguns dos ambientes tem monitores, mas eles não tem como ficar responsáveis pelas crianças, apenas olhar se está tudo bem.

É um programa bacana para fazer com mais casais com filhos. Melhor ainda se forem acima de uns 4 anos pois já se viram bem.

Para os pequeninos também vale muito a pena.

Minha dica é checar no site do Restaurante os valores do Buffet para adultos e crianças e até para quem leva babá. Pois os preços variam bastante conforme o dia da semana e feriado. Final de semana é quase o dobro de segunda a sexta ( pena que não me falaram isso antes!), além disso bebidas e itens como Picolé e Algodão Doce são considerados extra.  Não é um programa nada barato, então como disse, é legal ir em turma e passar um tempo lá. Também vale a pena checar a programação do mês já que em horários específicos é possível encontrar os personagens, fazer aula de culinária, brincadeiras e até plantar algo na horta!

Na saída ainda tem uma lojinha com itens da Turma da Mônica para a alegria das crianças e tristeza dos pais…. pois o preço também é bem salgadinho!

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Lugares assim faltam em São Paulo. Por isso acredito que se o Espaço souber manter a estrutura e não aumentar muito os preços, sempre será uma opção para os pais e as crianças!

Vou voltar com certeza mas agora durante a semana que sai mais barato!

#ficaadica

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11 novembro, 2015
Por Katia Ouang

O chá de bebê de uma mãe de primeira viagem é sempre um momento muito especial.

Porém o que eu pude ver ao longo desses anos como mãe, é que a lista que montamos nem sempre é  mais prática ou com itens que realmente precisamos. Pois isso só saberemos vivenciando a rotina com um bebê em casa.

Ganhar um brinquedinho, uma toalhinha, uma roupinha ajuda? Sim, ajuda bastante. Mas nada que faça muita diferença em meio a tantas coisas que temos que comprar para a chegada do bebê.

Por isso que os “Chás de Fraldas “ tem crescido cada vez mais! Ganhar fralda para um ano inteiro do bebê, isso sim faz muito diferença! Pensando nisso hoje se eu fizesse um Chá de Bebê pediria itens de higiene pessoal. Itens que o bebê terá que usar necessariamente e que também representa um custo para a família.

A linha Baby Dove é perfeita para isso. Pois além de ter todos os itens que uma futura mamãe precisa para cuidar do seu bebê, tem também uma bolsa super prática e que já mostrei aqui ( link para o post) que vem recheada desses itens. Então tem presentes para todos os gostos e bolsos. Você pode dar desde um item apenas, ou vários, um kit ou a bolsa!

 

 

 

Que futura mamãe não gostaria de ganhar uma dessas ou ter um “estoquinho” de shampoo, pomada, colônia… Só quem vive isso no dia a dia sabe o quanto pesa no final do mês não mamães?!!

Fica a minha sugestão para as futuras mamães na hora de preparar a listinha para os convidados do Chá de Bebê! #BabyDove #ConfieNoSeuJeito #ficaadica

 

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9 novembro, 2015
Por Katia Ouang

Falei que não apareceria com tanta frequência esse final de ano mas já estava morrendo de saudades de fazer um post novo. E como disse, são só mais uns dias de correria até o natal para depois eu poder voltar com força total aos meus textos, algo que tanto amo.

Hoje decide por um ponto final na série de posts sobre cama compartilhada. Provavelmente não falarei mais sobre isso até que um novo panorama apareça , e que provavelmente será elas quando elas não quererem mais dormir comigo. E para ser sincera, não tenho a mínima idéia de quando isso vai acontecer.

Foram meses, ou melhor, 2 anos, tentando fazer elas dormirem em seu próprio quarto. Me empenhei, me dediquei, me desafiei a conseguir tal tarefa. Mas desisti. E dessa vez sem culpas.

Foi um ano extremamente difícil. Talvez o mais difícil da minha vida por causa da minha separação.Tive que literalmente me transformar em mulher maravilha para segurar a onda e dar conta de tudo, quando em muitos momentos só queria sentar em um canto e chorar.

Coisas que antes eu dava uma importância extrema, ficaram muito pequenas perto da situação que eu estava, ou melhor, estou vivendo.

Me preocupar em fazer minha filhas não virem para a minha cama ? Será que vale a pena o stress? Afinal de contas elas também tem seus medos, também tem suas carências e também sofreram muito com a separação.

Acordar sei lá quantas vezes por noite para levá-las de volta , cada hora uma, será melhor do que dormir sem interrupções e poder descansar um pouco?

Juro que não sei o que é melhor ou pior. Só sei que relaxei e entendi que mais da metade das crianças nessa idade vão para a cama dos pais e um dia vão voltar para o seu quarto por livre e espontânea vontade.

E não só desisti de deixar elas virem como também desisti de começar a noite colocando elas em suas camas. Elas já dormem direto na minha! Era quase meia hora no quarto delas esperando para elas dormirem contra 5 minutos no meu quarto!

Sim, muitas noites não durmo bem pois a Manu ainda se vira muito, se joga, chuta. Só que a Bruna também fazia isso e agora dorme no mesmo lugar a noite toda e eu nem percebo. Nada que mais uns meses não resolvam.

Quando se tem dois filhos, ou mais, temos que ser práticas. Não dá para ter tudo perfeito da maneira como imaginávamos quando somos uma só para por ordem na casa.

Decidi priorizar o que de fato é importante nessa fase da minha vida. Cama compartilhada, tirar a chupeta da Manu, tirar a fralda noturna…?! Nada disso tem a mínima importância quando para mim o que pesa hoje é prestar muita atenção em como andam as cabecinha delas. O que nós mães esquecemos é que conforme as crianças crescem elas também tem pesadelos, medo de uma sombra, de um barulho estranho, ou de qualquer coisa que elas imaginam ou mesmo viram na televisão.

A Bruna é mais intensa, poe para fora, chora, fica de mau humor. Mas a Manu é muito fechada, e crianças assim muitas vezes demonstram um sofrimento das maneiras mais inusitadas possíveis. Meu foco hoje é antes de qualquer coisa, recuperá-las desse ano tão difícil e poder trazer segurança além de muito amor. Amor esse que não falta dos dois lados, Graças a Deus.

Quero utilizar o pouco tempo livre que tenho para me divertir , para ensinar algo, para brincar, passear… E também para manter minha paz e meu equilíbrio. Eu também preciso descansar, eu também canso de passar as noites levantando ou dando bronca. Se elas se sentem felizes ao meu lado, se sentem a proteção que precisam nessa fase, então que seja assim.

Por isso hoje consigo afirmar ; SIM, minhas filhas dormem na minha cama. E eu AMO isso!

Não canso de olhar quando elas dormem, amo deitar e segurar em cada uma das mãozinhas delas ( eu durmo no meio) e saber que de alguma maneira, elas se sentem protegidas ao meu lado.

Quando uma delas olha para mim e diz, Mamãe, estou com medo, você está escutando o passo do monstro?! Eu simplesmente amo poder abraçá-las e dizer; Filha, não tem monstro algum, pode dormir tranquila… E elas pegam na minha mão e fecham os olhos.

Sinceramente, vou sentir o dia que uma delas se virar e dizer; Mamãe, quero dormir no meu quarto!

 

Vamos começar a semana!

 

Quero que alguma mãe me conte quando o filho deixou de dormir com vocês!

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29 outubro, 2015
Por Katia Ouang

Entre as lembranças mais marcantes que tenho nesses 8 anos de blog, posso citar alguns posts que foram importantes e me deram um feed back incrível.  Até hoje recebo email de mães que usaram algumas das minhas dicas, curtiram e passaram para outras futuras mamães.

Aquela “dica de mãe” que aprendemos no nosso dia a dia e que de alguma maneira, nos ajudaram. Principalmente com bebê pequeno em casa.

A fase com bebe recém nascido é um momento muito especial em nossas vidas. Me lembro como uma fase recheada de sentimentos… de repente você tem que se adaptar à uma nova rotina, novos afazeres, noites sem dormir e um serzinho frágil que só depende de você para tudo. E é nesse momento que você descobre o verdadeiro sentido da palavra responsabilidade.

Com isso vem também as dúvidas, as inseguranças, os medos…

Um bebê não vem com manual de instrução…

E só nós mães sabemos o que é sentir  uma verdadeira angustia no primeiro dia que seu filho resolve chorar por horas e você não tem como saber o motivo.

Será fome?

Fralda suja?

Calor?

Frio?

Cólica?

O que interessa é que nesses momentos qualquer ajuda é bem vinda. Qualquer coisa que faça seu filho se sentir bem é recebido de braços abertos por uma mamãe de primeira viagem.

E é por isso que essa dica me marcou tanto.

Uma dica tão simples, mas que ajuda a acalmar, acolher e confortar o bebê; o Ninho Baby. Dica que me foi passada por uma enfermeira ainda no hospital e que nunca mais vou esquecer.

Na verdade eu estava tão atordoada no dia que ela explicou,pós parto, tentando amamentar, mil visitas na maternidade…. que quando cheguei em casa, nem lembrava muito bem como era. Mas fiz do meu jeito. E deu certo! Fui testando de algumas maneiras e adaptei do meu jeitinho para que minhas filhas ficassem confortáveis.

Ilustrado com a Manu, com apenas alguns dias de vida, um pacotinho… da para acreditar?

 

 

 

O travesseiro não é nada necessário. Durante a noite quando não conseguia ficar de olho nelas o tempo todo nem usava. Portanto, não usem travesseiro a não ser que seja ultra fino como esse, e só nessa fase que bebê não se mexe!

Voltando ao ninho…

O ninho nada mais é que um aconchego maior para o bebê dentro do berço.

É muito simples de fazer ,e o bebê se sente protegido e dorme melhor. Você vai precisar apenas de uma toalha tamanho grande e um cueiro, ou um lençolzinho se estiver muito calor.

Eu montei na minha cama para poder fotografar melhor, mas você já pode montar direto no berço.

Abra a toalha e vá enrolando a partir do lado maior.

 

Enrole até o final deixando um rolinho perfeito.

 

Faça um “U” com o rolinho.

Cubra o rolinho com um cueiro ou um lençolzinho.

Prenda  as pontas por baixo e o ninho está prontinho.

 

Agora basta colocar o bebê com a cabeça na parte aberta e os pés apoiados na ponta do “U”. Você pode ajustar o ninho conforme o tamanho do seu bebê e deixar bem apertadinho para ele se sentir seguro. Eu ainda firmo com o segura nene, assim a toalha não desenrola. Ideal para usar até uns 3 meses e acostumar o bebê desde cedo a dormir no seu bercinho!

O que interessa é você confiar no seu instinto de mãe e perceber como está melhor para o seu pequeno! E isso vale para tudo!

Uma dica que até hoje eu passo para todas as minhas amigas e que nunca vou esquecer.

#ConfieNoSeuJeito

#BabyDove

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15 outubro, 2015
Por Katia Ouang

 

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Uma das frase que mãe mais fala é: gostaria que meu filho nunca crescesse…

Quem não ama um bebezinho em casa? Eu sou daquelas mães que super curtiu a fase de recém nascidas e bebe das meninas. E confesso que até hoje fala para a Manu que ela é meu bebezinho. Pois o que são 3 aninhos em uma vida toda? um bebê ainda…

Mas  o tempo passa muito mais rápido do que a gente imagina. E em um piscar de olhos nossos bebês se tornam independentes, com vontade própria e o melhor, nossos companheiros.

Claro que com isso vem as malcriações e muito mais. Mas tenho analisado o que foi minha vida nos últimos meses e vejo como tem se tornado cada vez mais fácil cuidar delas. E percebi nesse feriado que viajamos para um hotel, que foi muito mais fácil que das outras vezes. (logo mais vou contar em um post!)

Já não termino mais os domingos tão exausta e estou começando a voltar a curtir os finais de semana. E isso porque fico sozinha com as duas quase que o tempo todo. Ou seja, trabalho intenso.

Por isso vou listar algumas coisas que estão cada vez melhor conforme elas crescem.  Isso para animar todas as mães que estão no auge do perrengue!

Vou começar com o mais importante:

Saúde: O tempo vai passando e com ele as viroses e doencinhas de criança vão espaçando. As meninas nunca ficaram muito doentes ou gripadas. Mas quando estão maiores, qualquer coisa cura mais rápido e não traz mais tanta preocupação como quando bebês. O fato da criança saber explicar o que sente, também ajuda muito!

 

Fraldas: Não ter mais que parar para trocar fralda várias vezes ao dia é algo que ajuda muito. Trocar uma fralda de cocô requer um lugar especificio, lencinhos, pomada… Por aqui agora é apenas 1 fralda por dia, a que a Manu usa para dormir. Fora a economia que isso representa no final do mês!

 

Sacola: Vocês não tem idéia do que é poder sair com elas sem ter que levar uma sacola a tiracolo. Que sensação boa de liberdade! Hoje não preciso levar mais nada, exceto que sempre tenho uma chupeta ou um álcool gel na minha bolsa mas que cabem em qualquer cantinho.

 

Flexibilidade: Seja para comer ou para dormir, hoje não preciso mais parar o meu dia pois é hora da soneca ou do lanche. Claro que com as refeições eu sempre respeito o horário delas, mas nada que um lanche mais reforçado não ajude a encher a barriguinha para podermos almoçar ou jantar mais tarde aos finais de semana ou quando viajamos.

 

Independência: A Manu ainda tem algumas limitações pois é muito pequena. Mas a Bruna já se veste sozinha, troca os canais da tv, vai ao banheiro, escova os dentes, coloca sapato… Parece bobo, mas vocês não sabem como isso alivia para nós mães!

 

Atividades: Com o tempo você percebe quais são as atividades que seus filhos mais gostam de fazer quando estão em casa. Por aqui é sem duvida desenhar , pintar e fazer massinha. Então hoje eu sempre tenho esses itens para que elas se ocupem quando preciso fazer alguma coisa e não fiquem me solicitando o tempo todo.

 

A verdade é que de repente nossos filhos viram nossos companheiros. E essa sensação é muito boa!

Dá saudades da época deles bebês, mas posso garantir que essa é uma das fases que mais estou curtindo!

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13 outubro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje minha idéia era começar a semana com um post super animado sobre o feriado delicioso que passei com as meninas e que logo vou contar aqui.

Porém aconteceram 2 episódios esse final de semana que me deixaram sem dormir. Situações que todas nós mães estamos sujeitas e que infelizmente, faz parte da vida.

O primeiro foi algo inusitado e que graças a uma travessura da Bruna, quase acabou em um acidente sério.

Estávamos em uma festa que o hotel fez para os hóspedes em um de seus salões. A Bruna resolveu se pendurar em um dos tecidos da decoração que despencou direto em cima dela. E junto veio a ripa que estava presa no teto com pé direito duplo. Um pedaço de madeira de 1 metro e 10 cm de espessura.

Eu tinha ido até outra sala buscar um suco para a Manu e quando voltei a Bru estava gritando no colo da minha mãe. A real é que ninguém viu direito o que tinha acontecido, mas ela estava com muita dor na cabeça e chorando muito. Em seguida veio um senhor que estava por perto carregando o tecido e a ripa e me disse; ” Olha, ela tentou se pendurar no tecido e ele caiu com essa ripa na cabeça dela”

Me deu um pânico na hora. Olhei para a minha mãe e vi que ela também estava apavorada.

A Bruna não parava de chorar.

Levamos ela para o ambulatório do hotel e corremos para ver se não tinha algum corte. Só havia um galo gigante. A madeira passou de raspão. A orientação da pediatra era para observar e não deixar ela dormir direto. Acordar de hora em hora para ver se ela estava bem.

Eu obviamente não consegui dormir. Passei a noite zelando o sono da Bruna e mexendo nela a cada minuto para ver se estava tudo bem. E nisso não parava de chorar. Não tem como não imaginar o que poderia ter acontecido se essa madeira caísse em cima dela com o peso que veio.

O anjinho da guarda estava de fato por lá.

Agora vamos fazer todos os exames para ver se não ficou alguma sequela da pancada. Mas o que importa é que ela está bem.

Em meio a tudo isso o segundo episódio;  soube que meu prédio foi assaltado e roubaram alguns apartamentos. Confesso que na hora que me contaram me deu um alivio enorme em saber que eu não estava lá naquele momento com as meninas. Nem quis saber se haviam roubado algo meu. As minhas maiores e únicas preciosidades estavam comigo.

E Graças a Deus não roubaram nada.

E mais um momento de pânico caiu sobre mim imaginando se eu estivesse lá com as meninas.

Chorei muito ontem.

Percebi como somos impotentes em muitas situações. Algumas imprevisíveis, outras nem tanto.

Quem me acompanha sabe que já passei por alguns sustos como mãe. Talvez os mais difíceis com as internações da Manu pequena.

Não poder proteger um filho ou se colocar no lugar dele, é algo que mexe muito com o instinto materno. Nos tira do eixo, perdemos o equilíbrio, envelhecemos anos…

E o que tenho aprendido é que mesmo sendo praticamente impossível não pensar no assunto, temos que tentar esquecer esses momentos. Pois é muito fácil cair em uma depressão ou pânico depois de situações como essas.

Como faço sempre, eu choro, coloco para fora, acredito que Deus sempre vai nos proteger e não deixo nada dentro de mim.

E agora bola para frente !

Um beijo e ótima semana!

*K*

 

 

 

 

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6 outubro, 2015
Por Katia Ouang

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Ensinar o conceito de doação para as crianças não é tão simples. Mas e se você tiver a ajuda do xerife Woody? Esse é o mote de uma campanha muito bacana chamada “Entre Nessa Brincadeira”, feita pela Disney. Nela, a turma do Toy Story incentiva nossos filhos a doarem algum de seus brinquedos para quem precisa – algo tão valioso ainda mais nessa época do ano, próxima ao Dia das Crianças.

Conversei com as meninas sobre a campanha e pedi para elas escolherem um brinquedo que estivesse novo para doar em um dos shoppings participantes (são 30 ao todo, em todo o Brasil). Expliquei que eles iriam para alguma criança que ficaria muito feliz e agradecida. Me surpreendi que cada uma delas escolheu um bichinho grande e foram todas orgulhosas levar!

E, para cada pessoa produto doado, a criança ainda recebe um vale ingresso para o novo filme da Disney “O Bom Dinossauro”, que estreia em janeiro (limitado a 3 ingressos por CPF).

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As urnas estão presentes de 12 de setembro à 12 de outubro nos shoppings abaixo:

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Ainda da tempo de doar! Incentive seu filho a ajudar nessa campanha e transforme esse passeio em um dia muito especial!

 

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