18 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

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Não era exatamente o post que eu gostaria de começar a semana escrevendo. Mas como aqui a vida é real, sem muitos rodeios, dessa vez não vou contar mais uma das minhas viagens delícia que fiz com as meninas, e sim uma semana com alguns perrengues e frustações.

Faz parte não?

Nem sempre as coisas saem do jeito que imaginamos, não temos como prever se estará tempo bom ou ruim, não temos como prever se alguém ficará doente, ou se algum imprevisto aparece pela frente.

Não é nada grave ou sério, só meio frustrante mesmo.

O que acontece é que 2015 foi um ano diferente para mim, e acabei não me programando para fazer algo no réveillon e nas férias, e quando decidi ver algo, já estava muito em cima. Seja para combinar algo com alguma amiga, seja para comprar passagem ou ver um hotel. Nessa época é tudo muito caro. E agora  separada tenho que pagar por 4 … eu, Bruna, Manu e minha mãe, já que acabo sempre levando ela para me dar uma mão.

Confesso que a semaninha entre natal e réveillon não foi a melhor experiência do mundo passar em SP. Ainda mais porque choveu muito, não consegui ir a um parque , piscina, fazendinha ou qualquer um desses programas que criança gosta. Mas aproveitei para ficar bastante com elas, dar atenção e brincar,   já que nessa semana quase não tive trabalho.

Consegui de ultima hora uma tarifa boa e decidi que passaria uns dias com elas no  Hotel CasaGrande no Guarujá, que terá um post especial sobre  toda sua estrutura logo mais. Essa foi minha escolha para um local que teria que ser praia necessariamente ( pois elas amam) , não precisasse ir de avião, que fosse perto para ir de carro, mas que tivesse estrutura de um Resort para eu também poder descansar e curtir um pouco. São poucos os Hotéis de praia assim, pois a maioria é pousada mesmo,  e costuma só ter café da manhã. Com criança pequena tem que ter o mínimo de estrutura.

Fomos na terça pela manhã em meio a uma chuva torrencial e desanimadora. Porém, como sempre, para elas tudo é uma festa. Basta chegar em algum hotel que elas ficam tão empolgadas e felizes que realmente com chuva ou sol, não faz muita diferença. Mais por mim mesmo que estava louca para pegar um solzinho.

Quarta, contrariando a previsão,  foi o único dia que não choveu e aproveitamos muito a praia e depois a piscina. Pelo menos teve esse dia.

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A noite fomos dormir e pela madrugada a Bru acordou vomitando. É muito raro ela vomitar.

Vomitou umas 3x ao longo da noite e estava bem tristinha pela manhã. Não quis comer nada. E nesse dia minha mãe também acordou péssima, passando mal.

Para completar o quadro, não parou de chover 1 minuto.

Fiquei com as meninas na salinha kids, brincando um pouco e tentando achar coisas para fazer. Minha mãe passou o dia no quarto com muito mal estar.

Na hora do almoço a Bru estava melhor e comeu um pouquinho. Manu não queria comer nada, nem tomar suco.

Fomos para o quarto e então a Manu começou a vomitar também.

Bacana não?

Minha mãe disse para que ficar com a Bruna que ela cuidava da Manu.

Fui passear um pouco com a Bru e por sorte, tinha um lugar de brinquedos ao lado do hotel, só atravessar a rua. E foi o que salvou nessa tarde chuvosa já que não tinha mais nada para fazer.

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Na sexta as meninas estavam melhor , mas além de não parar de chover, ainda teve o caso da nuvem tóxica do fogo que pegou em alguns containers em um pátio de armazenamento no Guarujá. Nuvem  que causou algumas intoxicações e gerou o boato da possibilidade de ter contaminado as praias da região. A recomendação seria não entrar no mar nos próximos dias até ter certeza que tudo estaria ok.

Ou seja, fazer o que no Guarujá com nuvem toxica, virose e chuva??

Fomos mais uma vez ao tal espaço de brinquedos ao lado do hotel onde as meninas brincaram até cansar… e esse dia, apesar de todos os perrengues, tivemos uma grande evolução… As meninas que não ficavam com monitores e recreação em hotel de jeito nenhum, quiseram participar da brincadeira da noite.

Deixei elas com os “tios” e fui jantar na santa paz com a minha mãe. Elas vieram só mais tarde e eu já senti que a viagem valeu por esse momento.

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Adoraram , não pediram por mim, e ainda queriam ficar mais!

Voltamos para o quarto triste por ir embora no dia seguinte, mas feliz por elas terem se divertido.

Só que aí eu comecei a passar mal de madrugada… Uma dor no corpo, um mal estar, enjoo. E eu sou daquelas que raramente fica doente.  Já estava achando que poderia até ser dengue… mas como eu não tinha febre, deve ter sido a virose também.

Tive uma noite do cão, não dormi nada, pois era só deitar, para me dar um enjoo horrível.

Só queria na verdade voltar para casa.

No sábado pela manhã eu estava um caco, não estava nada bem, e claro, como lei de Murphy sempre acontece; não tinha uma nuvem no céu!

Minha mãe desceu com elas para tomar café e depois ficar um pouco na piscina, já que a recomendação era evitar a praia.

Ao meio dia tínhamos que deixar o quarto. E eu passando mal , ainda tinha um caminho para dirigir ( minha mãe não dirige em estrada) e o sol bombando lá fora!

Confesso que passei sábado a tarde um pouco estressada e frustrada com esses dias.

Eu de fato mal aproveitei, mas elas adoraram.

E no final, é sempre só isso que importa não?

E vamos começar a semana( e agora sem sumiços )e com muitos posts para vocês!

Certeza que esse ano logo mais vou começar a programar minhas férias e réveillon!

Beijos

*K*

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11 janeiro, 2016
Por Katia Ouang

Desde que me tornei mãe me adaptei e me acostumei com quase tudo na nova rotina com criança em casa.

Mas se tem algo que até hoje é difícil para mim e me tira do sério é;  acordar e dormir cedo!

Dormir cedo eu até tenho a opção de conseguir ou não. Só que eu não consigo.

E acordar cedo eu não tenho opção. Tenho que acordar assim como todo ser humano que trabalha, que leva os filhos em duas escolas diferentes e que tem uma vida ativa. Só que muito cedo é o que pega para mim.

Desde pequena tenho o péssimo hábito de dormir tarde, pois meus pais sempre dormiram muito tarde então para eles era ok. Depois que sai de casa para casar e em todo período antes de ser mãe continuei dormindo tarde… Meu horário de acordar era por volta das 7.30. Talvez tive sorte de ter empregos que eu entrava as 9 e não as 8.

E deixando claro que mesmo assim, sempre acordei com despertador e me arrastando.

Após o nascimento da Bruna tive um período de adaptação não apenas a acordar cedo, mas sim a dormir pingado, que é uma das dificuldades maiores de toda mulher com um recém nascido em casa. Mas isso foi por pouco tempo, digo bem pouco mesmo, pois tive a sorte da Bruna começar a dormir a noite toda com 4-5 meses e sempre com o horário de despertar depois das 8 da manhã. Ou seja, se eu fosse dormir a meia noite, ainda dormia 8 horas tranquilamente. Por isso nem precisei reeducar meu sono para dormir e acordar mais cedo.

Isso durou 1 ano e 10 meses, até a Manu nascer.

E essa apesar de também dormir a noite toda,  nunca gostou de acordar tarde… a real é que até os 3 anos nunca passou das 7 da manhã. E 7 da manhã é lucro! A média é entre 6 e 7.

Foi nessa época que comecei a dormir bem menos que meu corpo pedia e meus dias se tornaram muito mais cansativos. O processo de exaustão culminou nos últimos meses devido a muito trabalho que me fez ir por madrugadas a dentro sem hora para acabar. Nessa fase que até pedi ” um tempo” do blog pois eu simplesmente não tinha mais como escrever.

Me sentia tão cansada e com um sono tão forte, que dava qualquer coisa por uma cama e alguns minutos de sono. E em um episódio que me assustou bastante, quase dormi dirigindo em plena marginal.

Ser mãe,

Trabalhar,

Ter blog,

Cuidar da casa e de tudo que isso envolve,

Passar algumas madrugadas ( algumas muitas!) com filho acordado por “n” motivos,

Fazer ginástica….

Definitivamente não tem como funcionar se não tiver o mínimo de qualidade no sono.

Decidi então que iria fazer algo por mim,  já que exaustão chega uma hora que nos impede de fazer qualquer coisa bem feita. E estava na cara que essa dinâmica não estava funcionando na minha rotina.

Como a Bruna vai mudar de escola no próximo mês (isso terá um post especial logo mais) e a escolinha da Manu tem opção de trocar o turno,  optei por um novo esquema onde elas vão estudar a tarde. Assim quando elas acordarem logo cedo vão para a sala assistir um pouco de desenho e eu fico mais um pouco na cama sem pressa. Se eu ganhar mais 15 minutinhos de sono que seja, já está super valendo. E só o fato de poder tomar café com calma, não ter que me trocar e sair correndo , já muda muito meu humor.

E desde que decidi essa mudança já comecei aos poucos coloca-lás um pouco mais tarde para dormir. Um processo onde tudo tem que ser feito repetidamente e com muita calma para que se adaptem sem perceber.

E hoje já estou no lucro! Após 1 mês que iniciei essa mudança, ao invés de acordarem entre 6.30-7, já passaram para 7.30-8!

Minha manhãs logo mais serão bem curtas e improdutivas, já além de acordar um pouco mais tarde, terei pouco tempo para levá-las em algum curso extra, dar almoço e ir para a escola. Pelo menos a tarde consigo trabalhar sem interrupção… E caso precise trabalhar de madrugada, consigo dormir um pouco mais no dia seguinte.

Não sei se vai funcionar,  mas pelo menos esse ano preciso me recuperar um pouco de todo o cansaço físico e emocional de 2015. As vezes temos que fazer um pouco por nós também!

Depois conto para vocês como estamos e termino o post com mais algumas frases engraçadas e que sou eu atualmente!

Alguém mais se identifica?

Beijos e Boa Semana!

*K*

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9 novembro, 2015
Por Katia Ouang

Falei que não apareceria com tanta frequência esse final de ano mas já estava morrendo de saudades de fazer um post novo. E como disse, são só mais uns dias de correria até o natal para depois eu poder voltar com força total aos meus textos, algo que tanto amo.

Hoje decide por um ponto final na série de posts sobre cama compartilhada. Provavelmente não falarei mais sobre isso até que um novo panorama apareça , e que provavelmente será elas quando elas não quererem mais dormir comigo. E para ser sincera, não tenho a mínima idéia de quando isso vai acontecer.

Foram meses, ou melhor, 2 anos, tentando fazer elas dormirem em seu próprio quarto. Me empenhei, me dediquei, me desafiei a conseguir tal tarefa. Mas desisti. E dessa vez sem culpas.

Foi um ano extremamente difícil. Talvez o mais difícil da minha vida por causa da minha separação.Tive que literalmente me transformar em mulher maravilha para segurar a onda e dar conta de tudo, quando em muitos momentos só queria sentar em um canto e chorar.

Coisas que antes eu dava uma importância extrema, ficaram muito pequenas perto da situação que eu estava, ou melhor, estou vivendo.

Me preocupar em fazer minha filhas não virem para a minha cama ? Será que vale a pena o stress? Afinal de contas elas também tem seus medos, também tem suas carências e também sofreram muito com a separação.

Acordar sei lá quantas vezes por noite para levá-las de volta , cada hora uma, será melhor do que dormir sem interrupções e poder descansar um pouco?

Juro que não sei o que é melhor ou pior. Só sei que relaxei e entendi que mais da metade das crianças nessa idade vão para a cama dos pais e um dia vão voltar para o seu quarto por livre e espontânea vontade.

E não só desisti de deixar elas virem como também desisti de começar a noite colocando elas em suas camas. Elas já dormem direto na minha! Era quase meia hora no quarto delas esperando para elas dormirem contra 5 minutos no meu quarto!

Sim, muitas noites não durmo bem pois a Manu ainda se vira muito, se joga, chuta. Só que a Bruna também fazia isso e agora dorme no mesmo lugar a noite toda e eu nem percebo. Nada que mais uns meses não resolvam.

Quando se tem dois filhos, ou mais, temos que ser práticas. Não dá para ter tudo perfeito da maneira como imaginávamos quando somos uma só para por ordem na casa.

Decidi priorizar o que de fato é importante nessa fase da minha vida. Cama compartilhada, tirar a chupeta da Manu, tirar a fralda noturna…?! Nada disso tem a mínima importância quando para mim o que pesa hoje é prestar muita atenção em como andam as cabecinha delas. O que nós mães esquecemos é que conforme as crianças crescem elas também tem pesadelos, medo de uma sombra, de um barulho estranho, ou de qualquer coisa que elas imaginam ou mesmo viram na televisão.

A Bruna é mais intensa, poe para fora, chora, fica de mau humor. Mas a Manu é muito fechada, e crianças assim muitas vezes demonstram um sofrimento das maneiras mais inusitadas possíveis. Meu foco hoje é antes de qualquer coisa, recuperá-las desse ano tão difícil e poder trazer segurança além de muito amor. Amor esse que não falta dos dois lados, Graças a Deus.

Quero utilizar o pouco tempo livre que tenho para me divertir , para ensinar algo, para brincar, passear… E também para manter minha paz e meu equilíbrio. Eu também preciso descansar, eu também canso de passar as noites levantando ou dando bronca. Se elas se sentem felizes ao meu lado, se sentem a proteção que precisam nessa fase, então que seja assim.

Por isso hoje consigo afirmar ; SIM, minhas filhas dormem na minha cama. E eu AMO isso!

Não canso de olhar quando elas dormem, amo deitar e segurar em cada uma das mãozinhas delas ( eu durmo no meio) e saber que de alguma maneira, elas se sentem protegidas ao meu lado.

Quando uma delas olha para mim e diz, Mamãe, estou com medo, você está escutando o passo do monstro?! Eu simplesmente amo poder abraçá-las e dizer; Filha, não tem monstro algum, pode dormir tranquila… E elas pegam na minha mão e fecham os olhos.

Sinceramente, vou sentir o dia que uma delas se virar e dizer; Mamãe, quero dormir no meu quarto!

 

Vamos começar a semana!

 

Quero que alguma mãe me conte quando o filho deixou de dormir com vocês!

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26 outubro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje queria contar um pouco do meu sumiço do blog. Varias leitoras me escreveram perguntando se estava tudo bem, se tinha acontecido alguma coisa… Na verdade o que acontece é que essa época eu tenho muito trabalho, muito mesmo. Recebo muitos pedidos de natal e quase não dou conta de fazer tudo sozinha.

Estou estruturando a minha empresa Paper K para continuar crescendo com qualidade, e isso toma tempo e dedicação.

Sim, o blog também é um trabalho. Tenho parcerias, contratos e muitas pessoas que me seguem e gostam de ler há anos o que eu escrevo. Mas só quem tem blog sabe que é um trabalho sem previsão de entrada . Meses tem, outros não, e não posso contar com isso para o meu custo fixo, principalmente depois que me separei. Então o que entrar, é bônus para mim. E o mês a mês vem do meu trabalho com a minha marca de papelaria, que precisa de muita dedicação para que tudo saia corretamente.

Vocês não sabem o quanto levo a sério cada pedido que recebo e sou super perfeccionista para que tudo funcione com qualidade, já que trabaho com personalizados e cada pedido é um. A PaperK foi um projeto que começou em um momento bem complicado da minha  vida que já contei para vocês, quando fui mandada embora da empresa que eu trabalhava, grávida de 6 meses da Manu. E eu tinha que ganhar dinheiro de alguma forma. Foi então que me arrisquei e comecei a passo de tartaruga.

Estou ainda bem longe de onde eu quero chegar, mas me empenhando para a cada ano ter um crescimento não só financeiro , como em qualidade, mix de produtos e clientes. E Graças a Deus isso está acontecendo desde 2012.

De outubro à dezembro acreditem, eu passo mais de 14 hs por dia no computador. E isso inclui os finais de semana enquanto as meninas estão com o pai.É um trabalho insano para dar conta de todos os pedidos . Nesse meio tempo ainda tenho que ser mãe, dona de casa, achar um tempo para fazer um exercício e suprir as necessidades da minha rotina como levar e buscar elas nas escolas, levar nas aulas extras, ir ao supermercado, à gráfica, correio, etc.

Não vou parar o blog nesse período, mas com certeza não consigo postar com a mesma frequência. Estou com um monte de posts montados, mas simplesmente não tenho tempo para editar. Podem ter semanas com mais posts, outras sem nenhum. Mas são 2 meses que eu vou tentar fazer o que posso para  atender os clientes da Paper K pois logo em janeiro tudo volta ao normal. E enfim consigo respirar um pouco para retomar a frequência dos posts, pesquisar produtos, descobrir marcas e contar minha experiencias.

Também estou pensando em um projeto novo; uma vontade enorme de retomar o blog como era em seu início onde era apenas o “Minhas Dikas” e eu compartilhava mil e uma dicas não só como mãe , mas como mulher, como consumidora, como viajante e como amante de uma série de produtos. Gostaria de dividir minhas experiências como profissional, como mãe que trabalha de casa, como uma louca por moda, por músicas, por produtos novos  e liquidações que aparecem no mercado , e como uma assumida consumista por produtos com ótimos custo beneficio. Seja para mim, como para os bebês e crianças.

As meninas cresceram, meu contexto mudou, as expectativas também. Gostaria muito da opinião de vocês em relação a eu retomar esse mix de assuntos. E é claro, mantendo sempre a minha vida louca como mãe, minhas frustrações, minhas dificuldades e minhas alegrias.

 

O que voces acham?

 

 

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15 outubro, 2015
Por Katia Ouang

 

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Uma das frase que mãe mais fala é: gostaria que meu filho nunca crescesse…

Quem não ama um bebezinho em casa? Eu sou daquelas mães que super curtiu a fase de recém nascidas e bebe das meninas. E confesso que até hoje fala para a Manu que ela é meu bebezinho. Pois o que são 3 aninhos em uma vida toda? um bebê ainda…

Mas  o tempo passa muito mais rápido do que a gente imagina. E em um piscar de olhos nossos bebês se tornam independentes, com vontade própria e o melhor, nossos companheiros.

Claro que com isso vem as malcriações e muito mais. Mas tenho analisado o que foi minha vida nos últimos meses e vejo como tem se tornado cada vez mais fácil cuidar delas. E percebi nesse feriado que viajamos para um hotel, que foi muito mais fácil que das outras vezes. (logo mais vou contar em um post!)

Já não termino mais os domingos tão exausta e estou começando a voltar a curtir os finais de semana. E isso porque fico sozinha com as duas quase que o tempo todo. Ou seja, trabalho intenso.

Por isso vou listar algumas coisas que estão cada vez melhor conforme elas crescem.  Isso para animar todas as mães que estão no auge do perrengue!

Vou começar com o mais importante:

Saúde: O tempo vai passando e com ele as viroses e doencinhas de criança vão espaçando. As meninas nunca ficaram muito doentes ou gripadas. Mas quando estão maiores, qualquer coisa cura mais rápido e não traz mais tanta preocupação como quando bebês. O fato da criança saber explicar o que sente, também ajuda muito!

 

Fraldas: Não ter mais que parar para trocar fralda várias vezes ao dia é algo que ajuda muito. Trocar uma fralda de cocô requer um lugar especificio, lencinhos, pomada… Por aqui agora é apenas 1 fralda por dia, a que a Manu usa para dormir. Fora a economia que isso representa no final do mês!

 

Sacola: Vocês não tem idéia do que é poder sair com elas sem ter que levar uma sacola a tiracolo. Que sensação boa de liberdade! Hoje não preciso levar mais nada, exceto que sempre tenho uma chupeta ou um álcool gel na minha bolsa mas que cabem em qualquer cantinho.

 

Flexibilidade: Seja para comer ou para dormir, hoje não preciso mais parar o meu dia pois é hora da soneca ou do lanche. Claro que com as refeições eu sempre respeito o horário delas, mas nada que um lanche mais reforçado não ajude a encher a barriguinha para podermos almoçar ou jantar mais tarde aos finais de semana ou quando viajamos.

 

Independência: A Manu ainda tem algumas limitações pois é muito pequena. Mas a Bruna já se veste sozinha, troca os canais da tv, vai ao banheiro, escova os dentes, coloca sapato… Parece bobo, mas vocês não sabem como isso alivia para nós mães!

 

Atividades: Com o tempo você percebe quais são as atividades que seus filhos mais gostam de fazer quando estão em casa. Por aqui é sem duvida desenhar , pintar e fazer massinha. Então hoje eu sempre tenho esses itens para que elas se ocupem quando preciso fazer alguma coisa e não fiquem me solicitando o tempo todo.

 

A verdade é que de repente nossos filhos viram nossos companheiros. E essa sensação é muito boa!

Dá saudades da época deles bebês, mas posso garantir que essa é uma das fases que mais estou curtindo!

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13 outubro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje minha idéia era começar a semana com um post super animado sobre o feriado delicioso que passei com as meninas e que logo vou contar aqui.

Porém aconteceram 2 episódios esse final de semana que me deixaram sem dormir. Situações que todas nós mães estamos sujeitas e que infelizmente, faz parte da vida.

O primeiro foi algo inusitado e que graças a uma travessura da Bruna, quase acabou em um acidente sério.

Estávamos em uma festa que o hotel fez para os hóspedes em um de seus salões. A Bruna resolveu se pendurar em um dos tecidos da decoração que despencou direto em cima dela. E junto veio a ripa que estava presa no teto com pé direito duplo. Um pedaço de madeira de 1 metro e 10 cm de espessura.

Eu tinha ido até outra sala buscar um suco para a Manu e quando voltei a Bru estava gritando no colo da minha mãe. A real é que ninguém viu direito o que tinha acontecido, mas ela estava com muita dor na cabeça e chorando muito. Em seguida veio um senhor que estava por perto carregando o tecido e a ripa e me disse; ” Olha, ela tentou se pendurar no tecido e ele caiu com essa ripa na cabeça dela”

Me deu um pânico na hora. Olhei para a minha mãe e vi que ela também estava apavorada.

A Bruna não parava de chorar.

Levamos ela para o ambulatório do hotel e corremos para ver se não tinha algum corte. Só havia um galo gigante. A madeira passou de raspão. A orientação da pediatra era para observar e não deixar ela dormir direto. Acordar de hora em hora para ver se ela estava bem.

Eu obviamente não consegui dormir. Passei a noite zelando o sono da Bruna e mexendo nela a cada minuto para ver se estava tudo bem. E nisso não parava de chorar. Não tem como não imaginar o que poderia ter acontecido se essa madeira caísse em cima dela com o peso que veio.

O anjinho da guarda estava de fato por lá.

Agora vamos fazer todos os exames para ver se não ficou alguma sequela da pancada. Mas o que importa é que ela está bem.

Em meio a tudo isso o segundo episódio;  soube que meu prédio foi assaltado e roubaram alguns apartamentos. Confesso que na hora que me contaram me deu um alivio enorme em saber que eu não estava lá naquele momento com as meninas. Nem quis saber se haviam roubado algo meu. As minhas maiores e únicas preciosidades estavam comigo.

E Graças a Deus não roubaram nada.

E mais um momento de pânico caiu sobre mim imaginando se eu estivesse lá com as meninas.

Chorei muito ontem.

Percebi como somos impotentes em muitas situações. Algumas imprevisíveis, outras nem tanto.

Quem me acompanha sabe que já passei por alguns sustos como mãe. Talvez os mais difíceis com as internações da Manu pequena.

Não poder proteger um filho ou se colocar no lugar dele, é algo que mexe muito com o instinto materno. Nos tira do eixo, perdemos o equilíbrio, envelhecemos anos…

E o que tenho aprendido é que mesmo sendo praticamente impossível não pensar no assunto, temos que tentar esquecer esses momentos. Pois é muito fácil cair em uma depressão ou pânico depois de situações como essas.

Como faço sempre, eu choro, coloco para fora, acredito que Deus sempre vai nos proteger e não deixo nada dentro de mim.

E agora bola para frente !

Um beijo e ótima semana!

*K*

 

 

 

 

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28 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Hoje vou começar a semana explicando meu sumiço nos últimos dias, seja por aqui, ou pelo snapchat.

Minha vida virou uma loucura e tive que me virar para dar conta de tudo. Fiquei 2 semanas sem ajuda com as meninas e a minha casa, e em meio a isso, aniversário da Bruna para organizar, trabalho bombando e milhares de coisas para resolver.

Eu tenho uma pessoa que trabalha comigo em casa, ela é uma “faz tudo”! Era a babá das meninas que ficou comigo quando me separei,  e me ajuda com limpeza, roupas, comida e ainda cuida delas. De emergência ela precisou sair por 15 dias para cuidar do pai e me vi em uma situação que não havia passado antes… Como dar conta de tudo e ainda trabalhar?!

Pensei comigo; vou dar prioridade apenas ao necessário e o resto o que der deu, o que não der paciência.

A questão maior não era nem manter a casa organizada, mas sim como trabalhar com elas a tarde inteira comigo?

Contratar alguém para me ajudar teria um custo muito alto e não resolveria muita coisa, já que essa pessoa não conheceria bem as meninas e só me daria mais trabalho.

A solução que me salvou foi que a primeira escolinha que a Bruna frequentou tem a possibilidade do “after school”, onde pude deixá-las depois da escola para almoçarem e ficarem até as 5 da tarde. E isso foi excelente, pois elas fizeram varias atividades como culinária, inglês, musica, artes, e por estarem juntas, não estranharam o lugar e não tive problema algum para adaptar. Como isso ajuda as mães que trabalham… acho que toda escola deveria ter essa alternativa. (  Quem for da zona sul e quiser o contato é só me escrever : [email protected])

Questão das meninas resolvido, agora eu teria que me organizar para cuidar da casa. Não que fosse um bicho de 7 cabeças para mim, pois já estava super acostumada a ajudar, mas daí a ter que fazer tudo?! Decidi que faria o básico para ter uma organização mínima; lavar louça, trocar os lixos, passar uma vassoura, organizar os banheiros…mas a roupa desencanei. Acumulou um monte , mas as poucos vamos organizando.

Cheguei ao auge do meu cansaço na última sexta feira, e combinei com o pai que elas ficariam com ele sábado e domingo para eu por as coisas em ordem e descansar um pouco.

Sexta a noite eu mal me aguentava em pé mas queria assistir o ultimo capitulo da novela das 11. Então tomei banho, deixei tudo organizado e quando eu sentei no sofa para assistir aparece a Bruna na sala. Ela nunca acorda no meio da noite. Achei estranho… Ela veio então para o sofá, deitou no meu colo. Depois de 5 minutos levantou e vomitou nela, no sofá, no tapete… Sai correndo para pegar um pano, quando voltei, ela tinha vomitado mais um pouco.

Juro que essas horas você estar sozinha com duas crianças pequenas e não ter para quem gritar é desesperador. Não sabia se limpava tudo, se dava banho nela, se procurava um remédio… Respirei fundo e pensei; vamos em partes. Nisso a novela que eu queria tanto ver ficou na vontade.

A prioridade era a Bruna. Levei ela para o chuveiro, dei banho, lavei o cabelo, sequei e então ela deitou e dormiu no sofá enquanto eu limpava tudo e assistia a novela.

Dei um tempo para ver se ela não passava mal de novo e quase as 2 da manhã, levei ela para a cama dela e fui dormir.

As 4 da manhã ela como de costume veio para minha cama, onde já estava a Manu. Subiu, deitou, e então levantou chorando. Perguntei o que tinha acontecido e ela vomitou de novo. Na minha cama, comigo e a Manu junto.

Juro, comecei a chorar. De desespero mesmo.

Não vou contar cada passo dessa madrugada, mas vocês podem imaginar o que foi. Dormi ao todo 2 horas e ainda tive que me virar para limpar tudo.

Sábado as duas não estavam bem, tossindo, nariz escorrendo… decidi que ficaria em casa observando pois alguma virose estaria vindo com certeza. E quando elas estão assim, mesmo o pai se propondo a ficar, preciso estar do lado. Não ficaria tranquila de maneira alguma.

A noite de sábado para domingo não foi tão caótica. As duas tossiram muito, mas não vomitaram nem tiverem febre, então lucro total! Não dormi nada, mas foi por conta da tosse, e não por imprevistos ou perrengues.

Domingo acordaram bem, ainda com muita tosse. Mas fomos passear. Levei para o Haras do meu tio que é bem pertinho, e na hora do almoço o pai pegou e ficou até a noite.

Aproveitei para ficar jogada no sofá, ver televisão e me recompor. A casa estava um caos, mas sinceramente, nem me mexi para lavar a louça ou colocar as roupas na máquina. O que eu queria era ficar sem fazer absolutamente nada.

Quando elas chegaram dei banho e coloquei para dormir. Bastou meia hora para que começasse a tossir enlouquecidamente, e assim foram pela noite toda.

Hoje quando acordei pensei….” Calma Katia, o perrengue acabou, jaja as crianças estão na escola, vou trabalhar e a babá volta para dar uma ordem na casa” !

Preparei o leite delas, fiz a lancheira e vesti a Bruna com o uniforme todo amassado,  pois tirei da maquina e do jeito que estava ela vestiu. Quando fui vestir a Manu achei ela um pouco quente. Tirei a temperatura, estava febril… Não poderia ir para escola. Melhor rir para não chorar.

Coloquei ela no carro junto de pijama mesmo, e fomos levar a Bruna.

Quando cheguei em casa a babá estava de volta, era minha visão do paraíso!

Manu está em casa com febre, mas a vida retoma.

E como eu admiro essas mulheres que dão conta de tudo sem ajuda alguma, e ainda trabalham!

E vamos começar a semana pois no final sempre o  que interessa é que os nossos pequenos estejam bem de saúde! E torcer para que a febre da Manu seja apenas do resfriado…

Beijos

*K*

 

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21 setembro, 2015
Por Katia Ouang

De volta com um pouco de humor para começar a semana, hoje tem mais uma parte do “O que me deixa louca na maternidade”. Coisas que as meninas fazem com frequência e que me tiram do eixo. Algumas delas podem já ter aparecido em algum dos posts antigos, mas provavelmente me irritam tanto que eu preciso desabafar novamente!

Vou começar com a  TOP da lista e que não vejo muita solução ou luz ao final do  túnel:

– Acordarem muito cedo. Já tentei de tudo; deixar o quarto sem 1 fio de luz pela manhã, já coloquei para dormir bem mais tarde, já dei chá de camomila, não adianta. O reloginho das duas desperta sempre na mesma hora e nunca após as 7 da manhã. Durante a semana ok, mas aos finais de semana é de enlouquecer não?! Mas o ponto que mais me enlouquece é que quando uma delas acorda, já acorda a outra e começam a me puxar pedindo para eu fazer o Toddy, ligar a televisão, não há piedade com a mamãe aqui. Eu sou uma pessoa bem humorada, mas antes das 7 da manhã sou a pior pessoa do mundo.   Morro de inveja das minhas amigas que os filhos acordam as 10 da manhã. Que sonho!

– Colocar uniforme. Cada uma tem 1 vestidinho da escola, o resto são calças e camisetas. Agora tenta colocar vestido em uma e na outra não? Tenta explicar as 7 da manhã que o vestidinho de uma está lavando ou precisa passar?

– Cinto do carro. Entra ano, sai ano e esse continua uma das coisas que mais me irritam. Seja para por , para tirar e também porque elas tiram sozinhas para fazer malcriação. E a preguiça que é sair com duas crianças e ir parando em diversos lugares. Abre a porta de um lado, senta uma, coloca o cinto, dá a volta, abre a outra porta, coloca o outro cinto…. Juro que tenho muita preguiça desse processo todo… Fora que diariamente a Manu empaca na hora de descer e fica brincando de fugir por dentro do carro. Ela morre de rir, acha a maior diversão. Agora imaginem minha cara quando estou com pressa e ela não desce do carro?

– Secar o cabelo. Nenhuma das duas gosta de secar o cabelo com secador e tenho que travar uma  verdadeira batalha com elas. Gritam, choram, empurram o secador…. haja paciência!

– Elástico no cabelo. Nem todos os dias eu lavo o cabelo das meninas. Mas como o da Bruna é muito comprido, faço um coque com um elástico ( pois touca ela arranca). Só que ao sair do banho ela não pode esperar 1 minuto para tirar esse coque, e sempre arranca o elástico e solta o cabelo em cima das costas molhadas, nem espera eu secar

– Tralha no carro. Tudo bem que carro de mulher já é uma bagunça. Mais ainda carro de mulher com filhos. Mas vocês também tiram um saco gigante de lixo todo dia do carro? As meninas tem um poder de acumular tralhas que fico impressionada. Vão levando as coisas para o carro, desde brinquedinhos até canetinhas, lápis, e vai juntando tudo como se fosse um deposito.

– Sentar no chão de elevador . Não sei de onde elas aprenderam a sentar no chão do elevador de casa e não consigo  tirar essa mania delas. É só entrarem para correrem sentar cada uma em um canto. O pior é que fazem isso nos elevadores de shopping, lojas,…. uma mania super higiênica  #sqn !!!!

– Atrapalhar outras pessoas. Isso inclui abrir as cortinas de provadores em lojas e olhar por baixo ou pela fresta das portas de banheiros. Tudo bem que criança ama fazer isso, mas as “vitimas” não acham graça alguma nessas brincadeiras.

– Me deixar falar no telefone. Parece que elas tem um dispositivo que aciona quando eu digo alô e começam a me chamar, pedir alguma coisa, chorar… Nunca mais consegui falar ao telefone quando elas estão por perto.

– Não cumprimentar . Essa é uma das coisas que mais me irritam e me envergonham. Não consigo chegar ou sair de algum lugar sem ter que implorar para que elas cumprimentem as pessoas e digam tchau. Dar um beijinho então, esquece. E pior quando eu falo: Filha, vai dar um beijinho na amiga da mamãe… e elas saem correndo e nem olham para a pessoa. Não é por  falta de eu tentar ensinar a serem educadas, mas parece que isso ainda vai demorar um pouco….

 

E vocês, se identificam com alguma dessas situações? Aguardem que não parei por aqui….ainda teremos mais partes!

E quem quiser rever os outros posts desse tema: ParteI, Parte II e Parte III !

 

Beijos e boa semana!

*K*

 

 

 

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15 setembro, 2015
Por Katia Ouang

Sempre vejo nas redes sociais mães perguntando a outras com quantos anos desfraldou o filho, com quantos anos o filho andou, se ainda usa chupeta, mamadeira… Enfim, todas essas mudanças são marcos importantes na vida da criança, e que devem ter seu tempo e momento respeitados conforme seu desenvolvimento. E claro, sempre tem polêmicas, brigas, comparações e uma mãe se gabando da outra pois seu filho andou muito antes do da sua amiga, seu filho não usa chupeta, já come sozinho…

Eu sei bem quantas críticas recebo cada vez que a Bruna aparecia ou a Manu aparece com chupeta. ” Quando você vai tirar?”  ” Sabia que faz mal?” ” Vai entortar os dentes!”…  Sim gente, sei de tudo isso!

Aprendi que cada criança tem um desenvolvimento e a última coisa que podemos fazer é comparar. E que devemos aprender a observar e não forçar nada antes do tempo. Pois no final todos acabam passando por essas mudanças e lá na frente ninguém vai lembrar se foi com 1 ano, com 1 ano e 2 meses… nada disso  faz diferença.

E vou mostrar para vocês como as principais mudanças aconteceram diferente na vida de cada uma das meninas. Vou citar a as questões que considero as que mais geram dúvidas nas mães e qual é a média de tempo que essas mudanças ocorrem na vida de uma criança. Assim como dizer se é algo que podemos ajudar ou não.

 

-Engatinhar

Bruna: Engatinhou com 7 meses

Manu: engatinhou com 8 meses

Média: Por volta dos 6- 7 meses os bebês que já sentam sozinhos começam a arrastar e engatinhar. Mas não se preocupe se seu bebê não fez nada disso. Tem bebês que “pulam” essa etapa e andam direto. E essa é uma fase que podemos ajudar sim. O estimulo é muito importante para que o bebê ache sozinho uma maneira de se locomover. Deixar um brinquedo por perto é a melhor maneira de fazer o bebê tentar chegar nele.

 

 

 

 

Andar:

Bruna: Andou com 1 ano e 2 meses.  Foi soltando uma mão, depois a outra e dando os primeiros passos bem aos poucos até evoluir para sua independência.

Manu: Andou com 11 meses. Simplesmente levantou um dia e saiu andando.

Média: Já vi casos de crianças com 9 meses andando, mas isso não é comum. A maioria das crianças anda entre 1 ano e 18 meses. E essa é uma fase onde podemos estimular, mas não forçar. Nada de andadores ou aqueles cintos com alça para fazer a criança andar mais cedo. Minha dica é sempre que possível, deixar a criança descalça. É a melhor maneira de começar a dar firmeza, equilíbrio, segurança e fazer com que ela aprenda a pisar direitinho ( dica da minha ortopedista!) . Nada de tênis ou sapatos que não sejam confortáveis nessa fase !

 

 

 

Falar:

Bruna: Começou com palavrinhas por volta de 1 ano. Com 18 meses falava todas as palavras isoladas, e com 2 anos falava tudo. Sempre falou muito.

Manu: Também já falava tudo com 2 anos. É mais tímida, fala pouco na frente dos outros.

Média: Dizem que as mulheres desde cedo falam mais que os homens. E de certo modo vejo pelos filhos de parentes e amigas que os meninos costumam demorar mais para falar. Muitos com 2 anos falam só o básico. Mas lembrando que isso não é regra ta? entre 2 e 3 anos é quando todas as crianças aprimoram o vocabulário e soltam a língua. Anexei o vídeo acima de 1 ano atrás para mostrar as meninas tagarelando!

 

 

 

Desfralde:

Bruna: Começou o desfralde diurno com 2 anos e 3 meses.  Levou uns 2 meses até aprender o xixi e ainda usando fralda só para fazer cocô por mais 8 meses. Foi um período bem complicado.  O desfralde noturno começou com 4 anos e 2 meses, e foram 6 meses até que ela não fizesse mais xixi a noite.

Manu: Desfralde diurno com 2 anos e 5 meses, em 1 mês já tinha total controle de xixi e coco e raramente fez na calça. O desfralde noturno pretendo começar no próximo verão.

Média: O desfralde é uma das mudanças que mais mudam em cada criança. Tem uns que antes de 2 anos não usam mais fralda para nada, outros com quase 5 anos ainda usam para dormir. Tem que respeitar o tempo da criança e perceber os sinais que ela dá . Não adianta forçar um desfralde se a criança não está pronta. A média é tirar entre 2 e 3 anos a diurna. A noturna as vezes é mais difícil. Acredito que é um dos momentos onde a tranquilidade da mãe ajuda sim. Ansiedade e pouca paciência nessa fase podem retardar o desfralde. O dia em que você perceber que seu filho está dando sinais que está preparado e decidir que é hora de começar, não volte a trás e tenha toda a paciência do mundo.

 

 

 

Chupetas:

Bruna: Usou desde o dia que chegou em casa até o dia que fez 4 anos. Entre 3 e 4 anos foi onde se intensificou o vicio e quanto mais o tempo passava mais difícil ficava tirar. Até que um dia foi uma atitude radical mas tiramos definitivamente a chupeta ( veja post). Chorou 2 noites para dormir, depois nunca mais tocou no assunto.

Manuela: segue por exatamente o mesmo caminho. Como ela acabou de fazer 3 anos, meu limite também é deixar até os 4. Mas a partir desse natal já vou começar as tentativas de ser algo espontâneo dela.

Média: Não há media para isso. Chupetas tem mais malefícios do que benefícios. Sou super a favor nos 12 primeiros meses como uma segurança e um acalanto para o bebe. Depois disso o ideal é tirar o quanto antes. Sorte de alguns pais que a criança se manifesta sozinha

 

 

 

Mamadeiras:

Bruna : usou até 2 anos e então pedi para escolher na loja um copinho que ela quisesse para tirarmos de vez a mamadeira. Minha alegação foi de que o copo era muito mais bonito. A transição foi super tranquila e ela nunca mais pediu.

Manu: Logo após 1 ano acostumei a Manu a tomar seu leite no copinho que tivesse. Então algumas vezes era mamadeira, outras copo com o bico macio… então ela nunca foi viciada só na mamadeira. Também não trouxe problema algum nessa transição.

Minha opinião segue a mesma da chupeta pois os maleficio do bico da mamadeira são os mesmos. Não vejo problema algum se a criança toma leite só a noite na mamadeira porque gosta. Nem teria tanta pressa em tirar.

 

 

 

Adaptação na escola:

Bruna: Entrou com 2 anos e 4 meses e demorou 2 meses até ela chegar na porta e não chorar mais. Foi um processo bem difícil pois ela já era maior e entendia bem mais.

Manu: Entrou com 2 anos e 5 meses, demorou 3 dias a adaptação. No 4o ela entrou e nem olhou para trás.

Média: Adaptação na escola depende sim muito da nossa persistência e vontade. Não dá para tentar adaptar um filho se nós não estamos seguras. E isso não tem idade. Pois é difícil para uma mãe deixar um filho seja ele com 6 meses , ou dois anos. E cada criança reage de um jeito. Passar segurança para eles é o principal para que a adaptação aconteça mais rápido e sem grandes traumas.

 

 

 

 

Transição do berço para cama

Antes de resumir como foi para cada uma delas, queria dizer que de longe foi uma das mudanças mais desafiadoras para mim. Mesmo porque é um processo que eu ainda passo ,não consegui resolver, e acabei recorrendo a cama compartilhada.

Bruna: Nunca tentou pular a grade e dormiu no berço até 3 anos. Fizemos a transição pois ela decidiu que não queria mais dormir lá. Desde então ( há quase 2 anos), esse processo de tentar fazê-la dormir na sua própria cama é algo frustrante. Dou 1 passo para frente, e dois para trás.

Manu: Tentou pular e chegou a cair algumas vezes do berço. Com 2 anos e 6 meses passei ela para a cama e desde então, também não quer dormir sozinha de jeito nenhum.

Média: Tem crianças que saem do berço antes de 1 ano. Tem crianças que saem mais tarde pois gostam do seu cantinho. Mas dormir no berço ou na cama não é algo que tenha que ter pressa em acontecer. Mesmo porque não trará nenhuma consequência para a criança. Mas pelo que passei com as meninas, se eu soubesse teria tirado elas bem antes. Quando a criança ainda não tem noção de muito coisa e você consegue acostumar a dormir no mesmo lugar.

 

Todos esses assuntos já foram super abordados por aqui, basta procurar na busca!

E vocês, qual mudança consideram um grande desafio?

No próximo post vou falar das mudanças na vida da mãe!

 

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31 agosto, 2015
Por Katia Ouang

Quero começar a semana me desculpando pela redução dos posts por aqui. Tem dias  que não dou conta de resolver tudo, aumentam os pedidos da minha empresa de papelaria, filho fica doente… aí sentar, se concentrar para escrever um texto, corrigir, editar, acaba que nunca dá certo se não fizer com calma e atenção.

Nem sempre conseguimos ser mulher maravilha e dar conta de tudo. E blog tem dessas, tem semanas que tenho vários assuntos para falar, outras nem tanto. E assim vamos.

Mas vamos ver se essa semana consigo me organizar melhor e retomar a rotina dos posts!

Vou começar com o “Diário de Final de Semana”!

Sábado cedo fomos correndo para o Shopping Jardim Sul aproveitar o último final de semana com o espaço da Frozen e do Homem Aranha. Tanto falaram de lá que eu estava em uma super expectativa. Mas como sempre, no final, não era nada de especial. Acho que o  Jardim Sul sempre faz espaços kids temporários bacana, mas é muito mais cenário do que atividades mesmo.

No Espaço Frozen a idéia é vestir as meninas de Anna e Elsa e quem quiser, pode cantar “let it go” em um mini estúdio e gravar um cd.

Capturas de tela96

As meninas não quiseram então só se fantasiaram. Tinham mesas para colorir e jogar memória, nada muito empolgante.

Do lado oposto a atração para os meninos, o Homem Aranha, tinha um pouco mais de atrativos para elas que subiram 20 mil vezes para escorregar e passaram pelos elásticos que simulavam a teia de aranha algumas (muitas vezes!). E no final é disso que elas gostam:

Passeamos um pouco pelo Shopping e fomos até a PB Kids para a Bruna escolher o que gostaria de ganhar de aniversário. Passamos um bom tempo na loja e no final o que ela mais se interessou foi um kit de pintura com canetinhas e tinta. Ufa, melhor para mim. Temos que aproveitar enquanto nossos filhos gostam das coisas mais simples. E provavelmente é isso que irei comprar já que sei o quanto ela gosta de desenhar e pintar.

Ainda faltava um tempo para o almoço então na falta do que fazer, fomos passear pela Cobasi. Acreditem, está aí um programa de graça, que toda criança ama. Aos sábados costuma ter uma mini feira de adoção de cães e gatos, elas amam! Que criança não gosta de ver um cachorrinho ou gatinho não? Elas passam um tempão olhando e dando carinho. E no fundo da loja tem dezenas de peixinhos, passarinhos, periquitos, coelhos, ramster… Fora os cachorros que vão com os donos passear pela loja que sempre chamam atenção. Além disso tem a parte de plantas e coisas para jardim que elas também adoram olhar.

Capturas de tela95

Voltamos para casa e já estava exausta. Não é mole ficar sozinha com 2 crianças e administrar toda a logística. Só para por e tirar do carro a cada parada nesses lugares já vai todo um processo!

Lembrei que não tinha deixado nada pronto para o almoço. Então vamos de macarrão mesmo! As duas comeram sozinhas enquanto eu dava uma ordem na casa e a Bru ficou toda orgulhosa que raspou o prato!

Captura de tela inteira 31082015 105541

Ficamos um pouco em casa vendo filminho, dei um banho nelas e saímos de novo.

Dessa vez para o Shopping JK para o Food Truck Kids Festival . Quando chegamos estava tendo um teatrinho de fantoches, mas estava bem cheio. Então fomos tomar um sorvete em um dos mini caminhões de comidinhas.

Logo em seguida começou um show com uma banda bem bacana. Ficamos por lá curtindo e depois as meninas fizeram ateliê de massinha e de bonecos com embalagem de Danoninho.

Capturas de tela94

 

Saimos de lá já era noite. E então elas pediram para dormir no pai.

Fomos para casa, montei uma mochila para cada uma e o pai veio buscar.

 

Lá foram elas felizes da vida, nem deram bola para mim.

Foi uma mistura de tristeza e alegria. Pois sempre que elas vão, meu coração se despedaça. Por outro lado, foram super bem, se divertindo e é só isso que importa. Quero que elas estejam felizes acima de qualquer coisa.

Entrei em casa e novo aquele vazio, silêncio…  Não havia programado nada pois a principio elas dormiriam comigo.

Fui então para a casa dos meus pais curtir eles um pouco e ser mimada. Ainda não me acostumei a ficar totalmente sozinha. Então tem vezes que acho ótimo, mas tem vezes que o que eu quero mesmo é sentir que tem alguém por perto.

Acabei dormindo por lá. Dormi cedo, acordei cedo, mas dormi 9 horas seguidas. Praticamente uma eternidade!

Aí sim voltei para casa e pude curtir os poucos momentos de paz e liberdade. Fiz meu café da manhã prolongado, sentei para trabalhar um pouco e desci para a piscina.

Há quanto tempo eu não ficava em uma piscina com fone de ouvido e deitada para tomar sol!!! Frequentar a piscina, isso sim. Mas poder desfrutá-la em um domingo de sol…não me lembro qual foi a ultima vez. Pois só quem é mãe sabe o que é não piscar os olhos com criança perto de água.

Captura de tela inteira 31082015 105458

Passei a tarde na piscina na santa paz. Li revista, tomei sol, escutei música… Que bem isso faz!

Fui almoçar quase as 5 da tarde !

Trabalhei mais um pouco e esperei elas chegarem! Estavam exaustas, pois não pararam sábado o dia todo e domingo também!

Fomos dormir as 3 juntinhas na minha cama. Elas capotaram as 8 da noite, eu fui  tomar um banho, jantar , ver tv e só dormir mais tarde pois estava completamente sem sono devido à noite anterior que descansei muito.

E vamos começar a semana!

Beijão

*K*

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